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7 Aron critica a escola realista americana por esta projetar a individualidade de pessoas no comportamento dos Estados, como se estes fossem entidades de vontade autônoma perseguindo objetivos próprios: "Essa semelhança esconde o essencial, a saber que os membros de uma coletividade obedecem às leis [...], enquanto os Estados, que circunscrevem a liberdade de ação dos indivíduos pelas obrigações que lhes impõem, até hoje se reservam o direito de recorrer à força armada e definir (..as próprias leis)", Raymond Aron (2002: 721).