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Medicina crítica (Colegio Mexicano de Medicina Crítica)

versión impresa ISSN 2448-8909

Resumen

REYES VIDAL, Alejandra Estefanía; LOPEZ MARQUEZ, Santa; VIDAL ANDRADE, Erick Rolando  y  CERON DIAZ, Ulises W. Fração de espessamento de músculos paraesternales intercostais e espessamento diafragmático como preditores de falha no teste de ventilação espontânea. Med. crít. (Col. Mex. Med. Crít.) [online]. 2023, vol.37, n.7, pp.600-604.  Epub 13-Ene-2025. ISSN 2448-8909.  https://doi.org/10.35366/114862.

Introdução:

em pacientes em estado crítico com insuficiência respiratória que necessitam de ventilação mecânica, foi descrita lesão muscular diafragmática que causa falha na desconexão do ventilador. Durante a ventilação mecânica, é exercido um efeito de recrutamento nos músculos acessórios. A ultrassonografia é um método de baixo custo e facilmente reprodutível que pode ser utilizado para avaliar a atividade do diafragma e da musculatura acessória para prever o risco de falha no desmame ventilatório.

Objetivo:

determinar o valor preditivo da fração de espessamento diafragmático (Tfdi) e paraesternal intercostal (Tfic) para falha ou sucesso do teste de ventilação espontânea (TVE).

Material e métodos:

estudo transversal, observacional e prospectivo em pacientes maiores de 18 anos sob ventilação mecânica invasiva nos quais foi realizada TVE e medida da fração Tfdi e Tfic por ultrassonografia.

Resultados:

recrutaram-se 32 pacientes, com TVE bem sucedido em 93.7%, a mediana de horas de ventilação mecânica foi de 90.5 horas (IQR 40.7-164.2). Encontrou-se uma mediana de Tfic de 7.54% (IQR 3.8-9.3). A mediana do Tfdi foi de 32.7% (IQR 24.1-40.9). A correlação entre Tfdi e Tfic foi nula (r = 0.076). Foram identificados quatro grupos de pacientes com diferentes padrões de espessamento intercostal e diafragmático. Encontrou-se uma correlação negativa entre a fração de espessamento diafragmático e o índice de massa corporal (r = 0.32), e uma correlação positiva baixa entre horas de ventilação mecânica e a fração de espessamento intercostal (r = 0.28). Não encontrou-se diferença estatisticamente significativa entre pacientes com sucesso e falha no TVE, tanto para Tfdi (p = 0.52) quanto para Tfic (p = 0.79).

Conclusões:

não podemos concluir quanto à capacidade preditiva de sucesso na TVE de espessamento intercostal e diafragmático devido ao pequeno número de pacientes que falharam na TVE. A análise da correlação entre as frações de espessamento sugere 4 grupos de pacientes, nos quais ambas as frações de espessamento identificam diferentes padrões de reserva muscular respiratória.

Palabras llave : teste de ventilação espontânea; ventilação mecânica; ultrassonografia; fração de espessamento diafragmático; fração de espessamento intercostal.

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