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Medicina crítica (Colegio Mexicano de Medicina Crítica)
versión impresa ISSN 2448-8909
Resumen
PIMENTEL ARCE, Elsa Guadalupe et al. Manejo da hipertensão intracraniana com solução salina hipertônica 7.5% versus 3% para paciente neurocrítico. Med. crít. (Col. Mex. Med. Crít.) [online]. 2023, vol.37, n.7, pp.534-541. Epub 13-Ene-2025. ISSN 2448-8909. https://doi.org/10.35366/114853.
Introdução:
a lesão cerebral aguda é uma condição potencialmente fatal que pode estar associada a diversas disfunções. Segundo a BTF (Brain Trauma Foundation por suas siglas em inglês), qualquer valor > 22 mmHg é considerado hipertensão intracraniana (HIC). O controle da pressão intracraniana (PIC) é a pedra angular do paciente neurocrítico; o tratamento adequado reduz a lesão secundária, mantendo assim um monitoramento rigoroso. O Doppler transcraniano (DTC) tem a característica de ser contínuo e dinâmico, proporciona a medida do índice de pulsatilidade (IP) que se correlaciona com o aumento da PIC. Dentro das medidas antiedema em paciente com HIC, avaliou-se o efeito da solução salina em diferentes concentrações, sem relatar superioridade, por isso este protocolo avalia o efeito significativo na velocidade e no índice de pulsatilidade da artéria cerebral (ACM) e medição da bainha do nervo óptico (BNO) em pacientes que receberam solução salina hipertônica (SSH) 7.5% versus 3% para o tratamento de HIC.
Material e métodos:
estudo de coorte comparativo, prospectivo e analítico, envolvendo 42 pacientes, ambos os sexos, maiores de 18 anos com dados de HIC, eliminando aqueles que morreram após administração de solução hiperosmolar, janela ultrassonografia inadequada para fazer medições de DTC, que não foram administrados a solução hiperosmolar em tempo hábil. Amostra não probabilística por disponibilidade de casos, randomizados para receber SSH 3% ou 7.5% como tratamento para HIC, calculado em 2 mL/kg de peso, administrado por 20 minutos, por via intravenosa e com período de 30 minutos para nova medição. O objetivo principal foi determinar o efeito da terapia com solução hipertônica a 3% versus 7.5% como tratamento para HIC, avaliando as velocidades de MCA e BNO.
Resultados:
incluíram-se 42 pacientes, ambos os sexos com média de idade de 44.57 ± 14.3 anos, na relação do grupo com SSH 7.5% demonstraram maior eficácia com p de 0.028 e na comparação das velocidades da ACM obteve-se maior variância no grupo SSH em 7.5% com p de 0.04, ambos os grupos tiveram alteração global na PIC com p de 0.062. A pressão de perfusão cerebral (PPC) teve maior alteração no grupo SSH 7.5% com AUC de 0.89, p de 0.07 e diferença entre áreas de 0.0009.
Conclusões:
a solução salina hipertônica 7.5% apresentou maior relevância no tratamento de pacientes neurocríticos.
Palabras llave : solução hipertônica; hipertensão intracraniana; fluxo da artéria cerebral média; bainha do nervo óptico.












