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Medicina crítica (Colegio Mexicano de Medicina Crítica)
versão impressa ISSN 2448-8909
Resumo
ORTEGA PEREZ, Abad Quetzalcóatl; VAZQUEZ PADILLA, Ilce Magaly; SILVA MEDINA, Marco Antonio e ORTEGA PEREZ, José Nezahualcóyotl. Fatores de risco associados à mortalidade em pacientes com SIRA grave por COVID-19 na Unidade de Terapia Intensiva. Med. crít. (Col. Mex. Med. Crít.) [online]. 2023, vol.37, n.5, pp.384-387. Epub 13-Jan-2025. ISSN 2448-8909. https://doi.org/10.35366/113046.
Introdução:
relataram-se múltiplos fatores de risco em determinadas populações ao redor do mundo, na Espanha, a mortalidade na UTI foi de 31%, a hipoxemia grave, maior pontuação na escala SOFA, assim como choque e arritmias; por outro lado, na China, foram relatados a obesidade, idade, comorbidades graves e necessidade de suporte respiratório avançado. Por fim, nos EUA identificaram as alterações radiológicas e tomográficas como os fatores mais importantes associados à mortalidade.
Material e métodos:
estudo observacional, transversal e analítico.
Resultados:
incluíram-se 193 pacientes, dos quais 50.5% foram a óbito. Os fatores de risco de mortalidade identificados foram: procalcitonina em 10 dias (OR = 28.1, IC 95% 6.9-113.9, p < 0.001), choque séptico (OR = 17.3, IC 95% 7.9-38.1, p < 0.001), níveis mais elevados de PEEP (OR = 3.7, IC 95% 2.5-5.5, p < 0.001) e tromboembolismo pulmonar (OR = 4.7, IC 95% 1.001-22.6, p = 0.05). Por último, em relação à traqueostomia, teve impacto positivo na mortalidade (OR = 0.1, IC 95% 0.04-0.35, p < 0.001).
Conclusões:
os fatores independentemente associados com maior mortalidade foram a procalcitonina no dia 10, choque séptico e tromboembolismo pulmonar; a traqueostomia foi fator protetor para mortalidade.
Palavras-chave : mortalidade; síndrome do desconforto respiratório agudo; SDRA; COVID-19.












