Revista ALCONPAT
ISSN 2007-6835
OLIVEIRA, D. R. C. de; DAMASCENO, I. I. R. BRANCO, V. H. L.. Eccentrically-compressed reinforced concrete columns strengthened with partial jacketing. []. , 8, 2, pp.150-162. 28--2020. ISSN 2007-6835. https://doi.org/10.21041/ra.v8i2.276.
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The behavior of six uniaxial compression columns is investigated. Specimen featured an initial section of (120 x 200) mm2, a final section of (200 x 200) mm2 and height of 1.600 mm, strengthened on the tensile and compression sides with plaster or not. Adherence between new and old concrete, and cracking pattern was satisfactory. Although coated columns showed the same behavior to their respective non-coated ones even when concrete area was reduced by approximately 20%, problems consisted in the crushing of the reinforced concrete layer immediately prior to the rupture of the columns. This strengthening proved to be more adequate when undertaken at the columns´ compressed zone and may be executed through conventional procedures with or without mortar coating layer.
^len^aInvestiga-se o comportamento de seis pilares à flexo-compressão. As amostras apresentaram uma seção inicial de (120 x 200) mm2, uma seção final de (200 x 200) mm2 e altura de 1.600 mm, reforçadas nos lados tracionados e comprimidos com reboco pré-existente ou não. A aderência entre concreto novo e velho, e padrão de fissuração foram satisfatórios. Embora os pilares revestidos tenham o mesmo comportamento dos pilares não revestidos, mesmo quando a área de concreto foi reduzida em aproximadamente 20%, os problemas consistiram no esmagamento da camada de reforço imediatamente antes da ruptura dos pilares. Esse reforço provou ser mais adequado quando realizado na zona comprimida podendo ser executado através de procedimentos convencionais com ou sem camada de argamassa de reboco.
^lpt^aSe investiga el comportamiento de seis columnas a flexo-compresión con sección inicial (120 x 200) mm2, sección final (200 x 200) mm2 y altura de 1.600 mm, reforzadas en los lados traccionados y comprimidos con revoque preexistente o no. La adherencia entre hormigón nuevo y viejo, y patrón de fisuración fueron satisfactorios. Aunque los pilares revestidos tienen el mismo comportamiento de los no revestidos, incluso cuando el área de hormigón se redujo en aproximadamente 20%, los problemas consistieron en el aplastamiento de la capa de refuerzo inmediatamente antes de la ruptura de los pilares. Este refuerzo resultó ser más adecuado cuando se realiza en la zona comprimida, a través de procedimientos convencionales con o sin capa de revoco de mortero.
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