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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise de rótulos de produtos domissanitários como forma de discutir a química no cotidiano dos estudantes]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Chemistry is present in the daily students' life through the use of products at home, such as household cleaning products. Still, it is hard for students to perceive it vividly in their lives, because within syllabi, chemistry is reduced to formulas, names and reactions, opening a gap between school knowledge and their reality. That is why this work describes a demo-investigative activity, conducting analysis of household cleaning product labels, with the goal of helping the student to reaffirm and / or reframe their knowledge about them and their relation to safety, health, environment, science and technology. Conducted in two schools with very different economic realities, there were perceived similarities in the perception of the students and teacher's ability to act as mediator between school knowledge and students' knowledge so they reframe chemistry in their own lives.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="4">Ciencia&#45;tecnolog&iacute;a&#45;sociedad</font></p>  	    <p>&nbsp;</p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="4"><b>An&aacute;lise de r&oacute;tulos de produtos domissanit&aacute;rios como forma de discutir a qu&iacute;mica no cotidiano dos estudantes</b></font></p>  	    <p>&nbsp;</p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="3"><b>Analysis of household cleaning product labels to discuss everyday chemistry with students</b></font></p>  	    <p>&nbsp;</p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="2"><b>Luciana Maria de Jesus Baptista Gomes, Luis Gustavo Magro Dionysio e Jorge Cardoso Messeder*</b></font></p>  	    <p>&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><i>* Instituto Federal de Educa&ccedil;&atilde;o, Ci&ecirc;ncia e Tecnologia do Rio de Janeiro &#150;&nbsp;IFRJ, Brasil.</i> Correos electr&oacute;nicos: <a href="mailto:lucianajbg@yahoo.com.br">lucianajbg@yahoo.com.br</a>, <a href="mailto:lugum@yahoo.com.br">lugum@yahoo.com.br</a>, <a href="mailto:jorge.messeder@ifrj.edu.br">jorge.messeder@ifrj.edu.br</a></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Fecha de recepci&oacute;n: 10 de octubre de 2013.    <br> 	Fecha de aceptaci&oacute;n: 15 de junio de 2014.</font></p>  	    <p>&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Resumo</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A Qu&iacute;mica est&aacute; presente no cotidiano do aluno por meio da utiliza&ccedil;&atilde;o de produtos no ambiente dom&eacute;stico, como os produtos domissanit&aacute;rios. Ainda assim, os alunos t&ecirc;m dificuldade em perceb&ecirc;&#45;la em sua vida, pois por conta do conte&uacute;do program&aacute;tico, a Qu&iacute;mica se reduz a f&oacute;rmulas, nomes e rea&ccedil;&otilde;es, ocorrendo um distanciamento entre o conhecimento escolar e sua realidade. Assim, este trabalho descreve uma atividade demonstrativa&#45;investigativa, realizando a an&aacute;lise de r&oacute;tulos de produtos domissanit&aacute;rios, com o objetivo de auxiliar o discente a reafirmar e/ou ressignificar seus conhecimentos sobre os mesmos e sua rela&ccedil;&atilde;o com seguran&ccedil;a, sa&uacute;de, meio ambiente, ci&ecirc;ncia e tecnologia. Realizado em duas escolas com realidades econ&ocirc;micas muito diferentes, foram percebidas semelhan&ccedil;as na percep&ccedil;&atilde;o do alunado e a possibilidade do professor atuar como mediador entre o conhecimento escolar e o conhecimento do aluno para que este ressignifique a pr&oacute;pria Qu&iacute;mica em sua vida.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Palavras&#45;chave:</b> atividade demonstrativa&#45;investigativa, CTS, contextualiza&ccedil;&atilde;o no ensino.</font></p>  	    <p>&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Abstract</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Chemistry is present in the daily students' life through the use of products at home, such as household cleaning products. Still, it is hard for students to perceive it vividly in their lives, because within syllabi, chemistry is reduced to formulas, names and reactions, opening a gap between school knowledge and their reality. That is why this work describes a demo&#45;investigative activity, conducting analysis of household cleaning product labels, with the goal of helping the student to reaffirm and / or reframe their knowledge about them and their relation to safety, health, environment, science and technology. Conducted in two schools with very different economic realities, there were perceived similarities in the perception of the students and teacher's ability to act as mediator between school knowledge and students' knowledge so they reframe chemistry in their own lives.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Keywords:</b> demo&#45;investigative activity, STS, situated learning.</font></p>  	    <p>&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A Educa&ccedil;&atilde;o Qu&iacute;mica &eacute; uma &aacute;rea relativamente nova, se comparada &agrave;s outras &aacute;reas de conhecimento da Qu&iacute;mica, que busca pelo seu reconhecimento, entre aqueles que investigam a Qu&iacute;mica, pois, por n&atilde;o conferir pesquisas caracteristicamente quantitativas e positivistas, se torna uma &aacute;rea pouco valorizada por seus pares (Chassot, 2004).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A situa&ccedil;&atilde;o se torna mais complexa, pois esta &aacute;rea &eacute; o elo entre o conhecimento cient&iacute;fico produzido e o que deve ser ensinado ao estudante de diferentes n&iacute;veis de ensino, para que a disciplina seja mais uma oportunidade de compreens&atilde;o do mundo. O aluno dessa forma se apropria dos conceitos cient&iacute;ficos para que seja apto a tomada de decis&otilde;es mais criticamente, constituindo&#45;se como cidad&atilde;o.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Entretanto, diversos estudos t&ecirc;m apontado que a Educa&ccedil;&atilde;o Qu&iacute;mica que ocorre na escola tem aumentado a dist&acirc;ncia entre os alunos, refor&ccedil;ando a transmiss&atilde;o do conhecimento, tornando&#45;a como uma disciplina de dif&iacute;cil entendimento e restringida a nomes, f&oacute;rmulas e m&eacute;todos que parecem desvinculados da sua realidade (Quadros, 1998; Lima <i>et al</i>., 2000; Gomes e Gouveia, 2012).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Vivemos num mundo repleto de rea&ccedil;&otilde;es e compostos qu&iacute;micos. Devemos conhecer um pouco da realidade qu&iacute;mica para compreender a vida de um modo geral. No entanto, a escola pouco tem desenvolvido interesse nos alunos para o estudo dessa disciplina e pouco resultado tem atingido no sentido de alfabetizar cientificamente os alunos nessa &aacute;rea, nem em termos te&oacute;ricos nem na pr&aacute;tica (Santos, 2002). Reconhecidamente a Qu&iacute;mica est&aacute; presente no cotidiano e as situa&ccedil;&otilde;es corriqueiras que envolvem fen&ocirc;menos qu&iacute;micos s&atilde;o oportunidades para uma aprendizagem significativa para o aluno, com possibilidades de discuss&otilde;es sobre meio ambiente, ci&ecirc;ncia, tecnologia e sociedade (Pinheiro, Silveira e Bazzo, 2007).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Para o &ecirc;xito da atividade, o professor precisa repensar seu papel, ao assumir&#45;se como pesquisador de sua pr&aacute;xis, refutando a postura de docente conteudista, definido neste trabalho como aquele preocupado somente com o conte&uacute;do program&aacute;tico, numa aula que primazia o conte&uacute;do desvinculado da realidade do aluno. Como mediador do conhecimento, perpassa pelo vi&eacute;s socioambiental, para que o aluno assuma o papel ativo no processo de ensino&#45;aprendizagem e tamb&eacute;m perceba as implica&ccedil;&otilde;es ambientais da Qu&iacute;mica (Krasilchik, 2007; Demo, 2010).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Descreveremos a seguir a pr&aacute;tica pedag&oacute;gica dos professores&#45;pesquisadores com o objetivo de relacionar o conhecimento cient&iacute;fico e o cotidiano do aluno, que propuseram a an&aacute;lise de r&oacute;tulos de produtos domissanit&aacute;rios utilizados nas resid&ecirc;ncias dos alunos. Cabe ressaltar que os professores que conduziram a pesquisa em campo possuem classe social e forma&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica semelhantes. Ambos s&atilde;o graduados pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e na &eacute;poca da pesquisa eram mestrandos do Instituto Federal de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia do Rio de Janeiro e moram na mesma regi&atilde;o da cidade.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Tal pr&aacute;tica desenvolvida buscou mais do que uma simples confer&ecirc;ncia de subst&acirc;ncias presentes, mas p&ocirc;de oferecer tamb&eacute;m uma oportunidade de discuss&atilde;o em sala de aula sobre seguran&ccedil;a qu&iacute;mica, sa&uacute;de, meio ambiente e tecnologia envolvidos na produ&ccedil;&atilde;o e utiliza&ccedil;&atilde;o dos mesmos.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Metodologia</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Selecionamos para este artigo uma atividade demonstrativa&#45;investigativa que foi elaborada considerando a defini&ccedil;&atilde;o de Silva, Machado e Tunes (apud Justi, 1998); os autores ampliam o conceito de atividades experimentais ao utilizar espa&ccedil;os, escolares ou n&atilde;o, e materiais diversos que favorecem a&nbsp;interdisciplinaridade e contextualiza&ccedil;&atilde;o. Desse modo, o aluno tem a possibilidade de perceber uma vis&atilde;o mais sist&ecirc;mica dos fen&ocirc;menos e tamb&eacute;m sua complexidade; nesse aspecto, o aprender Ci&ecirc;ncia se torna uma rela&ccedil;&atilde;o entre o fazer e o pensar. Neste tipo de atividade, o professor apresenta durante as aulas fen&ocirc;menos simples para poder introduzir aspectos te&oacute;ricos.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A atividade descrita prop&otilde;e que o aluno reafirme e/ou ressignifique seus conhecimentos sobre produtos domissanit&aacute;rios e sua rela&ccedil;&atilde;o com seguran&ccedil;a, sa&uacute;de, meio ambiente, ci&ecirc;ncia e tecnologia. S&atilde;o denominados produtos domissanit&aacute;rios aqueles destinados a processos de higieniza&ccedil;&atilde;o, desinfec&ccedil;&atilde;o ou desinfesta&ccedil;&atilde;o domiciliar, tendo como finalidade sen&atilde;o a limpeza de ambientes domiciliares, coletivos ou p&uacute;blicos ou mesmo tratamento da &aacute;gua, regulado por lei espec&iacute;fica, a Lei n&deg; 6.360, de 23 de setembro de 1976 (Brasil, 1976). Est&atilde;o inclu&iacute;dos nessa categoria os inseticidas, raticidas, desinfetantes e detergentes.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A atividade ocorreu em duas turmas da 1&ordf; s&eacute;rie do Ensino M&eacute;dio, com uma m&eacute;dia de 35 alunos, oriundas de duas escolas (aqui codificadas como "A" e "B") com perfis muito distintos, com os objetivos comuns de: identificar as subst&acirc;ncias qu&iacute;micas constituintes dos produtos domissanit&aacute;rios utilizados nas resid&ecirc;ncias dos alunos; esclarecer as fun&ccedil;&otilde;es dessas subst&acirc;ncias qu&iacute;micas; discutir sobre o uso indiscriminado dos produtos domissanit&aacute;rios em casa e a seguran&ccedil;a quanto &agrave; manipula&ccedil;&atilde;o e armazenamento e, finalmente, identificar os efeitos para a sa&uacute;de humana e para o meio ambiente.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Essa atividade possibilitou tamb&eacute;m pontuar poss&iacute;veis diferen&ccedil;as e semelhan&ccedil;as de produtos de limpeza entre as turmas analisadas, j&aacute; que as mesmas t&ecirc;m perfis bem diferenciados: a escola A &eacute; p&uacute;blica de esfera estadual, em &aacute;rea urbana, situada em bairro de classe m&eacute;dia baixa, funciona com Ensino M&eacute;dio regular, hor&aacute;rio noturno. 80% da turma de 1&ordf;&nbsp;s&eacute;rie que participou da atividade s&atilde;o jovens (de 16 at&eacute; 25&nbsp;anos) que trabalham durante o dia e estudam &agrave; noite. J&aacute; a escola B &eacute; particular, em &aacute;rea urbana, situada em bairro de classe m&eacute;dia alta, funciona com os Ensinos Fundamental e M&eacute;dio regular, hor&aacute;rio diurno. A turma de 1&ordf; s&eacute;rie que participou da atividade &eacute; composta por jovens de 14 a 16 anos que s&oacute; estudam. Ambas est&atilde;o situadas no munic&iacute;pio do Rio de Janeiro.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Ressalta&#45;se que os professores&#45;pesquisadores tamb&eacute;m delinearam seus pr&oacute;prios objetivos de aprendizagem profissional: identificar as concep&ccedil;&otilde;es pr&eacute;vias dos alunos acerca da composi&ccedil;&atilde;o e do uso de produtos qu&iacute;micos domissanit&aacute;rios e suas consequ&ecirc;ncias para a sa&uacute;de humana; adequar a linguagem espec&iacute;fica &agrave; faixa et&aacute;ria dos alunos e contextualizar para facilitar a apropria&ccedil;&atilde;o do tema. Ambas as turmas tiveram dois tempos&#45;aula dispon&iacute;veis, o que significa cem minutos.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Como conversa inicial motivadora, dentro do assunto sobre rea&ccedil;&otilde;es qu&iacute;micas, foi discutida a composi&ccedil;&atilde;o dos produtos qu&iacute;micos que s&atilde;o utilizados em casa para a limpeza e que &agrave;s vezes n&atilde;o s&atilde;o muito bem conhecidos. Foi sugerido ent&atilde;o que os alunos trouxessem um r&oacute;tulo de um produto qu&iacute;mico utilizado em casa com a fun&ccedil;&atilde;o de limpar para uma an&aacute;lise em sala. Divididos em grupos, em sala, os alunos receberam uma folha com uma tabela para o preenchimento com alguns dados do produto escolhido. &Agrave; medida que a curiosidades e d&uacute;vidas surgiram, o professor orientava, problematizando e discutindo com os grupos, observando os t&oacute;picos de ci&ecirc;ncia, tecnologia, seguran&ccedil;a, sa&uacute;de e meio ambiente. Finalmente, ocorreu o preenchimento, com a participa&ccedil;&atilde;o de todos, de um quadro &uacute;nico para pontuar poss&iacute;veis semelhan&ccedil;as entre os produtos analisados.</font></p>  	    <p>&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Resultados e discuss&atilde;o</b></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">A pesquisa realizada em sala de aula baseou&#45;se em uma de nossas proposi&ccedil;&otilde;es que indicam que o aluno ao produzir algo em aula (textos, descri&ccedil;&otilde;es, justificativas, s&iacute;nteses, an&aacute;lises, avalia&ccedil;&otilde;es) ou fora dela, nos permite conhecer como o aluno pensa, ao realizamos a an&aacute;lise dessas produ&ccedil;&otilde;es discentes. Tal proposi&ccedil;&atilde;o se norteia &agrave; ideia de Boaventura Santos de que "todo o conhecimento &eacute; autoconhecimento" (Santos, 2002). As pesquisas da &aacute;rea de ensino de qu&iacute;mica t&ecirc;m sido dadas muito destaque aos aspectos do conhecimento, quando se abordam as rela&ccedil;&otilde;es de ensino e aprendizagem. Por&eacute;m, o ideal &eacute; que o aluno seja compreendido em seus v&aacute;rios aspectos, dando &ecirc;nfases aos valores, atitudes, sentimentos, considerando os aspectos cognitivos. Com essa atitude na an&aacute;lise de uma pr&aacute;tica de ensino, n&atilde;o cometer&iacute;amos o equ&iacute;voco de fragmentar os alunos, n&atilde;o os percebendo em sua totalidade e na possibilidade das atividades educativas contribu&iacute;rem positivamente na forma&ccedil;&atilde;o das suas identidades (Galiazzi, 2002).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O <a href="#q1">quadro 1</a> resume os resultados encontrados, demostrando algumas semelhan&ccedil;as percebidas entre as duas escolas, aparentemente muito diferentes entre si.</font></p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="2"><a name="q1"></a></font></p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="2"><img src="/img/revistas/eq/v26n1/a4q1.jpg"></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A escola A constatou que 21% dos r&oacute;tulos n&atilde;o tinham validade mencionada. Esse resultado demonstra uma contradi&ccedil;&atilde;o com a legisla&ccedil;&atilde;o que exige a indica&ccedil;&atilde;o do prazo de validade, conforme a Portaria da Secretaria de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (SVS) n&uacute;mero 57, de 11 de julho de 1995 (Brasil 1995).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Dos produtos rotulados com datas de validade, observa&#45;se que, em ambas as escolas, as marcas s&atilde;o de empresas de grande porte, com um marcante apelo publicit&aacute;rio. Esse perfil corrobora com a pesquisa econ&ocirc;mica realizada por Meirelles (2011), s&oacute;cio&#45;diretor do Instituto Data Popular, que mostra as classes C e D consumindo tamb&eacute;m "marcas conhecidas, porque confiam e que valem o quanto custam".</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Na escola A, 20% dos r&oacute;tulos n&atilde;o tinham corante e nem aromatizante, pois se tratava de alvejante &agrave; base de hipoclorito de s&oacute;dio, comumente chamada de &aacute;gua sanit&aacute;ria. O alunado desta escola tamb&eacute;m citou o uso do chamado "cloro caseiro", que &eacute; obtido pela dissolu&ccedil;&atilde;o do cloro granulado em &aacute;gua. O uso deste tipo de cloro como produto de limpeza era desconhecido pelos alunos da escola B, pois eles somente conheciam o cloro granulado utilizados em recipientes espec&iacute;ficos para a conserva&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua de piscinas; os alunos dessa turma possuem piscina em suas casas ou s&atilde;o frequentadores de clubes de classe m&eacute;dia alta. Aqui ficou demonstrado que um mesmo produto qu&iacute;mico pode ter diferentes utiliza&ccedil;&otilde;es dependendo da classe social que o utiliza.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A refer&ecirc;ncia &agrave; quest&atilde;o ambiental nos produtos domissanit&aacute;rios e em outros produtos &eacute; uma tend&ecirc;ncia que prevalece desde a d&eacute;cada de 1990, seja por conta de uma maior preocupa&ccedil;&atilde;o com a preserva&ccedil;&atilde;o do planeta. Muitas vezes a educa&ccedil;&atilde;o ambiental se reduz ao apelo higienista e individualista, ou seja, de que cada pessoa &eacute; respons&aacute;vel pela degrada&ccedil;&atilde;o do planeta, mas n&atilde;o leva em conta o sistema capitalista no qual o mundo est&aacute; imerso, em que h&aacute; o culto ao consumo (Santos, 2008; Vic&aacute;rio <i>et al</i>., 2010). Aproveitando a oportunidade desse apelo ecol&oacute;gico, seja com slogans ou imagens referentes &agrave; preserva&ccedil;&atilde;o do planeta, est&aacute; o neg&oacute;cio articulado de modo que atenda ao chamado "consumidor verde" (Makower apud Giacomini Filho, 2004) que pode ser definido como aquela pessoa que adquire produtos com algum agregado ambiental. Ainda que brevemente, os professores discutiram com os alunos se as a&ccedil;&otilde;es propostas em alguns r&oacute;tulos &#151;"economize &aacute;gua", por exemplo&#151; seriam suficientes para melhorar a situa&ccedil;&atilde;o ecol&oacute;gica e econ&ocirc;mica do planeta.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Na escola A, 71% dos alunos utilizam produtos sem r&oacute;tulo, prevalecendo o uso do cloro (depois aparece desinfetante, amaciante e sab&atilde;o l&iacute;quido). Em conversa com a turma sobre o motivo, os alunos defenderam o custo baixo e o produto ser t&atilde;o eficiente quanto o de marca conhecida.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Para os alunos da escola A, 50% acham importante um produto ser cheiroso como sin&ocirc;nimo de qualidade. Os demais fatores citados foram: "ser eficiente", 21%; "ter qualidade", 14%; "tirar sujeira", 7%; "recomendar a seguran&ccedil;a", 7%; "n&atilde;o possuir toxinas", 4% e "embalagem legal", 4%.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">Para os alunos da escola B, em rela&ccedil;&atilde;o ao que caracteriza um bom produto de limpeza prevaleceu tamb&eacute;m a ideia de "ter um aroma agrad&aacute;vel" em 50% das respostas; "preocupa&ccedil;&atilde;o com o ambiente", 43%; "ser fiel &agrave;s informa&ccedil;&otilde;es contidas no r&oacute;tulo", 28%; "ser eficaz", 21%; "ter boa rela&ccedil;&atilde;o custo x benef&iacute;cio" e "possuir data de validade", 14%; "n&atilde;o manchar roupas", "praticidade", "ser incolor" e "n&atilde;o ser t&oacute;xico" apareceram em 7% das respostas.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Pelo descrito, independente de classe social, o fator aroma parece ser determinante para a limpeza. Pesquisando na internet, ao associar "produto de limpeza" com a palavra "cheiroso", nada menos que cento e quarenta e oito mil links foram sugeridos pelo site de busca Google, confirmando que &eacute; uma tend&ecirc;ncia social, a de exigir que um produto de limpeza tenha que deixar o ambiente "perfumado". Mas durante a atividade, foi ressaltado que n&atilde;o h&aacute; necessidade de fragr&acirc;ncia para que haja limpeza, mesmo porque o aromatizante e o corante n&atilde;o t&ecirc;m a fun&ccedil;&atilde;o de promover desinfec&ccedil;&atilde;o ou a&ccedil;&atilde;o bactericida. Ou seja, a efic&aacute;cia qu&iacute;mica para limpeza n&atilde;o est&aacute; relacionada ao potencial odor&iacute;fero de um produto domissanit&aacute;rio.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Na escola A, como j&aacute; demonstrado no quadro, 15% dos alunos mencionaram terem sofrido ou saberem de pessoas que sofreram algum tipo de intoxica&ccedil;&atilde;o por produto domissanit&aacute;rio; a mais citada foi de crian&ccedil;a ingerir acidentalmente cloro que estava armazenado em garrafa de refrigerante. Dois fatores devem ser considerados nesta an&aacute;lise: apesar de todos os produtos com r&oacute;tulos recomendarem a "manter longe de crian&ccedil;as e de animais dom&eacute;sticos", os produtos estavam guardados em lugares de f&aacute;cil acesso para as crian&ccedil;as e o pr&oacute;prio recipiente de armazenamento do produto em uma garrafa que a crian&ccedil;a conhece como sendo de algo que pode ser degustado. Portanto, a venda em feira livre e em com&eacute;rcio da &aacute;rea suburbana do produto em embalagem indevida e a estocagem inapropriada em casa foram fatores que facilitaram o acidente dom&eacute;stico, o que corrobora com a pesquisa apurada por Presgrave, Camacho e Villas Boas (2008). Outras situa&ccedil;&otilde;es de intoxica&ccedil;&otilde;es mencionadas foram o desenvolvimento de quadro al&eacute;rgico por uso excessivo dos produtos e o de uma aluna, dona&#45;de&#45;casa, "passar mal" ao lavar banheiro com v&aacute;rios produtos misturados. Realizada dessa forma, a atividade descrita proporcionou momentos de discuss&atilde;o e de reflex&atilde;o sobre os cuidados necess&aacute;rios na utiliza&ccedil;&atilde;o de produtos aparentemente considerados "inofensivos" no uso dom&eacute;stico e sobre o marketing utilizado com informa&ccedil;&otilde;es nos produtos qu&iacute;micos que podem ser d&uacute;bias ou levar a conclus&otilde;es equivocadas (como a associa&ccedil;&atilde;o de cheiro com a efici&ecirc;ncia na limpeza).</font></p>  	    <p>&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Considera&ccedil;&otilde;es finais</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Fica evidente o papel do professor de sair do seu patamar de mero transmissor de conhecimento qu&iacute;mico que n&atilde;o seja contextualizado com a realidade do aluno e possibilitar uma atividade em que s&atilde;o discutidos temas que n&atilde;o estejam presentes nem mesmo nos curr&iacute;culos de forma&ccedil;&atilde;o dos professores: normalmente, o professor n&atilde;o tem em suas estruturas curriculares algum conte&uacute;do sobre os riscos qu&iacute;micos de produtos usados em casa com a finalidade de limpeza. O mesmo assunto produtos domissanit&aacute;rios e riscos para a sa&uacute;de n&atilde;o s&atilde;o tratados na tem&aacute;tica do Ensino M&eacute;dio. O que se constata &eacute; mais o destaque aos cuidados em laborat&oacute;rio quando para muitos alunos a realidade de manipular produtos em casa &eacute; muito mais pr&oacute;xima do que viv&ecirc;ncia num laborat&oacute;rio. Um conhecimento n&atilde;o se torna maior que o outro, mas &eacute; importante que o professor reflita sua realidade escolar para trazer a Qu&iacute;mica presente no dia&#45;a&#45;dia do aluno.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A quantidade de conte&uacute;dos em Qu&iacute;mica considerados m&iacute;nimos para o ano letivo do Ensino M&eacute;dio &eacute; muito extenso; logo qualquer atividade que demanda de um tempo "extra" fica comprometida. V&aacute;rios assuntos do cotidiano do aluno que poderiam ser abordados em aulas de Qu&iacute;mica n&atilde;o s&atilde;o contemplados devido &agrave; necessidade de se cumprir um plano de curso e, dependendo da institui&ccedil;&atilde;o, apenas focado na resolu&ccedil;&atilde;o de exerc&iacute;cios que visa o sucesso em concursos de acesso ao Ensino Superior, como o Exame Nacional para o Ensino M&eacute;dio (ENEM). Em suma, muitas vezes o docente tem que cumprir o extenso conte&uacute;do estabelecido no curr&iacute;culo escolar e, se sobrar tempo, realizar atividades diferenciadas como a descrita nesse trabalho.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Em contrapartida &agrave; realidade acima descrita, alguns autores de livros did&aacute;ticos reconhecem a urg&ecirc;ncia de discutir Ci&ecirc;ncia, Tecnologia e Sociedade (CTS) ao tratar de Qu&iacute;mica em sala de aula e apresentam os conceitos qu&iacute;micos em se&ccedil;&otilde;es ou todo o conte&uacute;do program&aacute;tico em abordagem CTS (Mortimer e Machado, 2002; Santos e M&oacute;l, 2005; Santos e M&oacute;l, 2010 e Lisboa, 2011). Para que as propostas da abordagem CTS ocorram de fato e atuem na pr&aacute;xis educacional &eacute; necess&aacute;ria uma nova configura&ccedil;&atilde;o curricular na abordagem de temas de relev&acirc;ncia social associada a problematiza&ccedil;&atilde;o das constru&ccedil;&otilde;es hist&oacute;ricas, al&eacute;m da utiliza&ccedil;&atilde;o de diferentes tipos de materiais did&aacute;ticos confeccionados com materiais do dia&#45;a&#45;dia dos alunos (Nascimento e Von Linsingen, 2006; Ricardo, 2007).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&Eacute; fundamental que o aluno tenha a oportunidade de ressignificar a qu&iacute;mica em seu cotidiano, por meio da an&aacute;lise da sua exposi&ccedil;&atilde;o a produtos que s&atilde;o perigosos e que s&atilde;o de f&aacute;cil aquisi&ccedil;&atilde;o. Essa rela&ccedil;&atilde;o entre qu&iacute;mica e sociedade possibilita que o aluno perceba, por exemplo, as estrat&eacute;gias de marketing estabelecidas e possa fazer escolhas com um novo olhar mais sist&ecirc;mico e cr&iacute;tico, considerando os aspectos econ&ocirc;micos e &eacute;ticos que permeiam a fabrica&ccedil;&atilde;o de um produto de limpeza.</font></p>  	    <p>&nbsp;</p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas</b></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Brasil, Portaria SVS 57, de 11 de julho de 1995, "Normas para Registro de Produtos Saneantes", Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, Di&aacute;rio Oficial &#91;da&#93; Rep&uacute;blica Federativa do Brasil, de 11.7.1995. <i>Di&aacute;rio Oficial &#91;da&#93; Rep&uacute;blica Federativa do Brasil</i>, Bras&iacute;lia, 12 jul. 1995. Se&ccedil;&atilde;o 1, 10317, consultada por &uacute;ltima vez en enero 04, 2013, en la URL <a href="http://www.pragas.com.br/legislacao/bancodedados/port57&#45;95.php" target="_blank">http://www.pragas.com.br/legislacao/bancodedados/port57&#45;95.php</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3152689&pid=S0187-893X201500010000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Brasil, Lei n&ordm; 6.360, de 23 de setembro de 1976, "Disp&otilde;e sobre a vigil&acirc;ncia sanit&aacute;ria a que ficam sujeitos os medicamentos, as drogas, os insumos farmac&ecirc;uticos e correlatos, cosm&eacute;ticos, saneantes e outros produtos, e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias". <i>Di&aacute;rio Oficial &#91;da&#93; Rep&uacute;blica Federativa do Brasil</i><b>,</b> Bras&iacute;lia, 24 set. 1976, 12647&#45;12672, consultada por &uacute;ltima vez en enero 04, 2013, en la URL <a href="http://www.anvisa.gov.br/legis/consolidada/lei_6360_76.pdf" target="_blank">http://www.anvisa.gov.br/legis/consolidada/lei_6360_76.pdf</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3152690&pid=S0187-893X201500010000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Chassot, A., <i>Para que (m) &eacute; &uacute;til o ensino?</i>, 2ed. Canoas, Brasil: Ed. ULBRA, 2004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3152691&pid=S0187-893X201500010000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Demo, P., <i>Educa&ccedil;&atilde;o e Alfabetiza&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica</i>. S&atilde;o Paulo, Brasil: Papirus, 2010.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3152693&pid=S0187-893X201500010000400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Galiazzi, M. C. y Moraes, R., Educa&ccedil;&atilde;o pela pesquisa como modo, tempo e espa&ccedil;o de qualifica&ccedil;&atilde;o da forma&ccedil;&atilde;o de professores de Ci&ecirc;ncias, <i>Ci&ecirc;ncia &amp; Educa&ccedil;&atilde;o</i>, <b>8</b>(2), 237&#45;252, 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3152695&pid=S0187-893X201500010000400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Giacomini Filho, G., <i>Ecopropaganda</i>. S&atilde;o Paulo, Brasil: SENAC, 2004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3152697&pid=S0187-893X201500010000400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Gomes, L. M. J. B. y Gouveia, D. S. M., H&aacute; Qu&iacute;mica no meio do caminho, no meio do caminho h&aacute; Qu&iacute;mica. En: <i>Simp&oacute;sio de Profissionais do Ensino de Qu&iacute;mica</i>, <b>11</b>, 2012. Campinas, Brasil: Ed. da UNICAMP, 2012 (Comunica&ccedil;&atilde;o oral).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3152699&pid=S0187-893X201500010000400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Justi, R. y Romanelli, L. I., <i>Aprendendo Qu&iacute;mica</i>. Iju&iacute;, Brasil: UNIJUI, 1998.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3152701&pid=S0187-893X201500010000400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Krasilchik, M. y Marandino, M., <i>Ensino de Ci&ecirc;ncias e Cidadania</i>, 2. ed. S&atilde;o Paulo, Brasil: Moderna, 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3152703&pid=S0187-893X201500010000400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Lima, F. L. L., Pina Barbosa, M. S. L.; Barbosa, R. M. N. y J&oacute;fili, Z. M. S., Contextualiza&ccedil;&atilde;o no ensino de cin&eacute;tica qu&iacute;mica, <i>Qu&iacute;mica Nova na Escola</i>, <b>11</b>, 26&#45;29, 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3152705&pid=S0187-893X201500010000400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Lisboa, J. C. F. (org.) <i>Qu&iacute;mica</i>, Vol. 1, 2 e 3. Cole&ccedil;&atilde;o Ser Protagonista. S&atilde;o Paulo, Brasil: SM, 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3152707&pid=S0187-893X201500010000400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Meirelles, R., 16&ordm; <i>F&oacute;rum de Debates das Brasilianas.org</i>. S&atilde;o Paulo, Brasil, 2011 (Comunica&ccedil;&atilde;o oral).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3152709&pid=S0187-893X201500010000400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Mortimer, E. F. y Machado, A. H. <i>Qu&iacute;mica para o ensino m&eacute;dio</i>. S&atilde;o Paulo, Brasil: Scipione, 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3152711&pid=S0187-893X201500010000400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Nascimento, T. G. &amp; Von Linsingen I. Articula&ccedil;&otilde;es entre o enfoque CTS e a pedagogia de Paulo Freire como base para o Ensino de Ci&ecirc;nciasy <i>Converg&ecirc;ncia Revista de Ci&ecirc;ncias Sociais</i>, (42), 1405&#45;1435, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3152713&pid=S0187-893X201500010000400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Pinheiro, N. A. M., Silveira, R. M. C. F. y Bazzo,W. A., Ci&ecirc;ncia, Tecnologia e Sociedade: a Relev&acirc;ncia do Enfoque CTS para o contexto do Ensino M&eacute;dio, <i>Ci&ecirc;ncia &amp; Educa&ccedil;&atilde;o</i>, <b>13</b>(1), 71&#45;84, 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3152715&pid=S0187-893X201500010000400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Presgrave, R. F., Camacho, L. A. B. y Villas Boas, M. H. S., A profile of unintentional poisoning caused by household cleaning products, disinfectants and pesticides, <i>Cad. Sa&uacute;de P&uacute;blica, Rio de Janeiro</i>, <b>24</b> (12), Dec. 2008, consultada por &uacute;ltima vez en enero 08, 2013, en la URL <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0102&#45;311X2008001200019&amp;lng=en&amp;nrm=iso" target="_blank">http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0102&#45;311X2008001200019&amp;lng=en&amp;nrm=iso</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3152717&pid=S0187-893X201500010000400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Quadros, A. L. Ferom&ocirc;nios, <i>Qu&iacute;mica Nova na Escola</i>, <b>07</b>, 7&#45;10, 1998.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3152718&pid=S0187-893X201500010000400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Ricardo, E. C. Educa&ccedil;&atilde;o CTSA: obst&aacute;culos e possibilidades para a sua implementa&ccedil;&atilde;o no contexto escolar, <i>Revista Ci&ecirc;ncia e Ensino</i>, Edi&ccedil;&atilde;o Especial, <b>1</b>, 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3152720&pid=S0187-893X201500010000400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Santos, B. S., <i>Um discurso sobre as ci&ecirc;ncias</i>, 13. ed. Porto, Portugal: Afrontamento, 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3152722&pid=S0187-893X201500010000400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Santos, M., <i>Por uma outra globaliza&ccedil;&atilde;o &#150; do pensamento &uacute;nico &agrave; consci&ecirc;ncia universal</i>, 15&ordf; ed. Rio de Janeiro, Brasil: Record, 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3152724&pid=S0187-893X201500010000400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Santos, W. L. P. y M&oacute;l, G. S. (coords.). <i>Qu&iacute;mica cidad&atilde;</i> &#91;Chemistry citizen&#93;, Vol. 1. S&atilde;o Paulo, Brasil: Nova Gera&ccedil;&atilde;o, 2010.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3152726&pid=S0187-893X201500010000400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    ]]></body>
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