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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação de painéis aglomerados de Toona ciliata produzidos com diferentes densidades e teores de resina]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study aimed to evaluate the physical and mechanical properties of particleboard produced of Toona ciliata with different densities and resin levels. Trees from an experimental plantation located in Corupá-SC were used. The trees were cut into logs collected and samples of all longitudinal positions were used to determine the properties of the wood and the generation of particles. Evaluation of wood properties consisted in determining the wood density and chemical properties, which followed the procedures of COPANT standards and TAPPI, respectively. The panels were produced according to a randomized design, using nominal density of 0,60 g/cm³, 0,70 g/cm³ and 0,80 g/cm³, and 6% and 8% resin and pressed at a temperature of 160° C, at an specific pressure of 4 MPa and in atime of 8 minutes. The physical and mechanical properties were evaluated according to the methodology proposed by the European Standard and the Brazilian Standard, the tests made being apparent density (CEN, 2002d), water absorption and thickness swelling (CEN, 2002b), static bending (CEN, 2002a), perpendicular traction (tension) (CEN, 2002c) and screw pullout resistance (ABNT, 2006b). The results indicated that all treatments coplied with the minimum requirements established by the reference standards. The panels produced with fewer raw materials (density of 0,60 g/cm³ and 6% resin), in addition to meeting the regulatory requirement, indicated a savings of up to 23,73% on the amount of particles and up to 42,80% on the amounts of resin and catalyst, when compared with other treatments.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Cedro australiano]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="justify"><font face="verdana" size="4">Art&iacute;culos de investigaci&oacute;n</font></p>     <p align="justify">&nbsp;</p> 	    <p align="center"><font face="verdana" size="4"><b>Avalia&#231;&atilde;o de pain&eacute;is aglomerados de <i>Toona ciliata</i> produzidos com diferentes densidades e teores de resina</b></font></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <p align="center"><font face="verdana" size="3"><b>Evaluation of particleboard of <i>Toona ciliata</i> produced with different densities and resin levels</b></font></p>     <p align="center">&nbsp;</p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="2"><b>Rosilani Trianoski<sup>1</sup>, Setsuo Iwakiri<sup>1</sup> e Jorge Luis Matos<sup>1</sup></b></font></p>     <p align="center">&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><sup><i>1</i></sup><i> Departamento de Engenharia e Tecnologia Florestal, Universidade Federal do Paran&aacute; &#45; UFPR, Curitiba, PR, Brasil.</i> <a href="mailto:rosilani@ufpr.br">rosilani@ufpr.br</a>; <a href="mailto:setsuo@ufpr.br">setsuo@ufpr.br</a>; <a href="mailto:jmatos@ufpr.br">jmatos@ufpr.br</a></font></p>     <p align="justify">&nbsp;</p> 	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">Manuscrito recibido el 2 de octubre de 2012.    <br>Aceptado el 4 de agosto de 2014.</font></p> 	    <p align="justify">&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Este trabalho teve como objetivo avaliar as propriedades f&iacute;sicas e mec&acirc;nicas de pain&eacute;is aglomerados de <i>Toona ciliata</i> produzidos com diferentes densidades e teores de resina. Foram utilizadas &aacute;rvores provenientes de um plantio experimental localizado em Corup&aacute;&#45;SC. As &aacute;rvores coletadas foram seccionadas em toras e amostras de todas as posi&#231;&otilde;es longitudinais foram utilizadas para a determina&#231;&atilde;o das propriedades da madeira e para a gera&#231;&atilde;o das part&iacute;culas. A avalia&#231;&atilde;o das propriedades da madeira consistiu na determina&#231;&atilde;o da densidade b&aacute;sica e das propriedades qu&iacute;micas, as quais seguiram os procedimentos das normas COPANT e TAPPI, respectivamente. Os pain&eacute;is foram produzidos segundo um delineamento inteiramente casualizado, utilizando densidades de 0,60 g/cm<sup>3</sup>; 0,70 g/cm<sup>3</sup> e 0,80 g/cm<sup>3</sup>, e, 6% e 8% de resina, e prensados &agrave; temperatura de 160 &#176;C, press&atilde;o espec&iacute;fica de 4 MPa e tempo de 8 minutos. As propriedades f&iacute;sicas e mec&acirc;nicas foram avaliadas de acordo com a metodologia proposta pela Norma Europ&eacute;ia e pela Norma Brasileira, sendo efetuados os ensaios de densidade aparente (CEN, 2002d), absor&#231;&atilde;o de &aacute;gua e inchamento em espessura (CEN, 2002b), flex&atilde;o est&aacute;tica (CEN, 2002a), tra&#231;&atilde;o perpendicular (CEN, 2002c) e resist&ecirc;ncia ao arrancamento de parafuso (ABNT, 2006b). Os resultados &iacute;nimos estabelecidos pelas normas de refer&ecirc;ncia. Os pain&eacute;is produzidos com menor quantidade de mat&eacute;ria prima (0,60 g/cm<sup>3</sup> e 6%), al&eacute;m de atenderem os requisitos normativos, indicaram uma economia de at&eacute; 23,73% na quantidade de part&iacute;culas e at&eacute; 42,80% nas quantidades de resina e catalisador, quando comparado com os demais tratamentos.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Palavras chave:</b> Cedro australiano, densifica&#231;&atilde;o, esp&eacute;cies alternativas, redu&#231;&atilde;o de mat&eacute;ria prima, ur&eacute;ia&#45;formalde&iacute;do.</font></p>     <p align="justify">&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">This study aimed to evaluate the physical and mechanical properties of particleboard produced of <i>Toona</i> <i>ciliata</i> with different densities and resin levels. Trees from an experimental plantation located in Corup&aacute;&#45;SC were used. The trees were cut into logs collected and samples of all longitudinal positions were used to determine the properties of the wood and the generation of particles. Evaluation of wood properties consisted in determining the wood density and chemical properties, which followed the procedures of COPANT standards and TAPPI, respectively. The panels were produced according to a randomized design, using nominal density of 0,60 g/cm<sup>3</sup>, 0,70 g/cm<sup>3</sup> and 0,80 g/cm<sup>3</sup>, and 6% and 8% resin and pressed at a temperature of 160&#176; C, at an specific pressure of 4 MPa and in atime of 8 minutes. The physical and mechanical properties were evaluated according to the methodology proposed by the European Standard and the Brazilian Standard, the tests made being apparent density (CEN, 2002d), water absorption and thickness swelling (CEN, 2002b), static bending (CEN, 2002a), perpendicular traction (tension) (CEN, 2002c) and screw pullout resistance (ABNT, 2006b). The results indicated that all treatments coplied with the minimum requirements established by the reference standards. The panels produced with fewer raw materials (density of 0,60 g/cm<sup>3</sup> and 6% resin), in addition to meeting the regulatory requirement, indicated a savings of up to 23,73% on the amount of </font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Key words:</b> Autralian cedar, densification, species alternatives, reduction of the raw material, urea&#45;formaldehyde.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify">&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>INTRODU&#199;&Atilde;O</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A ind&uacute;stria de pain&eacute;is aglomerados contribui ativamente com o desenvolvimento econ&ocirc;mico e tecnol&oacute;gico em fun&#231;&atilde;o da ampla variedade e grande quantidade de produtos gerados. Segundo Tomaselli (1999) entre as d&eacute;cadas de 70 e 90, a produ&#231;&atilde;o mundial de pain&eacute;is aglomerados teve aumento expressivo, passando de 30 milh&otilde;es de metros c&uacute;bicos em 1975, para mais de 60 milh&otilde;es de metros c&uacute;bicos em 1995. De acordo com a Abipa (2012), a capacidade nominal da ind&uacute;stria de pain&eacute;is aglomerados no Brasil &eacute; de 4,79 milh&otilde;es de metros c&uacute;bicos e a produ&#231;&atilde;o em 2011 foi de 3,07 milh&otilde;es de metros c&uacute;bicos.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Esta elevada produ&#231;&atilde;o, assim como a proje&#231;&atilde;o de aumento demonstrada por meio das informa&#231;&otilde;es da capacidade nominal instalada demonstra que o volume de madeira requerido pelo setor ser&aacute; ainda maior. Desta forma, para atender a demanda de mat&eacute;ria&#45;prima cada vez mais crescente, torna&#45;se necess&aacute;rio n&atilde;o somente aumentar as &aacute;reas de plantio com esp&eacute;cies atualmente utilizadas, mas tamb&eacute;m buscar outras esp&eacute;cies de r&aacute;pido crescimento que possam contribuir de forma quantitativa e qualitativa para suprir as necessidades das ind&uacute;strias (Trianoski, 2010).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Entre as diversas esp&eacute;cies de r&aacute;pido crescimento destaca&#45;se a <i>Toona ciliata</i>. &Eacute; uma esp&eacute;cie nativa da Austr&aacute;lia (Keenan <i>et al.,</i> 1997; Herwitz <i>et al.,</i> 1998), pertencente a Fam&iacute;lia <i>Meliaceae</i> e popularmente conhecida como cedro australiano (Lamprecht, 1990).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">No Brasil, esta esp&eacute;cie encontrou condi&#231;&otilde;es favor&aacute;veis ao seu crescimento e produ&#231;&atilde;o de madeira (Boletim Florestal, 2008), onde em Minas Gerais, plantios submetidos a t&eacute;cnicas adequadas de manejo chegam a atingir uma altura m&eacute;dia de 20 m e DAP de 40 cm aos 12 anos de idade (Ziech, 2008).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Entre as v&aacute;rias utiliza&#231;&otilde;es descritas, como por exemplo, constru&#231;&atilde;o, l&acirc;minas e compensados decorativos (Paiva <i>et al</i>., 2007), portas, janelas, carrocerias, molduras, trabalhos de torneamento (Dordel y Simard, 2009), produ&#231;&atilde;o de m&oacute;veis, instrumentos musicais e outras finalidades especiais (Lamprecht, 1990) esta esp&eacute;cie demonstrou&#45;se adequada para a produ&#231;&atilde;o de pain&eacute;is de madeira aglomerada (S&aacute;, 2009; Trianoski, 2010).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Entre os in&uacute;meros fatores que exercem influ&ecirc;ncia sobre os pain&eacute;is de madeira aglomerada destaca&#45;se a densidade da madeira. Esta importante vari&aacute;vel afeta tanto as propriedades do produto final como os par&acirc;metros do processo (Kelly, 1977; Moslemi, 1974; Maloney, 1993). Segundo Iwakiri (2005) a produ&#231;&atilde;o de aglomerados requer baixa densidade, e Maloney (1993) complementa que esp&eacute;cies com at&eacute; 0,55 g/cm<sup>3</sup> s&atilde;o as mais adequadas por atingirem uma raz&atilde;o de compacta&#231;&atilde;o entre 1,3 e 1,6; sendo esta faixa, a considerada ideal para o processo de densifica&#231;&atilde;o e consolida&#231;&atilde;o do painel.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">De acordo com as informa&#231;&otilde;es relatadas por Kelly (1977), esp&eacute;cies de menor densidade possibilitam a produ&#231;&atilde;o de pain&eacute;is aglomerados com uma &aacute;rea de contato entre part&iacute;culas satisfat&oacute;ria. Isto ocorre pelo fato de que esp&eacute;cies com densidade mais baixa necessitam de um maior volume de part&iacute;culas para se obter um painel com uma mesma densidade nominal, e o conseq&uuml;ente aumento do contato entre elas, resulta em um aumento expressivo de resist&ecirc;ncia (Brito, 1984). Moslemi (1974) complementa ainda, que pain&eacute;is confeccionados com esp&eacute;cies de baixa densidade apresentam aumento na resist&ecirc;ncia &agrave; flex&atilde;o, resist&ecirc;ncia a tra&#231;&atilde;o e m&oacute;dulo de elasticidade. J&aacute; a resist&ecirc;ncia ao arrancamento de parafuso, a absor&#231;&atilde;o de &aacute;gua e o inchamento em espessura s&atilde;o pouco afetados.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Em rela&#231;&atilde;o a esta caracter&iacute;stica, a <i>Toona ciliata</i> produz madeira com densidade b&aacute;sica relativamente baixa, onde os resultados apresentados pela literatura s&atilde;o de 0,337 g/cm<sup>3</sup> (Pereyra <i>et al</i>., 2006), 0,245 g/cm<sup>3</sup> a 0,364 g/cm<sup>3</sup> (Ziech, 2008), 0,320 g/cm<sup>3</sup> (Bufalino <i>et al</i>., 2012). Apesar das in&uacute;meras vantagens apresentadas por esta caracter&iacute;stica, o baixo valor da densidade implica em uma desvantagem, a qual est&aacute; relacionada ao elevado volume de madeira consumido no processo produtivo, j&aacute; que a mat&eacute;ria prima &eacute; utilizada em termos de massa de part&iacute;culas secas (3%), e quanto menor a densidade, maior o volume de toras para compor um painel ou lote com uma determinada densidade nominal.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">A baixa densidade da madeira implica ainda no consumo de resina e de outros aditivos. Esp&eacute;cies que apresentam baixa densidade necessitam de um maior volume de part&iacute;culas para compor um painel de determinada densidade nominal, logo, a &aacute;rea superficial &eacute; aumentada, sendo necess&aacute;ria uma maior quantidade de resina (Marra, 1992) para se obter boa ader&ecirc;ncia entre as part&iacute;culas e uma colagem satisfat&oacute;ria.</font></p>     <p align="justify">&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>OBJETIVO</b></font><b><font size="2" face="verdana">S</font></b></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Neste contexto, considerando a baixa densidade da <i>Toona ciliata</i> e suas poss&iacute;veis implica&#231;&otilde;es sobre o consumo de madeira e resina no processo produtivo, este trabalho tem como objetivo avaliar as propriedades f&iacute;sicas e mec&acirc;nicas de pain&eacute;is aglomerados produzidos a partir de madeiras desta esp&eacute;cie com diferentes densidades e diferentes percentuais de resina.</font></p>     <p align="justify">&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>MATERIAIS E M&Eacute;TODOS</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Para o desenvolvimento deste trabalho foram selecionadas 5 &aacute;rvores de <i>Toona ciliata,</i> provenientes de um plantio experimental com 17,3 anos de idade localizado em Corup&aacute; &#45; SC, a latitude de 26&#186;23'19,32''O, longitude 49&#186;16'50,74''S, e altitude de 75 m.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">As &aacute;rvores selecionadas foram seccionadas de acordo com a altura comercial (0%, 25%, 50%, 75% e 100%), obtendo&#45;se amostras para determina&#231;&atilde;o da densidade b&aacute;sica e propriedades qu&iacute;micas, e toras para a gera&#231;&atilde;o das part&iacute;culas. A densidade b&aacute;sica da madeira foi determinada de acordo com procedimentos recomendados pela Norma COPANT 461/1972 (COPANT, 1972). J&aacute; para a determina&#231;&atilde;o das propriedades qu&iacute;micas as amostras foram transformadas em cavacos e posteriormente em serragem, a qual foi classificada de acordo com a Norma TAPPI 264 (TAPPI, 1997a). As an&aacute;lises qu&iacute;micas realizadas foram solubilidade em &aacute;gua fria e quente (TAPPI 207:1999; TAPPI, 1999a), extrativos em etanol tolueno (TAPPI 280:1999; TAPI, 1999b), extrativos totais (TAPPI 204:1997; TAPPI, 1997b) e materiais inorg&acirc;nicos (TAPPI 211:2002; TAPPI, 2002a) e pH (TAPPI 252: 2002; TAPPI, 2002b).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Para a produ&#231;&atilde;o dos pain&eacute;is, as toras foram novamente seccionadas, obtendo&#45;se toretes de todas as posi&#231;&otilde;es longitudinais, a fim de se compreender toda a variabilidade existente nas &aacute;rvores. A partir do processamento dos toretes foram obtidos cavacos, e estes ap&oacute;s terem sido submetidos a um moinho de martelo originaram part&iacute;culas do tipo "<i>sliver</i>". As part&iacute;culas foram classificadas em peneiras com granulometrias de 8 e 30 <i>mesh</i>. Ap&oacute;s esta classifica&#231;&atilde;o, foi efetuada a secagem final obtendo&#45;se part&iacute;culas com um teor de umidade pr&oacute;ximo a 3%.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os pain&eacute;is foram produzidos de acordo com o delineamento experimental proposto na <a href="#t1">tabela 1</a>, com resina ur&eacute;ia&#45;formalde&iacute;do (teor de s&oacute;lidos de 65,02%, viscosidade Brookfield de 650 cP, pH de 8,57, densidade de 1,29 g/cm<sup>3</sup> e tempo de gelatiniza&#231;&atilde;o de 1,06 min) e, 1% de parafina. Foram manufaturados de forma homog&ecirc;nea com dimens&otilde;es de 50 cm x 50 cm x 1,5 cm, e prensados &agrave; temperatura de 160 &#176;C, press&atilde;o espec&iacute;fica de 4 MPa e tempo de 8 minutos. O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado com tr&ecirc;s repeti&#231;&otilde;es (chapas) por tratamento.</font></p> 	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><a name="t1"></a></p> 	    <p align="center"><img src="/img/revistas/mb/v20n3/a5t1.jpg"></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Ap&oacute;s a manufatura, os pain&eacute;is foram conduzidos &agrave; c&acirc;mara de climatiza&#231;&atilde;o com condi&#231;&otilde;es ambientais controladas (20 &#176;C &#177; 2 &#176;C e 65% &#177; 5% UR), at&eacute; atingirem umidade de equil&iacute;brio.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">As propriedades f&iacute;sicas e mec&acirc;nicas dos pain&eacute;is foram avaliadas de acordo com a metodologia proposta pela Norma Europ&eacute;ia e pela Norma Brasileira. A avalia&#231;&atilde;o das propriedades f&iacute;sicas consistiu na determina&#231;&atilde;o da Densidade aparente (CEN, 2002d) e da Absor&#231;&atilde;o de &Aacute;gua e Inchamento em Espessura ap&oacute;s 2 e 24 horas (CEN, 2002b). J&aacute; a determina&#231;&atilde;o das propriedades mec&acirc;nicas consistiu no ensaio de Flex&atilde;o Est&aacute;tica (CEN, 2002a), Tra&#231;&atilde;o Perpendicular &agrave; Superf&iacute;cie (CEN, 2002c) e Resist&ecirc;ncia ao Arrancamento de Parafuso (ABNT, 2006b). Os valores experimentais foram comparados com os requisitos propostos pela Norma EN 312:2003 e NBR 14810&#45;2:2006 (ABNT, 2006a).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os dados obtidos foram submetidos &agrave; an&aacute;lise estat&iacute;stica (95% de probabilidade) por meio dos testes de Grubbs, Shapiro Wilks, Bartlett, An&aacute;lise de Vari&acirc;ncia,e Compara&#231;&atilde;o de M&eacute;dias de Tukey.</font></p>     <p align="justify">&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>RESULTADOS E DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>      <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Propriedades da madeira</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os valores m&eacute;dios obtidos para as propriedades f&iacute;sicas e qu&iacute;micas da madeira de <i>Toona ciliata</i> s&atilde;o apresentados na <a href="#t2">tabela 2</a>.</font></p> 	    <p align="center"><a name="t2"></a></p> 	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/mb/v20n3/a5t2.jpg"></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">De acordo com a <a href="#t2">Tabela 2</a> pode&#45;se verificar que a esp&eacute;cie apresentou densidade b&aacute;sica de 0,33 g/cm<sup>3</sup>, sendo classificada como esp&eacute;cie produtora de madeira leve ou de baixa densidade. No entanto, mesmo com baixa densidade a esp&eacute;cie pode ser utilizada para produ&#231;&atilde;o de pain&eacute;is aglomerados, onde Maloney (1993) afirma que esp&eacute;cies com at&eacute; 0,55 g/cm<sup>3</sup> s&atilde;o adequadas para esta finalidade por atingirem uma raz&atilde;o de compacta&#231;&atilde;o entre 1,3 e 1,6, sendo esta a faixa ideal para o processo de densifica&#231;&atilde;o e consolida&#231;&atilde;o do painel at&eacute; a espessura final.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Em compara&#231;&atilde;o com os resultados dispon&iacute;veis em literatura, pode&#45;se dizer que os valores m&eacute;dios obtidos nesta pesquisa s&atilde;o compat&iacute;veis com os apresentados por Pereyra <i>et al.</i>, (2006) que encontraram valor m&eacute;dio de 0,337 g/cm<sup>3</sup> para &aacute;rvores com idade entre 18 e 20 anos localizadas em Misiones, Ziech (2008), que obteve valores de 0,245 g/cm<sup>3</sup> a 0,364 g/cm<sup>3</sup> para &aacute;rvores com 4 anos provenientes da regi&atilde;o de Minas Gerais e por Bufalino <i>et al.,</i> (2012) que obtiveram m&eacute;dia de 0,320 g/cm<sup>3</sup> a partir de &aacute;rvores com 18 anos de idades procedentes da regi&atilde;o do Esp&iacute;rito Santo.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Em rela&#231;&atilde;o &agrave;s propriedades qu&iacute;micas, verifica&#45;se que a esp&eacute;cie apresenta elevado teor de componentes sol&uacute;veis, onde o teor de extrativos totais foi de 10,33%, sendo este valor bastante superior ao apresentado por Fengel e Wegener (1989), que descrevem intervalo de 1% a 5% para esp&eacute;cies pertencentes ao grupo das folhosas. No que diz respeito a influ&ecirc;ncia destes componentes sobre a qualidade de colagem, pode&#45;se dizer que um elevado teor de extrativos normalmente tende a exercer influ&ecirc;ncias negativas sobre as rea&#231;&otilde;es entre adesivo e substrato, no entanto, h&aacute; que se considerar as informa&#231;&otilde;es relatadas por Lima <i>et al</i>. (2007), que afirmam que as rea&#231;&otilde;es de polimeriza&#231;&atilde;o do adesivo e as rea&#231;&otilde;es entre adesivos e extrativos dependem n&atilde;o somente da quantidade, mas tamb&eacute;m da natureza do extrativo.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Para a propriedade de pH, observa&#45;se que o resultado m&eacute;dio foi de 5,54, onde este valor apresenta&#45;se de acordo com o intervalo de varia&#231;&atilde;o mencionado por Stamm (1964), e indica que a esp&eacute;cie n&atilde;o possui acidez elevada. Por outro lado, e considerando a produ&#231;&atilde;o de pain&eacute;is aglomerados colados com resina ur&eacute;ica, pode&#45;se dizer que a adi&#231;&atilde;o de catalisador facilita a cura da resina que ocorre entre 3,0 e 3,5 (Poblete e Zarate, 1986 citados por Poblete e Pinto, 1993), reduzindo o tempo de prensagem e, com isso, gerando maior produtividade.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Para os componentes qu&iacute;micos caracterizados como materiais inorg&acirc;nicos, nota&#45;se que o valor m&eacute;dio foi de 0,74%, o qual apresenta&#45;se no intervalo de 0,2% a 1%, mencionado por Tsoumis (1991), e bastante inferior aos relatados por Browing (1963), Sj&ouml;str&ouml;m (1981) e Fengel e Wegener (1989), que afirmam que em esp&eacute;cies de climas tropicais este componente pode atingir at&eacute; 5% do peso seco. Em rela&#231;&atilde;o &agrave; influ&ecirc;ncia deste componente sobre o processamento da madeira para produ&#231;&atilde;o de pain&eacute;is de madeira aglomerada, pode&#45;se dizer que a esp&eacute;cie n&atilde;o apresenta teor de materiais inorg&acirc;nicos que comprometa ou gere elevado desgaste nas ferramentas de corte ou picadores.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Propriedades dos pain&eacute;is</b></font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><i>Densidade aparente e raz&atilde;o de compacta&#231;&atilde;o</i></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Na <a href="#t3">tabela 3</a> s&atilde;o apresentados os valores m&eacute;dios obtidos para as propriedades de densidade aparente (12%) e raz&atilde;o de compacta&#231;&atilde;o dos pain&eacute;is.</font></p>  	    <p align="center"><a name="t3"></a></p> 	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/mb/v20n3/a5t3.jpg"></p> 	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">D<sub>nominal</sub>: Densidade nominal; TR: Teor de resina; M&eacute;dias seguidas de mesma letra na mesma coluna s&atilde;o estatisticamente iguais pelo Teste de Tukey a 95% de probabilidade; Valores entre par&ecirc;nteses referem&#45;se ao Coeficiente de Varia&#231;&atilde;o.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os valores m&eacute;dios da densidade aparente dos pain&eacute;is apresentaram valores muito pr&oacute;ximos aos estabelecidos, onde os pequenos desvios foram observados principalmente nos tratamentos com densidade nominal mais elevada e podem ser justificados pelo fen&ocirc;meno de retorno em espessura ap&oacute;s a prensagem. Verifica&#45;se ainda, que entre os tratamentos com mesma densidade nominal os valores m&eacute;dios foram muito pr&oacute;ximos entre si, indicando que houve bom controle no experimento.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Em rela&#231;&atilde;o &agrave; raz&atilde;o de compacta&#231;&atilde;o, pode&#45;se verificar que os valores m&eacute;dios variaram no intervalo de 1,818 a 2,355; sendo estes valores superiores aos mencionados por Kelly (1977), Moslemi (1974) e Maloney (1993), que descrevem como faixa ideal, raz&atilde;o de compacta&#231;&atilde;o entre 1,3 a 1,6. Estes elevados valores s&atilde;o explicados pela baixa densidade da madeira de <i>Toona ciliata</i> (0,33 g/cm<sup>3</sup>) e pelo aumento da densidade nominal dos tratamentos propostos. Pesquisas com pain&eacute;is aglomerados que apresentaram elevada raz&atilde;o de compacta&#231;&atilde;o foram tamb&eacute;m desenvolvidas por Iwakiri <i>et al.</i> (2010) e Mendes <i>et al</i>. (2010).</font></p> 	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><i>Absor&#231;&atilde;o de &aacute;gua e inchamento em espessura ap&oacute;s 2 e 24 horas de imers&atilde;o</i></font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Na <a href="#t4">tabela 4</a> s&atilde;o apresentados os valores m&eacute;dios encontrados para a absor&#231;&atilde;o de &aacute;gua e inchamento em espessura ap&oacute;s 2 e 24 horas de imers&atilde;o.</font></p> 	    <p align="center"><a name="t4"></a></p> 	    <p align="center"><img src="/img/revistas/mb/v20n3/a5t4.jpg"></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Para a propriedade de absor&#231;&atilde;o de &aacute;gua os valores m&eacute;dios variaram de 10,89% a 16,84% e de 32,33% a 50,59% ap&oacute;s 2 e 24 horas, respectivamente. Pode&#45;se verificar que ocorreu o aumento da absor&#231;&atilde;o com a redu&#231;&atilde;o da densidade nominal, onde este resultado &eacute; justificado segundo os relatos de Vital <i>et al.</i> (1974) que mencionam que uma maior densidade nominal proporcionam uma redu&#231;&atilde;o na porosidade do painel, dificultando assim a absor&#231;&atilde;o de &aacute;gua. Nota&#45;se tamb&eacute;m, a partir dos tratamentos de mesma densidade nominal, que o aumento do teor de resina proporcionou uma ligeira redu&#231;&atilde;o na absor&#231;&atilde;o, sendo este comportamento explicado pelo fato de que o maior teor de resina aplicado proporciona um maior recobrimento das part&iacute;culas, tornando a superf&iacute;cie de contato menos perme&aacute;vel.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Em rela&#231;&atilde;o ao inchamento em espessura, a varia&#231;&atilde;o entre tratamentos compreendeu valores de 6,22% a 7,34% ap&oacute;s 2 horas de imers&atilde;o, onde para este intervalo de tempo n&atilde;o foi constatada diferen&#231;a estat&iacute;stica significativa. J&aacute; ap&oacute;s 24 horas, os valores m&eacute;dios de inchamento variaram de 12,26% a 17,38%, sendo observada diferen&#231;a estat&iacute;stica significativa entre os tratamentos propostos.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">Verifica&#45;se, a partir dos tratamentos produzidos com diferentes densidades e com o mesmo percentual de resina (0,60 g/cm<sup>3</sup>; 0,70 g/cm<sup>3</sup>e 0,80 g/cm<sup>3</sup>), que o aumento da densidade promoveu um ligeiro aumento no valor m&eacute;dio do inchamento em espessura. Este comportamento se deve ao fato de que nos pain&eacute;is de maior densidade, a raz&atilde;o de compacta&#231;&atilde;o &eacute; mais elevada, ocorrendo uma maior libera&#231;&atilde;o das tens&otilde;es de prensagem por ocasi&atilde;o da imers&atilde;o. Resultados similares foram tamb&eacute;m observados por Halligan (1970), onde este autor verificou que o aumento da densidade nominal gerava um aumento na propriedade de inchamento, no entanto, este aumento tamb&eacute;m n&atilde;o apresentava comportamento linear.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Por outro lado, analisando os diferentes n&iacute;veis de resina em cada par de tratamentos com mesma densidade nominal, nota&#45;se que o aumento do teor de resina proporcionou uma melhoria na propriedade de estabilidade, que variou de 21,87% a 31,08%. Resultados semelhantes foram tamb&eacute;m encontrados por Lehmann (1974), Brito (1984), Keinert Jr e Matos (1987) e Iwakiri <i>et al</i>., (2000) que desenvolvendo estudos com diferentes percentuais de resina observaram redu&#231;&atilde;o na propriedade de inchamento.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Propriedades mec&acirc;nicas</b></font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Na <a href="/img/revistas/mb/v20n3/a5t5.jpg" target="_blank">tabela 5</a> s&atilde;o apresentados os resultados m&eacute;dios para as propriedades de m&oacute;dulo de ruptura e m&oacute;dulo de elasticidade &agrave; flex&atilde;o est&aacute;tica, tra&#231;&atilde;o perpendicular a superf&iacute;cie e resist&ecirc;ncia ao arrancamento de parafuso no topo e na superf&iacute;cie.</font>	</p> 	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os valores m&eacute;dios do m&oacute;dulo de ruptura e do m&oacute;dulo de elasticidade variaram de 13,02 MPa a 22,13 MPa e de 1891 MPa a 2926 MPa, respectivamente, onde pode&#45;se verificar que com o aumento da densidade nominal, tanto o MOR quanto o MOE tenderam a apresentar valores m&eacute;dios mais elevados. Entre tratamentos com a mesma densidade nominal e diferentes n&iacute;veis de resina, tamb&eacute;m observou&#45;se tend&ecirc;ncia de melhoria nas propriedades. Para os ensaios de tra&#231;&atilde;o perpendicular e resist&ecirc;ncia ao arrancamento de parafuso comportamento similar foi observado.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">De maneira geral, pode&#45;se verificar que todos os tratamentos atenderam os requisitos m&iacute;nimos estabelecidos pela norma EN 312:2003 (CEN, 2003), de 13 MPa para o M&oacute;dulo de ruptura, 1600 MPa para M&oacute;dulo de elasticidade, 0,35 MPa para tra&#231;&atilde;o perpendicular e 800 N e 1020 N para arrancamento de parafuso no topo e na superf&iacute;cie, respectivamente, sendo tecnicamente vi&aacute;vel a utiliza&#231;&atilde;o da esp&eacute;cie para a gera&#231;&atilde;o de produtos com diferentes densifica&#231;&otilde;es e resist&ecirc;ncias.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Em compara&#231;&atilde;o com os resultados obtidos para esta mesma esp&eacute;cie, nota&#45;se que S&aacute; (2009) avaliando as propriedades de pain&eacute;is aglomerados com densidade nominal de 0,70 e teor de resina de 9% (par&acirc;metros de prensagem similares ao utilizados neste trabalho) obteve para flex&atilde;o est&aacute;tica, m&oacute;dulo de ruptura e de elasticidade de 17,21 MPa e 1302 MPa respectivamente, onde estes resultados s&atilde;o inferiores ao deste trabalho para a mesma classe de densidade nominal, mesmo com maior teor de resina. J&aacute; para a propriedade de tra&#231;&atilde;o perpendicular a autora encontrou valor m&eacute;dio de 1,29 MPa, sendo este bastante superior os resultado da presente pesquisa.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Por outro lado, buscando a maximiza&#231;&atilde;o deste recurso florestal e conseq&uuml;entemente da quantidade de resina utilizada para a consolida&#231;&atilde;o dos pain&eacute;is, nota&#45;se que o tratamento com menor quantidade de mat&eacute;ria prima empregada (0,60 g/cm<sup>3</sup> e 6% de resina) atende o valor m&iacute;nimo de resist&ecirc;ncia, o que indica um resultado promissor. Em termos de quantifica&#231;&atilde;o de mat&eacute;ria prima no processo produtivo, verifica&#45;se que ocorre uma redu&#231;&atilde;o de at&eacute; 23,73% na quantidade de part&iacute;culas (3% de umidade), at&eacute; 42,80% nas quantidades de resina e catalisador e at&eacute; 25% na quantidade de parafina.</font></p>     <p align="justify">&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">De acordo com os resultados obtidos as seguintes conclus&otilde;es podem ser apresentadas:</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Todos os tratamentos indicaram viabilidade t&eacute;cnica para a produ&#231;&atilde;o de pain&eacute;is aglomerados, atendendo os requisitos m&iacute;nimos exigidos pelas normas de refer&ecirc;ncia, e gerando produtos com diferentes classes de qualidade.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Em rela&#231;&atilde;o &agrave; estabilidade dimensional, pode&#45;se dizer que o teor de resina exerceu maior influ&ecirc;ncia sobre a absor&#231;&atilde;o de &aacute;gua e o inchamento em espessura do que a densidade nominal.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A produ&#231;&atilde;o de pain&eacute;is aglomerados de <i>Toona ciliata</i> com densidade nominal de 0,60 g/cm<sup>3</sup> e 6% de resina, al&eacute;m de atender os requisitos normativos implica numa redu&#231;&atilde;o at&eacute; 23,73% na quantidade de part&iacute;culas, at&eacute; 42,80% nas quantidades de resina e catalisador, e at&eacute; 25% na quantidade de parafina, quando comparado com os demais tratamentos.</font></p>     <p align="justify">&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>RECONHECIMENTOS</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Ao CNPq, &agrave; Battistella Florestal e &agrave; Arauco do Brasil pelo suporte a esta pesquisa.</font></p>     <p align="justify">&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Abipa (Associa&#231;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria de Pain&eacute;is de Madeira). 2012. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.abipa.org.br/meioambiente.php" target="_blank">http://www.abipa.org.br/meioambiente.php</a> Acesso em 05/08/2012.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">ABNT (Associa&#231;&atilde;o Brasileira de Normas T&eacute;cnicas). 2006a. NBR 14810 &#45; 2 &#45; Chapas de madeira aglomerada &#45; Parte 2 &#45; Requisitos.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5181969&pid=S1405-0471201400030000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Associa&#231;&atilde;o Brasileira de Normas T&eacute;cnicas &#45; ABNT. 2006b. NBR 14810 &#45; 3 &#45; Chapas de madeira aglomerada &#45; Parte 3 &#45; M&eacute;todos de Ensaio.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5181971&pid=S1405-0471201400030000500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Boletim Florestal. 2008. Cedro australiano: Valoriza&#231;&atilde;o de esp&eacute;cies nobres. Boletim Florestal: Informativo Florestal do Norte Pioneiro. 7(2):2&#45;4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5181973&pid=S1405-0471201400030000500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Brito, E.O.A. 1984. Viabilidade de utiliza&#231;&atilde;o de esp&eacute;cies de <i>Pinus</i> para a produ&#231;&atilde;o de chapas de composi&#231;&atilde;o estruturais "<i>waferboards</i>". Disserta&#231;&atilde;o (Mestrado em Ci&ecirc;ncias Florestais), Setor de Ci&ecirc;ncias Agr&aacute;rias, Universidade Federal do Paran&aacute;, Curitiba, 102 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5181975&pid=S1405-0471201400030000500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Browing, B.L. 1963. The Chemistry of wood. John Wiley &amp; Sons, New York 689p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5181977&pid=S1405-0471201400030000500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Bufalino, L., T.P. Prot&aacute;sio, A.A.S. C&eacute;sar, V.A. S&aacute;, e L.M. Mendes. 2012. Modelagem das propriedades f&iacute;sicas e mec&acirc;nicas em pain&eacute;is aglomerados de cedro australiano. <i>Floresta e ambiente</i> 19(2):243&#45;249.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5181979&pid=S1405-0471201400030000500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">COPANT (Comiss&atilde;o Panamericana de Normas T&eacute;cnicas). 1972. COPANT 461. Determinaci&oacute;n del peso especifico aparente.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5181981&pid=S1405-0471201400030000500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Dordel, J. e S. Simard. 2009. Nurse&#45;tree effects on Autralian Red Cedar (<i>Toona ciliata</i>): a comparison of there nurse species. <i>In</i>: 6th North American Forest Ecology Workshop, Proocedings.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5181983&pid=S1405-0471201400030000500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">CEN (European Committee for Standardization). 2002. EN 310. Determination of modulus of elasticity in bending and of bending strength. Vers&atilde;o portuguesa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5181985&pid=S1405-0471201400030000500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">CEN (European Committee for Standardization). 2003. EN 312. Particleboards &#45; Specifications. Vers&atilde;o em Ingl&ecirc;s.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5181987&pid=S1405-0471201400030000500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">CEN (European Committee for Standardization). 2002. EN 317. Determination of swelling in thickness after immersion in water. Vers&atilde;o em Ingl&ecirc;s.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5181989&pid=S1405-0471201400030000500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">CEN (European Committee for Standardization). 2002. EN 319. Determina&#231;&atilde;o da resist&ecirc;ncia &agrave; tra&#231;&atilde;o perpendicular &agrave;s faces da placa. Vers&atilde;o Portuguesa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5181991&pid=S1405-0471201400030000500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">CEN (European Committee for Standardization). EN 323. Determina&#231;&atilde;o da massa vol&uacute;mica. Vers&atilde;o Portuguesa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5181993&pid=S1405-0471201400030000500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Fengel, D. e G. Wegener, 1989. Wood Chemistry ultrastructure reactions. Waster &amp; Grugter. Berlin. 612 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5181995&pid=S1405-0471201400030000500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Halligan, A. F. 1970. A review of tickness swelling in particleboard. <i>Wood science and technology</i> 4:301&#45;312.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5181997&pid=S1405-0471201400030000500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Herwitz, S.R., R.E. Slye e S.M. Turton. 1998. Redifining the ecological niche of a tropical rain forest canopy tree species using airborne imagery: long&#45;term crown dynamics of <i>Toona ciliata</i>. <i>Journal of Tropical Ecology</i> 4:683&#45;703.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5181999&pid=S1405-0471201400030000500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Iwakiri, S. 2005. Pain&eacute;is de madeira reconstitu&iacute;da. Fupef. Curitiba. 247 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5182001&pid=S1405-0471201400030000500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Iwakiri, S., A.B. Cunha, C.E. Albuquerque, E. Gorniak e L.M. Mendes. 2000. Res&iacute;duos de serrarias na produ&#231;&atilde;o de pain&eacute;is de madeira aglomerada de eucalipto. <i>Scientia Agr&aacute;ria</i> 1(1&#45;2):23&#45;28.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5182003&pid=S1405-0471201400030000500018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Iwakiri, S., F. Zeller, J.A. Pinto, M.G.L. Ramirez, M.M. Souza e R. Seixas. 2010. Avalia&#231;&atilde;o do potencial de utiliza&#231;&atilde;o da madeira de <i>Schizolobium amazonicum</i> "Paric&aacute;" e <i>Cecropia hololeuca</i> "Embauba" para a produ&#231;&atilde;o de pain&eacute;is aglomerados. <i>Acta Amazonica</i> 40(2):303&#45;308.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5182005&pid=S1405-0471201400030000500019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Keinert JR. S. e J.L.M. Matos. 1987. Utiliza&#231;&atilde;o de <i>Pinus pinaster</i> para fabrica&#231;&atilde;o de chapas de part&iacute;culas. <i>Floresta</i> 17(1&#45;2):113&#45;120.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5182007&pid=S1405-0471201400030000500020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Kelly, M.W.A. 1977. Critical literature review of relationships between processing parameters and physical properties of particleboards. U.S. For. Prod. Lab. General Technical. Madison. 66 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5182009&pid=S1405-0471201400030000500021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Keenan R.; Lamb. D.; Woldring, O.; Irvine, T.; Jensen, R. 1997. Restoration of plant diversity beneath tropical tree plantations in Northern Australia. <i>Forest Ecology and Management</i> 99:117&#45;131.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5182011&pid=S1405-0471201400030000500022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Lamprecht, H. 1990. Silvicultura nos tr&oacute;picos: ecossistemas florestais e respectivas esp&eacute;cies arb&oacute;reas &#45; possibilidades e m&eacute;todos de aproveitamento sustentado. Rossdorf: TZ &#45; Verl.&#45; Ges. 343 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5182013&pid=S1405-0471201400030000500023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Lehmann, W.F. 1974. Properties of structural particleboards. <i>Forest Products Journal</i> 24(1):19&#45;26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5182015&pid=S1405-0471201400030000500024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Lima, C.K. P., F.A. Mori, L.M. Mendes e A.C.O. Carneiro. 2007. Caracter&iacute;sticas anat&ocirc;micas e qu&iacute;mica da madeira de clones de <i>Eucalyptus</i> e sua influ&ecirc;ncia na colagem. <i>Cerne</i> 13(2):123&#45;129.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5182017&pid=S1405-0471201400030000500025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Maloney, T.M. 1993. Modern particleboard and dry&#45;process fiberboard manufacturing. 2a. ed. Miller Freeman. S&atilde;o Francisco. 689 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5182019&pid=S1405-0471201400030000500026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Marra, A.A. 1992. Technology of Wood bonding: principles and practice. Van Nostrand Reinhold. New York. 453 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5182021&pid=S1405-0471201400030000500027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Mendes, R.F., L.M. Mendes, R.A.S. Abranches, R.C. Santos e J.B. Guimar&atilde;es Junior. 2010. Pain&eacute;is aglomerados produzidos com baga&#231;o de cana em associa&#231;&atilde;o com madeira de eucalipto. <i>Scientia Forestalis</i> 38(86):285&#45;295.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5182023&pid=S1405-0471201400030000500028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Moslemi, A.A. 1974. Particleboard. Southern Illinois University Press. London. 245p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5182025&pid=S1405-0471201400030000500029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Paiva, Y.G., G.S. Mendon&#231;a, K.R. Silva, M.E. Nappo, R.A. Cec&iacute;lio e J.E.M. Pezzopane. 2007. Zoneamento agroecol&oacute;gico de pequena escala para <i>Toona ciliata, Eucalyptus grandis</i> e <i>Eucalyptus urophylla</i> na Bacia Hidrogr&aacute;fica do Rio Itapemirim &#45; ES, utilizando dados SRTM. <i>In</i>: XIII Simp&oacute;sio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, Florian&oacute;polis, Anais, INPE. 1785&#45;1792.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5182027&pid=S1405-0471201400030000500030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Pereyra, O.; Suirezs, T.M.; Pitsch, C.; B&aacute;ez, R. 2006. Estudio de las propiedades fisico&#45;mec&aacute;nicas y comportamiento en procesos industriales de la madera de kiri, grevillea, para&iacute;so y toona. <i>Floresta</i> 36(2): 213&#45;223.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5182029&pid=S1405-0471201400030000500031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Poblete, H.W. e A.S. Pinto. 1993. Avances sobre el efecto del catalizador em el fraguado de ureaformaldeido em tableros de tepa. <i>Bosque</i> 14(1):55&#45;61.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5182031&pid=S1405-0471201400030000500032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">S&aacute;, V.A. 2009. Potencial da madeira de Cedro australiano (<i>Toona ciliata</i> M. Roem <i>var. australis</i>) na manufatura de produtos de maior valor agregado. Disserta&#231;&atilde;o (Mestrado em Ci&ecirc;ncia e Tecnologia da Madeira) &#45; Universidade Federal de Lavras, Lavras. 82 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5182033&pid=S1405-0471201400030000500033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Sj&ouml;str&ouml;m. E. 1981. Wood Chemistry fundamentals and applications. Academic Press. New York. 223p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5182035&pid=S1405-0471201400030000500034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Stamm, A.J. 1964. Wood and cellulose science. The Ronald Press Company. New York. 549p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5182037&pid=S1405-0471201400030000500035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">TAPPI (Technical Association of the Pulp and Paper Industry). 1997a. TAPPI 264<i>.</i> Preparation of wood for chemical analysis. Atlanta.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5182039&pid=S1405-0471201400030000500036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">TAPPI (Technical Association of the Pulp and Paper Industry). 1997b. TAPPI 204<i>.</i> Solvent extractives of wood and pulp. Atlanta.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5182041&pid=S1405-0471201400030000500037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">TAPPI (Technical Association of the Pulp and Paper Industry). 1999a. TAPPI 207<i>.</i> Water solubility of wood and pulp. Atlanta.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5182043&pid=S1405-0471201400030000500038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">TAPPI (Technical Association of the Pulp and Paper Industry). 1999b. TAPPI 280<i>.</i> Acetone extractives of wood and pulp. Atlanta.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5182045&pid=S1405-0471201400030000500039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">TAPPI (Technical Association of the Pulp and Paper Industry). 2002a. TAPPI 211<i>.</i> Ash in wood, pulp, paper and paperboard: combustion at 525 &#176;C. Atlanta.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5182047&pid=S1405-0471201400030000500040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">TAPPI (Technical Association of the Pulp and Paper Industry). 2002b. TAPPI 252. pH and electrical conductivity of hot water extracts of pulp, paper, and paperboard. Atlanta.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5182049&pid=S1405-0471201400030000500041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Tomaselli, I. 1999. Tend&ecirc;ncias de mudan&#231;as na Ind&uacute;stria de Pain&eacute;is. <i>Revista da Madeira</i> 8(43): 36&#45;40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5182051&pid=S1405-0471201400030000500042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Trianoski, R. 2010. Avalia&#231;&atilde;o do potencial de esp&eacute;cies florestais alternativas de r&aacute;pido crescimento para produ&#231;&atilde;o de pain&eacute;is de madeira aglomerada. Disserta&#231;&atilde;o (Mestrado em Ci&ecirc;ncias Florestais) &#45; Universidade Federal do Paran&aacute;, Curitiba. 262p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5182053&pid=S1405-0471201400030000500043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Tsoumis, G. 1991. Science and technology of wood: structure, properties and utilization. New York, 494 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5182055&pid=S1405-0471201400030000500044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Vital, B.R., W.F. Lehmann e R.S. Boone. 1974. How species and board densities affect properties of exotic hardwood particleboards. <i>Forest Products Journal</i> 24(12):37&#45;45.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5182057&pid=S1405-0471201400030000500045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Ziech, R.Q.S. 2008. Caracter&iacute;sticas tecnol&oacute;gicas da madeira de cedro australiano (<i>Toona ciliata</i> M. Roem) produzida no sul do Estado de Minas Gerais. Disserta&#231;&atilde;o (Mestrado em Ci&ecirc;ncia e Tecnologia da Madeira) Universidade Federal de Lavras, Lavras. 91p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5182059&pid=S1405-0471201400030000500046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p align="justify">&nbsp;</p> 	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Nota</b></font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Este documento se debe citar como: Trianoski, R., S. Iwakiri, J. L. M. Matos. Avalia&#231;&atilde;o de pain&eacute;is aglomerados de <i>Toona ciliata</i> produzidos com diferentes densidades e teores de resina. <i>Madera y Bosques</i> 20(3):49&#45;58.</font></p>      ]]></body><back>
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