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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Húmus de esterco bovino e casca de arroz carbonizada como substrato para a produção de mudas de boca-de-leão]]></article-title>
<article-title xml:lang="es"><![CDATA[Vermicompost de estiércol bovino y de cáscara de arroz carbonizada como sustratos para la producción de plántulas de perrito de corte]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="es"><p><![CDATA[Este trabajo tuvo como objetivo evaluar la eficiencia de diferentes substratos constituidos a base de cáscara de arroz carbonizada y humus de lombrices en la producción comercial de plántulas de perrito de corte (Antirrhinum majus L). El experimento fue conducido en invernadero en la Universidad Federal de Santa María, RS, en el periodo de septiembre a octubre de 2007. El delineamiento experimental fue enteramente casualizado, con siete tratamientos y cuatro repeticiones, cada una constituida por 72 alvéolos. Las determinaciones realizadas en los substratos fueron: densidad del substrato, porosidad total, espacio aéreo, agua disponible y agua remaneciente, potencial de hidrógeno, tenor de macronutrientes, materia orgánica y consistencia de terrón. En las plantas, fueron determinadas: la altura, el número de pares de hojas y la biomasa fresca y seca de la parte aérea. La cáscara de arroz carbonizada y el humus pueden ser utilizados para la constitución de substratos para la producción comercial de plántulas, excepto en la forma pura. Los mayores valores de masa seca, altura de la plántula y número de pares de hojas fueron observados en las plántulas producidas en substratos cuya densidad se encontraba en el rango de 0,18 a 0,33 g cm-3, siendo que estos mismos substratos presentaron los mayores valores de estabilidad del terrón. Se concluyó que los substratos cáscara de arroz y humus de lombriz en las proporciones de 80% cáscara de arroz carbonizada y 20% humus, 60% cáscara de arroz carbonizada y 40% humus, 50% cáscara de arroz carbonizada y 50% humus y 40% cáscara de arroz carbonizada y 60% humus presentan potencial para ser utilizados para la producción de plántulas de perrito de corte.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="justify"><font face="verdana" size="4">Art&iacute;culos originales </font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="4">&nbsp;</font></p>     <p align="center"><font face="verdana" size="4"><b>H&uacute;mus de esterco bovino e casca de arroz carbonizada como substrato para a produ&ccedil;&atilde;o de mudas de boca&#150;de&#150;le&atilde;o</b></font></p>     <p align="center"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>     <p align="center"><font face="verdana" size="3"><b>Vermicompost de esti&eacute;rcol bovino y de c&aacute;scara de arroz carbonizada como sustratos para la producci&oacute;n de pl&aacute;ntulas de perrito de corte</b></font></p>     <p align="center"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>     <p align="center"><font face="verdana" size="2"><b>Gerusa Pauli Kist STEFFEN,<sup>1</sup> Zaida In&ecirc;s ANTONIOLLI,<sup>1</sup> Ricardo Bemfica STEFFEN<sup>1</sup> &amp; Rog&eacute;rio BELL&Eacute;<sup>2</sup></b></font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><i><sup>1</sup> Departamento de Solos, Universidade Federal de Santa Maria, Av. Roraima, n.1000, CEP: 97105900, Santa Maria, RS, Brasil. E&#150;mail: </i><a href="mailto:ge.pauli@yahoo.com.br">ge.pauli@yahoo.com.br</a> </font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><i><sup>2</sup> Departamento de Fitotecnia, Universidade Federal de Santa Maria, Centro de Ci&ecirc;ncias Rurais, Av. Roraima, n.1000, CEP: 97105&#150;900, Santa Maria/RS/Brasil.</i></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Recibido: 16/05/2008.    <br> Aceptado: 08/01/2010.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Este trabalho teve como objetivo avaliar a efici&ecirc;ncia de diferentes substratos constitu&iacute;dos &agrave; base de casca de arroz carbonizada e h&uacute;mus de minhoca na produ&ccedil;&atilde;o comercial de mudas de boca&#150;de&#150;le&atilde;o <i>(Antirrhinum majus </i>L.). O experimento foi conduzido em casa de vegeta&ccedil;&atilde;o na Universidade Federal de Santa Maria, RS, no per&iacute;odo de setembro a outubro de 2007. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com sete tratamentos e quatro repeti&ccedil;&otilde;es, cada uma constitu&iacute;da por 72 alv&eacute;olos. As determina&ccedil;&otilde;es realizadas nos substratos foram: densidade do substrato, porosidade total, espa&ccedil;o a&eacute;reo, &aacute;gua dispon&iacute;vel e &aacute;gua remanescente como caracter&iacute;sticas f&iacute;sicas e potencial de hidrog&ecirc;nio, teor de macronutrientes e mat&eacute;ria org&acirc;nica como caracter&iacute;sticas qu&iacute;micas, al&eacute;m da avalia&ccedil;&atilde;o da consist&ecirc;ncia do torr&atilde;o. Nas plantas, foram determinadas: a altura, o n&uacute;mero de pares de folhas e a biomassa fresca e seca da parte a&eacute;rea. A casca de arroz carbonizada e o h&uacute;mus podem ser utilizados para a constitui&ccedil;&atilde;o de substratos para a produ&ccedil;&atilde;o comercial de mudas, exceto na forma pura. Os maiores valores de massa seca, altura da muda e n&uacute;mero de pares de folhas, foram observados nas mudas produzidas nos substratos cuja densidade encontrou&#150;se na faixa de 0,18 a 0,33 g cm<sup>&#150;3</sup>, sendo que estes mesmos substratos apresentaram os maiores valores de estabilidade do torr&atilde;o. Concluiu&#150;se que os substratos casca de arroz carbonizada e h&uacute;mus de minhoca nas propor&ccedil;&otilde;es de 80% casca de arroz carbonizada e 20% h&uacute;mus, 60% casca de arroz carbonizada e 40% h&uacute;mus, 50% casca de arroz carbonizada e 50% h&uacute;mus e 40% casca de arroz carbonizada e 60% h&uacute;mus apresentam potencial para serem utilizados para a produ&ccedil;&atilde;o de mudas de boca&#150;de&#150;le&atilde;o.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Palavras chave: </b>Vermicomposto, <i>Antirrhinum majus, </i>minhocultura.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>RESUMEN</b></font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Este trabajo tuvo como objetivo evaluar la eficiencia de diferentes substratos constituidos a base de c&aacute;scara de arroz carbonizada y humus de lombrices en la producci&oacute;n comercial de pl&aacute;ntulas de perrito de corte (<i>Antirrhinum majus </i>L). El experimento fue conducido en invernadero en la Universidad Federal de Santa Mar&iacute;a, RS, en el periodo de septiembre a octubre de 2007. El delineamiento experimental fue enteramente casualizado, con siete tratamientos y cuatro repeticiones, cada una constituida por 72 alv&eacute;olos. Las determinaciones realizadas en los substratos fueron: densidad del substrato, porosidad total, espacio a&eacute;reo, agua disponible y agua remaneciente, potencial de hidr&oacute;geno, tenor de macronutrientes, materia org&aacute;nica y consistencia de terr&oacute;n. En las plantas, fueron determinadas: la altura, el n&uacute;mero de pares de hojas y la biomasa fresca y seca de la parte a&eacute;rea. La c&aacute;scara de arroz carbonizada y el humus pueden ser utilizados para la constituci&oacute;n de substratos para la producci&oacute;n comercial de pl&aacute;ntulas, excepto en la forma pura. Los mayores valores de masa seca, altura de la pl&aacute;ntula y n&uacute;mero de pares de hojas fueron observados en las pl&aacute;ntulas producidas en substratos cuya densidad se encontraba en el rango de 0,18 a 0,33 g cm<sup>&#150;3</sup>, siendo que estos mismos substratos presentaron los mayores valores de estabilidad del terr&oacute;n. Se concluy&oacute; que los substratos c&aacute;scara de arroz y humus de lombriz en las proporciones de 80% c&aacute;scara de arroz carbonizada y 20% humus, 60% c&aacute;scara de arroz carbonizada y 40% humus, 50% c&aacute;scara de arroz carbonizada y 50% humus y 40% c&aacute;scara de arroz carbonizada y 60% humus presentan potencial para ser utilizados para la producci&oacute;n de pl&aacute;ntulas de perrito de corte. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Palabras clave: </b>Humus de lombrices, <i>Antirrhinum majus, </i>lombricultura.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Substrato pode ser definido como sendo o meio em que as ra&iacute;zes das plantas desenvolvem&#150;se quando n&atilde;o cultivadas no solo <i>in situ, </i>apresentando como principal fun&ccedil;&atilde;o conceder suporte &agrave;s plantas, podendo ainda regular a disponibilidade de &aacute;gua e nutrientes (K&acirc;mpf 2000). Atualmente, a utiliza&ccedil;&atilde;o de substratos em sistemas de produ&ccedil;&atilde;o de plantas comparativamente aos cultivos em solo, apresenta algumas vantagens, como o fornecimento de nutrientes em doses e &eacute;pocas mais adequadas, a diminui&ccedil;&atilde;o do risco de saliniza&ccedil;&atilde;o do meio radicular, a possibilidade de manejar a &aacute;gua mais adequadamente, al&eacute;m da redu&ccedil;&atilde;o da ocorr&ecirc;ncia de problemas fitossanit&aacute;rios, os quais influenciam diretamente no rendimento e na qualidade final dos produtos (Andriolo <i>et al. </i>1999).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Al&eacute;m do interesse na utiliza&ccedil;&atilde;o de substratos apropriados para o desenvolvimento das plantas, cada vez mais existe a preocupa&ccedil;&atilde;o de aproveitar res&iacute;duos agroindustriais, visando a redu&ccedil;&atilde;o dos custos de produ&ccedil;&atilde;o e da polui&ccedil;&atilde;o ambiental. Neste sentido, v&aacute;rios trabalhos v&ecirc;m sendo realizados com casca de arroz carbonizada (Gauland 1997, Couto <i>et al. </i>2003), casca de arroz natural (Carrijo <i>et al. </i>2004, Kist <i>et al. </i>2007), compostos de lixo urbano (Costa <i>et al. </i>2001) e h&uacute;mus (Couto <i>et al. </i>2003, Diniz <i>et al. </i>2006, Dom&iacute;nguez <i>et al., </i>este n&uacute;mero), entre outros, visando a utiliza&ccedil;&atilde;o destes materiais como substrato para a produ&ccedil;&atilde;o de mudas.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Na produ&ccedil;&atilde;o comercial de mudas em pequenos recipientes, as caracter&iacute;sticas f&iacute;sicas do substrato s&atilde;o fundamentais, devendo haver um equil&iacute;brio adequado entre os seus constituintes, de forma a prover uma adequada rela&ccedil;&atilde;o entre macro e micro&#150;porosidade do substrato (Lopes <i>et al. </i>2005). Outro aspecto importante na produ&ccedil;&atilde;o de mudas &eacute; a utiliza&ccedil;&atilde;o de substratos agr&iacute;colas e produtos que apresentam elevada disponibilidade e baixo custo na regi&atilde;o (Andriolo <i>et al. </i>1999, Fontes <i>et al. </i>2004). Este &eacute; o caso do res&iacute;duo da industrializa&ccedil;&atilde;o do arroz no Estado do Rio Grande do Sul, Brasil.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">No Brasil, anualmente s&atilde;o produzidas mais de 13 milh&otilde;es de toneladas de gr&atilde;os de arroz (IRGA 2005), o que gera aproximadamente, 2,6 milh&otilde;es de toneladas de casca de arroz. Este res&iacute;duo &eacute; queimado na maioria dos engenhos como fonte de calor para a secagem dos gr&atilde;os, sendo que, quando apagado logo ap&oacute;s a combust&atilde;o, gera um produto de excelentes caracter&iacute;sticas para ser utilizado como substrato para a propaga&ccedil;&atilde;o de plantas.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Nos &uacute;ltimos anos, a casca de arroz carbonizada passou a ser intensamente utilizada como substrato para plantas, tanto na forma pura como misturada a outros materiais, em fun&ccedil;&atilde;o de suas caracter&iacute;sticas favor&aacute;veis. Apresenta baixa capacidade de reten&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua, drenagem r&aacute;pida e eficiente, proporcionando boa oxigena&ccedil;&atilde;o para as ra&iacute;zes, elevado espa&ccedil;o de aera&ccedil;&atilde;o ao substrato, resist&ecirc;ncia &agrave; decomposi&ccedil;&atilde;o, relativa estabilidade de estrutura, baixa densidade e pH pr&oacute;ximo &agrave; neutralidade (Mello 2006). Por apresentar baixa densidade, a casca de arroz carbonizada proporciona melhor escoamento de excesso de &aacute;gua, favorecendo o desenvolvimento do sistema radicular (Mauad <i>et al. </i>2004). Segundo Couto <i>et al. </i>(2003), a adi&ccedil;&atilde;o de casca de arroz carbonizada a outros materiais constitui um importante aliado na melhoria das propriedades f&iacute;sicas do substrato final. No entanto, por necessitar de irriga&ccedil;&atilde;o constante, seu uso como substrato puro torna&#150;se inconveniente em cultivos comerciais (Mello 2006), mas excelente na propaga&ccedil;&atilde;o de plantas por estaquia.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Outro material com potencial para ser utilizado como substrato para o desenvolvimento de plantas &eacute; o vermicomposto ou h&uacute;mus produzido com minhocas (Dom&iacute;nguez <i>et al., </i>este n&uacute;mero). Este consiste em um produto est&aacute;vel e homog&ecirc;neo, de colora&ccedil;&atilde;o escura, inodoro, de textura leve, rico em nutrientes, formado a partir da transforma&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duos org&acirc;nicos com a participa&ccedil;&atilde;o de minhocas (Lee 1985, Aquino &amp; Nogueira 2001, Antoniolli <i>et al. </i>2002). A utiliza&ccedil;&atilde;o de vermicomposto bovino como adubo org&acirc;nico eleva os teores de mat&eacute;ria org&acirc;nica, pot&aacute;ssio, f&oacute;sforo, c&aacute;lcio, magn&eacute;sio, s&oacute;dio, boro, ferro e zinco, e reduz os teores de alum&iacute;nio, cobre e mangan&ecirc;s no solo. Al&eacute;m de elevar a fertilidade do solo, a aplica&ccedil;&atilde;o de h&uacute;mus de minhoca promove mudan&ccedil;as positivas nos atributos f&iacute;sicos e biol&oacute;gicos, interferindo positivamente nas diversas popula&ccedil;&otilde;es de organismos ed&aacute;ficos (Vitti 2006), reduzindo a incid&ecirc;ncia de pragas e doen&ccedil;as (Dom&iacute;nguez <i>et al., </i>este n&uacute;mero), aumentando o crescimento das plantas (Edwards 2004).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Sabe&#150;se que a atividade das minhocas pode influenciar direta ou indiretamente o crescimento vegetal (Brown <i>et al. </i>2004), sendo o h&uacute;mus considerado um bioestimulador do crescimento das plantas (Dom&iacute;nguez <i>et al., </i>este n&uacute;mero). No entanto, at&eacute; o momento, existem poucos dados sobre a efici&ecirc;ncia da utiliza&ccedil;&atilde;o de h&uacute;mus no desenvolvimento de vegetais, por terem sido avaliadas poucas esp&eacute;cies de minhocas e plantas (Scheu 2003). Este fato, provavelmente, seja um dos respons&aacute;veis pela reduzida utiliza&ccedil;&atilde;o de h&uacute;mus nos processos de produ&ccedil;&atilde;o comercial de mudas de esp&eacute;cies florestais, oler&iacute;colas e ornamentais.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">Sabendo&#150;se da defici&ecirc;ncia de informa&ccedil;&otilde;es relacionadas &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o de h&uacute;mus e casca de arroz carbonizada como substratos para a produ&ccedil;&atilde;o de mudas de esp&eacute;cies ornamentais, aliada &agrave; problem&aacute;tica ambiental provocada pela deposi&ccedil;&atilde;o de casca de arroz no ecossistema, este trabalho teve como objetivo avaliar a possibilidade de uso de h&uacute;mus e casca de arroz carbonizada como substratos na produ&ccedil;&atilde;o comercial de boca&#150;de&#150;le&atilde;o <i>(Antirrhinum majus </i>L.), visando uma alternativa para o aproveitamento da casca de arroz.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>MATERIAL E M&Eacute;TODOS</b></font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O experimento foi conduzido em casa de vegeta&ccedil;&atilde;o, nos meses de setembro e outubro de 2007, no Setor de Floricultura e Paisagismo do Departamento de Fitotecnia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">As bandejas utilizadas para a produ&ccedil;&atilde;o de mudas de boca&#150;de&#150;le&atilde;o foram dispostas em bancadas de concreto, distribu&iacute;das na dire&ccedil;&atilde;o norte&#150;sul, com dimens&otilde;es de 1 m de largura por 2,5 m de comprimento.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Foram avaliadas as combina&ccedil;&otilde;es de dois substratos quanto &agrave; efici&ecirc;ncia na produ&ccedil;&atilde;o de mudas de boca&#150;de&#150;le&atilde;o: h&uacute;mus de minhoca e casca de arroz carbonizada. O h&uacute;mus utilizado no experimento para a forma&ccedil;&atilde;o dos substratos foi obtido no minho&#150;c&aacute;rio do Departamento de Solos da UFSM, sendo produzido por minhocas da esp&eacute;cie <i>Eisenia andrei </i>Bouch&eacute;, 1972 a partir de esterco curtido de bovinos criados em sistema de confinamento. Antes da instala&ccedil;&atilde;o do experimento, o h&uacute;mus foi peneirado em malha de 2 mm. A casca de arroz utilizada foi obtida no munic&iacute;pio de Santa Maria, carbonizada e peneirada em peneira de malha triangular 5/64 C para a elimina&ccedil;&atilde;o de part&iacute;culas remanescentes de carv&atilde;o e cinzas, as quais provocam o fechamento dos poros do substrato, prejudicando o desenvolvimento das plantas (K&acirc;mpf 2000).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os tratamentos foram definidos por diferentes propor&ccedil;&otilde;es de h&uacute;mus (H) e casca de arroz carbonizada (CAC), utilizando&#150;se o crit&eacute;rio volume por volume. Foram constitu&iacute;dos sete tratamentos: casca de arroz carbonizada 100% (CAC100); casca de arroz carbonizada 80% e h&uacute;mus 20% (CAC80H20); casca de arroz carbonizada 60% e h&uacute;mus 40% (CAC60H40); casca de arroz carbonizada 50% e h&uacute;mus 50% (CAC50H50); casca de arroz carbonizada 40% e h&uacute;mus 60% (CAC40H60); casca de arroz carbonizada 20% e h&uacute;mus 80% (CAC20H80) e h&uacute;mus 100% (H100).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">As misturas foram realizadas com os componentes levemente umedecidos para facilitar a homogeneiza&ccedil;&atilde;o dos mesmos e evitar a perda de substrato pelos orif&iacute;cios dos alv&eacute;olos das bandejas. O umedecimento do substrato antes do enchimento dos alv&eacute;olos teve como objetivo evitar a redu&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o de aera&ccedil;&atilde;o, visto que a adi&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua a componentes secos provoca a hidrata&ccedil;&atilde;o e o aumento de tamanho dos mesmos, formando agregados que reduzem o espa&ccedil;o poroso do substrato (Bailey <i>et </i><i>al. </i>2000).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">As unidades experimentais foram bandejas pl&aacute;sticas marca Kiforma Pl&aacute;sticos LTDA contendo 288 alv&eacute;olos quadrangulares com volume individual de 9 mL. Cada bandeja foi subdividida em quatro parcelas de 72 alv&eacute;olos.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O sistema de reposi&ccedil;&atilde;o de umidade adotado no experimento foi o de subirriga&ccedil;&atilde;o, o qual foi instalado no interior de uma casa de vegeta&ccedil;&atilde;o, sobre uma bancada de concreto recoberta por pl&aacute;stico transparente e resistente, formando piscinas individualizadas. As bandejas permaneceram neste sistema durante 25 dias. Posteriormente, a irriga&ccedil;&atilde;o passou a ser di&aacute;ria e localizada, conforme a necessidade dos substratos at&eacute; a avalia&ccedil;&atilde;o do experimento, 34 dias ap&oacute;s a semeadura. O cultivar utilizado foi Potomac Light Rose pertencente ao Grupo III (Corr &amp; Laughner 1998).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">As avalia&ccedil;&otilde;es nas mudas de boca&#150;de&#150;le&atilde;o foram realizadas 34 dias ap&oacute;s a semea&#150;dura. Os par&acirc;metros avaliados na planta foram: altura da muda, n&uacute;mero de pares de folhas e massa fresca e seca da parte a&eacute;rea. Nos substratos foram avaliados: densidade do substrato (Ds), porosidade total (Pt), espa&ccedil;o a&eacute;reo (EA) e &aacute;gua dispon&iacute;vel (AD) como caracter&iacute;sticas f&iacute;sicas e potencial de hidrog&ecirc;nio, teor de macronutrientes e mat&eacute;ria org&acirc;nica como caracter&iacute;sticas qu&iacute;micas, al&eacute;m da avalia&ccedil;&atilde;o da consist&ecirc;ncia do torr&atilde;o.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">As an&aacute;lises f&iacute;sicas foram realizadas no laborat&oacute;rio de F&iacute;sica do Solo da UFSM e as an&aacute;lises qu&iacute;micas realizadas no laborat&oacute;rio de An&aacute;lises de Rotina da UFSM. Para a avalia&ccedil;&atilde;o da estabilidade do torr&atilde;o por escala de notas, considerou&#150;se a coes&atilde;o do torr&atilde;o no momento da retirada da planta do alv&eacute;olo (<a href="#f1">Fig. 1</a>).</font></p>     <p align="center"><font face="verdana" size="2"><a name="f1"></a></font></p>     <p align="center"><font face="verdana" size="2"><img src="/img/revistas/azm/v26nspe2/a26f1.jpg"></font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Utilizou&#150;se o delineamento experimental inteiramente casualizado, com sete tratamentos e quatro repeti&ccedil;&otilde;es, sendo cada repeti&ccedil;&atilde;o constitu&iacute;da por 72 plantas. Para a avalia&ccedil;&atilde;o dos par&acirc;metros nas plantas e da estabilidade do torr&atilde;o, utilizaram&#150;se dez plantas por repeti&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os dados de altura da muda, n&uacute;mero de pares de folhas, fitomassa e estabilidade do torr&atilde;o foram transformados para raiz quadrada de x + 0,5, por n&atilde;o apresentarem distribui&ccedil;&atilde;o normal, e submetidos &agrave; an&aacute;lise de vari&acirc;ncia e compara&ccedil;&atilde;o das m&eacute;dias pelo teste de Scott&#150;Knott em 5% de probabilidade de erro, atrav&eacute;s do software estat&iacute;stico SISVAR (Ferreira 2000).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os tratamentos constitu&iacute;dos por CAC40H60, CAC50H50, CAC60H40 e CAC80H20 produziram mudas de boca&#150;de&#150;le&atilde;o com melhor qualidade, quando comparados aos demais substratos avaliados. Embora estes tratamentos n&atilde;o tenham apresentado diferen&ccedil;as estat&iacute;sticas, os valores m&eacute;dios de altura da planta, n&uacute;mero de pares de folhas e fitomassa tenderam a ser maiores no tratamento constitu&iacute;do pela propor&ccedil;&atilde;o 40% casca de arroz carbonizada e 60% h&uacute;mus (<a href="#t1">Tabela I</a>).</font></p>     <p align="center"><font face="verdana" size="2"><a name="t1"></a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><font face="verdana" size="2"><img src="/img/revistas/azm/v26nspe2/a26t1.jpg"></font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O h&uacute;mus, embora tivesse elevada fertilidade para as plantas (<a href="#t2">Tabela II</a>), quando utilizado puro dificultou o crescimento das mudas em fun&ccedil;&atilde;o de algumas de suas propriedades f&iacute;sicas. O h&uacute;mus apresentou maior densidade e reten&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua quando comparado &agrave; casca de arroz carbonizada (<a href="#t3">Tabela III</a>), e quanto maior a propor&ccedil;&atilde;o de h&uacute;mus em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; casca de arroz carbonizada, maior foi o adensamento do substrato (<a href="/img/revistas/azm/v26nspe2/a26f2.jpg" target="_blank">Fig. 2 A</a>), o que resultou em uma diminui&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o de aera&ccedil;&atilde;o (<a href="#t3">Tabela III</a>). N&atilde;o obstante, todos os substratos avaliados neste trabalho apresentaram valores de espa&ccedil;o de aera&ccedil;&atilde;o superiores aos exigidos pela esp&eacute;cie utilizada (<a href="#t3">Tabela III</a>), sendo maiores os valores quanto maior a propor&ccedil;&atilde;o de casca de arroz carbonizada no substrato.</font></p>     <p align="center"><font face="verdana" size="2"><a name="t2"></a></font></p>     <p align="center"><font face="verdana" size="2"><img src="/img/revistas/azm/v26nspe2/a26t2.jpg"></font></p>     <p align="center"><font face="verdana" size="2"><a name="t3"></a></font></p>     <p align="center"><font face="verdana" size="2"><img src="/img/revistas/azm/v26nspe2/a26t3.jpg"></font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os valores de porosidade total dos substratos apresentaram pequena varia&ccedil;&atilde;o, variando de 80,1%, no substrato CAC100 a 82,9% nos substratos CAC50H50 e CAC40H60 (<a href="#t3">Tabela III</a>). No entanto, ocorreram grandes varia&ccedil;&otilde;es nos volumes de macro e microporosidade dos substratos (<a href="/img/revistas/azm/v26nspe2/a26f3.jpg" target="_blank">Fig. 3</a>). O aumento na propor&ccedil;&atilde;o de h&uacute;mus nos substratos aumentou o percentual de microporos ao mesmo tempo em que reduziu o percentual de macroporos, sendo que o valor m&iacute;nimo de macroporos observado nos substratos (45,2% no substrato h&uacute;mus 100%) foi superior &agrave; macroporosidade m&iacute;nima descrita na literatura (Libardi 2005). A casca de arroz carbonizada apresentou comportamento diferenciado em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; capacidade de armazenamento de ar e reten&ccedil;&atilde;o de umidade (<a href="#t3">Tabela III</a>), quando comparada ao h&uacute;mus, devido &agrave; maior macroporosidade (<a href="/img/revistas/azm/v26nspe2/a26f3.jpg" target="_blank">Fig. 3</a>).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A determina&ccedil;&atilde;o da estabilidade do torr&atilde;o buscou avaliar a capacidade do substrato em permanecer aderido &agrave;s ra&iacute;zes da muda no momento do transplante das mesmas. Para a avalia&ccedil;&atilde;o da estabilidade do torr&atilde;o, utilizou&#150;se uma escala de notas para a estabilidade do torr&atilde;o, a qual foi previamente determinada (<a href="#f1">Fig. 1</a>). Os tratamentos que apresentaram as melhores notas para estabilidade do torr&atilde;o foram os mesmos que apresentaram plantas com sistema radicular mais desenvolvido, sendo os constitu&iacute;dos por CAC40H60, CAC50H50, CAC60H40 e CAC80H20 (<a href="#t1">Tabela I</a>). Os substratos compostos por H100, CAC100 e CAC20H80 apresentaram as menores notas para estabilidade de torr&atilde;o (<a href="#t1">Tabela I</a>).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Em rela&ccedil;&atilde;o aos par&acirc;metros qu&iacute;micos analisados nos substratos, observou&#150;se um aumento no teor de mat&eacute;ria org&acirc;nica, c&aacute;lcio, magn&eacute;sio e CTC efetiva &agrave; medida que se elevou a propor&ccedil;&atilde;o de h&uacute;mus adicionado &agrave; casca de arroz (<a href="#t2">Tabela II</a>). Os valores de pH dos substratos (6,5 a 6,9) utilizados neste estudo foram mais elevados do que os considerados ideais para o desenvolvimento da maioria das plantas em recipientes.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Verificou&#150;se que o aumento das propor&ccedil;&otilde;es de h&uacute;mus adicionadas &agrave; casca de arroz carbonizada proporcionou eleva&ccedil;&atilde;o nos valores de densidade do substrato, &aacute;gua dispon&iacute;vel, &aacute;gua remanescente e porosidade total, reduzindo o espa&ccedil;o de aera&ccedil;&atilde;o. As altera&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas, assim como as mudan&ccedil;as qu&iacute;micas observadas nos substratos a partir do incremento da quantidade de h&uacute;mus adicionada &agrave; casca de arroz carbonizada, est&atilde;o intimamente relacionadas ao desenvolvimento das mudas de boca&#150;de&#150;le&atilde;o.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os tratamentos que n&atilde;o favoreceram o desenvolvimento das mudas de boca&#150;de&#150;le&atilde;o foram os constitu&iacute;dos por CAC100, H100 e CAC20H80. Provavelmente, estes resultados estejam relacionados &agrave; menor capacidade da casca de arroz carbonizada em disponibilizar nutrientes (<a href="#t2">Tabela II</a>) e &aacute;gua (<a href="#t3">Tabela III</a>) para as mudas. Isto pode dificultar o desenvolvimento das plantas e inviabilizar a sua utiliza&ccedil;&atilde;o como substrato na forma pura. Em substratos constitu&iacute;dos puramente por casca de arroz, a &aacute;gua dispon&iacute;vel diminui rapidamente, exigindo irriga&ccedil;&otilde;es mais freq&uuml;entes (Andriolo <i>et al. </i>1999).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O h&uacute;mus apresentou maior densidade e reten&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua quando comparado &agrave; casca de arroz carbonizada. No entanto, por apresentar menor espa&ccedil;o de aera&ccedil;&atilde;o, significa que houve menor aera&ccedil;&atilde;o do substrato, pois embora o h&uacute;mus apresente alta porosidade total (0,817 cm<sup>3</sup> cm <sup>3</sup>), o espa&ccedil;o poroso est&aacute; ocupado com grande quantidade de microporos (36,6% da porosidade total), o que eleva sua capacidade em armazenar &aacute;gua e reduz a aera&ccedil;&atilde;o. Possivelmente, esse seja o principal fator respons&aacute;vel pelo baixo crescimento das mudas de boca&#150;de&#150;le&atilde;o no substrato 100% h&uacute;mus, o que foge da faixa ideal proposta por alguns autores (<a href="#t1">Tabela I</a>).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os dados das propriedades f&iacute;sicas foram semelhantes aos encontrados por Mauad <i>et al. </i>(2004), os quais determinaram a densidade, o arejamento, a porosidade e a reten&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua da casca de arroz carbonizada e do h&uacute;mus. Atrav&eacute;s de an&aacute;lises f&iacute;sicas nos substratos, os autores tamb&eacute;m observaram maior porosidade e capacidade do h&uacute;mus em reter &aacute;gua, assim como sua menor capacidade de oxigena&ccedil;&atilde;o, quando comparado &agrave; casca de arroz carbonizada. Segundo estes autores, o h&uacute;mus apresenta porosidade total em torno de 59,5%, alta capacidade de reten&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua (42,2%) e baixa capacidade de arejamento (17,3%) em fun&ccedil;&atilde;o da menor macroporosidade. A casca de arroz carbonizada, por sua vez, quando comparada ao h&uacute;mus, apresenta menor porosidade (51,8%) e menor reten&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua (17,6%), por&eacute;m, maior capacidade de arejamento (34,2%), devido &agrave; menor presen&ccedil;a de microporos e maior presen&ccedil;a de macroporos, os quais s&atilde;o respons&aacute;veis pelas trocas gasosas nos substratos (Mauad <i>et </i><i>al. </i>2004).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O aumento nos valores de densidade do substrato, conforme aumento da propor&ccedil;&atilde;o de h&uacute;mus em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; casca de arroz, pode apresentar efeitos ben&eacute;ficos como promover a germina&ccedil;&atilde;o de sementes, aumentando o contato entre a semente e o substrato, reduzir a perda de &aacute;gua do substrato por evapora&ccedil;&atilde;o, aumentar a ramifica&ccedil;&atilde;o e a forma&ccedil;&atilde;o de ra&iacute;zes secund&aacute;rias, permitindo que as ra&iacute;zes explorem mais o substrato para absor&ccedil;&atilde;o de nutrientes (Libardi 2005). Por&eacute;m, devido a fatores como diminui&ccedil;&atilde;o da porosidade total, com conseq&uuml;ente diminui&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o a&eacute;reo, as densidades superiores a 0,3 g cm<sup>&#150;3</sup> resultaram em uma menor fitomassa seca das mudas (<a href="/img/revistas/azm/v26nspe2/a26f2.jpg" target="_blank">Fig. 2 B</a>).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A avalia&ccedil;&atilde;o da porosidade total do substrato &eacute; de suma import&acirc;ncia para a interpreta&ccedil;&atilde;o da din&acirc;mica de crescimento das plantas. A taxa de infiltra&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua &eacute; influenciada pelo volume de poros do substrato, ao passo que a reten&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua &eacute; influenciada pelo n&uacute;mero e distribui&ccedil;&atilde;o dos poros pela superf&iacute;cie espec&iacute;fica (Bettiol &amp; Camargo 2000).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O cultivo de plantas em recipientes com reduzido volume de substrato leva a uma alta concentra&ccedil;&atilde;o de ra&iacute;zes, exigindo elevado suprimento de oxig&ecirc;nio e r&aacute;pida remo&ccedil;&atilde;o do g&aacute;s carb&ocirc;nico formado (K&atilde;mpf 2000). Sendo assim, o substrato deve apresentar porosidade suficiente para permitir trocas gasosas, evitando falta de ar para a respira&ccedil;&atilde;o das ra&iacute;zes, assim como para a atividade microbiana do meio. Um substrato ideal para o desenvolvimento de plantas deve apresentar 85% de porosidade total (De Boodt &amp; Verdonck 1972, Verdonck &amp; Gabriels 1988, Carrijo <i>et al. </i>2002), sendo que destes, 10% devem corresponder &agrave; macroporosidade (Libardi 2005). A micropo&#150;rosidade &eacute; respons&aacute;vel pela capacidade de reten&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua e solutos no substrato, enquanto que, a macroporosidade influencia diretamente a capacidade de infiltra&ccedil;&atilde;o e drenagem de &aacute;gua e a capacidade de aera&ccedil;&atilde;o do substrato (Hillel 1998).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Um bom substrato deve conter valores de capacidade de aera&ccedil;&atilde;o entre 20 e 30%, &aacute;gua facilmente dispon&iacute;vel entre 20 a 30% de umidade volum&eacute;trica e &aacute;gua de reserva entre 4 e 10% (Abad &amp; Noguera 2000). As diferentes esp&eacute;cies de plantas ornamentais apresentam necessidades diferentes quanto ao espa&ccedil;o de aera&ccedil;&atilde;o do substrato. De acordo com Ballester&#150;Olmos (1993), para boca&#150;de&#150;le&atilde;o, a faixa ideal de espa&ccedil;o de aera&ccedil;&atilde;o encontra&#150;se entre 10 e 20%.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A ader&ecirc;ncia do substrato ao sistema radicular, no momento da retirada da muda dos alv&eacute;olos, evita o ressecamento e a danifica&ccedil;&atilde;o das ra&iacute;zes, al&eacute;m de preservar sua disposi&ccedil;&atilde;o nos espa&ccedil;os porosos do substrato. Conseq&uuml;entemente, o estresse provocado nas mudas rec&eacute;m transplantadas &eacute; menor, favorecendo o pegamento das mesmas (Tavares J&uacute;nior 2004). Provavelmente, a maior quantidade de ra&iacute;zes desenvolvidas nas plantas cultivadas nos tratamentos CAC40H60, CAC50H50, CAC60H40 e CAC80H20 tenham favorecido a forma&ccedil;&atilde;o e a estabilidade dos torr&otilde;es. Embora estes tratamentos n&atilde;o tenham apresentado diferen&ccedil;as significativas, o substrato constitu&iacute;do por CAC80H20 tendeu a formar torr&otilde;es com melhor estabilidade. O fato de os substratos compostos por H100, CAC100 e CAC20H80 ter apresentado as menores notas para estabilidade de torr&atilde;o, possivelmente, esteja relacionado ao menor crescimento do sistema radicular das mudas, o que dificulta a ader&ecirc;ncia do substrato &agrave;s ra&iacute;zes.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os valores de CTC considerados ideais por Penningsfeld (1983) devem ser superiores a 12 cmol<sub>c</sub> L<sup>&#150;1</sup> para o cultivo de plantas em recipientes, com fornecimento espor&aacute;dico de nutrientes. Dentre os substratos avaliados neste trabalho, os constitu&iacute;dos por CAC60H40, CAC50H50, CAC40H60, CAC20H80 e H100 apresentaram valores superiores aos considerados ideais (<a href="#t2">Tabela II</a>). Os valores de pH dos substratos utilizados neste estudo, embora tamb&eacute;m mais elevados do que os relatados na literatura, n&atilde;o comprometeu o crescimento das mudas. Segundo K&atilde;mpf (2000) a faixa de pH considerada ideal para substratos formulados com materiais e misturas de base org&acirc;nica, situa&#150;se entre 5,2 e 5,8, sendo que valores espec&iacute;ficos de pH variam de acordo com a esp&eacute;cie vegetal.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os resultados obtidos neste trabalho evidenciaram que misturas de casca de arroz carbonizada e h&uacute;mus de minhoca nas propor&ccedil;&otilde;es de 80 a 40% de casca de arroz carbonizada podem ser utilizadas como substratos para a produ&ccedil;&atilde;o comercial de mudas de boca&#150;de&#150;le&atilde;o, visto que proporcionaram condi&ccedil;&otilde;es favor&aacute;veis ao crescimento das mudas. Como n&atilde;o foi fornecida nutri&ccedil;&atilde;o adicional &agrave;s mudas durante o experimento, pode&#150;se afirmar que os substratos que produziram as melhores plantas foram os que apresentaram maior fertilidade, e que, associada &agrave;s propriedades f&iacute;sicas, proporcionaram crescimento satisfat&oacute;rio das mudas de boca&#150;de&#150;le&atilde;o. Os substratos casca de arroz carbonizada e h&uacute;mus de minhoca utilizados na forma pura n&atilde;o foram favor&aacute;veis ao crescimento de mudas comercialmente aceit&aacute;veis de boca&#150;de&#150;le&atilde;o.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>AGRADECIMENTOS</b></font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Ao apoio financeiro disponibilizado pela FIEX/UFSM, Departamento de Solos, ao CNPq pela bolsa de Mestrado e &agrave; CAPES pela bolsa de Doutorado.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>LITERATURA CITADA</b></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Abad, M. B. &amp; P. M. Noguera. </b>2000. Los substratos em los cultivos sin suelo. Pp. 137&#150;183. <i>In: </i>M. U. Gavil&aacute;n (Ed.). <i>Manual de cultivo sin suelo. </i>Universidade de Almer&iacute;a &amp; Mundi&#150;Prensa, Almer&iacute;a.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376257&pid=S0065-1737201000050002600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Andriolo, J. L., T. S. Duarte, L. Ludke, &amp; E. C. Skrebsky. </b>1999. Caracteriza&ccedil;&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o de substratos para o cultivo do tomateiro fora do solo. <i>Horticultura Brasileira. </i>17: 215&#150;219.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376259&pid=S0065-1737201000050002600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Antoniolli, Z. I., E. M. N. Giracca, L. A. Barcellos, S. F. Venturini, E. F. Venturini, M. M. S. Wiethan, S. J. T. Carlosso, T. Benedetti, T. C. Senhor &amp; G. R. Santi. </b>2002. <i>Minhocultura e vermi&#150;compostagem. </i>Universidade Federal de Santa Maria, Boletim T&eacute;cnico No. 3, Santa Maria.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376261&pid=S0065-1737201000050002600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Aquino, A. M. &amp; E. M. Nogueira. </b>2001. <i>Fatores limitantes da vermicompostagem de esterco su&iacute;no e de aves e influ&ecirc;ncia da densidade populacional das minhocas na sua reprodu&ccedil;&atilde;o. </i>Embrapa Agrobiologia, S&eacute;rie Documentos No. 147, Serop&eacute;dica.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376263&pid=S0065-1737201000050002600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Bailey, D. A., P. V. Nelson, &amp; W. C. Fonteno. </b>2000. <i>Substrates pH and water quality. </i>North Carolina State University, Raleigh.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376265&pid=S0065-1737201000050002600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Ballester&#150;Olmos, J. F. </b>1993. Substratos para el cultivo de plantas ornamentales. <i>Hojas Divulgadoras, </i>11:92. Ministerio de Agricultura y Alimentacion, Madrid.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376267&pid=S0065-1737201000050002600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Bettiol, W. &amp; O. A. Camargo. </b>2000. <i>Impacto ambiental do uso agr&iacute;cola do lodo de esgoto. </i>Embrapa, Bras&iacute;lia.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376269&pid=S0065-1737201000050002600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Brown, G. G., C. A. Edwards &amp; L. Brussaard. </b>2004. How earthworms affect plant growth: burrowing into the mechanisms. Pp. 3&#150;49. <i>In: </i>C. A. Edwards (Ed.). <i>Earthworm ecology. </i>St. Lucie Press, Boca Raton.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376271&pid=S0065-1737201000050002600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Carrijo, O. A., R. S. Liz &amp; N. Makishima. </b>2002. Fibra de casca de coco verde como substrato agr&iacute;cola. <i>Horticultura Brasileira. </i>20: 533&#150;535.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376273&pid=S0065-1737201000050002600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Carrijo, O. A., M. C. Vidal, N. V. B. Reis, R. B. Souza &amp; N. Makishima. </b>2004. Produtividade do tomateiro em diferentes substratos e modelos de casas de vegeta&ccedil;&atilde;o. <i>Horticultura Brasileira </i>22: 5&#150;9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376275&pid=S0065-1737201000050002600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Corr, B. &amp; L. Laughner. </b>1998. <i>Antirrhinum </i>(Snapdragon). Pp. 356&#150;367. <i>In: </i>V. Ball (Ed.). <i>Ball Red&#150;book, </i>16<sup>th</sup> Ed. Ball Publishing, Batavia.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376277&pid=S0065-1737201000050002600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Costa, C. A., V. W. D. Casali, H. A. Ruiz, C. P. Jord&atilde;o, &amp; P. R. Cecon. </b>2001. Teor de metais pesados e produ&ccedil;&atilde;o de alface adubada com composto de lixo urbano. <i>Horticultura Brasileira. </i>19: 10&#150;16.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376279&pid=S0065-1737201000050002600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Couto, M., A. Wagner J&uacute;nior &amp; A. C. Quezada. </b>2003. Efeito de diferentes substratos durante a aclimatiza&ccedil;&atilde;o de plantas micropropagadas do porta&#150;enxerto mirabolano 29C <i>(Prunus cerasifera </i>EHRH.) em casa de vegeta&ccedil;&atilde;o. <i>Revista Brasileira de Agroci&ecirc;ncia. </i>9: 125&#150;128.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376281&pid=S0065-1737201000050002600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>De Boodt, M. &amp; O. Verdonck. </b>1972. The physical properties of the substrates in horticulture. <i>Acta Horticulturae. </i>26: 37&#150;44.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376283&pid=S0065-1737201000050002600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Diniz, K. A., S. T. M. R. Guimar&atilde;es, &amp; J. M. Q. Luz. </b>2006. H&uacute;mus como substrato para a produ&ccedil;&atilde;o de mudas de tomate, piment&atilde;o e alface. <i>Bioscience Journal. </i>22: 63&#150;70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376285&pid=S0065-1737201000050002600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Edwards, C. A. </b>2004. The use of earthworms in the breakdown and management of organic wastes. Pp. 327&#150;354. <i>In: </i>C. A. Edwards (Ed.). <i>Earthworm ecology. </i>St. Lucie Press, Boca Raton.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376287&pid=S0065-1737201000050002600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Ferreira, D. F. </b>2000. <i>Sistemas de an&aacute;lise estat&iacute;stica para dados balanceados. </i>UFLA, Lavras.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376289&pid=S0065-1737201000050002600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Fontes, P. C. R., J. L. Loures, J. C. Galv&atilde;o, A. A. Cardoso &amp; E. C. Mantovani. </b>2004. Produ&ccedil;&atilde;o e qualidade do tomate produzido em substrato, no campo e em ambiente protegido. <i>Horticultura </i><i>Brasileira. </i>22: 614&#150;619.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376291&pid=S0065-1737201000050002600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Gauland, D. C. S. P. </b>1997. <i>Rela&ccedil;&otilde;es h&iacute;dricas em substratos &agrave; base de tufas sob uso dos condicionadores casca de arroz carbonizada ou queimada. </i>Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado em Ci&ecirc;ncia do Solo, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376293&pid=S0065-1737201000050002600019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Hillel, D. </b>1998. <i>Environmental soil physics. </i>Academic Press, San Diego.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376295&pid=S0065-1737201000050002600020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>IRGA. Instituto Riograndense do Arroz. </b>2005. <i>Dados de safra. </i>S&eacute;rie hist&oacute;rica da &aacute;rea plantada, produ&ccedil;&atilde;o e rendimento. Dispon&iacute;vel em: &lt;<a href="http://www.irga.rs.gov.br/dados.htm" target="_blank">http://www.irga.rs.gov.br/dados.htm</a>.&gt;. Acesso em: 27 jun. 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376297&pid=S0065-1737201000050002600021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>K&aacute;mpf, A. N. </b>2000. <i>Produ&ccedil;&atilde;o comercial de plantas ornamentais. </i>Agropecu&aacute;ria, Gua&iacute;ba.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376299&pid=S0065-1737201000050002600022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Kist, G. P., R. B. Steffen, Z. I. Antoniolli &amp; V. T. Bertolazzi. </b>2007. Tratamento f&iacute;sico&#150;qu&iacute;mico de casca de arroz para seu aproveitamento na minhocultura. <i>In: Anais do XXI Congresso Brasileiro de </i><i>Ci&ecirc;ncia do Solo. </i>SBCS, Gramado. CD&#150;ROM.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376301&pid=S0065-1737201000050002600023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Lee, K. E. </b>1985. <i>Earthworms. Their ecology and relationships with soils and land use. </i>Academic Press, Sydney.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376303&pid=S0065-1737201000050002600024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Libardi, P. L. </b>2005. <i>Din&acirc;mica da &aacute;gua no solo. </i>Editora da Universidade de S&atilde;o Paulo, S&atilde;o Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376305&pid=S0065-1737201000050002600025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Lopes, J. L. W., I. A. Guerrini, J. C. C. Saad &amp; M R. da Silva. </b>2005. Efeitos da irriga&ccedil;&atilde;o na sobreviv&ecirc;ncia, transpira&ccedil;&atilde;o e no teor relativo de &aacute;gua na folha em mudas de <i>Eucalyptus grandis </i>em diferentes substratos. <i>Scientia Forestalis. </i>68: 97&#150;106.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376307&pid=S0065-1737201000050002600026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Mauad, M., J. C. Feltran, J. C. Corr&ecirc;a, R. C. Dainese, E. O. Ono &amp; J. D. Rodrigues. </b>2004. Enraizamento de estacas de azal&eacute;ia tratadas com concentra&ccedil;&otilde;es de ANA em diferentes substratos. <i>Ci&ecirc;ncia e Agrotecnologia. </i>28: 771&#150;777.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376309&pid=S0065-1737201000050002600027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Mello, R. P. </b>2006. <i>Consumo de &aacute;gua do l&iacute;rio asi&aacute;tico em vaso com diferentes substratos. </i>Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado em Engenharia Agr&iacute;cola, Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376311&pid=S0065-1737201000050002600028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Penningsfeld, F. </b>1983. Kultursubstrate fur den gartenbau, besonders in Deutschland: ein kritischer &Uuml;berblick. <i>Plant and Soil. </i>75: 269&#150;281.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376313&pid=S0065-1737201000050002600029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Scheu, S. </b>2003. Effects of earthworms on plant growth: Patterns and perspectives. <i>Pedobiologia. </i>47: 846&#150;856.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376315&pid=S0065-1737201000050002600030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Tavares J&uacute;nior, J. E. </b>2004. <i>Volume e granulometria do substrato na forma&ccedil;&atilde;o de mudas de caf&eacute;. </i>Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado em Agronomia, Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Piracicaba.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376317&pid=S0065-1737201000050002600031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Verdonck, O. &amp; R. Gabriels. </b>1988. Substrate requirements for plants. <i>Acta Horticulturae. </i>221: 19&#150;23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376319&pid=S0065-1737201000050002600032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Vitti, M. R. </b>2006. <i>Impacto do vermicomposto bovino em atributos biol&oacute;gicos do solo e caracter&iacute;sticas f&iacute;sicas e qu&iacute;micas das frutas em pomar de pessegueiro (Prunus persica </i>L. Batsch). Tese de doutorado em Agronomia, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376321&pid=S0065-1737201000050002600033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      ]]></body><back>
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