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<journal-title><![CDATA[Economía, sociedad y territorio]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Sistemas de Informação e Tecnologia da Informação integrados com Planejamentos Municipais: Estudo de Caso em 14 Pequenas Cidades do Rio Grande do Sul, Brasil]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Information systems and information technology integrated to municipal planning: case study in 14 small cities of Rio Grande do Sul, Brazil]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[O objetivo deste trabalho é analisar a integração dos sistemas de informação e dos recursos da tecnologia da informação nos planos e nos planejamentos municipais de 14 pequenas cidades do Rio Grande do Sul (Brasil). A metodologia da pesquisa enfatizou um estudo de caso múltiplo com uma amostra não probabilística por conveniência, por meio de um protocolo de pesquisa. Os resultados demonstram as dificuldades das cidades na organização dos dados municipais, na disponibilização de informações e nos planejamentos para fins de controles e gestão.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  	    <p align="left"><font face="verdana" size="4">Art&iacute;culos de investigaci&oacute;n</font></p>  	    <p align="justify">&nbsp;</p> 	    <p align="center"><font face="verdana" size="4"><b>Sistemas de Informa&ccedil;&atilde;o e Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o integrados com Planejamentos Municipais: Estudo de Caso em 14 Pequenas Cidades do Rio Grande do Sul, Brasil</b> </font></p> 	    <p align="justify">&nbsp;</p>     <p align="center"><font face="verdana" size="3"><b>Information systems and information technology integrated to municipal planning: case study in 14 small cities of Rio Grande do Sul, Brazil</b></font></p>      <p align="center">&nbsp;</p>     <p align="center"><font face="verdana" size="2"><b>Denis Alcides&#45;Rezende,* Jos&eacute; Augusto Guagliardi, Andr&eacute;a Zamin&#45;Saad</b></font></p>      <p align="justify">&nbsp;</p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><i>* Universidade de S&atilde;o Paulo. Correio&#45;e: </i><a href="mailto:denis.rezende@pucpr.br">denis.rezende@pucpr.br</a>, <a href="mailto:jaguar@usp.br">jaguar@usp.br</a>, <a href="mailto:andreasaad@fw.uri.br">andreasaad@fw.uri.br</a><i>.</i></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify">&nbsp;</p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Recibido: 5 de junio de 2006.    <br>   Aceptado: 25 de septiembre de 2007.</font></p>     <p align="justify">&nbsp;</p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Abstract</b></font></p>      <p align="justify"><font face="verdana" size="2">The objective of this work is to analyse the integration of information systems and information technology resources in the municipal planning of 14 small cities of Rio Grande do Sul (Brazil). The research methodology consisted of a multiple case study together with a convenient non&#45;probabilistic sample chosen through a research protocol. The results demonstrate the difficulties of these cities to organise the municipal data as well as their struggle for accessibility of information and planning for management and control.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Keywords:</b> information systems, information technology, municipal planning, strategic integration and aligning, city management.</font></p>  	    <p align="justify">&nbsp;</p> 	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Resumo</b></font></p>      <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O objetivo deste trabalho &eacute; analisar a integra&ccedil;&atilde;o dos sistemas de informa&ccedil;&atilde;o e dos recursos da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o nos planos e nos planejamentos municipais de 14 pequenas cidades do Rio Grande do Sul (Brasil). A metodologia da pesquisa enfatizou um estudo de caso m&uacute;ltiplo com uma amostra n&atilde;o probabil&iacute;stica por conveni&ecirc;ncia, por meio de um protocolo de pesquisa. Os resultados demonstram as dificuldades das cidades na organiza&ccedil;&atilde;o dos dados municipais, na disponibiliza&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es e nos planejamentos para fins de controles e gest&atilde;o.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Palavras&#45;chave</b>: sistemas de informa&ccedil;&atilde;o, tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o, planejamentos municipais, integra&ccedil;&atilde;o e alinhamento estrat&eacute;gico, gest&atilde;o de cidades.</font></p>  	    <p align="justify">&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">As cidades (ou munic&iacute;pios) est&atilde;o competindo entre si por raz&otilde;es pol&iacute;ticas, e econ&ocirc;micas e tamb&eacute;m para oferecer uma qualidade de vida diferenciada aos seus cidad&atilde;os. Essa competitividade exige diferenciadas formas de gerir a cidade e demandam compet&ecirc;ncias inexor&aacute;veis dos gestores municipais nas suas a&ccedil;&otilde;es cotidianas, que envolvem os cidad&atilde;os e os diversos atores relacionados com a cidade. As prefeituras brasileiras obedecem a novas legisla&ccedil;&otilde;es e enfrentam um ambiente competitivo, globalizante e turbulento, necessitando realizar sua reestrutura&ccedil;&atilde;o, reorganiza&ccedil;&atilde;o, flexibiliza&ccedil;&atilde;o, adapta&ccedil;&atilde;o e modifica&ccedil;&atilde;o de forma pol&iacute;tica, social, ambiental, financeira e econ&ocirc;mica, para continuarem atuantes de forma competente e participativa. Os instrumentos da administra&ccedil;&atilde;o e da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o s&atilde;o fundamentais para os gestores das cidades nas suas a&ccedil;&otilde;es cotidianas e estrat&eacute;gicas. Nesse contexto, o relevante papel da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o (incluindo os sistemas de informa&ccedil;&atilde;o) deve ser revisto e principalmente deve estar integrado ou alinhado com as atividades das prefeituras e das cidades.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">S&atilde;o requeridos exaustivos exerc&iacute;cios pr&aacute;ticos embasados em profunda fundamenta&ccedil;&atilde;o te&oacute;rica para integrar e alinhar os emergentes recursos da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o aos servi&ccedil;os municipais. Esses exerc&iacute;cios est&atilde;o relacionados &agrave;s atividades cotidianas, din&acirc;micas e inteligentes dos planos e planejamentos municipais, dos sistemas de informa&ccedil;&atilde;o, da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o e respectivas gest&otilde;es. Tais atividades devem ser elaboradas de forma integrada e estruturadas, onde as informa&ccedil;&otilde;es oportunas e os conhecimentos personalizados s&atilde;o fatores essenciais para a gest&atilde;o competente e participativa. N&atilde;o acontece da noite para o dia a estrutura&ccedil;&atilde;o dos dados da cidade e a disponibiliza&ccedil;&atilde;o compartilhada das informa&ccedil;&otilde;es e dos conhecimentos dos cidad&atilde;os. Essas atividades exigem das prefeituras planejamento e gest&atilde;o a curto, m&eacute;dio e longo prazo. A partir dessa estrutura&ccedil;&atilde;o e disponibiliza&ccedil;&atilde;o, os sistemas de informa&ccedil;&atilde;o, a tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o e seus recursos podem agregar valores aos servi&ccedil;os municipais, contribuindo com a gest&atilde;o e com o desenvolvimento das mesmas. In&uacute;meras s&atilde;o as atividades auxiliadoras que os sistemas de informa&ccedil;&atilde;o, a tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o podem realizar nas cidades para desempenhar seus pap&eacute;is operacionais e estrat&eacute;gicos, podendo ser empregados como fundamentais ferramentas para auxiliar na realiza&ccedil;&atilde;o de seus objetivos, atuando por interm&eacute;dio de seus gestores de forma ativa, planejada, participativa e oportuna.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">As aplica&ccedil;&otilde;es da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m podem ajudar na jun&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;as reconciliadoras da estabilidade das mudan&ccedil;as fiscais, sociais, ambientais, legais e financeiras. Podem contribuir focando esfor&ccedil;os nas a&ccedil;&otilde;es competentes das atua&ccedil;&otilde;es cotidianas, adaptando&#45;se &agrave;s mudan&ccedil;as freq&uuml;entes, mantendo&#45;se atualizada, melhorando seu desempenho, gerando resultados sociais prof&iacute;cuos, antecipando informa&ccedil;&otilde;es, gerando cen&aacute;rios, avaliando tend&ecirc;ncias, satisfazendo os cidad&atilde;os e adequando seus servi&ccedil;os &agrave; comunidade local e aos demais interessados (atores sociais ou <i>stakeholders</i>).</font></p>      <p align="justify"><font face="verdana" size="2">As 5563 cidades brasileiras apresentam in&uacute;meros problemas em diversos indicadores urbanos, rurais, ambientais, habitacionais, sociais, culturais, fiscais, financeiros, econ&ocirc;micos, legais e tamb&eacute;m estrat&eacute;gicos (IBGE, 2007; Cidades, 2004). Muitos poderiam ser minimizados ou resolvidos por meio da elabora&ccedil;&atilde;o e controle dos planos e planejamentos municipais e da gest&atilde;o competente destas. Para que os servi&ccedil;os municipais possam ser de qualidade, produtivos, efetivos, din&acirc;micos, modernos, perenes, competitivos, inteligentes e participativos, os planos e planejamentos municipais devem ser elaborados de forma competente e integrados com a comunidade local e demais interessados. Nesse sentido a tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o pode contribuir com a organiza&ccedil;&atilde;o de dados, sistematiza&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es e dissemina&ccedil;&atilde;o de conhecimentos, quando est&aacute; integrada ou alinhada com os planos e planejamentos municipais.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Lamentavelmente de maneira trivial e tradicional, muitos m&eacute;todos de planos e planejamentos municipais usam os recursos da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o como processos elementares nas cidades, focando seus esfor&ccedil;os apenas em recursos tecnol&oacute;gicos, principalmente por falta de vis&atilde;o sist&ecirc;mica e estrat&eacute;gica do uso desses recursos tecnol&oacute;gicos integrados ou alinhados aos servi&ccedil;os municipais. Inclusive, todos os gastos com tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o, nas prefeituras, devem ser justificados e participados para os cidad&atilde;os, a fim de evitar o desperd&iacute;cio de dinheiro, as despesas in&uacute;teis em tecnologia e principalmente danos municipais irrecuper&aacute;veis.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Todas essas dificuldades relatadas, em especial, acontecem com mais &ecirc;nfase nas pequenas cidades, tendo em vista seus limitados recursos dispon&iacute;veis.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">As cidades que possuem dados atualizados, informa&ccedil;&otilde;es oportunas e conhecimentos personalizados, formalmente organizados e dinamicamente planejados, t&ecirc;m a prerrogativa de tomar decis&otilde;es com qualidade, agir com produtividade, efetividade e transpar&ecirc;ncia.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">O objetivo desse trabalho &eacute; analisar a integra&ccedil;&atilde;o dos sistemas de informa&ccedil;&atilde;o e dos recursos da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o nos planos e nos planejamentos municipais de 14 pequenas cidades do Rio Grande do Sul (Brasil). Para atingir esse objetivo, a tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o ser&aacute; entendida como uma ferramenta tecnol&oacute;gica de gest&atilde;o municipal (contemplando inclusive os sistemas de informa&ccedil;&atilde;o), sem &ecirc;nfase nos recursos de <i>software</i> e <i>hardware</i>.</font></p>  	    <p align="justify">&nbsp;</p> 	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>1. Fundamenta&ccedil;&atilde;o te&oacute;rica</b></font></p>      <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Determinados conceitos devem ser fundamentados, discutidos, entendidos e disseminados. A fundamenta&ccedil;&atilde;o deve levar em conta a inexor&aacute;vel Lei de Responsabilidade Fiscal, a Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, o Estatuto da Cidade e a Lei Org&acirc;nica Municipal. O Estatuto da Cidade abrange um conjunto de princ&iacute;pios que expressam cidade, planos e planejamentos municipais integrados (Estatuto da cidade, 2005).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">As cidades preocupadas com sua gest&atilde;o, com as quest&otilde;es s&oacute;cio&#45;ambientais e com a qualidade de vida dos seus cidad&atilde;os devem integrar ou alinhar os seus diferentes planos e planejamentos municipais, que podem compreender os seguintes instrumentos integrados: plano plurianual municipal; plano diretor municipal; planejamento estrat&eacute;gico municipal; pol&iacute;ticas municipais (incluindo programa de governo); projetos participativos municipais; planejamento de recursos humanos; e planejamento de informa&ccedil;&otilde;es e tecnologias.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b><i>1.1.</i> <i>Gest&atilde;o p&uacute;blica, gest&atilde;o urbana e gest&atilde;o municipal</i></b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O conceito de gest&atilde;o, sob a &oacute;tica da administra&ccedil;&atilde;o, est&aacute; relacionado com o conjunto de recursos decis&oacute;rios e a aplica&ccedil;&atilde;o das atividades destinadas aos atos de gerir (Mintzberg <i>et al</i>., 2000). A gest&atilde;o p&uacute;blica est&aacute; direcionada com a capacidade dos governos na gest&atilde;o das fun&ccedil;&otilde;es federais, estaduais e municipais, bem como, com a compet&ecirc;ncia na implementa&ccedil;&atilde;o de respectivas pol&iacute;ticas p&uacute;blicas para facilitar as a&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias na condu&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s, dos estados e das cidades, contextualizando a participa&ccedil;&atilde;o dos cidad&atilde;os nesses desafios (Frey, 2000; Ferrari, 1986).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A gest&atilde;o urbana pode ser entendida como a gest&atilde;o da cidade. Est&aacute; relacionada com o conjunto de recursos e instrumentos da administra&ccedil;&atilde;o aplicados na cidade como um todo, visando &agrave; qualidade da infra&#45;estrutura e dos servi&ccedil;os urbanos, propiciando as melhores condi&ccedil;&otilde;es de vida e aproximando os cidad&atilde;os nas decis&otilde;es e a&ccedil;&otilde;es da governan&ccedil;a p&uacute;blica municipal. J&aacute; a gest&atilde;o municipal, como a gest&atilde;o da prefeitura e de seus &oacute;rg&atilde;os, institutos, autarquias e secretarias est&aacute; relacionada com o conjunto de recursos e instrumentos da administra&ccedil;&atilde;o aplicada por meio de seus servidores p&uacute;blicos municipais (Rezende e Castor, 2006).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Gest&atilde;o p&uacute;blica, gest&atilde;o urbana e gest&atilde;o municipal requerem discuss&otilde;es sobre administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, onde o Estado e seus modelos de gest&atilde;o t&ecirc;m um papel relevante. As fun&ccedil;&otilde;es do Estado est&atilde;o relacionadas com a aloca&ccedil;&atilde;o de recursos oriundos da arrecada&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria, a distribui&ccedil;&atilde;o dos recursos com eq&uuml;idade e justi&ccedil;a e finalmente, a estabiliza&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica, social, pol&iacute;tica e institucional (Marini, 2003). Tais desafios requerem conceitos de gest&atilde;o e planejamento estrat&eacute;gico, triangulando projeto de governo, governabilidade e governan&ccedil;a (Matus, 1993).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b><i>1.2.</i> <i>Planos municipais</i></b></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">O Plano Diretor da cidade tamb&eacute;m &eacute; chamado de Plano Diretor Municipal ou Planejamento Urbano. As cidades brasileiras passam e passar&atilde;o por mudan&ccedil;as profundas que poder&atilde;o garantir um futuro de desenvolvimento equilibrado. Tamb&eacute;m poder&atilde;o universalizar o direito &agrave; moradia digna em ambiente saud&aacute;vel para todos os seus cidad&atilde;os. Para tanto, as cidades t&ecirc;m de contar com fontes est&aacute;veis e seguras de financiamento para o desenvolvimento urbano indispens&aacute;vel para que estas possam manter e expandirem&#45;se adequada e democraticamente. Entretanto, para que isso seja poss&iacute;vel, os cidad&atilde;os tamb&eacute;m ter&atilde;o que enfrentar um grande desafio nos pr&oacute;ximos anos, o de instituir formas de planejamento e controle do territ&oacute;rio municipal. Juntos, a gest&atilde;o urbana e a gest&atilde;o municipal e os cidad&atilde;os podem utilizar os potenciais e limites do seu meio f&iacute;sico, as potencialidades abertas pela exist&ecirc;ncia de redes de transporte e log&iacute;stica em seus territ&oacute;rios. De forma que os impactos de seu crescimento e desenvolvimento n&atilde;o se traduzam em desequil&iacute;brios e deseconomias, como tem sido as experi&ecirc;ncias recentes de urbaniza&ccedil;&atilde;o. Planejar o futuro da cidade, incorporando todos os setores sociais, econ&ocirc;micos e pol&iacute;ticos que a comp&otilde;e, de forma a construir um compromisso entre cidad&atilde;os e governos na dire&ccedil;&atilde;o de um projeto que inclua todos, &eacute; o desafio que o Estatuto da Cidade imp&otilde;e a todos os planos diretores (Ferrari, 1986; Cidades, 2004). Os princ&iacute;pios que norteiam o Plano Diretor est&atilde;o contidos no Estatuto da Cidade onde esse plano est&aacute; definido como instrumento b&aacute;sico para orientar a pol&iacute;tica de desenvolvimento e de ordenamento da expans&atilde;o urbana do munic&iacute;pio (Estatuto da cidade, 2002). &Eacute; obrigat&oacute;rio para munic&iacute;pios: com mais de 20 mil habitantes; integrantes de regi&otilde;es metropolitanas e aglomera&ccedil;&otilde;es urbanas; com &aacute;reas de especial interesse tur&iacute;stico; situados em &aacute;reas de influ&ecirc;ncia de empreendimentos ou atividades com significativo impacto ambiental na regi&atilde;o ou no pa&iacute;s (Cidades, 2004).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O Plano Plurianual &eacute; exigido pela Constitui&ccedil;&atilde;o Federal (Artigo 165) que estabelece o sistema or&ccedil;ament&aacute;rio federal regulado por tr&ecirc;s leis: a Lei do Plano Plurianual (PPA); a Lei de Diretrizes Or&ccedil;ament&aacute;ria (LDO); e a Lei Or&ccedil;ament&aacute;ria Anual (LOA). O PPA &eacute; de periodicidade quadrienal, avan&ccedil;ando um ano no pr&oacute;ximo governo. &Eacute; um instrumento do planejamento municipal que estabelece os objetivos, as estrat&eacute;gias e as a&ccedil;&otilde;es da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica municipal para as despesas de capital e outras delas decorrentes, bem como para as relativas aos programas de dura&ccedil;&atilde;o continuada. Dele se derivam a LDO e LOA. O Plano Plurianual Municipal (PPAM) &eacute; uma pe&ccedil;a de planejamento do munic&iacute;pio e da prefeitura de m&eacute;dio prazo para conduzir efetivamente o or&ccedil;amento e os gastos p&uacute;blicos municipais durante a sua vig&ecirc;ncia, para manter o patrim&ocirc;nio p&uacute;blico e tamb&eacute;m para elaborar investimentos coerentes com as receitas e despesas municipais. A LDO &eacute; de periodicidade anual. Estabelece um conjunto de instru&ccedil;&otilde;es em termos de normas de forma e o conte&uacute;do com que a lei or&ccedil;ament&aacute;ria de cada exerc&iacute;cio deve ser apresentada para indicar as prioridades a serem observadas em sua elabora&ccedil;&atilde;o. A LOA &eacute; de periodicidade anual e prover&aacute; os recursos necess&aacute;rios para cada a&ccedil;&atilde;o constante da LDO (Cidades, 2005; Vainer <i>et al</i>., 2005). O PPAM norteia e orienta o governo municipal quanto &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o dos programas de trabalho para o per&iacute;odo citado, ressaltando todas as obras que se pretenda realizar no per&iacute;odo, assim como tamb&eacute;m os programas de natureza continuada, como, por exemplo, aqueles relacionados com educa&ccedil;&atilde;o e sa&uacute;de. Dessa forma, qualquer a&ccedil;&atilde;o governamental municipal somente poder&aacute; ser executada durante o ano (execu&ccedil;&atilde;o or&ccedil;ament&aacute;ria) se o programa estiver adequadamente inserido no PPAM (Andrade <i>et al</i>., 2005).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b><i>1.3.</i> <i>Planejamentos municipais</i></b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O Planejamento Estrat&eacute;gico Municipal (PEM) &eacute; um processo din&acirc;mico e interativo para determina&ccedil;&atilde;o dos objetivos, estrat&eacute;gias e a&ccedil;&otilde;es do munic&iacute;pio e da prefeitura. &Eacute; elaborado por meio de diferentes e complementares t&eacute;cnicas administrativas com o total envolvimento dos atores sociais, ou seja, cidad&atilde;os, gestores das cidades e demais interessados na cidade. &Eacute; formalizado para articular pol&iacute;ticas federais, estaduais e municipais visando produzir resultados no munic&iacute;pio e gerar qualidade de vida adequada aos seus cidad&atilde;os. &Eacute; um projeto urbano global que considera os aspectos sociais, econ&ocirc;micos e territoriais. &Eacute; uma forma participativa e cont&iacute;nua de pensar o munic&iacute;pio no presente e no futuro (Rezende e Castor, 2006). Segundo Pfeiffer (2000) o PEM &eacute; um instrumento de gerenciamento que, como qualquer outro, tem um &uacute;nico prop&oacute;sito: tornar o trabalho de uma cidade ou prefeitura mais eficiente. O enfoque estrat&eacute;gico no desenvolvimento local diminui as indecis&otilde;es e favorece as transforma&ccedil;&otilde;es econ&ocirc;micas, sociais e pol&iacute;ticas nas cidades, para tratar com coer&ecirc;ncia a multiplicidade de iniciativas sobre o munic&iacute;pio, buscando um consenso entre os m&uacute;ltiplos atores (inclusive o governo) na sele&ccedil;&atilde;o de um futuro desej&aacute;vel e fact&iacute;vel (Llona <i>et al</i>., 2003). Para Lopes (1998) o PEM coordena os v&aacute;rios n&iacute;veis e fun&ccedil;&otilde;es estrat&eacute;gicas de uma cidade em um projeto global, considerando a miss&atilde;o, as estrat&eacute;gias, o or&ccedil;amento e o controle dos objetivos e das a&ccedil;&otilde;es municipais. Ainda, Motta (2004) reitera que o planejamento &eacute; uma forma de aprendizado sobre as demandas e necessidades externas e sobre a capacidade de resposta da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica municipal para revelar expectativas e refer&ecirc;ncias de valor, ess&ecirc;ncias a um grupo de trabalho.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Todo projeto deve ser elaborado com uma metodologia adequada, vi&aacute;vel, din&acirc;mica e inteligente. Como o PEM &eacute; um projeto do munic&iacute;pio, ele requer uma metodologia coletiva para sua elabora&ccedil;&atilde;o e implementa&ccedil;&atilde;o. Para Matus (1987) a metodologia deve atender a um planejamento estrat&eacute;gico situacional. De forma an&aacute;loga e embasada em diversos autores precursores, Rezende e Castor (2006) recomendam uma metodologia com fases elaboradas, com equipes multidisciplinares e com a participa&ccedil;&atilde;o efetiva do cidad&atilde;o: an&aacute;lises estrat&eacute;gicas; diretrizes estrat&eacute;gicas; estrat&eacute;gias e a&ccedil;&otilde;es municipais; e controles municipais e gest&atilde;o do planejamento.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O Planejamento de Recursos Humanos est&aacute; relacionado com a discuss&atilde;o, defini&ccedil;&atilde;o e capacita&ccedil;&atilde;o das pessoas requeridas para a elabora&ccedil;&atilde;o e implementa&ccedil;&atilde;o dos planos e planejamentos municipais. Deve ser definido o perfil profissional necess&aacute;rio pala a elabora&ccedil;&atilde;o dos planos e planejamentos municipais (incluindo os cidad&atilde;os). Num segundo momento dever&aacute; ser definido o perfil das pessoas para a implementa&ccedil;&atilde;o dos planos e planejamentos municipais (Rezende y Castor, 2006).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O Planejamento das Informa&ccedil;&otilde;es e das Tecnologias est&aacute; relacionado com a discuss&atilde;o, defini&ccedil;&atilde;o e organiza&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es e das tecnologias necess&aacute;rias para a elabora&ccedil;&atilde;o e implementa&ccedil;&atilde;o dos planos e planejamentos municipais. Essas tecnologias s&atilde;o de todos os tipos, tais como, industriais, comerciais, de servi&ccedil;os e tamb&eacute;m a tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o (Boar, 1993; Turban <i>et al</i>., 1996; Lederer e Mahaney, 1996; Rezende, 2004).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b><i>1.4.</i> <i>Sistemas de informa&ccedil;&atilde;o e tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o</i></b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Um sistema de informa&ccedil;&atilde;o prop&otilde;e como sa&iacute;da, o resultado do processamento de dados ou de recursos a serem transformados, por exemplo, informa&ccedil;&atilde;o, seja por recursos computacionais ou n&atilde;o (Stair, 1996; O&rsquo;Brien, 2001). Os sistemas de informa&ccedil;&atilde;o poder&atilde;o contribuir significativamente para a solu&ccedil;&atilde;o de muitos problemas municipais, &agrave; medida que os mesmos gerem informa&ccedil;&otilde;es efetivamente oportunas e personalizadas. Os sistemas de informa&ccedil;&atilde;o t&ecirc;m como maior objetivo o aux&iacute;lio dos processos decis&oacute;rios da prefeitura. O seu foco deve estar direcionado para os servi&ccedil;os municipais. Devem ser considerados como ferramentas para determinar fatores diferenciais da prefeitura (Rezende, 2004).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Um efetivo sistema de informa&ccedil;&atilde;o pode ter resolutividade operacional, um grande impacto nas estrat&eacute;gias municipais e no sucesso das prefeituras, beneficiando as mesmas, os cidad&atilde;os e qualquer indiv&iacute;duo ou grupo que interagir com os sistemas municipais (Stair, 1996). Os benef&iacute;cios dos SI s&atilde;o amplamente relatados e justificados na literatura e nos artigos pertinentes. Eles devem se apresentar como instrumentos geradores de fatores de solu&ccedil;&atilde;o dos problemas municipais (Freitas <i>et al</i>., 1997; Laudon e Laudon, 1996). Para facilitar as solu&ccedil;&otilde;es de problemas municipais, os sistemas de informa&ccedil;&atilde;o devem estar integrados e com rela&ccedil;&atilde;o de interdepend&ecirc;ncia entre os subsistemas envolvidos, que resultam principalmente na troca de informa&ccedil;&otilde;es entre eles. Essa integra&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m pode ser chamada de vis&atilde;o sist&ecirc;mica, abordagem sist&ecirc;mica, vis&atilde;o de floresta, engrenagem municipal, sinergia da informa&ccedil;&atilde;o ou conjunto harm&ocirc;nico das fun&ccedil;&otilde;es organizacionais. Desta forma, os sistemas de informa&ccedil;&atilde;o podem se apresentar como subsistemas de informa&ccedil;&atilde;o ou fun&ccedil;&otilde;es organizacionais, divididos em: produ&ccedil;&atilde;o ou servi&ccedil;os; comercial ou marketing; materiais ou log&iacute;stica; financeiro; jur&iacute;dico legal; recursos humanos e seus respectivos m&oacute;dulos (Rezende, 2004). Somente com a integra&ccedil;&atilde;o desses subsistemas ser&aacute; poss&iacute;vel produzir informa&ccedil;&otilde;es oportunas e personalizadas.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os n&iacute;veis das informa&ccedil;&otilde;es e das decis&otilde;es nas prefeituras podem obedecer &agrave; hierarquia padr&atilde;o existente na maioria das organiza&ccedil;&otilde;es (pir&acirc;mide organizacional). Estes n&iacute;veis s&atilde;o conhecidos como estrat&eacute;gico, t&aacute;tico e operacional. O tipo de decis&atilde;o que &eacute; tomada em cada n&iacute;vel requer diferente grau de agrega&ccedil;&atilde;o de dados e de informa&ccedil;&atilde;o. Os diferentes n&iacute;veis de decis&otilde;es requerem diferentes informa&ccedil;&otilde;es nos seus diversos tipos de produtos externados, tais como telas, relat&oacute;rios, etc. Na pr&aacute;tica n&atilde;o existe uma classifica&ccedil;&atilde;o r&iacute;gida, permitindo aos interessados e &agrave;s prefeituras, classificarem seus sistemas de diversas maneiras. Genericamente os sistemas de informa&ccedil;&atilde;o podem ser classificados em operacional, gerencial e estrat&eacute;gico (Kroenke, 1992; Kendall e Kendall, 1992; Bio, 1993; Stair, 1996; Freitas <i>et al</i>., 1997; Laudon e Laudon, 1996). A principal diferen&ccedil;a entre os sistemas de informa&ccedil;&atilde;o nessa classifica&ccedil;&atilde;o est&aacute; na forma de apresenta&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es para seus usu&aacute;rios. Os Sistemas de Informa&ccedil;&atilde;o Operacionais fornecem informa&ccedil;&otilde;es no seu detalhe. Os Sistemas de Informa&ccedil;&atilde;o Gerenciais disponibilizam informa&ccedil;&otilde;es agrupadas ou sintetizadas. E os Sistemas de Informa&ccedil;&atilde;o Estrat&eacute;gicos possibilitam as compara&ccedil;&otilde;es das informa&ccedil;&otilde;es tanto no meio ambiente interno da prefeitura e externo entre outros munic&iacute;pios, inclusive gerando indicadores e alguns conhecimentos.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Outro modo de classificar os sistemas de informa&ccedil;&atilde;o &eacute; segundo a abrang&ecirc;ncia das prefeituras. Desta forma, existem os sistemas nos n&iacute;veis: pessoal; de grupo (ou departamental); organizacional; e interorganizacionais, nos quais se enquadram os sistemas globais de informa&ccedil;&atilde;o, envolvendo v&aacute;rias prefeituras de diferentes cidades (Kroenke, 1992).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o pode ser conceituada como recursos tecnol&oacute;gicos e computacionais para guarda de dados, gera&ccedil;&atilde;o e uso da informa&ccedil;&atilde;o. Est&aacute; fundamentada nos seguintes componentes: hardware e seus dispositivos e perif&eacute;ricos; software e seus recursos; sistemas de telecomunica&ccedil;&otilde;es; gest&atilde;o de dados e informa&ccedil;&otilde;es (Stair, 1996; Turban <i>et al</i>., 1996).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os sistemas de telecomunica&ccedil;&otilde;es e seus respectivos recursos s&atilde;o subsistemas especiais do sistema de informa&ccedil;&atilde;o global das organiza&ccedil;&otilde;es. As comunica&ccedil;&otilde;es podem ser definidas como as transmiss&otilde;es de sinais por um meio qualquer, de um emissor para um receptor. As telecomunica&ccedil;&otilde;es se referem &agrave; transmiss&atilde;o eletr&ocirc;nica de sinais para comunica&ccedil;&otilde;es. As comunica&ccedil;&otilde;es de dados s&atilde;o um subconjunto especializado de telecomunica&ccedil;&otilde;es que se referem &agrave; coleta, processamento e distribui&ccedil;&atilde;o eletr&ocirc;nica de dados, normalmente entre os dispositivos de hardware de computadores.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A gest&atilde;o de dados e informa&ccedil;&otilde;es compreende as atividades de guarda e recupera&ccedil;&atilde;o de dados, n&iacute;veis e controle de acesso das informa&ccedil;&otilde;es (Norton, 1996). Requerendo para essa gest&atilde;o um completo plano de conting&ecirc;ncia e um plano de seguran&ccedil;a de dados e informa&ccedil;&otilde;es. Todos estes componentes interagem e necessitam do componente fundamental que &eacute; o recurso humano (Boar, 1993).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Quanto &agrave;s tecnologias da informa&ccedil;&atilde;o aplicadas &agrave; gera&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es oportunas e conhecimentos organizacionais personalizados, podem ser destacadas: <i>executive information systems</i>; <i>enterprise resource planning</i>; sistemas de apoio a decis&otilde;es; sistemas gerenciadores de banco de dados; <i>data warehouse</i>; intelig&ecirc;ncia artificial; sistemas especialistas; <i>data mining</i>; <i>database marketing</i>; recursos da <i>internet</i> e portais; automa&ccedil;&atilde;o de escrit&oacute;rios; recursos <i>on&#45;line analytic processing</i> e <i>on&#45;line transaction processing</i>; gerenciamento eletr&ocirc;nico de documentos; <i>groupware</i>; <i>workflow</i> e automa&ccedil;&atilde;o de processos; software de <i>business intelligence</i>; ferramentas de apoio &agrave; inova&ccedil;&atilde;o e produtos; software espec&iacute;fico; entre diversas outras (Stair, 1996; Laudon e Laudon, 1996; O&rsquo;Brien, 2001).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O Planejamento Estrat&eacute;gico da Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o (PETI) &eacute; um processo din&acirc;mico e interativo para estruturar estrat&eacute;gica, t&aacute;tica e operacionalmente as informa&ccedil;&otilde;es organizacionais, os sistemas de informa&ccedil;&atilde;o, a tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o (e seus recursos: hardware, software, sistemas de telecomunica&ccedil;&otilde;es, gest&atilde;o de dados e informa&ccedil;&otilde;es), as pessoas envolvidas e a infra&#45;estrutura necess&aacute;ria para o atendimento de todas as decis&otilde;es, a&ccedil;&otilde;es e respectivos processos da organiza&ccedil;&atilde;o (Premkumar e King, 1992; Boar, 1993; Turban <i>et al</i>., 1996; Lederer e Mahaney, 1996; Stair, 1996; Rezende, 2004).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O alinhamento entre o PETI e os planos e planejamentos municipais pode se constituir a partir das satisfat&oacute;rias rela&ccedil;&otilde;es verticais, horizontais, transversais, din&acirc;micas e sin&eacute;rgicas das fun&ccedil;&otilde;es municipais e os recursos da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o. A integra&ccedil;&atilde;o ou o alinhamento pode promover o ajuste ou a adequa&ccedil;&atilde;o operacional e estrat&eacute;gica das tecnologias dispon&iacute;veis de todo Munic&iacute;pio, como uma ferramenta de gest&atilde;o municipal contemplada pelos conceitos de qualidade, produtividade, efetividade, modernidade, perenidade, rentabilidade, intelig&ecirc;ncia competitiva e intelig&ecirc;ncia municipal (Rockart e Morton, 1984; Henderson e Venkatraman, 1993; Boar, 1993; Rezende, 2004).</font></p>  	    <p align="justify">&nbsp;</p> 	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>2. Metodologia da pesquisa</b></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">A metodologia de pesquisa empregada se constitui numa abordagem de natureza aplicada numa realidade circunstancial, favorecendo o m&eacute;todo indutivo das experi&ecirc;ncias vivenciadas dos autores pesquisadores, tanto em projetos de assessoramento e pesquisa&#45;a&ccedil;&atilde;o em cidades como em projetos acad&ecirc;micos em sala de aula de gradua&ccedil;&atilde;o e mestrado (Nachmias e Nachmias, 1987; Gil, 1999). Foi aplicada porque gerou novos conhecimentos &uacute;teis para o avan&ccedil;o da ci&ecirc;ncia e para verifica&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica dirigidos &agrave; solu&ccedil;&atilde;o ou facilita&ccedil;&atilde;o de problemas relativos &agrave;s vari&aacute;veis do estudo de caso m&uacute;ltiplo (Marconi e Lakatos, 1996).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os procedimentos metodol&oacute;gicos foram divididos em duas fases. Na primeira fase teve &ecirc;nfase na abordagem explorat&oacute;ria e qualitativa. Do ponto de vista de seus objetivos, a pesquisa foi explorat&oacute;ria, quando elaborou o levantamento bibliogr&aacute;fico, a pesquisa documental e a defini&ccedil;&atilde;o do protocolo de pesquisa com suas diferentes vari&aacute;veis para posteriormente analisar a realidade das cidades pesquisadas (Gil, 1999). No que diz respeito &agrave; forma da abordagem do problema, essa pesquisa foi qualitativa, pois descreveu as quest&otilde;es din&acirc;micas dos planos e planejamentos municipais, dos sistemas de informa&ccedil;&atilde;o e recursos da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o e da gest&atilde;o, por meio de um <i>survey</i> em 52 cidades. Contextualizadas desde a fundamenta&ccedil;&atilde;o te&oacute;rica at&eacute; a avalia&ccedil;&atilde;o do estado da arte dos temas em quest&atilde;o. Dessa forma, foram utilizados fen&ocirc;menos qualitativos descritos e suas diversas vari&aacute;veis, n&atilde;o necessariamente traduzidas somente em n&uacute;meros quantitativos ou em processos estritamente met&oacute;dicos (Nachmias e Nachmias, 1987).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A segunda fase da pesquisa contemplou principalmente as abordagens descritiva e quantitativa e o estudo de caso nas 14 cidades. No tocante aos seus objetivos, foi descritiva quando descreveu a an&aacute;lise das vari&aacute;veis que estabeleceram as rela&ccedil;&otilde;es entre os planos e planejamentos municipais, os sistemas de informa&ccedil;&atilde;o e os recursos da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o e a gest&atilde;o de 14 cidades. E tamb&eacute;m na observa&ccedil;&atilde;o da real experi&ecirc;ncia quando da realiza&ccedil;&atilde;o do estudo de caso nas 14 cidades, abordando os aspectos de descri&ccedil;&atilde;o, registro, an&aacute;lise e interpreta&ccedil;&atilde;o das vari&aacute;veis constantes no protocolo da pesquisa (Marconi e Lakatos, 1996). Quanto &agrave; forma da abordagem do problema, a pesquisa teve sua pequena vertente quantitativa, de car&aacute;ter interpretativo, a partir da an&aacute;lise das vari&aacute;veis das cidades pesquisadas (Gil, 1999). A segunda fase da pesquisa evidenciou o estudo de caso em 14 pequenas cidades ga&uacute;chas explorando fen&ocirc;menos com base em diferentes &acirc;ngulos (Roesch, 1999; Yin, 1994).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Essa pesquisa mesclou abordagens justificadas pelo ecletismo e integra&ccedil;&atilde;o de m&eacute;todos de pesquisa indissoci&aacute;veis (Nachmias e Nachmias, 1987; Vergara, 2005).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b><i>2.1.</i> <i>Fases das pesquisas</i></b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A metodologia da pesquisa foi dividida em duas fases para que seus dois objetivos fossem alcan&ccedil;ados, onde foram trabalhados determinados passos (prepara&ccedil;&atilde;o para a pesquisa; fundamenta&ccedil;&atilde;o te&oacute;rica; organiza&ccedil;&atilde;o para o estudo de caso; an&aacute;lise e documenta&ccedil;&atilde;o) os quais definiram os objetivos, as atividades elaboradas e os resultados auferidos.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Com a primeira fase realizada foi poss&iacute;vel mostrar a import&acirc;ncia e necessidade dos planos e planejamentos municipais, dos sistemas de informa&ccedil;&atilde;o e recursos da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o e da gest&atilde;o de 52 cidades, fundamentando e definindo as vari&aacute;veis para a integra&ccedil;&atilde;o desses construtos. O per&iacute;odo de realiza&ccedil;&atilde;o dessas atividades foi durante o ano de 2004 e o primeiro semestre de 2005.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A segunda fase da pesquisa enfatizou a realiza&ccedil;&atilde;o de um estudo de caso em 14 pequenas cidades ga&uacute;chas para mostrar as rela&ccedil;&otilde;es propostas. O per&iacute;odo de realiza&ccedil;&atilde;o dessas atividades foi durante o segundo semestre de 2005 e in&iacute;cio de 2006.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Ambas as fases s&atilde;o partes integrantes de uma pesquisa mais ampla que estuda a pr&aacute;ticas das aplica&ccedil;&otilde;es dos sistemas de informa&ccedil;&atilde;o e dos recursos da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o e suas contribui&ccedil;&otilde;es no planejamento e na gest&atilde;o estrat&eacute;gica de cidades brasileiras e internacionais. Essas atividades fazem parte de um projeto de pesquisa de um programa de mestrado.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b><i>2.2.</i> <i>Protocolo da pesquisa</i></b></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">O delineamento da pesquisa determina o que deve ser pesquisado e o que dever ser analisado (Roesch, 1999: 126). Para que a an&aacute;lise dos dados levantados fosse viabilizada, foi necess&aacute;rio pesquisar e definir vari&aacute;veis (ou crit&eacute;rios) para direcionar e interpretar os seus resultados. Essas vari&aacute;veis s&atilde;o partes fundamentais do protocolo da pesquisa. Nesse protocolo foi estabelecida uma rela&ccedil;&atilde;o entre os construtos e respectivas vari&aacute;veis com os autores que fundamentaram as vari&aacute;veis e respectivas perguntas constantes nos roteiros utilizados na pesquisa. Cada vari&aacute;vel continha perguntas, as quais determinaram a forma de medi&ccedil;&atilde;o.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os instrumentos de coleta de dados da pesquisa foram: roteiro de levantamento de dados; roteiro de entrevistas; entrevistas; e observa&ccedil;&otilde;es assistem&aacute;ticas. Os roteiros foram organizados e estruturados a partir da fundamenta&ccedil;&atilde;o te&oacute;rica e das experi&ecirc;ncias vivenciadas dos pesquisadores. Foram cuidadosamente analisados por professores, pesquisadores e profissionais da &aacute;rea, para corroborar com sua confiabilidade e validabilidade. Estavam estruturados em: dados da cidade; identifica&ccedil;&atilde;o do respondente; frases ou perguntas fechadas e abertas, divididas nos construtos do protocolo da pesquisa. A observa&ccedil;&atilde;o assistem&aacute;tica se consistiu no registro de fatos da realidade, elaborada de maneira espont&acirc;nea conforme os fatos e atividades de pesquisa ocorreram (Marconi e Lakatos, 1996; Gil, 1999).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A unidade de observa&ccedil;&atilde;o para as entrevistas foi constitu&iacute;da pelos integrantes das equipes internas de servidores p&uacute;blicos municipais das cidades, mais direcionadas &agrave;s Secretarias Municipais de Planejamento e &agrave;s Unidades de Planejamento e de Inform&aacute;tica. A amostra do estudo de caso foi definida em fun&ccedil;&atilde;o da acessibilidade por conveni&ecirc;ncia (Gil, 1999, p. 104).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O protocolo da pesquisa foi dividido em construtos: unidade ou departamento da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o ou inform&aacute;tica; hardware; software; sistemas de telecomunica&ccedil;&atilde;o; gest&atilde;o de dados e informa&ccedil;&atilde;o; sistemas de informa&ccedil;&atilde;o; planos e planejamentos municipais; e contribui&ccedil;&otilde;es e alinhamento dos sistemas de informa&ccedil;&atilde;o e da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o aos planos e planejamentos municipais.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Cada um dos construtos foi desmembrado em vari&aacute;veis. A <i>Unidade ou Departamento da Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o ou Inform&aacute;tica</i> com as vari&aacute;veis: subordina&ccedil;&atilde;o da unidade; exist&ecirc;ncia de instituto externo &agrave; prefeitura; n&uacute;mero de servidores p&uacute;blicos municipais; n&uacute;mero de prestadores de servi&ccedil;os; percentual (ou valores) de arrecada&ccedil;&atilde;o destinado &agrave; tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o; treinamentos de tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o para os t&eacute;cnicos da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o; e treinamentos de tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o para os usu&aacute;rios (servidores p&uacute;blicos municipais). O <i>Hardware</i> com as vari&aacute;veis: n&uacute;mero de computadores na prefeitura, secretarias municipais e demais &oacute;rg&atilde;os municipais; e tipos de computadores. O <i>Software</i> com as vari&aacute;veis: sistema operacional; linguagens de programa&ccedil;&atilde;o; e outras tecnologias. Os <i>Sistemas de Telecomunica&ccedil;&atilde;o</i> com as vari&aacute;veis: software de rede; e tipo de cabeamento e equipamentos. A <i>Gest&atilde;o de Dados e Informa&ccedil;&atilde;o</i> com as vari&aacute;veis: c&oacute;pias dos dados (<i>backup</i>); recupera&ccedil;&otilde;es dos dados (<i>restore</i>); senhas para acesso aos dados dos sistemas; e n&iacute;veis de navega&ccedil;&atilde;o nas informa&ccedil;&otilde;es dos sistemas. Os <i>Sistemas de Informa&ccedil;&atilde;o</i> com as vari&aacute;veis: sistemas municipais informatizados; integra&ccedil;&atilde;o dos sistemas municipais; sistemas gerenciais e estrat&eacute;gicos; e sistemas de governo eletr&ocirc;nico (e&#45;gov) ou portal municipal. Os <i>Planos e Planejamentos Municipais</i> com as vari&aacute;veis: Plano Plurianual Municipal; Plano Diretor Municipal; Planejamento Estrat&eacute;gico Municipal; Planejamento Estrat&eacute;gico dos Sistemas de Informa&ccedil;&atilde;o e da Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o; Planejamento dos Recursos Humanos (servidores p&uacute;blicos municipais); Integra&ccedil;&atilde;o ou alinhamento entre os planejamentos e planos municipais; e fatores que sustentam a integra&ccedil;&atilde;o entre os planejamentos e planos municipais. E finalmente o construto <i>Contribui&ccedil;&otilde;es e Alinhamento dos Sistemas de Informa&ccedil;&atilde;o e da Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o</i> aos planos e planejamentos municipais com a vari&aacute;vel: formas de contribui&ccedil;&atilde;o.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Cada uma dessas vari&aacute;veis possui seus respectivos autores fundamentados.</font></p>  	    <p align="justify">&nbsp;</p> 	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>3. As cidades envolvidas da regi&atilde;o do m&eacute;dio alto Uruguai do estado do rio grande do sul e as suas peculiaridades</b></font></p>      <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Foram descritas algumas caracter&iacute;sticas da regionaliza&ccedil;&atilde;o no Estado do Rio Grande do Sul e as especificidades da Regi&atilde;o do M&eacute;dio Alto Uruguai e destacados, de forma sucinta, alguns aspectos e indicadores econ&ocirc;micos, sociais, hist&oacute;ricos e culturais.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b><i>3.1.</i> <i>O Brasil e suas regi&otilde;es</i></b></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">As Regi&otilde;es do Brasil s&atilde;o divis&otilde;es que t&ecirc;m car&aacute;ter legal e que foram propostas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE, 2007) em 1969. O IBGE levou em considera&ccedil;&atilde;o apenas aspectos naturais na divis&atilde;o do pa&iacute;s, como clima, relevo, vegeta&ccedil;&atilde;o e hidrografia; por essa raz&atilde;o, as regi&otilde;es tamb&eacute;m s&atilde;o conhecidas como &laquo;regi&otilde;es naturais do Brasil&raquo;. H&aacute; uma pequena exce&ccedil;&atilde;o com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; regi&atilde;o Sudeste, que foi criada levando&#45;se parcialmente em conta aspectos humanos (desenvolvimento industrial e urbano). Cada uma dessas divis&otilde;es &eacute; composta por uma regi&atilde;o, e as regi&otilde;es brasileiras s&atilde;o: Centro&#45;Oeste; Nordeste; Norte; Sudeste; e Sul. Regi&atilde;o Centro&#45;Oeste, que se comp&otilde;e dos estados: Goi&aacute;s, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e do Distrito Federal. Possui um territ&oacute;rio de 1.604.852 km2 (18,9% do territ&oacute;rio nacional). Sua popula&ccedil;&atilde;o &eacute; de cerca de 12 milh&otilde;es de habitantes. Regi&atilde;o Nordeste, que se comp&otilde;e dos estados: Maranh&atilde;o, Piau&iacute;, Cear&aacute;, Rio Grande do Norte, Para&iacute;ba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. Possui um territ&oacute;rio de 1.556.001 km2 (18,2% do territ&oacute;rio nacional), dentro dos quais est&aacute; localizado o Pol&iacute;gono das secas. Sua popula&ccedil;&atilde;o &eacute; pouco superior a 50 milh&otilde;es de habitantes. Regi&atilde;o Norte, que se comp&otilde;e dos estados: Acre, Amazonas, Roraima, Rond&ocirc;nia, Par&aacute;, Amap&aacute; e Tocantins. Possui um territ&oacute;rio de 3.851.560 km2 (45,2% do territ&oacute;rio nacional), e uma popula&ccedil;&atilde;o pouco superior a 14 milh&otilde;es de habitantes &#150; o que faz dela a regi&atilde;o com menor densidade demogr&aacute;fica. Regi&atilde;o Sudeste, que se comp&otilde;e dos estados: Minas Gerais, Esp&iacute;rito Santo, Rio de Janeiro e S&atilde;o Paulo. Possui um territ&oacute;rio de 927.286 km2 (10,6% do territ&oacute;rio nacional). Sua popula&ccedil;&atilde;o &eacute; de cerca de 77 milh&otilde;es de habitantes. Regi&atilde;o Sul, que se comp&otilde;e dos estados: Paran&aacute;, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Possui um territ&oacute;rio de 575.316 km<sup>2</sup> (6,8% do territ&oacute;rio nacional) e sua popula&ccedil;&atilde;o &eacute; de mais de 26 milh&otilde;es de habitantes.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b><i>3.2.</i> <i>A regionaliza&ccedil;&atilde;o no Estado do Rio Grande do Sul</i></b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">No contexto da descentraliza&ccedil;&atilde;o, participa&ccedil;&atilde;o e regionaliza&ccedil;&atilde;o deflagrada a partir da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal de 1998 e da Constitui&ccedil;&atilde;o Estadual de 1989, foi propiciada uma participa&ccedil;&atilde;o maior da sociedade civil na defini&ccedil;&atilde;o das pol&iacute;ticas de desenvolvimento. Assim, surgiram no Rio Grande do Sul os Conselhos Regionais de Desenvolvimento (Coredes) como uma nova proposta de regionaliza&ccedil;&atilde;o e a&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tico&#45;administrativa visando ao desenvolvimento. Segundo Siedenberg, Saad e Senger (2005: 212), os Coredes surgem no intuito de "promover o desenvolvimento regional harm&ocirc;nico e sustent&aacute;vel; integrar os recursos e as a&ccedil;&otilde;es do governo na regi&atilde;o; melhorar a qualidade de vida da popula&ccedil;&atilde;o; distribuir de forma eq&uuml;itativa a riqueza produzida; estimular a perman&ecirc;ncia da popula&ccedil;&atilde;o em sua regi&atilde;o e preservar e recuperar o meio ambiente". Os Coredes configuram uma das principais inst&acirc;ncias de planejamento e desenvolvimento regional. Tais conselhos foram criados no Estado do Rio Grande do Sul por meio da Lei Estadual n.10.238/94 e constituem&#45;se em f&oacute;rum de discuss&atilde;o e decis&atilde;o a respeito de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e a&ccedil;&otilde;es que fomentem o desenvolvimento com sustentabilidade. Sua miss&atilde;o &eacute; ser espa&ccedil;o plural e aberto de constru&ccedil;&atilde;o de parcerias sociais e econ&ocirc;micas, em n&iacute;vel regional, atrav&eacute;s da articula&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica dos interesses locais e setoriais em torno de estrat&eacute;gias pr&oacute;prias e espec&iacute;ficas de desenvolvimento para as regi&otilde;es do Rio Grande do Sul.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Segundo Codemau (2005: 7) os objetivos dos COREDES s&atilde;o: formular e executar estrat&eacute;gias regionais, consolidando&#45;as em planos estrat&eacute;gicos de desenvolvimento regional; avan&ccedil;ar a participa&ccedil;&atilde;o social cidad&atilde;, combinando m&uacute;ltiplas formas de democracia direta com representa&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica; constituir&#45;se em inst&acirc;ncia de regionaliza&ccedil;&atilde;o das estrat&eacute;gias e das a&ccedil;&otilde;es do Executivo, Legislativo e Judici&aacute;rio, do Rio Grande do Sul, conforme estabelece a Constitui&ccedil;&atilde;o do Estado; avan&ccedil;ar na constru&ccedil;&atilde;o de espa&ccedil;os p&uacute;blicos de controle social dos mercados e dos mais diversos aparelhos do Estado; conquistar e estimular a crescente participa&ccedil;&atilde;o social cidad&atilde; na defini&ccedil;&atilde;o dos rumos do processo de desenvolvimento; intensificar o processo de constru&ccedil;&atilde;o de uma organiza&ccedil;&atilde;o social pr&oacute;&#45;desenvolvimento regional; difundir a filosofia e a pr&aacute;tica cooperativa de se pensar e fazer o desenvolvimento regional em parceria. Os princ&iacute;pios que norteiam os trabalhos de organiza&ccedil;&atilde;o e formula&ccedil;&atilde;o de planos de desenvolvimento regional nos Coredes, segundo o Codemau (2005: 8), s&atilde;o: promo&ccedil;&atilde;o de desenvolvimento regional; autonomia; pluralidade e identifica&ccedil;&atilde;o de consensos; confian&ccedil;a, coopera&ccedil;&atilde;o e formula&ccedil;&atilde;o de parcerias; integra&ccedil;&atilde;o, articula&ccedil;&atilde;o e consolida&ccedil;&atilde;o das identidades regionais; busca da regionaliza&ccedil;&atilde;o das pol&iacute;ticas de desenvolvimento; aumento permanente da representatividade e da organiza&ccedil;&atilde;o e apoio &agrave; continuidade das pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de interesse regional. A miss&atilde;o, vis&atilde;o e princ&iacute;pios pr&eacute;&#45;estabelecidos pautam as atividades do Codemau (2005: 11) em: promover a participa&ccedil;&atilde;o de todos os segmentos da sociedade regional no diagn&oacute;stico de suas necessidades e potencialidades para a formula&ccedil;&atilde;o e implementa&ccedil;&atilde;o das pol&iacute;ticas de desenvolvimento integrado da regi&atilde;o; manter espa&ccedil;o permanente de participa&ccedil;&atilde;o democr&aacute;tica, resgatando a cidadania, atrav&eacute;s da valoriza&ccedil;&atilde;o da a&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica; constituir&#45;se em inst&acirc;ncia de regionaliza&ccedil;&atilde;o do or&ccedil;amento do Estado, conforme estabelece o Art. 149, par&aacute;grafo 8 da Constitui&ccedil;&atilde;o do Estado; orientar e acompanhar de forma sistem&aacute;tica o desempenho das a&ccedil;&otilde;es do Governo Estadual e Federal na regi&atilde;o; respaldar as a&ccedil;&otilde;es do Governo do Estado na busca de maior participa&ccedil;&atilde;o nas decis&otilde;es nacionais.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Atualmente, existem 24 Coredes constitu&iacute;dos no Estado. Entre eles est&aacute; o Coredes M&eacute;dio Alto Uruguai, tamb&eacute;m chamado de Codemau, o qual abrange a &aacute;rea dos munic&iacute;pios objeto dessa pesquisa e compreende os munic&iacute;pios do extremo norte do Estado do Rio Grande do Sul. Faz divisa com o Estado de Santa Catarina (<a href="#f1">Figura 1</a>), possui 173.080 habitantes, distribu&iacute;dos numa &aacute;rea de 5.258,0 km&sup2;, configurando uma densidade demogr&aacute;fica de 32,91 hab/km&sup2; (Fee, 2004). Configura algo em torno de 2 % do total do territ&oacute;rio ga&uacute;cho. Nesse espa&ccedil;o est&atilde;o distribu&iacute;dos 30 (ou 6 % dos 496) munic&iacute;pios ga&uacute;chos. Em fun&ccedil;&atilde;o destas propor&ccedil;&otilde;es decorre a exist&ecirc;ncia de munic&iacute;pios de pequeno porte no que diz respeito &agrave; sua dimens&atilde;o geogr&aacute;fica.</font></p> 	    <p align="center"><a name="f1"></a></p> 	    <p align="center"><img src="/img/revistas/est/v8n28/a4f1.jpg"></p>      <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A popula&ccedil;&atilde;o das cidades envolvidas (ou munic&iacute;pios) nesta an&aacute;lise representa, em conjunto, 61,18% dos habitantes da Regi&atilde;o do M&eacute;dio Alto Uruguai, o que configura uma amostra razo&aacute;vel de investiga&ccedil;&atilde;o. A principal caracter&iacute;stica econ&ocirc;mica &eacute; a predomin&acirc;ncia de minif&uacute;ndios e agricultura familiar. A menor cidade possui 2.365 habitantes e a maior possui 12.818 habitantes. O n&uacute;mero m&eacute;dio de servidores p&uacute;blicos municipais &eacute; de 196,1 pessoas. O valor m&eacute;dio de arrecada&ccedil;&atilde;o anual &eacute; de R$ 4.159.270,57.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O Codemau iniciou suas atividades em 1992, abrange 30 munic&iacute;pios e soma uma popula&ccedil;&atilde;o de 173.080 habitantes (FEE, 2004). Sua sede est&aacute; localizada junto a URI&#45;Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Miss&otilde;es em Frederico Westphalen, a qual est&aacute; dotada de log&iacute;stica, equipe de assessores e colaboradores para atender &agrave; miss&atilde;o e aos objetivos e demandas regionais anteriormente explicitadas.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Segundo Bernardes (1997), o Rio Grande do Sul foi a derradeira parte do Brasil a ser povoada e, dentro do Rio Grande do</font> <font face="verdana" size="2">Sul, o extremo norte foi a &uacute;ltima regi&atilde;o que despertou interesse pela explora&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica, basicamente em fun&ccedil;&atilde;o do relevo e da vegeta&ccedil;&atilde;o oferecer maiores dificuldades de ocupa&ccedil;&atilde;o do territ&oacute;rio. Isso explica porque a regi&atilde;o do M&eacute;dio Alto Uruguai foi considerada, por um bom tempo, como uma das regi&otilde;es mais atrasadas do Rio Grande do Sul. Apesar de essa realidade estar se alterando, ainda h&aacute; um longo caminho para trilhar, pois existem entraves consider&aacute;veis. Contudo, muitos avan&ccedil;os aconteceram ao longo dos anos e pode&#45;se considerar que grande parte s&atilde;o conquistas resultantes da articula&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria sociedade e das parcerias estabelecidas entre as institui&ccedil;&otilde;es de ensino. Principalmente a Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Miss&otilde;es (URI), as Prefeituras Municipais, o Codemau&#45;Conselho de Desenvolvimento do M&eacute;dio Alto Uruguai, as C&acirc;maras de Vereadores, as Organiza&ccedil;&otilde;es Governamentais e N&atilde;o&#45;Governamentais, o Governo do Estado e o Governo Federal. Atrav&eacute;s de programas governamentais, v&aacute;rias a&ccedil;&otilde;es, visando ao desenvolvimento regional, est&atilde;o sendo realizadas com a participa&ccedil;&atilde;o de diferentes segmentos, estimulando a coopera&ccedil;&atilde;o e a integra&ccedil;&atilde;o entre os munic&iacute;pios da regi&atilde;o.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">Em compara&ccedil;&atilde;o com outras regi&otilde;es do Estado, constata&#45;se que a regi&atilde;o do M&eacute;dio Alto Uruguai possui um baixo dinamismo comercial e industrial e oferece escassas oportunidades de trabalho nestes dois setores, ocasionando a migra&ccedil;&atilde;o de pessoas para &aacute;reas industrializadas do Estado do Rio Grande do Sul e at&eacute; mesmo para outras regi&otilde;es do pa&iacute;s. Contudo, a regi&atilde;o vem se destacando pela crescente explora&ccedil;&atilde;o da diversidade de bens naturais. H&aacute; um grande potencial em &aacute;guas minerais, pedras preciosas, lama medicinal, matas, cachoeiras e rios. Com base nesse contexto, o CODEMAU vem promovendo iniciativas de fomento ao turismo na regi&atilde;o, principalmente nos munic&iacute;pios de Ametista do Sul, Ira&iacute;, Frederico Westphalen e Vicente Dutra.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b><i>3.3.</i> <i>Indicadores das cidades</i></b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Dos quatorze munic&iacute;pios selecionados para o estudo, nenhum apresenta o indicador de desenvolvimento s&oacute;cio econ&ocirc;mico (IDESE) acima da m&eacute;dia do estado do Rio Grande do Sul durante os anos avaliados (1991, 2000, 2001, 2002, 2003), que em 2003 obteve um IDESE de 0,757 (<a href="/img/revistas/est/v8n28/a4c6.jpg" target="_blank">Quadro 6</a>). Como o indicador de desenvolvimento s&oacute;cio&#45;econ&ocirc;mico (IDESE) &eacute; uma m&eacute;dia aritm&eacute;tica dos indicadores relacionados &agrave; educa&ccedil;&atilde;o, renda, saneamento e sa&uacute;de, considera&#45;se que seus pesos s&atilde;o proporcionais. Para cada indicador, os 496 munic&iacute;pios do Rio Grande do Sul s&atilde;o ordenados de forma decrescente, s&atilde;o divididos em <i>quartis</i> conforme o seguinte quadro:</font>	</p> 	    <p align="center"><img src="/img/revistas/est/v8n28/a4c1.jpg"></p>  	     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Neste sentido, os munic&iacute;pios analisados, considerando o IDESE, dois (Vista Alegre e Rodeio Bonito) est&atilde;o no segundo quartil; tr&ecirc;s no terceiro quartil (Pinhal, Nonoai e Cerro Grande) e; nove no quarto quartil (Dois Irm&atilde;os das Miss&otilde;es, Seberi, Liberato Salzano, Pinheirinho do Vale, Novo Tirandentes, Alpestre, Jaboticaba, Tr&ecirc;s Palmeiras e Palmitinho).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b><i>3.3.1.</i> <i>Educa&ccedil;&atilde;o</i></b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Em 1991, somente dois munic&iacute;pios, Rodeio Bonito (0,773) e Seberi (0,768), estavam com o indicador de educa&ccedil;&atilde;o acima da m&eacute;dia estadual (0,765), todos os demais munic&iacute;pios estavam com o indicador educa&ccedil;&atilde;o abaixo. Em 2003, os dois munic&iacute;pios mantiveram suas posi&ccedil;&otilde;es na regi&atilde;o do MAU, com a inclus&atilde;o do munic&iacute;pio de Novo Tiradentes na terceira posi&ccedil;&atilde;o. No entanto, houve uma pequena melhora em todos os munic&iacute;pios, mas n&atilde;o de forma suficiente, sendo que todos, com exce&ccedil;&atilde;o de Rodeio Bonito, foram rebaixados no posicionamento em rela&ccedil;&atilde;o aos demais munic&iacute;pios do Estado do Rio Grande do Sul (<a href="/img/revistas/est/v8n28/a4c2.jpg" target="_blank">Quadro 2</a>). O <a href="/img/revistas/est/v8n28/a4c2.jpg" target="_blank">Quadro 2</a> representa a evolu&ccedil;&atilde;o do indicador Educa&ccedil;&atilde;o e, considerando o indicador para todos os munic&iacute;pios do estado, Rodeio Bonito obteve um desempenho excepcional, pois em 1991 estava na nonag&eacute;sima primeira coloca&ccedil;&atilde;o e em 2003 saltou para quinto lugar. Esta melhora significativa n&atilde;o encontra paralelos nos demais indicadores e n&atilde;o s&atilde;o explicados por eles. Apesar da melhora do indicador em todos, com destaque para os munic&iacute;pios de Rodeio Bonito, que saltou da nonag&eacute;sima primeira posi&ccedil;&atilde;o para quinta posi&ccedil;&atilde;o em 2003, e de Novo Tiradentes, que saiu da posi&ccedil;&atilde;o 275 em 2000, para 222 em 2003, Palmitinho ficou na posi&ccedil;&atilde;o 495, entre os 496 munic&iacute;pios do Rio Grande do Sul. O que se percebe &eacute; que o indicador de Educa&ccedil;&atilde;o mant&eacute;m tend&ecirc;ncia de crescimento nos per&iacute;odos observados.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b><i>3.3.2.</i> <i>Renda</i></b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Entre 1991 e 2003, os munic&iacute;pios Vista Alegre, Dois Irm&atilde;os das Miss&otilde;es, Seberi, Nonoai, Alpestre e Rodeio Bonito, tiveram seus indicadores melhorados, inclusive subiram no posicionamento entre os demais munic&iacute;pios do Rio Grande do Sul (<a href="/img/revistas/est/v8n28/a4c3.jpg" target="_blank">Quadro 3</a>). No mesmo per&iacute;odo, os munic&iacute;pios Pinhal, Tr&ecirc;s Palmeiras, Jaboticaba, Cerro Grande, Liberato Salzano, Pinheirinho do Vale, Novo Tiradentes, melhoraram o indicador, por&eacute;m, pioraram seu posicionamento em rela&ccedil;&atilde;o aos demais munic&iacute;pios do Rio Grande do Sul. Palmitinho foi exce&ccedil;&atilde;o, pois seu indicador de Renda piorou, rebaixando sua posi&ccedil;&atilde;o de 310 para 486. O indicador de Renda obteve, em 2003, um crescimento anual (1,45%) em rela&ccedil;&atilde;o aos anos anteriores, sendo que, junto com o indicador de Educa&ccedil;&atilde;o, foi o respons&aacute;vel pela melhora do IDESE neste ano.</font></p>       <p align="left"><font face="verdana" size="2"><b><i>3.3.3.</i> <i>Saneamento</i></b></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">Com exce&ccedil;&atilde;o de Seberi, os demais munic&iacute;pios melhoraram seus indicadores de saneamento. Por&eacute;m, esta melhora n&atilde;o foi significativa, posicionando os munic&iacute;pios da regi&atilde;o avaliada entre os piores do Rio Grande do Sul (<a href="/img/revistas/est/v8n28/a4c4.jpg" target="_blank">Quadro 4</a>).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b><i>3.3.4.</i> <i>Sa&uacute;de</i></b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Para este indicador, todos os munic&iacute;pios obtiveram ligeira queda e pioraram seus posicionamentos em rela&ccedil;&atilde;o aos demais munic&iacute;pios do Rio Grande do Sul (<a href="/img/revistas/est/v8n28/a4c5.jpg" target="_blank">Quadro 5</a>), apesar da melhora dos indicadores de Educa&ccedil;&atilde;o e Renda.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b><i>3.3.5.</i> <i>Idese</i></b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Neste indicador, apesar de todos os munic&iacute;pios da regi&atilde;o terem melhorado, somente Vista Alegre melhorou seu posicionamento em rela&ccedil;&atilde;o aos demais munic&iacute;pios do Rio Grande do Sul. Os outros pioraram (<a href="/img/revistas/est/v8n28/a4c6.jpg" target="_blank">Quadro 6</a>). N&atilde;o foi poss&iacute;vel correlacionar os indicadores, embora a melhoria, ainda que modesta nos indicadores de educa&ccedil;&atilde;o e renda, n&atilde;o colaboraram para uma melhora no indicador de sa&uacute;de, o que parece ser um descompasso entre o ensino formal medido pelo indicador e a cultura local, que reflete os usos e costumes dos moradores da regi&atilde;o.</font></p>  	    <p align="justify">&nbsp;</p> 	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>4. An&aacute;lises dos sistemas, tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o e planejamentos municipais</b></font></p>      <p align="justify"><font face="verdana" size="2">As referidas an&aacute;lises contemplam o estudo de caso nas 14 pequenas cidades, anteriormente caracterizadas, considerando: unidade ou departamento da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o ou inform&aacute;tica; os recursos da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o; os sistemas de informa&ccedil;&atilde;o; os planos e planejamentos municipais; e as contribui&ccedil;&otilde;es e alinhamento dos sistemas de informa&ccedil;&atilde;o e da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o aos planos e planejamentos municipais.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b><i>4.1.</i> <i>An&aacute;lise da unidade da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o</i></b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">No que tange a vari&aacute;vel subordina&ccedil;&atilde;o da Unidade da Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o ou Departamento de Inform&aacute;tica, em 10 munic&iacute;pios (71,4%) n&atilde;o existia essa unidade na prefeitura. Em 2 munic&iacute;pios estava subordinada ao Gabinete do Prefeito e em outros 2 munic&iacute;pios &agrave; Secretaria de Administra&ccedil;&atilde;o e &agrave; Secretaria de Planejamento, respectivamente.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">Em nenhum munic&iacute;pio existia um Instituto Externo &agrave; prefeitura para desenvolver as atividades de tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Quanto ao n&uacute;mero de servidores p&uacute;blicos municipais na Unidade da Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o, em 10 prefeituras (71,4%) n&atilde;o existia servidores p&uacute;blicos municipais nessa unidade. Em 3 prefeituras existia apenas 1 servidor respons&aacute;vel por essa unidade e em 1 prefeitura existiam 2 servidores nessa unidade.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Com rela&ccedil;&atilde;o ao n&uacute;mero de prestadores de servi&ccedil;os na Unidade de Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o (externos &agrave; prefeitura) em 5 prefeituras (35,7%) tinha apenas 1 prestador. Em 6 prefeituras existiam 2 prestadores, em 1 prefeitura 3 prestadores e em outras 2 prefeituras existiam 4 prestadores de servi&ccedil;o.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O valor da arrecada&ccedil;&atilde;o destinado aos recursos da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o eram destinados para 5 prefeituras (35,7%). Para outras 6 prefeituras esse valor estava entre 20 e 35 mil reais anuais. E para outras 3 prefeituras, respectivamente, 4, 60 e 100 mil reais por ano para investimentos em tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o no munic&iacute;pio.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os treinamentos de tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o para os t&eacute;cnicos da unidade da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o eram oferecidos em 9 prefeituras (64,2%). Em 3 prefeituras eram oferecidos treinamentos para os sistemas (pacotes externos dos prestadores de servi&ccedil;os). Em 2 prefeituras eram treinados nos recursos b&aacute;sicos de inform&aacute;tica e nos sistemas externos.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A &uacute;ltima vari&aacute;vel de pesquisa desse construto diz respeito aos treinamentos de tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o para os usu&aacute;rios (servidores p&uacute;blicos municipais), os quais n&atilde;o eram elaborados em 8 prefeituras (57,1%). Em 5 prefeituras eram oferecidos treinamentos nos recursos b&aacute;sicos de inform&aacute;tica e nos sistemas (pacotes externos dos prestadores de servi&ccedil;os). E em 1 prefeitura eram treinados apenas nos sistemas externos dos prestadores de servi&ccedil;os.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Algumas considera&ccedil;&otilde;es podem ser descritas sobre o construto Unidade da Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o. O alto percentual de inexist&ecirc;ncia dessa unidade &eacute; correlacionado com a necessidade da utiliza&ccedil;&atilde;o de empresas prestadoras de servi&ccedil;os de sistemas externos e como conseq&uuml;&ecirc;ncia, a substitui&ccedil;&atilde;o de servidores p&uacute;blicos municipais por prestadores de servi&ccedil;os nas atividades da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o. Tamb&eacute;m chama a aten&ccedil;&atilde;o o percentual de prefeituras que n&atilde;o destinam recursos financeiros para essa unidade, e, por outro lado, o baixo percentual de treinamentos para capacitar os seus recursos humanos.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b><i>4.2.</i> <i>An&aacute;lise dos recursos da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o</i></b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">No que diz respeito a vari&aacute;vel n&uacute;mero de computadores (hardware) na prefeitura, secretarias municipais e demais &oacute;rg&atilde;os municipais, a m&eacute;dia &eacute; de 23 microcomputadores. Em 8 munic&iacute;pios esse n&uacute;mero fica entre 10 e 22 equipamentos, em 6 munic&iacute;pios entre 30 e 40 equipamentos.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Todos os munic&iacute;pios possu&iacute;am apenas microcomputadores, incluindo os computadores servidores em rede.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">Com rela&ccedil;&atilde;o ao sistema operacional, o software utilizado na prefeitura, secretarias municipais e demais &oacute;rg&atilde;os em 10 munic&iacute;pios (71,4%) era o <i>Windows</i>. Em 4 munic&iacute;pios era o <i>Windows</i> e <i>Linux</i>.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Foram identificadas 9 diferentes linguagens de programa&ccedil;&atilde;o nos munic&iacute;pios. A mais utilizada era o <i>Cobol</i> (em 6 prefeituras, 42,8%). E em outras 4 prefeituras: <i>Access</i>; <i>Delphi</i>; e <i>Clipper</i>.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Quanto &agrave;s outras tecnologias que mere&ccedil;am destaque nos munic&iacute;pios, em apenas 1 prefeitura foram citados os recursos de <i>Wirelles</i> para Monitoramento de Tr&aacute;fego e Geoprocessamento. Nas demais prefeituras n&atilde;o foram destacadas outras tecnologias da informa&ccedil;&atilde;o em utiliza&ccedil;&atilde;o.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Com rela&ccedil;&atilde;o aos sistemas de telecomunica&ccedil;&atilde;o, o software de rede utilizado na prefeitura, secretarias municipais e demais &oacute;rg&atilde;os de todos os munic&iacute;pios (100%) era o <i>Windows</i>.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O tipo de cabeamento e equipamentos utilizados para telecomunica&ccedil;&atilde;o em 7 munic&iacute;pios (50%) era o coaxial, sendo que em 6 prefeituras eram utilizadas tamb&eacute;m as antenas de r&aacute;dio. Em outros 7 munic&iacute;pios eram utilizados o par tran&ccedil;ado, sendo que em 3 com antenas de r&aacute;dio e em 1 com <i>Wirelles</i>.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A gest&atilde;o de dados e informa&ccedil;&atilde;o no tocante &agrave;s formas de c&oacute;pias (<i>backups</i>) utilizadas na prefeitura, secretarias municipais e demais &oacute;rg&atilde;os municipais, em 4 munic&iacute;pios (28,5%) essa atividade era manual. Nos outros 10 munic&iacute;pios as c&oacute;pias eram feitas via sistema, sendo que em 6 munic&iacute;pios os dados eram armazenados em servidores e em outros 6 munic&iacute;pios eram guardados em meios magn&eacute;ticos.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A forma de recupera&ccedil;&atilde;o de dados (<i>restores</i>) era elaborada manualmente em 12 munic&iacute;pios (85,7%) e somente quando necess&aacute;rio. Nos outros 2 munic&iacute;pios era elaborada via sistema com comandos espec&iacute;ficos.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">As senhas para acesso aos dados dos sistemas em 7 munic&iacute;pios (50%) eram definidas pelo sistema por usu&aacute;rio e departamento. Em outros 7 munic&iacute;pios n&atilde;o existiam senhas, o sistema era aberto a todos os usu&aacute;rios (servidores p&uacute;blicos municipais).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A &uacute;ltima vari&aacute;vel de pesquisa desse construto, os n&iacute;veis de navega&ccedil;&atilde;o nas informa&ccedil;&otilde;es dos sistemas, em 5 munic&iacute;pios (35,7%) eram determinados pelo sistema por usu&aacute;rio e departamento. Em outros 9 munic&iacute;pios n&atilde;o existiam n&iacute;veis de navega&ccedil;&atilde;o, o sistema era aberto a todos os usu&aacute;rios (servidores p&uacute;blicos municipais).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">As considera&ccedil;&otilde;es desse construto est&atilde;o relacionadas com a inexist&ecirc;ncia de grandes computadores nos munic&iacute;pios e com o uso enfatizado de software propriet&aacute;rio (<i>Windows</i>) em oposi&ccedil;&atilde;o ao software "aberto ou livre" (<i>Linux</i>). As linguagens de programa&ccedil;&atilde;o utilizadas retratam a alta depend&ecirc;ncia dos prestadores de servi&ccedil;os de sistemas (pacotes externos), a inexist&ecirc;ncia de tecnologias dominadas pelas prefeituras e a prec&aacute;ria estrutura de gest&atilde;o de dados e informa&ccedil;&atilde;o.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b><i>4.3.</i> <i>An&aacute;lise dos sistemas de informa&ccedil;&atilde;o</i></b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">No que concerne a vari&aacute;vel sistemas municipais informatizados, foram identificados 12 diferentes aplicativos nos munic&iacute;pios. Os sistemas mais presentes nas prefeituras foram: Arrecada&ccedil;&atilde;o e Tributa&ccedil;&atilde;o; Contabilidade; e Folha de Pagamento. Esses sistemas estavam presentes em 14, 10 e 10 munic&iacute;pios, respectivamente. E entre 9 e 4 munic&iacute;pios estavam presentes os sistemas: Educa&ccedil;&atilde;o; Sa&uacute;de; Agricultura (rural); Contas p&uacute;blicas (financeiro); Frotas; Compras (e licita&ccedil;&atilde;o); Estoque (materiais); e Patrim&ocirc;nio.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Do ponto de vista de integra&ccedil;&atilde;o, em apenas 5 munic&iacute;pios (35,7%) os sistemas municipais eram integrados automaticamente (via software de pacotes externos das empresas prestadoras de servi&ccedil;os). Em 6 munic&iacute;pios os sistemas municipais eram parcialmente integrados, ou seja, apenas partes dos softwares em uso eram integrados automaticamente. Em outros 3 munic&iacute;pios os sistemas municipais n&atilde;o eram integrados, nem parcialmente.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os sistemas municipais gerenciais e estrat&eacute;gicos n&atilde;o foram identificados em nenhum munic&iacute;pio. Em 4 munic&iacute;pios (28,7%) foram identificados apenas relat&oacute;rios gerenciais gerados dos sistemas municipais nas prefeituras.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A &uacute;ltima vari&aacute;vel de pesquisa desse construto diz respeito aos sistemas de governo eletr&ocirc;nico (<i>e&#45;gov</i>) ou portal municipal, os quais n&atilde;o foram identificados em 10 munic&iacute;pios (71,4%). Em 4 munic&iacute;pios o <i>site</i> tinha sido desenvolvido em parceria com um fornecedor desse tipo de servi&ccedil;o e n&atilde;o via governo (www.rs.gov.br).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Nesse construto podem ser relatadas algumas considera&ccedil;&otilde;es. O alto percentual de n&atilde;o integra&ccedil;&atilde;o sist&ecirc;mica reitera a depend&ecirc;ncia dos prestadores de servi&ccedil;os de sistemas para manuten&ccedil;&atilde;o dos mesmos. Quase total inexist&ecirc;ncia de informa&ccedil;&otilde;es ou indicadores gerenciais ou estrat&eacute;gicos nos munic&iacute;pios dificultando as decis&otilde;es dos gestores. Nenhum munic&iacute;pio tinha um portal da cidade, dificultando a divulga&ccedil;&atilde;o e dissemina&ccedil;&atilde;o eletr&ocirc;nica de informa&ccedil;&otilde;es municipais e compartilhamento de conhecimentos dos mun&iacute;cipes.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b><i>4.4.</i> <i>An&aacute;lise dos planos e planejamentos municipais</i></b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A primeira vari&aacute;vel &eacute; uma exig&ecirc;ncia legal para todos os munic&iacute;pios. Dessa forma, o Plano Plurianual Municipal (PPAM) foi identificado em todos os munic&iacute;pios. Em 9 munic&iacute;pios (64,2%) foi convencionalmente elaborado com audi&ecirc;ncias p&uacute;blicas e j&aacute; estava aprovado pela C&acirc;mara Municipal. Em 5 munic&iacute;pios tinha sido elaborado a partir do PPAM anterior, com base no Programa de Governo do prefeito atual e estava aprovado pela C&acirc;mara Municipal.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O Plano Diretor Municipal (PDM) n&atilde;o existia em todos os munic&iacute;pios, apesar de que em 2 munic&iacute;pios o PDM estava em processo de in&iacute;cio de elabora&ccedil;&atilde;o (com apoio de consultoria externa).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O Planejamento Estrat&eacute;gico Municipal (PEM) n&atilde;o existia em todos os munic&iacute;pios, apesar de que em 2 munic&iacute;pios foram elaborados projetos parciais que tinham caracter&iacute;sticas estrat&eacute;gicas.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">O Planejamento Estrat&eacute;gico dos Sistemas de Informa&ccedil;&atilde;o e da Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o (PESITI) n&atilde;o existia em todos os munic&iacute;pios, apesar de que em 3 munic&iacute;pios existiam projetos parciais com caracter&iacute;sticas pertinentes.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O Planejamento dos Recursos Humanos (PRH) para os servidores p&uacute;blicos municipais n&atilde;o foi identificado em nenhum munic&iacute;pio. Apesar de que em 2 munic&iacute;pios existiam projetos parciais com levantamento de pessoal necess&aacute;rio para os &oacute;rg&atilde;os e secretarias municipais, elaborados em conjunto com o Setor de Recursos Humanos da prefeitura.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Quanto ao alinhamento ou integra&ccedil;&atilde;o entre os planos e planejamentos municipais, como os munic&iacute;pios n&atilde;o possu&iacute;am todos esses projetos, esse alinhamento n&atilde;o existia totalmente. Em 2 munic&iacute;pios, considerando apenas PPAM e PEM, eram parcialmente alinhados.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A &uacute;ltima vari&aacute;vel desse construto (fatores que sustentam o alinhamento ou a integra&ccedil;&atilde;o entre os planos e planejamentos municipais) foi identificada apenas nos 2 munic&iacute;pios que tinham</font> <font face="verdana" size="2">o PPAM e o PEM parcialmente alinhados. Os fatores integradores foram: planejamentos e or&ccedil;amentos participativos; humanos; pol&iacute;ticos; sist&ecirc;micos; e tecnol&oacute;gicos. O primeiro fator teve 2 cita&ccedil;&otilde;es e os demais apenas 1 cita&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Determinadas considera&ccedil;&otilde;es podem ser expostas sobre esse construto. Como &eacute; exigido por lei, o PPAM foi elaborado em todos os munic&iacute;pios. Apesar de n&atilde;o obrigat&oacute;rio para os munic&iacute;pios pesquisados, em 2 munic&iacute;pios o PDM estava sendo iniciado. O PEM tinha sido elaborado parcialmente em apenas 2 munic&iacute;pios. O PESITI e PRH n&atilde;o tinham sido elaborados em todos os munic&iacute;pios. Observa&#45;se que o planejamento n&atilde;o &eacute; um habitual instrumento de gest&atilde;o dos munic&iacute;pios, muito menos de participa&ccedil;&atilde;o dos mun&iacute;cipes na condu&ccedil;&atilde;o das cidades.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b><i>4.5.</i> <i>Contribui&ccedil;&otilde;es e alinhamento da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o</i></b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Quanto a vari&aacute;vel forma de contribui&ccedil;&atilde;o dos sistemas de informa&ccedil;&atilde;o e da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o, em 4 munic&iacute;pios (28,5%) n&atilde;o foram citadas contribui&ccedil;&otilde;es, ou seja, alegaram que esses recursos n&atilde;o contribuem em nada nos planos, planejamentos e gest&atilde;o municipais.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Nos demais 10 munic&iacute;pios foram citados as contribui&ccedil;&otilde;es. A maior contribui&ccedil;&atilde;o (7 cita&ccedil;&otilde;es) est&aacute; relacionada ao controle interno, seguidas da avalia&ccedil;&atilde;o dos dados municipais, apoio &agrave; gest&atilde;o municipal, ao aux&iacute;lio &agrave; presta&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os municipais, com 4, 3 e 3 cita&ccedil;&otilde;es respectivamente. Tamb&eacute;m aparecem com 2 e 1 as respectivas cita&ccedil;&otilde;es: redistribui&ccedil;&atilde;o dos recursos humanos, materiais e financeiros; e com os sistemas de informa&ccedil;&atilde;o e a tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o como instrumentos de integra&ccedil;&atilde;o na prefeitura.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">E finalmente quanto ao percentual de alinhamento entre a tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o e Plano Plurianual Municipal, as respostas foram: 20%; 30%; 30%; 50%; 60%; 70%; 70%; 70%; 70%; 75%; 80%; 80%; 85%; e 90%. A m&eacute;dia foi de 62,8%. Esses percentuais foram justificados pelos respondentes com os seguintes fatores (e ocorr&ecirc;ncias) que sustentam o referido alinhamento: dados e informa&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis (8); rapidez nas tarefas e agilidade dos processos (7); confiabilidade nas informa&ccedil;&otilde;es (6); qualidade e agilidade nos trabalhos (5); integra&ccedil;&atilde;o entre os dados das diversas secretarias (5); seguran&ccedil;a nas informa&ccedil;&otilde;es (3); recursos tecnol&oacute;gicos dispon&iacute;veis (2); suporte para presta&ccedil;&atilde;o de contas (1); e suporte para elabora&ccedil;&atilde;o de programas e projetos (1 ocorr&ecirc;ncia).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A primeira considera&ccedil;&atilde;o desse construto da pesquisa est&aacute; relacionada com o alto percentual declarado (71,4%) que os sistemas de informa&ccedil;&atilde;o e a tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o contribuem com os planos e planejamentos municipais e com a gest&atilde;o das cidades. A segunda, est&aacute; relacionada com os percentuais declarados de alinhamento, relativamente altos na m&eacute;dia. Isso &eacute; relevante em pequenos munic&iacute;pios (ou cidades) que possuem restritos recursos tecnol&oacute;gicos.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify">&nbsp;</p> 	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Conclus&atilde;o</b></font></p>      <p align="justify"><font face="verdana" size="2">As dificuldades nas cidades (ou munic&iacute;pios) de car&aacute;ter sociais, ambientais, culturais, pol&iacute;ticas, econ&ocirc;micas, financeiras e competitivas s&atilde;o inquestion&aacute;veis e foram vivenciadas nessa pesquisa. Tais dificuldades requerem dos gestores das cidades instrumentos de planejamento participativo para atender as exig&ecirc;ncias legais e para satisfazer as demandas de qualidade de vida mais adequada aos cidad&atilde;os. Para tanto, os planos e planejamentos municipais tornam&#45;se inexor&aacute;veis instrumentos de gest&atilde;o de cidades e de prefeituras. Al&eacute;m das press&otilde;es dos cidad&atilde;os, tal inexorabilidade tamb&eacute;m est&aacute; pautada na obedi&ecirc;ncia &agrave;s legisla&ccedil;&otilde;es mencionadas na Fundamenta&ccedil;&atilde;o Te&oacute;rica. Essas quest&otilde;es sugerem diferenciadas formas de gerir as cidades e demandam compet&ecirc;ncias austeras dos gestores das cidades nas suas a&ccedil;&otilde;es cotidianas que envolvem os cidad&atilde;os e os diversos atores sociais relacionados com a cidade. Tais compet&ecirc;ncias podem ser traduzidas em atividades de planejamento e gest&atilde;o municipal para conduzir a cidade com o efetivo apoio participativo dos cidad&atilde;os. Essas atividades podem ser facilitadas pela utiliza&ccedil;&atilde;o dos sistemas de informa&ccedil;&atilde;o alicer&ccedil;ados pelos recursos da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o e integrados ou alinhados com os planos e planejamentos municipais. Em especial, nas pequenas cidades pesquisadas, essas dificuldades s&atilde;o maiores considerando as limita&ccedil;&otilde;es dos m&uacute;ltiplos recursos dispon&iacute;veis.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Como o objetivo desse trabalho foi de analisar a integra&ccedil;&atilde;o dos sistemas de informa&ccedil;&atilde;o e dos recursos da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o nos planos e nos planejamentos municipais das cidades pesquisadas, algumas considera&ccedil;&otilde;es foram elaboradas. As considera&ccedil;&otilde;es descritas nas an&aacute;lises das 14 cidades pesquisadas est&atilde;o relacionadas com os construtos do protocolo de pesquisa. Com a question&aacute;vel necessidade de uma Unidade da Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o nas prefeituras, com as rela&ccedil;&otilde;es com as empresas prestadoras de servi&ccedil;os de sistemas externos e com os pormenores dos recursos da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o. Esses pormenores dizem respeito &agrave;s quest&otilde;es t&eacute;cnicas quantitativas e qualitativas de software, hardware, gest&atilde;o de dados e informa&ccedil;&atilde;o, chamando aten&ccedil;&atilde;o o alto percentual do uso de software propriet&aacute;rio e a depend&ecirc;ncia dos prestadores de servi&ccedil;os de sistemas (pacotes externos). Tamb&eacute;m exigem reflex&atilde;o &agrave; falta de informa&ccedil;&otilde;es ou indicadores gerenciais ou estrat&eacute;gicos para fins de apoio &agrave;s decis&otilde;es dos gestores das cidades, &agrave; pouca integra&ccedil;&atilde;o dos planos municipais e &agrave; falta de alguns planejamentos municipais como instrumentos de gest&atilde;o operacional e estrat&eacute;gica da cidade. O agravante &eacute; que para 4 prefeituras os sistemas de informa&ccedil;&atilde;o e a tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o contribuem efetivamente com os planos e planejamentos municipais e com a gest&atilde;o das cidades. Essas considera&ccedil;&otilde;es retratam o question&aacute;vel percentual declarado de alinhamento da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o com o Plano Plurianual Municipal. No que tange aos indicadores das cidades apresentados, pode&#45;se inferir que existe uma rela&ccedil;&atilde;o com o baixo alinhamento entre os planos e planejamentos municipais e respectivas faltas de efetivas de contribui&ccedil;&otilde;es dos sistemas de informa&ccedil;&atilde;o e da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Observa&#45;se que apesar das dificuldades apresentadas pelas cidades pesquisadas, principalmente no que tange ao alinhamento dos planos e planejamentos municipais e a tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o resta d&uacute;vida que os sistemas de informa&ccedil;&atilde;o e os recursos da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o, podem contribuir na gest&atilde;o das prefeituras e no desenvolvimento local das cidades e suas institui&ccedil;&otilde;es. Eventualmente com a formalidade da elabora&ccedil;&atilde;o dos planos e planejamentos municipais e com efetiva participa&ccedil;&atilde;o da sociedade civil organizada e seus cidad&atilde;os, as cidades que apresentaram baixos indicadores possam melhorar os mesmos. Mas isso n&atilde;o acontece da noite para o dia, ser&aacute; necess&aacute;rio iniciar uma adequada estrutura&ccedil;&atilde;o dos dados da cidade para possibilitar a disponibiliza&ccedil;&atilde;o compartilhada das informa&ccedil;&otilde;es e dos conhecimentos da cidade e dos cidad&atilde;os. A partir dessa estrutura&ccedil;&atilde;o, deve&#45;se ampliar a capacita&ccedil;&atilde;o e o acompanhamento dos servidores e gestores das cidades nos sistemas de informa&ccedil;&atilde;o e nos recursos da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o, para que os mesmos acreditem nessas ferramentas auxiliares de planejamento e gest&atilde;o. &Agrave; medida que internamente na prefeitura se acredite nessas ferramentas, podem&#45;se iniciar trabalhos similares junto aos cidad&atilde;os. Nesse sentido, al&eacute;m de favorecer a integra&ccedil;&atilde;o ou o alinhamento, as atividades de planejamento e de gest&atilde;o municipal podem ser compartilhadas com os cidad&atilde;os e com os demais interessados na cidade. Por um lado esse compartilhamento pode ajudar ou tornar menos densa a administra&ccedil;&atilde;o local e as atividades dos Prefeitos e Secret&aacute;rios Municipais, pois as atua&ccedil;&otilde;es desses gestores de cidades seriam descentralizadas e provavelmente mais &aacute;geis e efetivas. Isso corroboraria com o compartilhamento do poder do governo municipal com os cidad&atilde;os e demais interessados na cidade. Por outro lado, a efetiva participa&ccedil;&atilde;o nas atividades de planejamento e de gest&atilde;o municipal, motiva os cidad&atilde;os a entender e vivenciar a cidade. Tamb&eacute;m valoriza a sua vida c&iacute;vica, permite o envolvimento no crescimento de sua cidade e possibilita o desenvolvimento de a&ccedil;&otilde;es sociais e pol&iacute;ticas de sua cidade. Isso pode diminuir suas ang&uacute;stias e suas press&otilde;es sem prop&oacute;sitos junto &agrave; administra&ccedil;&atilde;o municipal. Ambas as abordagens podem cooperar nos fatores competitivos entre as cidades e no conseq&uuml;ente aumento da disposi&ccedil;&atilde;o moral, social, intelectual e pol&iacute;tica dos seus cidad&atilde;os.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Essa pesquisa reitera a necessidade da integra&ccedil;&atilde;o ou alinhamento e a viabilidade das rela&ccedil;&otilde;es e das contribui&ccedil;&otilde;es da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o nos planos e planejamentos municipais e na gest&atilde;o de prefeituras descritas a partir do protocolo de pesquisa definido.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">No que tange as contribui&ccedil;&otilde;es desse trabalho, elas est&atilde;o direcionadas para a academia, para as cidades participantes e para outras cidades brasileiras e de outros pa&iacute;ses. Para a academia destacam&#45;se as an&aacute;lises quantitativas e qualitativas realizadas para motivar outros estudos te&oacute;ricos. O estudo narrado tamb&eacute;m pode facilitar outras pesquisas aplicadas em cidades e em prefeituras para entender e sugerir alternativas para os seus desafios emergentes de planejamento e de gest&atilde;o que envolve seus cidad&atilde;os, servidores, gestores das cidades e demais interessados na cidade e nas cidades circunvizinhas. Para as cidades e prefeituras pesquisadas esse trabalho contribuiu com a descri&ccedil;&atilde;o das rela&ccedil;&otilde;es e das contribui&ccedil;&otilde;es da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o nos planos e planejamentos municipais e na gest&atilde;o de cidades e prefeituras, permitindo um entendimento mais abrangente sobre essas quest&otilde;es. E para outras cidades esse trabalho pode contribuir no estabelecimento de analogias entre cidades. &Eacute; poss&iacute;vel que boas pr&aacute;ticas demonstradas por uma determinada cidade possam ser estendidas para outras cidades ou prefeituras interessadas.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">As limita&ccedil;&otilde;es dessa pesquisa est&atilde;o relacionadas com o acesso &agrave;s pessoas respons&aacute;veis pelas Unidades de Planejamento e de Inform&aacute;tica das prefeituras dispostas a participar do estudo. E com o m&eacute;todo escolhido (estudo de caso m&uacute;ltiplo) que n&atilde;o permite a generaliza&ccedil;&atilde;o para todas as cidades brasileiras e de outros pa&iacute;ses.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Finalizando, observa&#45;se que apesar das dificuldades levantadas nas 14 cidades participantes, o que de fato favorece a integra&ccedil;&atilde;o ou o alinhamento e viabiliza as contribui&ccedil;&otilde;es e as rela&ccedil;&otilde;es da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o nos planos e planejamentos municipais e na gest&atilde;o das prefeituras, s&atilde;o os fatores humanos. S&atilde;o os servidores p&uacute;blicos municipais que nas suas atividades operacionais, muitas vezes manuscritas, &eacute; que conduzem as prefeituras, pelo esfor&ccedil;o individual, inovador e empreendedor, demonstrado nas atividades coletivas e participativas nas cidades. Esses fatores integrados podem diminuir a exclus&atilde;o social na cidade e aumentar participa&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica dos cidad&atilde;os visando a sua qualidade de vida.</font></p>  	    <p align="justify">&nbsp;</p> 	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>      <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Andrade, Nilton de Aquino <i>et al</i>. (2005), <i>Planejamento governamental para munic&iacute;pios: plano plurianual, lei de diretrizes or&ccedil;ament&aacute;rias e lei or&ccedil;ament&aacute;ria anual</i>, Atlas, S&atilde;o Paulo, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850170&pid=S1405-8421200800030000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Bernardes, Nilo (1997), <i>Bases geogr&aacute;ficas do povoamento do Estado do Rio Grande do Sul</i>, Iju&iacute;, Uniju&iacute;, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850172&pid=S1405-8421200800030000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Bio, S&eacute;rgio Rodrigues (1993), <i>Sistemas de informa&ccedil;&atilde;o: um enfoque gerencial</i>, Atlas, S&atilde;o Paulo, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850174&pid=S1405-8421200800030000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Boar, Bernard H. (1993), <i>The art of strategic planning for information technology: crafting strategy for the 90s</i>, John Wiley &amp; Sons, Nueva York, Estados Unidos.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850176&pid=S1405-8421200800030000400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Cidades&#45;Minist&eacute;rio das Cidades (2004), <i>Plano diretor participativo: guia para elabora&ccedil;&atilde;o pelos munic&iacute;pios e cidad&atilde;os</i>, CONFEA, Bras&iacute;lia, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850178&pid=S1405-8421200800030000400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Cidades&#45;Minist&eacute;rio das Cidades (2005), "Programas Urbanos", <a href="http://www.cidades.gov.br" target="_blank">http://www.cidades.gov.br</a>, 22 fevereiro 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850180&pid=S1405-8421200800030000400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Codemau&#45;Conselho Regional De Desenvolvimento Do M&eacute;dio Alto Uruguai (2005), <i>Relat&oacute;rio de Atividades gest&atilde;o abril/ 2003&#45; abril/2005</i>, Frederico Westphalen, Grafimax.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850182&pid=S1405-8421200800030000400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Estatuto da Cidade (2002), <i>Guia para implementa&ccedil;&atilde;o pelos munic&iacute;pios e cidades</i>, C&acirc;mara dos deputados, coordena&ccedil;&atilde;o de publica&ccedil;&otilde;es, Bras&iacute;lia, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850184&pid=S1405-8421200800030000400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">FEE (Funda&ccedil;&atilde;o de Economia e Estat&iacute;stica. Siegfried Emanuel Heuser), "Resumo estat&iacute;stico do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2004", <a href="http://www.fee.rs.gov.br/sitefee/pt/content/resumo/index.php" target="_blank">http://www.fee.rs.gov.br/sitefee/pt/content/resumo/index.php, 5 jan. 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850186&pid=S1405-8421200800030000400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></a></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Ferrari, C&eacute;lson (1986), <i>Curso de planejamento municipal integrado: urbanismo</i>, Atlas, S&atilde;o Paulo, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850188&pid=S1405-8421200800030000400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Freitas, Henrique Mello Rodrigues de, Jo&atilde;o Luiz Becker, Constantin Metaxa Kladis, y Norberto Hoppen, <i>Informa&ccedil;&atilde;o e decis&atilde;o: sistemas de apoio e seu impacto</i>, Ortiz, Porto Alegre, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850190&pid=S1405-8421200800030000400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Frey, Klaus (2000), "Pol&iacute;ticas p&uacute;blicas: um debate conceitual e reflex&otilde;es referentes &agrave; pr&aacute;tica da an&aacute;lise de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas no Brasil", Revista do IPEA, 21, Instituto de Pesquisa Econ&ocirc;mica Aplicada, Bras&iacute;lia, Brasil, pp. 211&#45;259.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850192&pid=S1405-8421200800030000400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Gil, Antonio Carlos (1999), <i>M&eacute;todos e t&eacute;cnicas de pesquisa social</i>, Atlas, S&atilde;o Paulo, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850194&pid=S1405-8421200800030000400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Henderson, John C. e N. Venkatraman (1993), Strategic alignment: leveraging information technology for transforming organizations", IBM Systems Journal, 32 (1), pp. 4&#45;16.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850196&pid=S1405-8421200800030000400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica), <i>Censo Demogr&aacute;fico 2000</i>. Dispon&iacute;vel em: &lt;<a href="http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/censo2000" target="_blank">http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/censo2000</a>&gt;. Acesso em: 21 ago. 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850198&pid=S1405-8421200800030000400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">"&Iacute;ndice de Desenvolvimento Socioecon&ocirc;mico" (2003), <a href="http://www.fee.tche.br/sitefee/pt/content/estatisticas/pg_idese.php" target="_blank">http://www.fee.tche.br/sitefee/pt/content/estatisticas/pg_idese.php</a>, 21 jun. 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850200&pid=S1405-8421200800030000400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Kendall, Kenneth. E. e Julie E. Kendall (1992), <i>Systems analysis and design</i>, Prentice&#45;Hall, Nueva Yersey, Estados Unidos.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850202&pid=S1405-8421200800030000400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Kroenke, David M. (1992), <i>Management information systems</i>, McGraw&#45;Hill, S&atilde;o Paulo, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850204&pid=S1405-8421200800030000400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Laudon, Kenneth C. e Jane. P. Laudon (1996), <i>Management information systems: a contemporary perspective</i>, MacMillan, Nueva York, Estados Unidos.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850206&pid=S1405-8421200800030000400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Lederer, Albert L. e R. C. Mahaney (1996), Using Case Tools in strategic information system planning", <i>Information Systems Management Journal</i>, Fall, pp. 47&#45;52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850208&pid=S1405-8421200800030000400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Llona, Marta, Melisa Luyo e Walter Melgar (2003), <i>La planificaci&oacute;n estrat&eacute;gica del desarrollo local en Per&uacute;: an&aacute;lisis de casos</i>, Escuela para el desarrollo, Lima, Per&uacute;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850210&pid=S1405-8421200800030000400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Lopes, Rodrigo (1998), <i>A cidade intencional: o planejamento estrat&eacute;gico de cidades</i>, Mauad, Rio de Janeiro, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850212&pid=S1405-8421200800030000400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Marconi, Marina de Andrade e Eva Maria Lakatos, <i>T&eacute;cnicas de pesquisa</i>, Atlas, S&atilde;o Paulo, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850214&pid=S1405-8421200800030000400023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Marini, Caio (1996), <i>Gest&atilde;o p&uacute;blica: o debate contempor&acirc;neo</i>, Funda&ccedil;&atilde;o Luis Eduardo Magalh&atilde;es&#45;FLEM, Salvador, El Salvador.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850216&pid=S1405-8421200800030000400024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Matus, Carlos (1987), "Planejamento, or&ccedil;amentos e ger&ecirc;ncia", <i>Revista</i> <i>ABOP</i>. 29 (88), Bras&iacute;lia, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850218&pid=S1405-8421200800030000400025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Matus, Carlos (1993), <i>Pol&iacute;tica, planejamento e governo</i>, IPEA, Bras&iacute;lia, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850220&pid=S1405-8421200800030000400026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Mintzberg, Henry, Bruce Ahlstrand, e Joseph Lampel (2000), <i>Saf&aacute;ri de estrat&eacute;gia: um roteiro pela selva do planejamento estrat&eacute;gico</i>, Bookman, Porto Alegre, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850222&pid=S1405-8421200800030000400027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Motta, Paulo Roberto (2004), "Gest&atilde;o Estrat&eacute;gica", en Sylvia Constant Vergara e Vera L&uacute;cia de Almeida Corr&ecirc;a, <i>Propostas para uma gest&atilde;o p&uacute;blica municipal efetiva</i>, Editora FGV, Rio de Janeiro, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850224&pid=S1405-8421200800030000400028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Nachmias, David e Chava Nachmias (1987), <i>Research methods in the social sciences</i>, St. Martin's Press, Nueva York, Estados Unidos.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850226&pid=S1405-8421200800030000400029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Norton, Peter (1996), <i>Introdu&ccedil;&atilde;o &agrave; inform&aacute;tica</i>, Makron Books, S&atilde;o Paulo, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850228&pid=S1405-8421200800030000400030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">O&rsquo;Brien, James A. (2001), <i>Sistemas de Informa&ccedil;&atilde;o e as decis&otilde;es gerenciais na era da internet</i>, Saraiva, S&atilde;o Paulo, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850230&pid=S1405-8421200800030000400031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Pfeiffer, Peter (2000), <i>Planejamento estrat&eacute;gico municipal: uma nova abordagem. Textos para Discuss&atilde;o</i>, n. 37, ENAP, Bras&iacute;lia, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850232&pid=S1405-8421200800030000400032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Premkumar, G. Prem E William R. King (1992), "An empirical assessment of information systems planning and the role of information systems in organizations", <i>Journal of Management Information Systems</i>, 9, Fall, p. 99, Armonk, Estados Unidos.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850234&pid=S1405-8421200800030000400033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Rezende, Denis Alcides (2004), "Alinhamento da Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o ao Planejamento Municipal: An&aacute;lise da Pr&aacute;tica de Gest&atilde;o de uma prefeitura", en Encontro Anual da Anpad, Curitiba, Anais.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850236&pid=S1405-8421200800030000400034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Rezende, Denis Alcides e Belmiro Valverde Jobim Castor (2006), <i>Planejamento estrat&eacute;gico municipal: empreendedorismo participativo nas cidades, prefeituras e organiza&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas</i>, Brasport, Rio de Janeiro, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850238&pid=S1405-8421200800030000400035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Rockart, John F. e Michael S. Scott Morton (1984), "Implications of changes in information technology for corporate strategy", <i>Interfaces</i>, 14 (1), pp. 84&#45;95.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850240&pid=S1405-8421200800030000400036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Roesch, Sylvia Maria Azevedo (1999), <i>Projeto de est&aacute;gio e de pesquisa em administra&ccedil;&atilde;o: guia para est&aacute;gios, trabalhos de conclus&atilde;o, disserta&ccedil;&atilde;o e estudos de caso</i>, Atlas, S&atilde;o Paulo, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850242&pid=S1405-8421200800030000400037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Siedenberg, Dieter Rugard, Andr&eacute;a Zamin Saad e Carine Maria Senger (2005), "Condicionantes hist&oacute;ricos e determinantes contempor&acirc;neos do desenvolvimento regional no Rio Grande do Sul" en Jos&eacute; Raimundo Carvalho, Klaus Hermanns, <i>Pol&iacute;ticas P&uacute;blicas e Desenvolvimento Regional no Brasil</i>, Funda&ccedil;&atilde;o Konrad Adenauer, Fortaleza, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850244&pid=S1405-8421200800030000400038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Stair, Ralph M. (1996), <i>Principles of information systems: a managerial approach</i>, Thomson Publishing, USA.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850246&pid=S1405-8421200800030000400039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Turban, Efraim, Ephraim R. Mclean e James Wetherbe (1996), <i>Information technology for management: improving quality and productivity</i>, John Wiley and Sons, Nueva York, Estados Unidos.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850248&pid=S1405-8421200800030000400040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Vainer, Ari, Jos&eacute;lia Albuquerque e Sol Garson (2005), <i>Manual de elabora&ccedil;&atilde;o: o passo a passo da elabora&ccedil;&atilde;o do</i> <i>PPA</i> <i>para munic&iacute;pios</i>, Minist&eacute;rio do Planejamento, Or&ccedil;amento e Gest&atilde;o&#45;Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico e Social, Bras&iacute;lia, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850250&pid=S1405-8421200800030000400041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Vergara, Sylvia Constant (2005), <i>M&eacute;todos de pesquisa em administra&ccedil;&atilde;o</i>, Atlas, S&atilde;o Paulo, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850252&pid=S1405-8421200800030000400042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Yin, Robert K. (1994), <i>Case study research</i>, Sage Pub., Londres, Inglaterra.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2850254&pid=S1405-8421200800030000400043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <p align="justify">&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Informaci&oacute;n sobre los autores:</b></font></p> 	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Denis Alcides Rezende.</b> &Eacute; p&oacute;s&#45;doutor em Administra&ccedil;&atilde;o pela Universidade de S&atilde;o Paulo (FEA/USP), doutor em Gest&atilde;o da Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), mestre em Inform&aacute;tica pela Universidade Federal do Paran&aacute; (UFPR), com especializa&ccedil;&atilde;o em Magist&eacute;rio Superior (UTP/ PR), graduado em Administra&ccedil;&atilde;o de Empresas (FADEPS/PR) e em Processamento de Dados (FACET&#45;UTT/PR), todas institui&ccedil;&otilde;es brasileiras. Com diversos cursos na &aacute;rea de inform&aacute;tica, administra&ccedil;&atilde;o, gest&atilde;o, comportamento e did&aacute;tica. Atualmente al&eacute;m de consultor, &eacute; professor&#45;pesquisador no Mestrado em Gest&atilde;o Urbana na Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica do Paran&aacute; no Brasil (PUCPR). Sua linha de pesquisa atual &eacute; Planejamento Estrat&eacute;gico municipal e Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o, com Bolsa PDJ (CNPq). Tamb&eacute;m leciona na FAE <i>Business School</i>. Seus &uacute;ltimos livros publicados s&atilde;o: Planejamento Estrat&eacute;gico Municipal: empreendedorismo participativo nas cidades, prefeituras e organiza&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas, pela Editora Brasport &#45; Rio de Janeiro; Planejamento de informa&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas municipais: guia para planejar sistemas de informa&ccedil;&atilde;o, inform&aacute;tica e governo eletr&ocirc;nico nas prefeituras e munic&iacute;pios, pela Editora Atlas, S&atilde;o Paulo; Sistemas de informa&ccedil;&otilde;es organizacionais: guia pr&aacute;tico para projetos em cursos de administra&ccedil;&atilde;o, contabilidade e inform&aacute;tica, pela Editora Atlas, S&atilde;o Paulo. &Eacute; autor e co&#45;autor de mais de 100 artigos cient&iacute;ficos publicados (revistas e congressos nacionais e internacionais).</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Jos&eacute; Augusto Guagliardi.</b> &Eacute; Ph.D pela University of Texas System (USA), administrador e mestre em administra&ccedil;&atilde;o pela Universidade de S&atilde;o Paulo (FEA/USP&#45;Brasil). Atualmente &eacute; professor titular, pesquisador e livre docente no Programa de P&oacute;s&#45;Doutorado da FEA/USP. Sua linha de pesquisa atual &eacute; Marketing Municipal, Planejamento Estrat&eacute;gico municipal e Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o. Seus &uacute;ltimos artigos publicados s&atilde;o: Rezende, D. A.; Guagliardi,</font> <font face="verdana" size="2">J. A. Alinhamento, Contribui&ccedil;&otilde;es e Rela&ccedil;&otilde;es da Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o com Planos e Planejamentos Municipais: Survey em Prefeituras Brasileiras na RAUSP &#45; Revista de Administra&ccedil;&atilde;o, 2007; Rezende, D. A.; Guagliardi, J. A. Sistemas de informa&ccedil;&atilde;o e de conhecimentos para contribuir na gest&atilde;o municipal na Revista Produto &amp; produ&ccedil;&atilde;o &#45;UFRGS, 2005.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Andr&eacute;a Zamin Saad.</b> &Eacute; mestre em Desenvolvimento Gest&atilde;o e Cidadania pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Uniju&iacute;). Atualmente &eacute; Diretora do PMTec/ URI &#150; P&oacute;lo de Moderniza&ccedil;&atilde;o Tecnol&oacute;gica do M&eacute;dio Alto Uruguai e Supervisora do Programa Redes de Coopera&ccedil;&atilde;o. Atua como docente em cursos de p&oacute;s&#45;gradua&ccedil;&atilde;o. Sua linha de pesquisa atualmente est&aacute; ligada &agrave; gest&atilde;o p&uacute;blica e ao desenvolvimento regional. Entre suas publica&ccedil;&otilde;es destacam&#45;se: A Regi&atilde;o do M&eacute;dio Alto Uruguai do Estado do Rio Grande do Sul. In: Fernando Guilherme Ten&oacute;rio (org.). Cidadania e Desenvolvimento. Iju&iacute;: Uniju&iacute;, 2007, v.1, p.427&#45;486. Condicionantes Hist&oacute;ricos e Determinantes Contempor&acirc;neos do Desenvolvimento Regional no Rio Grande do Sul. In: Jos&eacute; Raimundo Carvalho; Klaus Hermanns (Org.). Pol&iacute;ticas P&uacute;blicas e Desenvolvimento Regional no Brasil. 1 ed. Fortaleza/CE: Funda&ccedil;&atilde;o Konrad Adenauer, 2005, v. 1, p. 211&#45;238. Pol&iacute;ticas P&uacute;blicas: da imposi&ccedil;&atilde;o &agrave; constru&ccedil;&atilde;o de um processo participativo em busca do desenvolvimento econ&ocirc;mico e social, o caso do munic&iacute;pio de Alpestre/RS, Brasil. In: X Congreso Internacional del CLAD: sobre la Reforma del Estado y la Administraci&oacute;n P&uacute;blica, 2005, Santiago/Chile, 2005. 15p.</font></p>      ]]></body><back>
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