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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Novas territorialidades e a sociedade de risco: evidências empíricas e desafios teóricos para a compreensão dos novos espaços da migração]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Each time the complexity of the contemporary social urban phenomena becomes more evident. Thus, themes like the reorganization of the urban space, the consolidation of new urban agglomerations and the spatial mobility of the population lack of new theoretical approaches facing such evidences. Social theory has been arguing that a new stage of modernity has come, where the "unexpected effects" of the industrial development become more forceful; or either, it is an intermediate period between the security and the unconsciousness in which the social risks drives the social action. At last, the main intention of this paper is to extend the debate and put some light with new perspectives for the understanding of the Brazilian and latin american demographic dynamics concerning all these social transformations.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  	    <p align="center"><font face="verdana" size="4"><b>Novas territorialidades e a sociedade de risco: evid&ecirc;ncias emp&iacute;ricas e desafios te&oacute;ricos para a compreens&atilde;o dos novos</b> <b>espa&ccedil;os da migra&ccedil;&atilde;o</b></font></p>  	    <p>&nbsp;</p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="3"><b>New territorialities and risk society: empirical evidences and theoretical challanges to the understanding of new migration spaces</b></font></p>  	    <p>&nbsp;</p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="2"><b>Rosana Baeninger y Ricardo Ojima</b></font></p>  	    <p>&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><i>Universidade Estadual de Campinas</i>.</font></p>  	    <p>&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Resumo</b></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">Cada vez se toma mais evidente a complexidade dos fen&ocirc;menos sociais urbanos contempor&acirc;neos. Assim, temas como a reestrutura&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o urbano, a consolida&ccedil;&atilde;o de novas aglomera&ccedil;&otilde;es urbanas e a mobilidade espacial da popula&ccedil;&atilde;o carecem de novas abordagens te&oacute;ricas que enfrentem tais evid&ecirc;ncias. A teor&iacute;a social tem se aprofundado em torno da discuss&atilde;o de urna nova etapa da modernidade onde os "efeitos inesperados" do desenvolvimento industrial tornam&#45;se mais contundentes; ou seja, &eacute; um per&iacute;odo intermedi&aacute;rio entre a seguran&ccedil;a e a inconsci&ecirc;ncia no qual os riscos sociais pautam a a&ccedil;&atilde;o social. O principal intuito do trabalho &eacute; ampliar o debate e acender novas perspectivas para a compreens&atilde;o da din&acirc;mica demogr&aacute;fica brasileira e latino&#45;americana frente &agrave;s transforma&ccedil;&otilde;es sociais contempor&acirc;neas.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Palavras&#45;chave:</b> migra&ccedil;&atilde;o, urbaniza&ccedil;&atilde;o, risco.</font></p>  	    <p>&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Abstract</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Each time the complexity of the contemporary social urban phenomena becomes more evident. Thus, themes like the reorganization of the urban space, the consolidation of new urban agglomerations and the spatial mobility of the population lack of new theoretical approaches facing such evidences. Social theory has been arguing that a new stage of modernity has come, where the "unexpected effects" of the industrial development become more forceful; or either, it is an intermediate period between the security and the unconsciousness in which the social risks drives the social action. At last, the main intention of this paper is to extend the debate and put some light with new perspectives for the understanding of the Brazilian and latin american demographic dynamics concerning all these social transformations.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Key words:</b> migration, urbanization, risk.</font></p>  	    <p>&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Otexto apresenta as tend&ecirc;ncias recentes do crescimento da popula&ccedil;&atilde;o metropolitana, focalizando an&aacute;lises que remetem a discuss&atilde;o sobre o "padr&atilde;o perif&eacute;rico" de crescimento urbano. Desta vez, contado, essa discuss&atilde;o insere&#45;se em um contexto de cidades&#45;regi&atilde;o, onde muitas vezes, o que se convenciona chamar de centro n&atilde;o &eacute; urna figura aut&ocirc;noma e absolutamente polarizadora, mas que se dilui em um policentrismo. Desse modo, tem&#45;se a consolida&ccedil;&atilde;o de urna rede urbana integrada onde as intera&ccedil;&otilde;es intermunicipais decorrentes se fortalecem como fruto de fluxos econ&ocirc;micos, populacionais e redes de articula&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica cada vez mais complexas em aglomerados metropolitanos e n&atilde;o&#45;metropolitanos.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Nesse novo contexto, &eacute; preciso entender as novas territorialidades enquanto unidades anal&iacute;ticas que possuem sim uma cidade central ou polarizadora, mas que n&atilde;o sobrevive sem se considerar os mecanismos de desencaixe proporcionados pelo avan&ccedil;o progressivo da modernidade no contexto da globaliza&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o apenas econ&ocirc;mica, mas, principalmente, em termos da dilui&ccedil;&atilde;o dos riscos sociais e das conseq&uuml;&ecirc;ncias inesperadas do desenvolvimento social.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Desacelera&ccedil;&atilde;o do crescimento e a fragmenta&ccedil;&atilde;o das Metr&oacute;poles brasileiras</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Entre os processos que t&ecirc;m contribuido para a forma&ccedil;&atilde;o e consolida&ccedil;&atilde;o de novas territorialidades est&atilde;o os processos internos de redistribui&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o no &acirc;mbito dos espa&ccedil;os metropolitanos antigos, bem como a revers&atilde;o da concentra&ccedil;&atilde;o das migra&ccedil;&otilde;es nessas &aacute;reas. Apesar das regi&otilde;es metropolitanas terem se configurado como receptoras de grandes contingentes populacionais h&aacute; v&aacute;rias d&eacute;cadas, no per&iacute;odo 1970&#45;1980 j&aacute; se podia evidenciar o arrefecimento no ritmo de crescimento da popula&ccedil;&atilde;o residente nessas &aacute;reas: a taxa m&eacute;dia de crescimento populacional metropolitano passou de 4.7 por cento a.a., em 1960&#45;1970, para 3.8 por cento, em 1970&#45;1980. Mesmo assim, o volume migratorio que havia se dirigido para essas metr&oacute;poles justificava apontar um padr&atilde;o crescente de concentra&ccedil;&atilde;o populacional: 5 705 021 pessoas<sup><a href="#notas">1</a></sup> se destinaram &agrave;s regi&otilde;es metropolitanas no per&iacute;odo 1970&#45;1980, correspondendo a 22.5 por cento da migra&ccedil;&atilde;o intermunicipal nacional.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Nos anos 1980 e 1990, no entanto, a taxa de crescimento da popula&ccedil;&atilde;o metropolitana nacional apresentou um decr&eacute;scimo consider&aacute;vel, registrando 1.99 por cento a.a., entre 1980&#45;1991, (contra 3.8 por cento a.a. da d&eacute;cada anterior) e mantendo&#45;se nesse patamar (dois por cento a.a.) entre 1991&#45;2000 (<a href="/img/revistas/pp/v14n58/a8t1.jpg" target="_blank">tabela 1</a>). Para todas as regi&otilde;es metropolitanas antigas<sup><a href="#notas">2</a></sup> as taxas de crescimento v&ecirc;m registrando ritmos decrescentes.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Nos anos 1970, apenas as regi&otilde;es metropolitanas de Recife (2.7 por cento a.a.) e Rio de Janeiro (2.5 por cento a.a.) registraram taxas de crescimento metropolitano inferior &agrave; m&eacute;dia do per&iacute;odo (que foi de 3.8 por cento a.a.), sendo elevad&iacute;ssimas as taxas para a Regi&atilde;o Metropolitana de Curitiba (5.8 por cento a.a.), Regi&atilde;o Metropolitana de Belo Horizonte (4.7 por cento a.a.), Regi&atilde;o Metropolitana de S&atilde;o Paulo (4.5 por cento a.a.), Regi&atilde;o Metropolitana de Salvador (4.4 por cento a.a.), Regi&atilde;o Metropolitana de Bel&eacute;m (4.3 por cento a.a.) e Regi&atilde;o Metropolitana de Fortaleza (4.3 por cento a.a.).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">No per&iacute;odo 1980&#45;1991, a Regi&atilde;o Metropolitana do Rio de Janeiro (com taxa de crescimento de 1.3 por cento a.a.), a de Recife (1.2 por cento a.a.), e a de S&atilde;o Paulo (que registrou uma taxa de 1.9 por cento a.a.) tiveram um ritmo de crescimento que se situou abaixo da m&eacute;dia metropolitana do per&iacute;odo (dois por cento a.a.). Para os anos 1990, nota&#45;se uma manuten&ccedil;&atilde;o nos n&iacute;veis das taxas de crescimento verificados nos anos 1980, com algumas &aacute;reas metropolitanas elevando ligeiramente suas taxas de crescimento, mas pr&oacute;ximas &agrave; d&eacute;cada anterior (como s&atilde;o os casos de Recife, Rio de Janeiro e Curitiba), sendo que apenas a Regi&atilde;o Metropolitana de Salvador apresentou decl&iacute;nio pronunciado na taxa de crescimento (de tr&ecirc;s por cento a.a., entre 1980&#45;1991, para 2.4 por cento a.a., entre 1991&#45;2000).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Assim, no per&iacute;odo de 1991&#45;2000, as regi&otilde;es metropolitanas com maiores taxas de crescimento foram Curitiba (3.5 por cento a.a.), Bel&eacute;m (3.4 por cento a.a.), Fortaleza (2.6 por cento a.a.), Belo Horizonte (2.5 por cento a.a.), Recife (2.3 por cento a.a.). Quanto &agrave;s metr&oacute;poles do Sudeste, a Regi&atilde;o Metropolitana de S&atilde;o Paulo passou de uma taxa de crescimento populacional de 4.5 por cento a.a., no per&iacute;odo 1970&#45;1980, para 1.9 por cento a.a., nos anos 1980, e 1.7 por cento, no per&iacute;odo 1991&#45;2000. A Regi&atilde;o Metropolitana do Rio de Janeiro que havia registrado taxa de 2.4 por cento a.a., nos 1970, baixou para 1.3 por cento a.a., no per&iacute;odo 1980&#45;1991, elevando&#45;se ligeiramente para 1.5 por cento a.a., no de 1991&#45;2000. No caso do Estado de Minas Gerais, sua &aacute;rea metropolitana registrou taxa de crescimento mais elevada (em torno de 2.4 por cento a.a.) que as demais metr&oacute;poles da Regi&atilde;o Sudeste.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Nesse contexto, a metr&oacute;pole brasileira se transforma sob um duplo processo de fragmenta&ccedil;&atilde;o e magnetismo onde se apresentam taxas decrescentes de crescimento populacional nos n&uacute;cleos e ascende o magnetismo da regi&atilde;o como um conjunto cada vez mais denso e org&acirc;nico. Embora este processo seja, em parte, reflexo da tend&ecirc;ncia de redu&ccedil;&atilde;o das taxas de fecundidade em todo pa&iacute;s, deixa clara a diminui&ccedil;&atilde;o da participa&ccedil;&atilde;o da migra&ccedil;&atilde;o como componente importante da din&acirc;mica demogr&aacute;fica metropolitana. Ou seja, n&atilde;o se trata apenas da redu&ccedil;&atilde;o dos fluxos de imigra&ccedil;&atilde;o, mas, sobretudo, o crescimento dos volumes de emigra&ccedil;&atilde;o das RM's, principalmente para as &aacute;reas do seu entorno imediato.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Acompanhado a este processo de redistribui&ccedil;&atilde;o populacional nas metr&oacute;poles, h&aacute; ainda um processo de reestrutura&ccedil;&atilde;o intrametropolitano que altera os par&acirc;metros para o entendimento da metr&oacute;pole enquanto unidade de an&aacute;lise, pois ao mesmo tempo em que se arrefecem as taxas de crescimento destas regi&otilde;es consolidadas, mudam tamb&eacute;m as for&ccedil;as internas que organizam estas regi&otilde;es. As taxas de crescimento das &aacute;reas centrais reduzem significativamente sua import&acirc;ncia, tornando o crescimento das &aacute;reas de entorno a principal, sen&atilde;o a &uacute;nica, respons&aacute;vel pela manuten&ccedil;&atilde;o das taxas de crescimento total nas RM's. Desse modo, tem&#45;se a consolida&ccedil;&atilde;o de uma rede urbana densa onde as intera&ccedil;&otilde;es intermunicipais decorrentes se fortalecem como fruto de fluxos econ&ocirc;micos. populacionais e redes de articula&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica cada vez mais complexas. Assim, os munic&iacute;pios perif&eacute;ricos se tornam, cada vez mais, parte de uma forma de organiza&ccedil;&atilde;o espacial metropolitana integrada onde sua import&acirc;ncia relativa se torna maior.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Considerando estes dados, a discuss&atilde;o sobre o "padr&atilde;o perif&eacute;rico" de crescimento urbano retorna a discuss&atilde;o, desta vez em um contexto de cidades&#45;regi&atilde;o onde muitas vezes o que se convenciona chamar de centro n&atilde;o &eacute; uma figura aut&ocirc;noma e absolutamente polarizadora. Mas que se dilui em uma urbaniza&ccedil;&atilde;o dispersa que extravasa os limites pol&iacute;tico&#45;administrativos e constitui uma nova morfologia urbana que se expressa sob uma din&acirc;mica metropolitana complexa (Ojima, 2007b); motivados, em grande medida, pela inser&ccedil;&atilde;o progressiva das sociedades em contextos de moderniza&ccedil;&atilde;o radicalizada. De certo modo, a fragmenta&ccedil;&atilde;o da metr&oacute;pole &eacute; um processo multidimensional e que n&atilde;o pode ser entendido apenas a partir das express&otilde;es econ&ocirc;micas do processo de globaliza&ccedil;&atilde;o; a compara&ccedil;&atilde;o entre distintas regi&otilde;es brasileiras indica que os processos v&ecirc;m ocorrendo cada vez em maior intensidade em contextos sociais, econ&ocirc;micos e sociais distintos.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">Assim, a Regi&atilde;o Metropolitana institucionalizada se torna uma figura decorativa no contexto das pol&iacute;ticas urbanas brasileiras, pois a din&acirc;mica integradora que garantiria sua express&atilde;o enquanto metr&oacute;pole se torna mais difusa no per&iacute;odo recente. A multiplica&ccedil;&atilde;o de RM's ap&oacute;s a Constitui&ccedil;&atilde;o de 1988 coloca em discuss&atilde;o a necessidade de um crit&eacute;rio anal&iacute;tico para o entendimento da metr&oacute;pole enquanto processo social e territorial, pois abrange uma vasta gama de contextos locais. Com o processo de redemocratiza&ccedil;&atilde;o brasileira, as rela&ccedil;&otilde;es intergovernamentais acabaram por se configurar de uma maneira n&atilde;o cooperativa com o intuito de garantir sua fatia no jogo pol&iacute;tico. Entrou em crise n&atilde;o apenas o regime autorit&aacute;rio e o estado nacional&#45;desenvolvimentista, mas tamb&eacute;m o modelo unionista&#45;autorit&aacute;rio. &Agrave;s custas de negocia&ccedil;&otilde;es e press&otilde;es intergovernamentais distribuiu&#45;se poder e recursos financeiros para as esferas estaduais e municipais, "incentivando um federalismo estadualista e predat&oacute;rio". Assim, criou&#45;se um processo de competi&ccedil;&atilde;o insalubre entre as inst&acirc;ncias federativas que limitou as potencialidades inclu&iacute;das no processo de descentraliza&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas sociais que vieram posteriormente &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o Federal de 1988 (Abrucio e Costa, 1998).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Em decor&ecirc;encia das conquistas pol&iacute;ticas ocorridas durante o processo de abertura pol&iacute;tica e a interven&ccedil;&atilde;o dos governos estaduais para o restabelecimento da democracia, a descentralizafao das decis&otilde;es pol&iacute;ticas "tornou&#45;se, para as oposi&ccedil;&otilde;es, sin&ocirc;nimo de democracia e de devolu&ccedil;&atilde;o &agrave; cidadania da autonomia usurpada pelos governos militares" e do ponto de vista das pol&iacute;ticas sociais o principal "instrumento de universaliza&ccedil;&atilde;o do acesso e do aumento do controle dos benefici&aacute;rios sobre os servi&ccedil;os sociais" (Almeida, 1995). Por outro lado, ao longo da d&eacute;cada de 80, este consenso passou a ser revisto, j&aacute; que a descentraliza&ccedil;&atilde;o passou a significar cada vez mais o abandono do Governo Federal das pol&iacute;ticas sociais, al&eacute;m de ter havido o beneficiamento direto das tradicionais pr&aacute;ticas clientelistas nas regi&otilde;es mais pobres e carentes de servi&ccedil;os sociais. Ou seja, "o 'mito' da autonomia local como solu&ccedil;&atilde;o universal para a desigualdade social e econ&ocirc;mica caiu, assim como houve uma revaloriza&ccedil;&atilde;o de pap&eacute;is essenciais ao governo federal n&atilde;o apenas como financiador, mas como planejador, coordenador e supervisor destas pol&iacute;ticas" (Abrucio e Costa, 1998).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Na met&aacute;fora utilizada por Beck "a pol&iacute;tica ainda se desenvolve nas mesmas velhas jaulas, mas o le&atilde;o est&aacute; livre" (Beck <i>et al.,</i> 1997), observa&#45;se a transforma&ccedil;&atilde;o do pol&iacute;tico, das institui&ccedil;&otilde;es, pressupondo a reestrutura&ccedil;&atilde;o das esferas de decis&atilde;o e os agentes envolvidos neste processo, na busca por exercer a luta por espa&ccedil;os, formas e f&oacute;runs de formata&ccedil;&atilde;o de estilo e de estrutura, tanto dentro como fora do sistema pol&iacute;tico. Assim, o que acontece fora da arena pol&iacute;tica internaliza&#45;se em novas ou velhas institui&ccedil;&otilde;es implodindo&#45;as e remodelando&#45;as. "Se por um lado o Estado est&aacute; definhando, por outro ele &eacute; mais importante do que nunca (...), como uma cobra, que est&aacute; perdendo a pele de suas tarefas cl&aacute;ssicas e desenvolvendo uma nova 'pele de tarefas' global" (Beck <i>et al.,</i> 1997). Exatamente por isso, "n&atilde;o h&aacute; raz&atilde;o para pensar que a descentraliza&ccedil;&atilde;o implica inexoravelmente a redu&ccedil;&atilde;o da import&acirc;ncia da inst&acirc;ncia nacional" (Almeida, 1995); pelo contr&aacute;rio, sua atua&ccedil;&atilde;o pode ser essencial para a "cria&ccedil;&atilde;o de novos &acirc;mbitos de a&ccedil;&atilde;o, seja na defini&ccedil;&atilde;o de novos pap&eacute;is normativos, reguladores e redistributivos que convivam com a expans&atilde;o das responsabilidades de estados e munic&iacute;pios" (Almeida, 1995).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Portanto, em um momento em que as inst&acirc;ncias subnacionais passam a configurar novos contextos na express&atilde;o da pol&iacute;tica, os arranjos intergovernamentais emergem como arenas cada vez mais importantes para as esferas local e regional. Assim, as RM's ressuscitam dentro da discuss&atilde;o da gest&atilde;o regional e propicia&#45;se uma nova correla&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;as no interior do jogo pol&iacute;tico. As formas de gest&atilde;o compartilhada dos riscos produzidos por este novo per&iacute;odo do desenvolvimento social se tornam expl&iacute;citos em contextos locais e regionais com muito mais evid&ecirc;ncia, tornando crucial apreender estes arranjos institucionais dentro de um crit&eacute;rio que permita a identifica&ccedil;&atilde;o dos limites territoriais, mas que fa&ccedil;a sentido n&atilde;o apenas do ponto de vista da correla&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;as pol&iacute;ticas, mas que incorpore as dimens&otilde;es sociais, econ&ocirc;micas e demogr&aacute;ficas.</font></p>  	    <p>&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Novas espacialidades no contexto da urbaniza&ccedil;&atilde;o brasileira</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O entendimento do atual processo de urbaniza&ccedil;&atilde;o e desacelera&ccedil;&atilde;o das grandes concentra&ccedil;&otilde;es metropolitanas est&aacute; relacionado &agrave; distribui&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o em diferentes espacialidades do sistema urbano brasileiro. Ressalte&#45;se, portanto, que caracter&iacute;stica marcante do processo de urbaniza&ccedil;&atilde;o no pa&iacute;s, na virada do s&eacute;culo XX para o XXI, tem sido o intenso processo de interioriza&ccedil;&atilde;o das aglomera&ccedil;&otilde;es urbanas. De fato, a contrapartida desse processo de menor crescimento da popula&ccedil;&atilde;o metropolitana refletiu&#45;se no expressivo crescimento da popula&ccedil;&atilde;o residente em cidades n&atilde;o&#45;metropolitanas em todas as regi&otilde;es brasileiras, onde as cidades pequenas e de porte intermedi&aacute;rio, juntamente com as cidades m&eacute;dias, registraram crescimento significativo,<sup><a href="#notas">3</a></sup> especialmente quando se consideram os aglomerados urbanos.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Essa "interioriza&ccedil;&atilde;o do crescimento"<sup><a href="#notas">4</a></sup> deveu&#45;se em grande medida aos efeitos da crise econ&ocirc;mica, a partir dos anos 1980, sobretudo nas metr&oacute;poles mais industrializadas como S&atilde;o Paulo.</font></p>  	    <blockquote> 		    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">o melhor desempenho da agricultura, dos grandes complexos minerais ou de produtos como papel e celulose, estiveram por tr&aacute;s de uma 'desmetropoliza&ccedil;&atilde;o' da economia nacional. Cresceram as &aacute;reas de fronteira, ainda que incorporando menos terra que na d&eacute;cada de 70; as regi&otilde;es voltadas ao processamento de recursos naturais para exporta&ccedil;&atilde;o; e aquelas, como o interior de S&atilde;o Paulo, que ampliaram suas exporta&ccedil;&otilde;es de manufaturados. Olhado deste &acirc;ngulo, o quadro regional do in&iacute;cio da d&eacute;cada de 1990 mostra&#45;se muito distinto daquele herdado dos anos setenta. Foram muitas as cidades de pequeno ou m&eacute;dio porte que sobreviveram relativamente melhor neste per&iacute;odo. O crescimento da agroind&uacute;stria, a urbaniza&ccedil;&atilde;o na fronteira, a agricultura irrigada, os empreendimentos voltados para a explora&ccedil;&atilde;o de recursos naturais criaram alternativas novas, frente &agrave; crise das metr&oacute;poles industrializadas (... ) O pr&oacute;prio desempenho das atividades agr&iacute;colas pode ter contribu&iacute;do para uma reten&ccedil;&atilde;o maior da popula&ccedil;&atilde;o nas cidades pequenas (Pacheco, 1997: 6).</font></p> 	</blockquote>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">Essas tend&ecirc;ncias "refor&ccedil;am o car&aacute;ter relativamente desconcentrado do sistema urbano brasileiro" (Pacheco, 1997: 39), bem como indicam outras &aacute;reas de recep&ccedil;&atilde;o, absor&ccedil;&atilde;o e reten&ccedil;&atilde;o populacional que passaram, a partir dos &uacute;ltimos vinte anos, a dividir com as antigas regi&otilde;es metropolitanas os destinos migrat&oacute;rios. As tend&ecirc;ncias recentes do processo de urbaniza&ccedil;&atilde;o e de distribui&ccedil;&atilde;o espacial da popula&ccedil;&atilde;o, iniciadas nos anos 1980, refor&ccedil;am o processo de reorganiza&ccedil;&atilde;o populacional, com a import&acirc;ncia crescente de forma&ccedil;&atilde;o de novas territorialidades e dos processos internos de realoca&ccedil;&atilde;o espacial da popula&ccedil;&atilde;o.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Considerando as novas formas de organiza&ccedil;&atilde;o do territ&oacute;rio, com a possibilidade de cria&ccedil;&atilde;o de novas &aacute;reas metropolitanas a partir das Constitui&ccedil;&otilde;es Estaduais, houve crescente n&uacute;mero de regi&otilde;es metropolitanas no Brasil; estas chegaram a concentrar mais de 67 milh&otilde;es de brasileiros no ano 2000, correspondendo a 48.9 por cento da popula&ccedil;&atilde;o urbana nacional.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Essas configura&ccedil;&otilde;es urbano&#45;metropolitanas recentes distinguem&#45;se das antigas metr&oacute;poles, tanto por seu papel no contexto do desenvolvimento econ&ocirc;mico do pa&iacute;s quanto pelo menor poder de sua &aacute;rea de influ&ecirc;ncia, abrangendo espa&ccedil;os regionais bastante restritos. Na verdade, poucas s&atilde;o as &aacute;reas que podem ser consideradas como "nova metr&oacute;pole"; o estudo do IPEA/NESUR&#45;IE/UNICAMP/IBGE identificou 13 metr&oacute;poles nacionais, ou seja, as nove regi&otilde;es antigas e as regi&otilde;es metropolitanas de Vit&oacute;ria, Florian&oacute;polis, Entorno de Bras&iacute;lia e Natal.<sup><a href="#notas">5</a></sup> Desse modo, a maior parte dessas novas aglomera&ccedil;&otilde;es urbanas, j&aacute; institucionalizadas como metr&oacute;poles, podem ser denominadas 'aglomerados metropolitanos recentes' (ao inv&eacute;s de novas regi&otilde;es metropolitanas) para que se distingam dos espa&ccedil;os de car&aacute;ter eminentemente metropolitano. Essa distin&ccedil;&atilde;o faz&#45;se necess&aacute;ria, uma vez que a defini&ccedil;&atilde;o sociol&oacute;gica de &aacute;rea metropolitana inclui, dentre outros elementos, a complexidade da intera&ccedil;&atilde;o entre os espa&ccedil;os que comp&otilde;em essa regi&atilde;o, com intensa circula&ccedil;&atilde;o de capital e de popula&ccedil;&atilde;o<sup><a href="#notas">6</a></sup>; situa&ccedil;&atilde;o nem sempre presente nesses aglomerados.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">As taxas de crescimento da popula&ccedil;&atilde;o dos aglomerados metropolitanos, no entanto, assemelham&#45;se &agrave; din&acirc;mica de crescimento das antigas metr&oacute;poles em d&eacute;cadas passadas. No per&iacute;odo 1980&#45;1991 a taxa m&eacute;dia de crescimento dos aglomerados metropolitanos recentes chegou a 3.3 por cento a.a. e, mesmo diminuindo esse ritmo na d&eacute;cada seguinte, situou&#45;se em 2.79 por cento a.a. Essas taxas ficaram bem acima da taxa m&eacute;dia de crescimento nacional nas duas d&eacute;cadas, bem como de crescimento urbano, indicando o impulso do processo de concentra&ccedil;&atilde;o de popula&ccedil;&atilde;o nessas localidades no per&iacute;odo. De fato, esses aglomerados concentravam 9 141 654 habitantes, em 1980, passando para 16 759 231, em 2000. Esse acr&eacute;scimo populacional contribuiu para que aumentasse a participa&ccedil;&atilde;o relativa da popula&ccedil;&atilde;o dessas &aacute;reas no total da popula&ccedil;&atilde;o urbana brasileira: de 11.4 por cento, em 1980, para 12.1 por cento, em 2000; no caso das antigas regi&otilde;es metropolitanas essa participa&ccedil;&atilde;o vem decrescendo, como j&aacute; apontado.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Nos anos 90, v&aacute;rios foram os aglomerados metropolitanos recentes que registraram elevadas taxas de crescimento, dentre eles aqueles que s&atilde;o sediados por capitais estaduais &#151;Entorno de Bras&iacute;lia (3.5 por cento a.a.), Goi&acirc;nia (tr&ecirc;s por cento a.a.), Florian&oacute;polis (3.3 por cento a.a.) e S&atilde;o Luis (tr&ecirc;s por cento a.a.)&#151; bem como outras no interior, tais como Foz do Rio Itaja&iacute; (4.1 por cento a.a.), Maring&aacute; (2.4 por cento a.a.), Campinas (2.5 por cento a.a.), Norte/Nordeste Catarinense (2.5 por cento a.a.) e Regi&atilde;o Carbon&iacute;fera (3.2 por cento a.a.). Considerando o total da popula&ccedil;&atilde;o residindo em regi&otilde;es metropolitanas e em aglomerados metropolitanos chega&#45;se a 67 847 400 brasileiros, ou seja, cerca de 49.2 por cento da popula&ccedil;&atilde;o urbana do pa&iacute;s. Assiste&#45;se, desse modo, a intensifica&ccedil;&atilde;o do processo de desconcentra&ccedil;&atilde;o polarizada da urbaniza&ccedil;&atilde;o, cuja rede urbana vai se redefinindo a partir de novos recortes espaciais regionais, ao mesmo tempo em que ocorre o espraiamento da popula&ccedil;&atilde;o dentre essas configura&ccedil;&otilde;es urbanas. De fato, ao se somar aos espa&ccedil;os metropolitanos (antigos e recentes) as popula&ccedil;&otilde;es das novas configura&ccedil;&otilde;es dos aglomerados urbanos n&atilde;o&#45;metropolitanos totalizam 86 165 594 pessoas; correspondendo a 62 por cento da popula&ccedil;&atilde;o urbana nacional no ano 2000.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Esses aglomerados urbanos n&atilde;o&#45;metropolitanos, segundo o IBGE, correspondem a 11 aglomera&ccedil;&otilde;es sediadas por capitais estaduais e outras 24 aglomera&ccedil;&otilde;es localizadas em &aacute;reas interioranas. No caso dos aglomerados urbanos de capitais, as taxas de crescimento foram superiores (4.7 por cento a.a, nos anos 1980, e 2.9 por cento a.a., nos 1990) &agrave;s verificadas para as aglomera&ccedil;&otilde;es urbanas do interior (2.5 por cento a.a. e dois por cento a.a., respectivamente). Os aglomerados urbanos de capitais, por sua vez, arrefeceram consideravelmente seu ritmo de crescimento da popula&ccedil;&atilde;o, de uma para outra d&eacute;cada, se comparados aos aglomerados do interior, os quais quase que mantiveram a mesma taxa de crescimento nos &uacute;ltimos vinte anos. Essas tend&ecirc;ncias indicam o fortalecimento dessas espacialidades no interior, passando de uma popula&ccedil;&atilde;o de 7.5 milh&otilde;es, em 1980, para 11.9 milh&otilde;es, em 2000.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O sistema urbano brasileiro tende, portanto, a se redesenhar em configura&ccedil;&otilde;es metropolitanas e aglomerados urbanos. Essas espacialidades, por sua vez, ao mesmo tempo em que concentra a popula&ccedil;&atilde;o no conjunto da urbaniza&ccedil;&atilde;o, apresenta especificidades intrametropolitanas e intra&#45;aglomera&ccedil;&otilde;es, sobretudo, no que se refere ao processo de redistribui&ccedil;&atilde;o interna de suas popula&ccedil;&otilde;es, gerando espa&ccedil;os formados por sedes e entornos regionais, centros e periferias. S&atilde;o nessas novas configura&ccedil;&otilde;es urbanas, portanto, que as popula&ccedil;&otilde;es se movimentam, se deslocam e circulam diariamente, trazendo novas demandas &agrave;s pol&iacute;ticas sociais, quer seja em termos de transporte e moradia, como de sa&uacute;de e educa&ccedil;&atilde;o.</font></p>  	    <p>&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Novas abordagens te&oacute;ricas e desaf&iacute;os anal&iacute;ticos</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Considerando os crit&eacute;rios oficiais da Organiza&ccedil;&atilde;o das Nafoes Unidas (ONU), as estimativas s&atilde;o de que, no ano de 2025, mais de 90 por cento da popula&ccedil;&atilde;o brasileira esteja vivendo em &aacute;reas urbanas. Assim, as evid&ecirc;ncias apontam para uma irreversibilidade do urbano enquanto tend&ecirc;ncia demogr&aacute;fica nacional. Entretanto, n&atilde;o se pode mais pens&aacute;&#45;la sob os mesmos moldes, pois nos &uacute;ltimos anos do s&eacute;culo XX, apresentou&#45;se um importante arrefecimento do crescimento das Regi&otilde;es Metropolitanas (RM), al&eacute;m de uma reestrutura&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o intraurbano sob uma forma fragmentada, dispersa e estendida (Hogan e Ojima, 2008).</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">O recorte centro&#45;periferia &#151;que retorna a discuss&atilde;o&#151; est&aacute;, obviamente, relacionado &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es de centralidade que o munic&iacute;pio&#45;sede possui no seu contexto regional e nacional (Ojima, 2007a). Entretanto, no momento atual do processo de urbaniza&ccedil;&atilde;o mundial e nacional, emergem organiza&ccedil;&otilde;es urbanas nos quais sua extens&atilde;o e centralidade abrangem uma &aacute;rea de influ&ecirc;ncia muito mais difusa. As cidades&#45;regi&atilde;o, apontadas, entre outros, por Scott <i>et al.</i> (2001), constituem n&oacute;dulos de express&atilde;o de uma nova ordem social, econ&ocirc;mica e pol&iacute;tica, mostrando que ao contr&aacute;rio de uma dissolu&ccedil;&atilde;o da import&acirc;ncia regional decorrente da dilui&ccedil;&atilde;o do tempo&#45;espafo propiciado pela globaliza&ccedil;&atilde;o, as formas espaciais regionais se tornam cada vez mais centrais &agrave; vida moderna. Neste contexto, seria preciso identificar at&eacute; onde v&atilde;o os limites da cidade, n&atilde;o no seu sentido estrito, enquanto expans&atilde;o f&iacute;sica da mancha urbana, mas at&eacute; onde a cidade (a metr&oacute;pole) faz sentido enquanto unidade de an&aacute;lise unit&aacute;ria e que pode ser apreendida em termos de centro, periferia ou regi&atilde;o. Enfim, &eacute; preciso entender a metr&oacute;pole enquanto unidade anal&iacute;tica que possui sim uma cidade central ou polarizadora, mas que n&atilde;o sobrevive sem se considerar os mecanismos de desencaixe (Giddens, 1991) proporcionados pelo avan&ccedil;o progressivo da modernidade no contexto da globaliza&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o apenas econ&ocirc;mica, mas, principalmente, em termos da dilui&ccedil;&atilde;o dos riscos sociais e das conseq&uuml;&ecirc;ncias inesperadas do desenvolvimento social.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">No contexto atual do processo de urbaniza&ccedil;&atilde;o, se refor&ccedil;a a no&ccedil;&atilde;o de que regi&otilde;es (ao inv&eacute;s de localidades) emergem enquanto arenas econ&ocirc;micas e pol&iacute;ticas com uma crescente autonomia das suas escalas de a&ccedil;&atilde;o em n&iacute;veis nacionais e globais. Assim, a urbaniza&ccedil;&atilde;o se amplia para al&eacute;m do meio ambiente constru&iacute;do e da conurba&ccedil;&atilde;o dos grandes centros urbanos, alterando assim, a imagem da cidade ca&oacute;tica. Surge, portanto, a imagem de uma cidade polinucleada sem necessariamente apresentar continuidade f&iacute;sica da mancha urbana, uma forma esparsa e fragmentada ao longo de extens&otilde;es do territ&oacute;rio cada vez mais amplas, mas ao mesmo tempo cada vez mais integradas. Tend&ecirc;ncia que reflete parcialmente a conjuga&ccedil;&atilde;o das esferas da reprodu&ccedil;&atilde;o da sociedade em termos de uma desarticula&ccedil;&atilde;o crescente entre as formas de reprodu&ccedil;&atilde;o do capital e a reprodu&ccedil;&atilde;o social.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Ou seja, evidenciam&#45;se as desconex&otilde;es entre espa&ccedil;o e tempo que permeiam o processo de radicaliza&ccedil;&atilde;o da modernidade, separando os contextos espaciais urbanos de trabalho, consumo, resid&ecirc;ncia, estudo e lazer. Assim, fragmenta&#45;se o indiv&iacute;duo em m&uacute;ltiplas escalas de a&ccedil;&atilde;o e reprodu&ccedil;&atilde;o social n&atilde;o apenas no contexto temporal, mas, sobretudo, nas suas express&otilde;es materiais dentro do tecido urbano. De certa forma, radicalizam&#45;se os mecanismos de desencaixe (Giddens, 1991) que tornam o indiv&iacute;duo cada vez mais um agente solit&aacute;rio diante dos riscos envolvidos dentro dos contextos de fragmenta&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica, econ&ocirc;mica e social no in&iacute;cio do s&eacute;culo XXI. Neste sentido, a cidade&#45;regi&atilde;o n&atilde;o deve ser entendida apenas como uma express&atilde;o mais ampla das cidades&#45;globais ou cidades&#45;mundiais, pois n&atilde;o se trata de entend&ecirc;&#45;las apenas enquanto palcos do processo de globaliza&ccedil;&atilde;o e reestrutura&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica, mas de trat&aacute;&#45;la enquanto espa&ccedil;o privilegiado de transforma&ccedil;&atilde;o social e, principalmente, a arena nas quais se articulam e se reproduz a vida cotidiana. Urbanizando n&atilde;o apenas o territ&oacute;rio, mas as representa&ccedil;&otilde;es do espa&ccedil;o e as estrat&eacute;gias de sobreviv&ecirc;ncia que garantem a reprodu&ccedil;&atilde;o social.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A mobilidade espacial crescente, em grande parte propiciada pelo avan&ccedil;o das tecnologias e investimentos em transportes, &eacute; condi&ccedil;&atilde;o essencial para a constitui&ccedil;&atilde;o dessas cidades&#45;regi&atilde;o, embora, n&atilde;o seja determinante e muito menos suficiente para que esta se consolide. Ou seja, quando os fluxos di&aacute;rios de a&ccedil;&atilde;o social se desconectam por extens&otilde;es de espa&ccedil;o mais amplas, os desencaixes entre as esferas da reprodu&ccedil;&atilde;o social tamb&eacute;m se tornam mais contundentes, de modo que se as esferas de a&ccedil;&atilde;o social &#45; trabalho, estudo, moradia, lazer, etc &#45; de um mesmo individuo s&atilde;o dadas em contextos espa&ccedil;o&#45;tempo distintos e distanciados, tornando as representa&ccedil;&otilde;es do contexto urbano mais amplos e, ao mesmo tempo, interconectados. Cabe assim dizer que &eacute; necess&aacute;rio entender as &oacute;rbitas que cercam a reprodu&ccedil;&atilde;o da vida cotidiana no mundo contempor&acirc;neo sob uma perspectiva da vida urbana e todas as significa&ccedil;&otilde;es que ela atribui. De certa forma, equivale a dizer que &eacute; preciso dar a devida aten&ccedil;&atilde;o ao modo de vida urbana como forma social que d&aacute; sentido aos processos que s&atilde;o invocados pelo processo de globaliza&ccedil;&atilde;o da economia.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Segundo o Censo Demogr&aacute;fico, em 2000, cerca de 7.3 milh&otilde;es de pessoas trabalhavam ou estudavam em munic&iacute;pios diferentes daqueles onde residiam, o que representa mais de 6.5 por cento das pessoas que trabalhavam ou estudavam na data de refer&ecirc;ncia do Censo. A informa&ccedil;&atilde;o de deslocamento pendular &eacute; um importante indicador de integra&ccedil;&atilde;o regional e tem sido alvo de pesquisas no Brasil desde a d&eacute;cada de 1970, principalmente em raz&atilde;o da demanda por defini&ccedil;&otilde;es das regi&otilde;es metropolitanas. Entretanto, foi s&oacute; mais recentemente, a partir da divulga&ccedil;&atilde;o dos resultados do Censo 2000, que passou a ser mais explorado em termos anal&iacute;ticos. Do ponto de vista da an&aacute;lise da consolida&ccedil;&atilde;o de cidades&#45;regi&atilde;o ou do processo de periferiza&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o, este indicador pode nos dar algumas pistas importantes que nos permitir&atilde;o confirmar ou rejeitar a hip&oacute;tese de uma nova forma de organiza&ccedil;&atilde;o espacial urbana no Brasil contempor&acirc;neo.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Observando&#45;se os volumes de pessoas que trabalham ou estudam em outro munic&iacute;pio (diferentes daquele onde residem) ao longo de todos os munic&iacute;pios brasileiros, podemos ver que este &eacute; um fen&ocirc;meno que se repercute de maneira concentrada em algumas regi&otilde;es do pa&iacute;s, mas que n&atilde;o &eacute; uma caracter&iacute;stica exclusiva de centros polarizadores tradicionais como as metr&oacute;poles de S&atilde;o Paulo ou Rio de Janeiro, tampouco s&atilde;o exclusividade das regi&otilde;es metropolitanas (Ojima <i>et al.,</i> 2007).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Estes fluxos normalmente t&ecirc;m sido analisados como sendo parte inerente ao processo de periferiza&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o mais carente para &aacute;reas mais afastadas dos munic&iacute;pios&#45;p&oacute;lo devido, principalmente, aos valores mais acess&iacute;veis dos lotes. Mas a questao &eacute; saber que tipo de migrantes s&atilde;o estes e quais as caracter&iacute;sticas sociais desta parcela da popula&ccedil;&atilde;o. Assim, se a organiza&ccedil;&atilde;o atual do sistema urbano se d&aacute; atrav&eacute;s do crescimento e fortalecimento destas forma&ccedil;&otilde;es regionais: as cidades&#45;regi&atilde;o. Como podemos continuar entendendo a pobreza e a exclus&atilde;o social atrav&eacute;s da an&aacute;lise simples do padr&atilde;o perif&eacute;rico de desenvolvimento? Ou seja, considerando que os espa&ccedil;os perif&eacute;ricos possuem caracter&iacute;sticas homog&ecirc;neas.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Villa&ccedil;a (1999) salienta que, apesar de muito se falar em produ&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o, pouco se avan&ccedil;ou sobre o consumo, a troca e a circula&ccedil;&atilde;o desse "produto" social. E quase nada se disse a respeito dos efeitos do espa&ccedil;o sobre o social, pois evidentemente, o espa&ccedil;o nunca adquiriu peso significativo nestes estudos para que pudesse ser tratado como uma vari&aacute;vel relevante e eventualmente capaz de interferir nos processos sociais. Assim, se o espa&ccedil;o &eacute; produzido socialmente, enquanto soma n&atilde;o intencional de milhares de valores e signos da sociedade moderna, entend&ecirc;&#45;la como parte das rela&ccedil;&otilde;es dial&eacute;ticas espa&ccedil;o&#45;sociedade s&oacute; ser&aacute; poss&iacute;vel se entendernos as mudan&ccedil;as dos valores e re&#45;significa&ccedil;&otilde;es que a sociedade contempor&acirc;nea atravessa no processo de encaixe e desencaixe da globaliza&ccedil;&atilde;o. Ou seja, muito mais do que entender as transforma&ccedil;&otilde;es da economia para entender as novas formas de organiza&ccedil;&atilde;o do territ&oacute;rio, temos que identificar o conjunto de valores que orientam a a&ccedil;&atilde;o individual na sociedade do final do s&eacute;culo XX, para poder entender como mudam as formas de consumir a cidade.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Segundo Lefebvre (1991), n&atilde;o se pode aceitar e ratificar o economismo, uma vez que ele &eacute; falso, pois desdenha o que constitui a sociedade. Assim, corre&#45;se o risco de abandonar o aumento da complexidade das rela&ccedil;&otilde;es sociais em favor de uma racionalidade t&eacute;cnica pautada pelo modelo econ&ocirc;mico. O termo "sociedade industrial" n&atilde;o &eacute; falso quando se trata de analisar a sociedade no s&eacute;culo XX, mas n&atilde;o possui um sentido em si mesmo, j&aacute; que s&oacute; pode ser entendido a partir de um duplo processo. Este duplo processo que d&aacute; sentido &agrave; industrializa&ccedil;&atilde;o &eacute; exatamente a rela&ccedil;&atilde;o entre industrializa&ccedil;&atilde;o&#45;urbaniza&ccedil;&atilde;o.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Neste sentido, o aumento da mobilidade sugere que as fronteiras territoriais se tornam cada vez mais difusas, o que n&atilde;o equivale dizer que estas se tornam menos importantes ou irrelevantes; Enfim, o aprofundamento dessas interpreta&ccedil;&otilde;es poder&aacute; contribuir para o entendimento do fen&ocirc;meno migratorio, bem como para o processo de desconcentra&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o com a forma&ccedil;&atilde;o de novas territorialidades e novos espa&ccedil;os para a migra&ccedil;&atilde;o sob a perspectiva dos novos espa&ccedil;os engendrados n&atilde;o apenas pelas transforma&ccedil;&otilde;es econ&ocirc;micas recentes, mas, sobretodo, as mudan&ccedil;as dos processos sociais e mecanismos de desencaixe da sociedade contempor&acirc;nea.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Refer&ecirc;ncias Bibliogr&aacute;ficas</b></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">ABRUCIO, F. L. e V. M. F. COSTA, 1998, <i>Reforma do estado e o contexto federativo brasileiro,</i> Centro de Estados Konrad&#45;Adenauer&#45;Stiftang, S&atilde;o Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5690019&pid=S1405-7425200800040000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">ALMEIDA, M. H. L, 1995, "Federalismo e pol&iacute;ticas sociais", in <i>Revista Brasileira de Ciencias Sociais,</i> EDUSC, S&atilde;o Paulo.</font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">BAENINGER, R., 2002, "Expans&atilde;o, redefini&ccedil;&atilde;o ou consolida&ccedil;&atilde;o dos espa&ccedil;os da migra&ccedil;&atilde;o em S&atilde;o Paulo? An&aacute;lises a partir dos primeiros resultados do censo 2000", <i>in Anais doXIII Encontr&oacute; Nacional de Estudos Populacionais</i> &#45;ABEP, Ouro Preto.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5690022&pid=S1405-7425200800040000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">BAENINGER, R., 2005, "Novas territorialidades e sociedade de Risco: evid&ecirc;ncias emp&iacute;ricas e novos elementos te&oacute;ricos", in <i>Anais do XI Encontr&oacute; Nacional da ANPUR,</i> 23&#45;27 de maio, Salvador.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5690024&pid=S1405-7425200800040000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">BECK, U., 1992, <i>Risk society: towards a new modernity,</i> Sage Publications, Londres.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5690026&pid=S1405-7425200800040000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">BECK, Ulrich, A.GIDDENS, e S. LASH, 1997, <i>Moderniza</i>&ccedil;&atilde;<i>o reflexiva: pol&iacute;tica, tradi</i>&ccedil;&atilde;<i>o e est&eacute;tica na ordem social moderna,</i> Ed. UNESP, S&atilde;o Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5690028&pid=S1405-7425200800040000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">BENKO, G., 1996, <i>Econom&iacute;a, espa</i>&ccedil;<i>o e globaliza</i>&ccedil;&atilde;<i>o: na aurora do s&eacute;culo XXI,</i> Editora Hucitec, S&atilde;o Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5690030&pid=S1405-7425200800040000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">BILSBORROW, R. E., 1996, <i>Migration, urbanization and development: new directions and issues,</i> UNFPA/Kluwer, Nueva York.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5690032&pid=S1405-7425200800040000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">CASTELLS, M., 1999, <i>A sociedade em rede,</i> Paz e Terra.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5690034&pid=S1405-7425200800040000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">CHAMPION, A., 1998, <i>Population distribution in developed countries: has counter&#45;urbanization stopped?</i> in UNITED NATIONS, <i>Population Distribution and Migration,</i> Nueva York.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5690036&pid=S1405-7425200800040000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">CUNHA, J. M., R.BAENINGER, R. CARMO y C. ANTICO, 2000, <i>Din&acirc;mica migratoria no Estado de S</i>&atilde;<i>o Paulo,</i> in D. Hogan, <i>et al., Migra</i>&ccedil;&atilde;<i>o e ambiente em S</i>&atilde;<i>o Paulo.</i> PRONEX/NEPO&#45;UNICAMP.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5690038&pid=S1405-7425200800040000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">GIDDENS, A., 1991, <i>As conseq&uuml;&ecirc;ncias da modernidade,</i> SP, Editora UNESP.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5690040&pid=S1405-7425200800040000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">GOTTDIENER, M., 1993, <i>A produ</i>&ccedil;&atilde;<i>o social do espa</i>&ccedil;<i>o,</i> EDUSP, S&atilde;o Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5690042&pid=S1405-7425200800040000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">HARVEY, D., 1992, <i>A condi</i>&ccedil;&atilde;<i>o p&oacute;s&#45;moderna,</i> Editora Loyola, S&atilde;o Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5690044&pid=S1405-7425200800040000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">HOGAN, DJ. and R. OJIMA, 2008, <i>Urban sprawl: a challenge for sustainability,</i> in G. MARTINE, G. MCGRANAHAN, M. MONTGOMERY e R. CASTILLA&#45;FERNANDEZ, 2008, <i>The new global frontier: urbanization, poverty and environment in the 21st century,</i> IIED/UNFPA and Earthscan Publications, Londres.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5690046&pid=S1405-7425200800040000800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">IPEA/IBGE/NESUR&#45;UNICAMP, 2000, <i>Caracter&iacute;sticas e tend&ecirc;ncias da rede urbana no Brasil.</i> Instituto de Economia&#45;UNICAMP.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5690048&pid=S1405-7425200800040000800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">LATTES, A. E., 1998, <i>Population distribution in Latin America: is there a trend towards population deconcentration? In : Population, distribution and migration,</i> United Nations, Nueva York.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5690050&pid=S1405-7425200800040000800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">LEFEBVRE, H., 1991, <i>A vida cotidiana no mundo moderno,</i> Ed. &Aacute;tica, S&atilde;o Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5690052&pid=S1405-7425200800040000800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">OJIMA, R., 2003, <i>Institui&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas e mudan</i>&ccedil;<i>a ambiental: os novos arranjos institucionais na gest</i>&atilde;<i>o de recursos h&iacute;dricos e suas interfaces pol&iacute;ticas,</i> UNICAMP, Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Campinas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5690054&pid=S1405-7425200800040000800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">OJIMA, R., 2005, "A Dicotomia centro&#45;periferia em discuss&atilde;o: conseq&uuml;&ecirc;ncias inesperadas e desafios para a gest&atilde;o das aglomera&ccedil;&otilde;es urbanas metropolitanas", in <i>Anais do XII Congresso Brasileiro de Sociologia,</i> <a href="http://www.sbsociologia.com.br" target="_blank">www.sbsociologia.com.br</a>, Sociedade Brasileira de Sociologia, 31.maio a 3 junho, Belo Horizonte.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5690056&pid=S1405-7425200800040000800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">OJIMA, R., 2007a, <i>An&aacute;lise comparativa da dispers</i>&atilde;<i>o urbana nas aglomera&ccedil;&otilde;es urbanas brasileiras: elementos te&oacute;ricos e metodol&oacute;gicos para o planejamento urbano e ambiental,</i> Tese (Doutorado em Demograf&iacute;a) Unicamp, Campinas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5690058&pid=S1405-7425200800040000800020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">OJIMA, R., 2007b, "Dimens&otilde;es da urbaniza&ccedil;&atilde;o dispersa e proposta metodol&oacute;gica para estudos comparativos: uma abordagem socioespacial em aglomera&ccedil;&otilde;es urbanas brasileiras", in <i>Revista Brasileira de Estudos da Popula</i>&ccedil;&atilde;<i>o,</i> ABEP, vol. 24, num. 2, S&atilde;o Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5690060&pid=S1405-7425200800040000800021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">OJIMA, R., R. B. SILVA, e R. H. M. PEREIRA, 2007, "A mobilidade pendular na defini&ccedil;&atilde;o das cidades&#45;dormit&oacute;rio: caracteriza&ccedil;&atilde;o sociodemogr&aacute;fica e novas territorialidades no contexto da urbaniza&ccedil;&atilde;o brasileira", in <i>Anais...VEncontro Nacional sobre Migra&ccedil;&otilde;es,</i> Universidade Estadual de Campinas, 15&#45;17 de outubro, Campinas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5690062&pid=S1405-7425200800040000800022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">PACHECO, C. A., 1997, <i>Fragmenta</i>&ccedil;&atilde;<i>o da na</i>&ccedil;&atilde;<i>o,</i> Instituto de Economia/UNICAMP, Campinas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5690064&pid=S1405-7425200800040000800023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">SANTOS, M. <i>et al.,</i> 1994, <i>Territ&oacute;rio, globaliza</i>&ccedil;&atilde;<i>o e fragmenta</i>&ccedil;&atilde;<i>o,</i> Hucitec, S&atilde;o Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5690066&pid=S1405-7425200800040000800024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">SCOTT, A.J., AGNEW, J., SOJA, E.W. e M. STORPER, 2001, "Cidades&#45;regi&otilde;es globais", in <i>Revista Espa</i>&ccedil;<i>o e Debates,</i> n&uacute;m. 41.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5690068&pid=S1405-7425200800040000800025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">VILLA&Ccedil;A, F., 1998, <i>Espa</i>&ccedil;<i>o intra&#45;urbano no Brasil,</i> Livros Studio Nobel Ltda/ FAPESP.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5690070&pid=S1405-7425200800040000800026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">VILLA&Ccedil;A, F., 1999, "Efeitos do espa&ccedil;o sobre o social na metr&oacute;pole brasileira", in SOUZA, M. A. A., S. C. LINS, M. P. C. SANTOS e M. C. SANTOS, <i>Metr&oacute;pole e globaliza</i>&ccedil;&atilde;<i>o: conhecendo a cidade de S</i>&atilde;<i>o Paulo,</i> Ed. CEDESP, S&atilde;o Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5690072&pid=S1405-7425200800040000800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <p>&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><a name="notas"></a><b>Notas</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><sup>1</sup>&nbsp;Refere&#45;se &agrave;s pessoas que mudaram de municipio, pelo menos uma vez, na d&eacute;cada; n&atilde;o inclui a migra&ccedil;&atilde;o intrametropolitana.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2"><sup>2</sup>&nbsp;No Brasil, as Regi&otilde;es Metropolitanas foram instituidas atrav&eacute;s da lei complementar n<sup>o</sup> 14, em 8 de junho de 1973, com o objetivo de promover o planejamento integrado e a presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os comuns de interesse metropolitano, com comando da Unidade da Federa&ccedil;&atilde;o e sob o financiamento da Uni&atilde;o. Neste momento, oito RMs foram criadas: Bel&eacute;m, Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador e S&atilde;o Paulo, sendo criada no ano seguinte a RM do Rio de Janeiro pela lei complementar n<sup>o</sup> 20, totalizando nove RMs at&eacute; o final do ano de 1974. A Constitui&ccedil;&atilde;o Federal de 1988 instituiu, atrav&eacute;s do seu cap&iacute;tulo III, artigo 26, par&aacute;grafo 3<sup>o</sup>, que os Estados passariam a ter autonomia para definir quantas e como se constituiriam suas RMs; assim, passaram a ser um total de 26 Regi&otilde;es Metropolitanas, sem considerar as Regi&otilde;es Integradas de Desenvolvimento (RIDE) do Distrito Federal e Entorno (Bras&iacute;lia).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><sup>3</sup>&nbsp;Veja&#45;se Martine (1992) para uma an&aacute;lise da evolu&ccedil;&atilde;o das localidades urbanas no Brasil segundo Grandes Regi&otilde;es de 1940 a 1991.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><sup>4</sup>&nbsp;O estudo "Caracter&iacute;sticas e Tend&ecirc;ncia da Rede Urbana Brasileira" (NESUR&#45;IE/IPEA, 1998) analisa os impactos da economia no sistema urbano regional, onde se observa o crescimento de localidades fora das grandes metr&oacute;poles.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><sup>5</sup>&nbsp;Outras &aacute;reas metropolitanas foram inclu&iacute;das em categorias como metr&oacute;poles regionais, como &eacute; o caso de Campinas. Veja&#45;se IPEA/NESUR&#45;IE&#45;UNICAMP/IBGE (2000).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><sup>6</sup>&nbsp;Veja&#45;se, dentre outros, Villafa (2001).</font></p>  	    <p>&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Informaci&oacute;n sobre los autores</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Rosana Baeninger.</b> Coordenadora e Pesquisadora do N&uacute;cleo de Estudos de Popula&ccedil;&atilde;o (NEPO/ UNICAMP) e Docente do Departamento de Demograf&iacute;a do Instituto de Filosof&iacute;a e Ci&ecirc;ncias Humanas (IFCH/UNICAMP). Correo electr&oacute;nico: <a href="mailto:baeninger@nepo.unicamp.br">baeninger@nepo.unicamp.br</a></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Ricardo Ojima.</b> Pesquisador Colaborador do N&uacute;cleo de Estudos de Popula&ccedil;&atilde;o (NEPO/Unicamp) e Departamento de Demograf&iacute;a (DD/IFCH/Unicamp). Bolsista de p&oacute;s&#45;doutorado da Funda&ccedil;&atilde;o de Amparo &agrave; Pesquisa do Estado de S&atilde;o Paulo (FAPESP). Correo electr&oacute;nico: <a href="mailto:ojima@nepo.unicamp.br">ojima@nepo.unicamp.br</a></font></p>      ]]></body><back>
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