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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Bioengenharia utilizando bambus em faixas para o controle de processos erosivos: uma analise qualitativa]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This work shows the potential use of bamboo with an alternative to recover the moderate erosion. The technical was applied in southern scarpment of the Serra da Mantiqueira, city of Pindamonhangaba, and claimed as a result to reverse environmental damage caused by the rupture of a water adductor located at 1 700 m altitude, that resulted in the formation of a scar in the hillside forest, with soil and vegetation removal. To reverse the erosion processes created at the site, a new technique was developed using four barriers formed by seedlings of Bambusa multiplex (Lour.) in order to divert the waters and promote the regeneration of vegetation. The planting site was delimited by limiting lawn, with function to keep the bamboo seedlings in a confined space, limiting its growth, ensuring that rainwater did not carry the seedlings before the interlacing of rhizomes, their formation and fixation in the soil. The seedlings of B. mutiplex were planted next to each other, at distances of 10 cm, trying to fill the enclosed area. The interventions, barriers that will promote the stability of the erosive processes. The choice of bamboo as a type natural ecological barrier, favored the drainage of superficial waters and provided the stability of the erosions caused by environmental accidents, and can be considered as an efficient method to contain the erosive processes.]]></p></abstract>
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<kwd lng="en"><![CDATA[control of erosion]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[environment restoration]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[  	    <p align="center"><font face="verdana" size="4"><b>Bioengenharia utilizando bambus em faixas para o controle de processos erosivos: uma analise qualitativa</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="3"><b>Bioengineering using bamboo barriers to erosion control. A qualitative analysis</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="2"><b>Admilson Clayton&#45;Barbosa</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><i>Universidade Federal do ABC&#151;UFABC&#151;Brasil. Rua Santa Ad&eacute;lia, 166. Bairro Bangu. Santo Andr&eacute; &#45; SP &#45; Brasil.</i> Correo electr&oacute;nico: <a href="mailto:admilson.barbosa@ufabc.edu.br">admilson.barbosa@ufabc.edu.br</a>.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Recibido: 12 enero 2011.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> 	Aceptado: 21 octubre 2011.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p> 	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Resumo</b></font></p>         <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Este estudo apresenta o uso potencial do bambu como uma alternativa para recupera&ccedil;&atilde;o de processos erosivos moderados. A t&eacute;cnica foi aplicada na escarpa Sul da Serra da Mantiqueira, cidade de Pindamonhangaba, com o objetivo de reverter os danos ambientais causados pelo rompimento de uma adutora de &aacute;gua localizada a 1 700 m de altitude. No local formou uma cicatriz na floresta de encosta, com supress&atilde;o do solo e da vegeta&ccedil;&atilde;o. Para reverter os processos erosivos formados no local foi aplicada uma nova t&eacute;cnica utilizando quatro barreiras formadas com mudas de <i>Bambusa multiplex</i> (Lour.), com intuito de desviar as &aacute;guas e favorecer a regenera&ccedil;&atilde;o da vegeta&ccedil;&atilde;o. O local do plantio foi delimitado com limitador de gramado com fun&ccedil;&atilde;o de manter as mudas de bambu em um espa&ccedil;o confinado, limitando seu crescimento, assegurando que as &aacute;guas das chuvas n&atilde;o carregassem as mudas antes do entrela&ccedil;amento dos rizomas, da sua forma&ccedil;&atilde;o e fixa&ccedil;&atilde;o no solo. As mudas de <i>B. mutiplex</i> foram plantadas, uma ao lado da outra, em espa&ccedil;amento de 10 cm, procurando preencher toda a &aacute;rea delimitada. As interven&ccedil;&otilde;es, barreiras promoveram a estabiliza&ccedil;&atilde;o dos processos erosivos. A escolha do bambu como forma de barreira ecol&oacute;gica natural, favoreceu o escoamento adequado das &aacute;guas superficiais e proporcionou a estabiliza&ccedil;&atilde;o das eros&otilde;es provocadas pelo acidente ambiental e, pode ser considerado um m&eacute;todo eficiente para conten&ccedil;&atilde;o de processos erosivos.</font></p>     <p align="justify">&nbsp;</p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Abstract</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">This work shows the potential use of bamboo with an alternative to recover the moderate erosion. The technical was applied in southern scarpment of the Serra da Mantiqueira, city of Pindamonhangaba, and claimed as a result to reverse environmental damage caused by the rupture of a water adductor located at 1 700 m altitude, that resulted in the formation of a scar in the hillside forest, with soil and vegetation removal. To reverse the erosion processes created at the site, a new technique was developed using four barriers formed by seedlings of <i>Bambusa multiplex</i> (Lour.) in order to divert the waters and promote the regeneration of vegetation. The planting site was delimited by limiting lawn, with function to keep the bamboo seedlings in a confined space, limiting its growth, ensuring that rainwater did not carry the seedlings before the interlacing of rhizomes, their formation and fixation in the soil. The seedlings of <i>B. mutiplex</i> were planted next to each other, at distances of 10 cm, trying to fill the enclosed area. The interventions, barriers that will promote the stability of the erosive processes. The choice of bamboo as a type natural ecological barrier, favored the drainage of superficial waters and provided the stability of the erosions caused by environmental accidents, and can be considered as an efficient method to contain the erosive processes.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Key words:</b> bioengineering; bamboo; control of erosion, environment restoration.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">No Brasil o uso de esp&eacute;cies vegetais vivas na bioengenharia &eacute; muito incipiente, quando se considera a diversidade de esp&eacute;cies vegetais nativas e as ex&oacute;ticas adaptadas ao clima e solo brasileiro. A diversidade e versatilidade ecol&oacute;gica das esp&eacute;cies bot&acirc;nicas do Brasil, apontam para uma demanda de estudos com a finalidade de conhecer e indicar o potencial de dessas esp&eacute;cies na bioengenharia, principalmente para o controle de processos erosivos, recupera&ccedil;&atilde;o de taludes e em obras de engenharia civil e arquitetura.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A bioengenharia de solos faz uso de vegeta&ccedil;&atilde;o para recupera&ccedil;&atilde;o de ambientes degradados, que consiste no uso de elementos biologicamente ativos em obras de estabiliza&ccedil;&atilde;o do solo e sedimentos. Tais elementos podem ser a vegeta&ccedil;&atilde;o, conjugado a elementos inertes, como materiais sint&eacute;ticos, rochas, concretos, ligas met&aacute;licas, entre outros (Sutili, 2007). No controle de processos erosivos, a bioengenharia utilizase de diversas plantas, em especial, as gram&iacute;neas, pela caracter&iacute;stica de seu sistema radicular e presen&ccedil;a de estolhos e rizomas, al&eacute;m do seu desempenho fotossint&eacute;tico ser mais eficiente em condi&ccedil;&otilde;es adversas.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">No Brasil e mundo h&aacute; exemplos do uso de esp&eacute;cies vegetais na bioengenharia, como na &Aacute;ustria, It&aacute;lia, Panam&aacute;, China, Nepal entre outros. Estudos mostram que a utiliza&ccedil;&atilde;o dos colmos de bambu, com plantio consorciado com outras esp&eacute;cies pode ser uma alternativa mais barata de controle de deslizamentos e ecologicamente melhor (Barbosa, 2009), na regi&atilde;o sul do Brasil, a bioengenharia foi aplicada para estabiliza&ccedil;&atilde;o de taludes fiuviais (Sutili, 2007).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Devido &agrave; escassez de estudos sobre biologia e ecologia das esp&eacute;cies de bambus, eles s&atilde;o muito criticados quando usados para a recupera&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas degradadas, devido a sua f&aacute;cil adapta&ccedil;&atilde;o e competi&ccedil;&atilde;o com outras esp&eacute;cies.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Este trabalho tem objetivo demonstrar qualitativamente o potencial emprego de <i>Bambusa multiplex</i> (Lour) na bioengenharia de solos para o controle de processos erosivos. Para avaliar esse potencial foi aplicado um modelo experimental com quatro barreiras de bambu aplicado em uma &aacute;rea degradada para frear processos erosivos decorrente de um acidente ambiental e proporcionar a regenera&ccedil;&atilde;o da vegeta&ccedil;&atilde;o natural induzida pelo rompimento de uma adutora de &aacute;gua que serve a Usina Hidrel&eacute;trica de Izabel, localizada no munic&iacute;pio paulista de Pindamonhangaba, Brasil.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>REVIS&Atilde;O BIBLIOGRAFICA</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Bioengenharia e o Uso de Esp&eacute;cies Vegetais</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A vegeta&ccedil;&atilde;o tem fun&ccedil;&atilde;o primordial para a conserva&ccedil;&atilde;o dos solos e na restaura&ccedil;&atilde;o ambiental (Gon&ccedil;alves <i>et al.,</i> 2003; Reis, 2003). De acordo com Ross (1994; 1996) e Gon&ccedil;alves <i>et al.</i> (2003), quanto mais preservada a cobertura da vegeta&ccedil;&atilde;o, maior o grau de prote&ccedil;&atilde;o do solo. Desta forma, em uma floresta, as &aacute;rvores amortecem a &aacute;gua das chuvas antes delas tocarem o solo, as gotas escorrem pelos troncos e chegam ao solo de forma mais serena, facilitando a infiltra&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua no solo.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os res&iacute;duos naturais produzidos pela floresta, depositados no solo na forma de serapilheira, al&eacute;m de participarem na ciclagem de nutrientes, tamb&eacute;m amortecem o impacto das gotas de chuva e reduz a velocidade de escoamento das &aacute;guas, fator importante para n&atilde;o desencadear processos erosivos (Gon&ccedil;alves <i>et al.,</i> 2003).</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">A utiliza&ccedil;&atilde;o de esp&eacute;cies vegetais, vivas e mortas, na recupera&ccedil;&atilde;o ambiental como forma de agregado ou mat&eacute;ria&#45;prima &eacute; uma realidade cada vez mais presente. A bioengenharia de solos &eacute; um exemplo de uso de vegeta&ccedil;&atilde;o para recupera&ccedil;&atilde;o de ambientes degradados. Ela consiste no uso de elementos biologicamente ativos em obras de estabiliza&ccedil;&atilde;o do solo e sedimentos. Tais elementos podem ser a vegeta&ccedil;&atilde;o, conjugado a elementos inertes, como materiais sint&eacute;ticos, rochas, concretos, ligas met&aacute;licas, entre outros (Durlo &amp; Sutili, 2005; Antonis e Molinari, 2007; Sutili, 2004; 2007).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">No controle de processos erosivos, a bioengenharia faz uso de diversas plantas, em especial, as gram&iacute;neas, pela caracter&iacute;stica de seu sistema radicular e presen&ccedil;a de estolhos e rizomas, al&eacute;m do seu desempenho fotossint&eacute;tico ser mais eficiente em diversas condi&ccedil;&otilde;es (Reis, 2003; Pereira, 2006).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Um exemplo da utiliza&ccedil;&atilde;o de gram&iacute;neas pela bioengenharia acontece no Nepal, onde o uso desta t&eacute;cnica &eacute; frequente (Acharya &amp; Florinet, 2006). L&aacute;, uma das esp&eacute;cies usadas para essa finalidade &eacute; o capim&#45;elefante, plantado nas montanhas com altitude superiores a 800 m e precipita&ccedil;&atilde;o superior a 3 000 mm/ano, visando a estabiliza&ccedil;&atilde;o de locais onde h&aacute; desprendimento de terra. Nos pontos onde h&aacute; manejo adequado, ele favorece o processo de recupera&ccedil;&atilde;o e estabiliza&ccedil;&atilde;o dos processos erosivos (Sthapit &amp; Tennyson, 2007).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O bambu &eacute; outra esp&eacute;cie que foi largamente experimentada em todo o mundo. Seu colmo foi utilizado de diversas formas, desde elementos de base estrutural no lugar de gabi&otilde;es, como para drenagem, no controle de deslizamentos (Acharya &amp; Florinet, 2006) e controle de eros&atilde;o em praias (Drake <i>et al</i>., 2002).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Na prov&iacute;ncia chinesa de Sichuan, a esp&eacute;cie de bambu <i>Phyllostachys nidularia</i> Munro &eacute; muito empregada no controle de deslizamentos (Stokes <i>et al</i>., 2007).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Nas montanhas do Nepal o bambu tamb&eacute;m &eacute; utilizado para o controle de deslizamento em condi&ccedil;&otilde;es de precipita&ccedil;&atilde;o elevada e topografia acidentada (Higaki <i>et al</i>., 2005; Acharya &amp; Florinet, 2006).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Estudos mostram que a utiliza&ccedil;&atilde;o dos colmos de bambu, com plantio consorciado com outras esp&eacute;cies pode ser uma alternativa mais barata de controle de deslizamentos e ecologicamente melhor (Acharya &amp; Florinet, 2006; Sutili, 2007).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">No Brasil temos exemplos bem sucedidos do uso da bioengenharia, como a aplica&ccedil;&atilde;o de tela vegetal e tela biot&ecirc;xtil para o tratamento de taludes (Silva e Diniz, 2004). Na regi&atilde;o sul do pa&iacute;s, a bioengenharia &eacute; aplicada para estabiliza&ccedil;&atilde;o de taludes fluviais (Durlo &amp; Sutili, 2005; Sutili, 2004; 2007). Desta forma, os bambus se mostram um grupo bot&acirc;nico com potencial para aplica&ccedil;&atilde;o em bioengenharia, uma ci&ecirc;ncia que com grande potencial ser aplicada no Brasil.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Bambu: Os rizomas como estruturas morfol&oacute;gicas importantes para recupera&ccedil;&atilde;o de processos erosivos.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os bambus s&atilde;o angiospermas, monocotiled&ocirc;neas, lenhosas, caracterizados pelo seu ciclo de vida, no qual h&aacute; longos per&iacute;odos exclusivamente vegetativos e eficiente sincronia na flora&ccedil;&atilde;o (Guilherme &amp; Ressel, 2001; Ramanayake, 2006). Os bambus pertencem &agrave; fam&iacute;lia bot&acirc;nica Poaceae, do grupo das gram&iacute;neas, e subfam&iacute;lia Bambusoideae, dividida em duas grandes tribos: 1) Olyrodea, bambu herb&aacute;ceos, 2) Bambusoidae, bambus lenhosos (Londo&ntilde;o, 2002; Santos&#45;Gon&ccedil;alves, 2006; Oliveira <i>et al.,</i> 2006).</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">A distribui&ccedil;&atilde;o dos bambus ocorre naturalmente entre as latitudes 46&deg; N e 47&deg; S, desde os tr&oacute;picos at&eacute; as regi&otilde;es temperadas (Nunes, 2005; Zang &amp; Clark, 2000 apud Santos&#45;Gon&ccedil;alves, 2006), exceto na Europa. No mundo h&aacute; mais de 1 100 esp&eacute;cies de bambu; nas Am&eacute;ricas h&aacute; cerca de 40 g&ecirc;neros e 547 esp&eacute;cies (Freitas <i>et al</i>., 2003). No Brasil h&aacute; bambus ex&oacute;ticos e nativos, sendo que j&aacute; foram identificados cerca de 34 g&ecirc;neros, 232 esp&eacute;cies e, deste total, 204 s&atilde;o consideradas end&ecirc;micas (Pereira, 2001; Santos&#45;Gon&ccedil;alves, <i>et al</i>., 2006).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Cada g&ecirc;nero das esp&eacute;cies de bambu possui peculiaridades quanto a sua biologia e ecologia. O g&ecirc;nero <i>Bambusa</i>, por exemplo, possui f&aacute;cil adapta&ccedil;&atilde;o a solos degradados e com baixa fertilidade, al&eacute;m do r&aacute;pido crescimento e f&aacute;cil adapta&ccedil;&atilde;o (Gra&ccedil;a, 1988; Pereira, 2001).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Estruturalmente os bambus s&atilde;o compostos de rizomas subterr&acirc;neos, colmos, galhos e folhas. Os rizomas s&atilde;o tipos de caules, geralmente subterr&acirc;neos, horizontais, ricos em reservas, se distinguem das ra&iacute;zes pela presen&ccedil;a de n&oacute;s, gemas e escamas (Ferri, <i>et al</i>., 1981; Nunes, 2005). Essas estruturas s&atilde;o consideradas bem desenvolvidas por Oliveira <i>et al</i>. (2006) e Guilherme &amp; Ressel (2001), ambos as consideram plantas complexas devido suas caracter&iacute;sticas peculiares, e se diferenciam de acordo com sua forma, sendo classificados em rizomas do tipo leptomorfos, paquimorfos ou anfimorfos (McClure, 1966; 1973; apud Londo&ntilde;o, 2002; Bambu Brasileiro, 2007).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os rizomas s&atilde;o estruturas determinantes para o uso adequado do bambu em processos de restaura&ccedil;&atilde;o de solo, isso porque sua anatomia e fun&ccedil;&atilde;o podem interagir de maneira diferenciada nos solo. Os bambus de rizomas leptomorfos (<a href="#f1">Fig. 1</a>) est&atilde;o distribu&iacute;dos nas zonas temperadas do Planeta, e sua forma alastrante caracteriza o grupo (Londo&ntilde;o, 2002; Nunes, 2005).</font></p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="2"><a name="f1"></a></font></p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="2"><img src="/img/revistas/polib/n33/a14f1.jpg"></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">As ra&iacute;zes advent&iacute;cias podem estar ou n&atilde;o presentes (Londo&ntilde;o, 2002), seus colmos s&atilde;o mais espessos e, algumas vezes, d&atilde;o origem a novos colmos (Pereira, 2001; Londo&ntilde;o, 2002), crescem entre 1.0 e 6.0 m por ano, formando uma rede que chega a atingir entre 50 a 100 000 m lineares por hectare.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Bambus com rizomas leptomorfos apresentam ramos e folhas nas partes altas do colmo, mesmo antes que este atinja sua altura final. O per&iacute;odo de brota&ccedil;&atilde;o dos colmos ocorre no in&iacute;cio da esta&ccedil;&atilde;o chuvosa (Nunes, 2005; Bambu Brasileiro, 2007).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Exemplos de bambus com rizoma leptomorfo s&atilde;o as esp&eacute;cies do g&ecirc;nero <i>Phyllostachys</i>, conhecidos popularmente como vara&#45;depesca ou bambu&#45;chin&ecirc;s, que formam no solo uma rede t&atilde;o densa e forte que nem a &aacute;gua da chuva consegue penetrar. Essa caracter&iacute;stica foi considerada por Londo&ntilde;o (2002) como ideal para conserva&ccedil;&atilde;o de solos declivosos e &iacute;ngremes.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">As esp&eacute;cies de bambu com rizomas paquimorfos (<a href="#f2">Fig. 2</a>) formam touceiras e s&atilde;o chamados tamb&eacute;m de entouceirantes ou torcentes (Nunes, 2005).</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><font face="verdana" size="2"><a name="f2"></a></font></p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="2"><img src="/img/revistas/polib/n33/a14f2.jpg"></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Segundo Pereira (2001), os colmos dos bambus entoucerantes, denominados de sitema simpodial, desenvolvem muito pr&oacute;ximo uns dos outros, formando as touceiras, popularmente chamadas de moitas. O rizoma paquimorfo &eacute; encontrado nas esp&eacute;cies do g&ecirc;nero <i>Bambusa, Guadua</i> e <i>Dendrocalamus</i>, comuns nas zonas tropicais, formam no solo uma rede menos densa do que as esp&eacute;cies com rizomas leptomorfos. Permitem maior percola&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua no solo, e ajudar a controlar eros&atilde;o, fixando se no solo em ravinas, margens de rios e beira de estradas (Londo&ntilde;o, 2002).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">As esp&eacute;cies com rizomas anfimorfos combinam os dois tipos de rizomas anteriores, paquimorfos e leptomorfos, em uma mesma planta, no mesmo sistema. Uma esp&eacute;cie que apresenta este tipo de rizoma &eacute; a <i>Chusquea fendleri</i> Munro (Bambu Brasileiro, 2007).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os bambus do g&ecirc;nero <i>Chusquea</i> s&atilde;o comuns de regi&otilde;es montanhosas, podendo ser visto na Col&ocirc;mbia (Londo&ntilde;o, 2002), entre outras regi&otilde;es na Am&eacute;rica Latina. No Brasil tamb&eacute;m &eacute; comumente encontrado nas regi&otilde;es de serras e montanhas, como a Serra do Mar e a Serra da Mantiqueira, em &aacute;rea de Floresta Ombr&oacute; fila Densa e nos Escrubes.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Segundo Londo&ntilde;o (2002), devido &agrave; morfologia dos rizomas, os bambus s&atilde;o recursos ideais para conserva&ccedil;&atilde;o do solo, estabiliza&ccedil;&atilde;o de encostas, prote&ccedil;&atilde;o do solo contra ventos fortes e estabiliza&ccedil;&atilde;o de escorregamentos, atuando bem nos primeiros 50&#45;100 cm do solo.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>&Aacute;rea de estudo</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O local onde foi implantada as quatro barreiras de bambu localiza&#45;se no munic&iacute;pio de Pindamonhangaba, estado de S&atilde;o Paulo, Brasil (<a href="/img/revistas/polib/n33/a14f3.jpg" target="_blank">Fig. 3</a>), constitu&iacute;da pela bacia hidrogr&aacute; fica do rio Para&iacute;ba do Sul. Pertence &agrave; encosta sul da Serra da Mantiqueira, localizada no munic&iacute;pio de Pindamonhangaba, SP, nas coordenadas 22&ordm; 44'29. 49" S e 45&ordm; 26'50. 37" E. A vegeta&ccedil;&atilde;o predominante &eacute; de Floresta Ombr&oacute;fila Densa de Encosta, em est&aacute;dio secund&aacute;rio avan&ccedil;ado de regenera&ccedil;&atilde;o, entre as altitudes de 1600&#45;1700 m e est&aacute; na face sul da Serra da Mantiqueira, voltada para o Vale do Para&iacute;ba.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A supress&atilde;o da vegeta&ccedil;&atilde;o do local se deu pelo rompimento de uma adutora de &aacute;gua, a carga hidr&aacute;ulica exerceu uma for&ccedil;a t&atilde;o intensa, que arrastou todo o solo e a vegeta&ccedil;&atilde;o, incluindo &aacute;rvores com DAP (di&acirc;metro altura do peito) de 160 cm, estendendo&#45;se por mais de 150 m a jusante da encosta causando um profundo impacto no meio ambiente.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A fisionomia do terreno, ap&oacute;s o acidente, ficou semelhante &agrave;s &aacute;reas que sofreram deslizamentos com chuvas. O solo predominante no local afetado pertence &agrave; classe dos Cambissolos, Cambissolo H&uacute;mico Distr&oacute;fico latoss&oacute;lico, isto &eacute;, s&atilde;o solos constitu&iacute;dos por material que apresenta horizonte A ou h&iacute;stico, com espessura &lt; 40 cm, seguido de horizonte B incipiente, s&atilde;o solos bastante pobres em nutrientes e &aacute;cidos, com elevados teores de alum&iacute;nio troc&aacute;vel (Al<sup>3+</sup>). &Eacute; comum horizonte Cr (saprol&iacute;tico). Apresentam significativos teores de minerais prim&aacute;rios facilmente intemperiz&aacute;veis, os quais podem constituir apreci&aacute;vel reserva de nutrientes para plantas (Oliveira <i>et al</i>., 1999).</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">A carga hidr&aacute;ulica e o fluxo das &aacute;guas formaram, no local, processos erosivos de diferentes ordens, com presen&ccedil;a de sulcos e ravinas. As ravinas mais profundas foram denominadas ravina maior e ravina menor. Ambas apresentam taludes lateral, sendo que a maior tem aproximadamente 3.0 m de altura e, a menor, 1.5 m de altura. V&aacute;rias evid&ecirc;ncias de forma&ccedil;&atilde;o de novos processos erosivos ficaram aparentes, como filetes e sulcos de eros&atilde;o.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>MATERIAL e M&Eacute;TODOS</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Segundo relat&oacute;rio da Empresa Metropolitana de &Aacute;guas e Energia&#45;EMAE (2007), para efeito estrat&eacute;gico na execu&ccedil;&atilde;o dos trabalhos da Etapa II, a &aacute;rea foi divida em tr&ecirc;s trechos, denominados A, B e C (<a href="#f4">Fig. 4</a>), sendo eles:</font></p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="2"><a name="f4"></a></font></p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="2"><img src="/img/revistas/polib/n33/a14f4.jpg"></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Trecho A &#45; localizado na altitude de 1.758 m, onde foi executada a Etapa I (obras emerg&ecirc;ncias de reafei&ccedil;oamento das bordas da ravina para estabilizar o talude, etapa conclu&iacute;da em mar&ccedil;o de 2005), parte da 2&ordm; etapa dos trabalhos, conclu&iacute;da em meados de 2006, quando ocorreu a remodela&ccedil;&atilde;o da crista do talude e instala&ccedil;&atilde;o e refor&ccedil;o da nova tubula&ccedil;&atilde;o rompida.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&bull; Trecho B &#45; &eacute; o local onde foram implantadas as barreiras de bambu, e corresponde &agrave; Etapa II dos trabalhos, realizados no per&iacute;odo de dezembro de 2006 a mar&ccedil;o de 2007; compreende o setor entre as altitudes de 1.620 e 1.705 m.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&bull; Trecho C &#45; tamb&eacute;m atendido pela Etapa II. Neste trecho foi realizado o plantio de 100 esp&eacute;cimes nativas da regi&atilde;o (n&atilde;o descrito neste trabalho).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Etapa II, trecho B &#150; Recupera&ccedil;&atilde;o da &Aacute;rea da Cicatriz com instala&ccedil;&atilde;o de barreiras de mudas de bambu.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">Nesta etapa de trabalho foram instaladas as quatro barreiras de bambu, como forma de conten&ccedil;&atilde;o dos processos erosivos pelo princ&iacute;pio de desvio da carga hidr&aacute;ulica da &aacute;rea degradada e reten&ccedil;&atilde;o de prop&aacute;gulos. A seguir ser&atilde;o apresentados a descri&ccedil;&atilde;o do m&eacute;todo e os materiais utilizados que comp&otilde;em esta t&eacute;cnica aplicada. Foram instaladas quatro barreiras, descritas e nomeadas em ordem decrescente, do sentido montante para jusante, estando a primeira barreira localizada a 1.668 m de altitude, segunda a 1.651 m, terceira a 1.640 m e a quarta instalada a 1.626 m (Barbosa 2009).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Cada barreira recebeu o plantio de 130 mudas de <i>Bambusa multiplex</i>, em uma delimitada com uma estrutura de PVC reciclado com altura de 21 cm, comercialmente conhecida como limitador de grado e jardim. Cada barreira estava confinada em uma &aacute;rea de aproximadamente 50 cm de largura e 7.0 a 8.5 m de comprimento.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Materiais empregados</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os materiais utilizados para realiza&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os foram:</font></p>  	    <blockquote> 	      <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&bull; 520 mudas de <i>B. multiplex</i>;</font></p> 	      <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&bull; 60 metros de limitador de gramado/jardim em PVC reciclado, com altura de 21 cm;</font></p> 	      <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&bull; 20 metros de arame de a&ccedil;o galvanizado de 2.70 mm;</font></p> 	      <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&bull; 48 grampos de a&ccedil;o de 5.00 mm, para fixa&ccedil;&atilde;o dos limitadores de bambu e do bambu estrutural;</font></p> </blockquote>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>A escolha do bambu</b></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">O bambu &eacute; uma planta que apresenta caracter&iacute;sticas ideais para recupera&ccedil;&atilde;o de ambientes degradados, pelo seu r&aacute;pido crescimento, rusticidade e f&aacute;cil adapta&ccedil;&atilde;o a solos degradados (Londo&ntilde;o, 2002) e, por esta raz&atilde;o, foi o grupo bot&acirc;nico selecionado para o trabalho de recupera&ccedil;&atilde;o ambiental. A avalia&ccedil;&atilde;o da efici&ecirc;ncia das barreiras como um incremento para restaura&ccedil;&atilde;o da vegeta&ccedil;&atilde;o foi feita com base na aplica&ccedil;&atilde;o de planilhas de campo (<a href="#t1">tabela 1</a>), desenvolvidas para coleta de dados. Os aspectos foram divididos em dois grupos: fatores ambientais e estruturais, com subdivis&otilde;es que possuem rela&ccedil;&otilde;es diretas com a interven&ccedil;&atilde;o feita para contribuir com o a restaura&ccedil;&atilde;o do local. Esses aspectos foram pontuados com uma nota, que variou 1 para os menos eficientes e, 10 para os mais eficientes. O trabalho foi avaliado mensalmente no per&iacute;odo de 18 meses.</font></p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="2"><a name="t1"></a></font></p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="2"><img src="/img/revistas/polib/n33/a14t1.jpg"></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Quanto aos aspectos da sua morfologia do bambu destacam&#45;se o tipo de rizoma, paquimorfo, portanto, entouceirante, o que evitaria a coloniza&ccedil;&atilde;o da planta sobre as &aacute;reas de floresta, e o seu porte, que n&atilde;o alcan&ccedil;aria altura superior a das &aacute;rvores nativas encontradas em &aacute;reas do entorno do acidente (Stapleton, 1994; Cusack, 1999; Meredith, 2001; Bamboo Garden, 2008). Com rela&ccedil;&atilde;o aos seus aspectos ecol&oacute;gicos, a forma entouceirante e a multiplica&ccedil;&atilde;o principalmente por divis&atilde;o dos rizomas, e o tempo de flora&ccedil;&atilde;o, que &eacute; superior a 20 anos (Meredith, 2001; Bamboo Graden, 2008), s&atilde;o pontos positivos para sua utiliza&ccedil;&atilde;o.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Outras caracter&iacute;sticas gerais do bambu que estimularam sua escolha para utiliza&ccedil;&atilde;o no trabalho foram:</font></p>  	    <blockquote> 	      <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&bull; Esp&eacute;cie de f&aacute;cil adapta&ccedil;&atilde;o em solos degradados com baixa fertilidade natural (Londo&ntilde;o, 2002);</font></p> 	      <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&bull; Permite a recupera&ccedil;&atilde;o do solo e propicia a conten&ccedil;&atilde;o de processos erosivos (Drake <i>et al</i>., 2002; Londo&ntilde;o, 2002; Gon&ccedil;alves <i>et al.,</i> 2003);</font></p> 	      <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&bull; Aumenta a umidade relativa do ar na regi&atilde;o, dando suporte ao crescimento de esp&eacute;cies arb&oacute;reas nativas (Bamboo Garden, 2008);</font></p> 	      <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&bull; Contribui ainda para a preserva&ccedil;&atilde;o dos recursos h&iacute;dricos, tanto na preven&ccedil;&atilde;o de assoreamento dos cursos de &aacute;gua quanto dos aqu&iacute;feros, por permitir um elevado coeficiente de infiltra&ccedil;&atilde;o das &aacute;guas das chuvas (Bambu Brasileiro, 2007);</font></p> 	      ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">&bull; Os bambus s&atilde;o esp&eacute;cies muito eficientes para a&ccedil;&otilde;es de recomposi&ccedil;&atilde;o florestal, permitindo o seu cultivo de forma consorciada a estas a&ccedil;&otilde;es, uma vez que o manejo e colheita seletiva das hastes permitem a manuten&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento das touceiras (Meredith, 2001; L&otilde;ndono, 2002; Filgueiras &amp; Santos&#45;Gon&ccedil;alves, 2006);</font></p> 	      <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&bull; As touceiras podem servir de barreira para desviar a &aacute;gua para leitos de drenagem.</font></p> </blockquote>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A avalia&ccedil;&atilde;o do trabalho foi escolhida em fun&ccedil;&atilde;o de sua praticidade e agilidade, portanto optou&#45;se por uma sele&ccedil;&atilde;o de cinco par&acirc;metros avaliados por 18 meses. Todas as informa&ccedil;&otilde;es eram registradas em caderno de campo e fichas de acompanhamento, para que ela pudesse demonstrar dados qualitativos e qualitativos da efici&ecirc;ncia das conten&ccedil;&otilde;es de ravinas e das barreiras de bambu. Os par&acirc;metros ambientais selecionados formam:</font></p> 	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Eros&atilde;o: observou&#45;se o controle dos processos erosivos ap&oacute;s a instala&ccedil;&atilde;o das interven&ccedil;&otilde;es. Quanto maior o valor atribu&iacute;do, na escala num&eacute;rica, mais eficiente &eacute; a interven&ccedil;&atilde;o no controle desses processos;</font></p>      <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Regenera&ccedil;&atilde;o natural da vegeta&ccedil;&atilde;o: foi avaliada a ocorr&ecirc;ncia de esp&eacute;cies vegetais ap&oacute;s as interven&ccedil;&otilde;es, como resposta do ambiente ao processo de regenera&ccedil;&atilde;o. Sua valora&ccedil;&atilde;o se deu em fun&ccedil;&atilde;o dessa ocorr&ecirc;ncia;</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Sucesso do plantio de bambu: esse aspecto foi avaliado considerando&#45;se o &iacute;ndice de sobreviv&ecirc;ncia de mudas, sendo que, quanto maior o n&uacute;mero de mudas vivas, maior &eacute; sua gradua&ccedil;&atilde;o num&eacute;rica e, por consequ&ecirc;ncia, aumento da sua gradua&ccedil;&atilde;o qualitativa;</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Conserva&ccedil;&atilde;o estrutural: aspecto muito importante, porque est&aacute; intrinsecamente ligado ao sucesso do trabalho. Todas as etapas do processo de recupera&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea devem ser executadas e acompanhadas com crit&eacute;rio (seguindo normas estipuladas) at&eacute; que a vegeta&ccedil;&atilde;o consiga se estabelecer, ou seja, as mudas de bambu fixadas, pegas e seus rizomas entrela&ccedil;ando uns nos outros, a regenera&ccedil;&atilde;o das esp&eacute;cies acontecendo e seu sucesso em resistir &agrave;s intemp&eacute;ries do ambiente. O valor atribu&iacute;do a esse par&acirc;metro foi considerado a partir do seu aspecto desde a instala&ccedil;&atilde;o, isto &eacute;, quanto mais conservado for seu estado, maior &eacute; sua gradua&ccedil;&atilde;o;</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Funcionalidade: este aspecto foi avaliado de acordo com o desempenho das interven&ccedil;&otilde;es em proporcionar a recupera&ccedil;&atilde;o ambiental do local, como desvio das &aacute;guas pluviais, conten&ccedil;&atilde;o de material, regenera&ccedil;&atilde;o natural, entre outros. Quanto mais funcional &eacute; a interven&ccedil;&atilde;o, conforme era esperado, maior &eacute; o valor que ela receber&aacute;.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Uma escala qualitativa, com atribui&ccedil;&atilde;o de cores, foi elaborada de maneira a proporcionar maior visibilidade aos valores quantitativos obtidos com aplica&ccedil;&atilde;o da ficha de avalia&ccedil;&atilde;o (<a href="#t2">tabela 2</a>).</font></p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="2"><a name="t2"></a></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><font face="verdana" size="2"><img src="/img/revistas/polib/n33/a14t2.jpg"></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os impactos avaliados para cada barreira s&atilde;o descritos abaixo. A valora&ccedil;&atilde;o de cada um desses impactos foi feita em fun&ccedil;&atilde;o dos crit&eacute;rios pr&eacute;&#45;estabelecidos para cada impacto dentro de um aspecto, descrito na <a href="#t1">tabela 1</a>.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>RESULTADOS E DISCUSS&Otilde;ES</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A escolha do bambu como forma de barreira natural, capaz de desviar as &aacute;guas superficiais e diminuir sua for&ccedil;a e velocidade, funcionou como um fator mec&acirc;nico e vegetativo, disciplinando o escoamento das &aacute;guas por meio da redu&ccedil;&atilde;o da energia cin&eacute;tica do defl&uacute;vio e proporcionando a estabiliza&ccedil;&atilde;o dos processos erosivos. Essa t&eacute;cnica foi utilizada por Vianna (2008) e tamb&eacute;m se mostrou eficiente. O desvio das &aacute;guas &eacute; um fator importante para conten&ccedil;&atilde;o de processos erosivos (Cristo, 2002; Gon&ccedil;alves <i>et al</i>., 2003; Almeida Filho <i>et al</i>., 2004). De acordo com Cristo (2002), essa t&eacute;cnica pode ser aplicada com sucesso tanto em regi&otilde;es de plan&iacute;cie como as de vertentes.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A morfologia do bambu, principalmente sua estrutura de rizomas, favoreceu sua fixa&ccedil;&atilde;o no solo, na &aacute;rea em estudo, que &eacute; degradado e com baixa fertilidade natural, como foi observado nas conten&ccedil;&otilde;es das duas ravinas e nos locais onde foram implantadas as quatro barreiras de bambu. Diversos autores salientam a efici&ecirc;ncia do bambu na conten&ccedil;&atilde;o de processos erosivos (Drake <i>et al</i>., 2002; Londo&ntilde;o, 2002; Higaki <i>et al</i>., 2005; Nunes, 2005; Acharya &amp; Florinet, 2006; Sutili, 2007; Stokes <i>et al.,</i> 2007; Sthapit&amp; Tennyson, 2007).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os rizomas paquimorfos, como &eacute; o rizoma da esp&eacute;cie <i>Bambusa multiplex</i> (Lour.), possuem menor efici&ecirc;ncia na conten&ccedil;&atilde;o de processos erosivos do que as esp&eacute;cies de rizoma leptomorfo (Drake <i>et al.,</i> 2002; Londo&ntilde;o, 2002; Stokes <i>et al.,</i> 2007). Todavia, essa esp&eacute;cie foi escolhida justamente porque o rizoma paquimorfo &eacute; entouceirante, caracter&iacute;stica relevante para o presente trabalho (Pereira, 2001; Londo&ntilde;o, 2002; Nunes, 2005). Durante os meses de acompanhamento, ap&oacute;s a instala&ccedil;&atilde;o das interven&ccedil;&otilde;es, observouse que em nenhuma das &aacute;reas ocorreu coloniza&ccedil;&atilde;o fora da &aacute;rea de plantio, que foi separada pelo limitador de PVC, assim como nas conten&ccedil;&otilde;es de ravinas.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Outro fator considerado na escolha da esp&eacute;cie <i>Bambusa multiplex</i> (Lour.) foi o fato de o experimento ter sido realizado dentro de uma APA Federal, com restri&ccedil;&otilde;es quanto &agrave; introdu&ccedil;&atilde;o de uma esp&eacute;cie com risco de contamina&ccedil;&atilde;o biol&oacute;gica e ex&oacute;tica, ainda mais com caracter&iacute;stica alastrante, como aquelas esp&eacute;cies de bambu com rizomas leptomorfos (Pereira, 2001. Drake <i>et al.,</i> 2002; Londo&ntilde;o, 2002; Nunes, 2005; Stokes <i>et al.,</i> 2007), raz&atilde;o pela qual sua utiliza&ccedil;&atilde;o foi descartada na elabora&ccedil;&atilde;o do projeto, considerada muito agressiva para aquele ambiente.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O fator mais preocupante em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o do bambu &eacute; sua forma de propaga&ccedil;&atilde;o reprodutiva, pois s&atilde;o esp&eacute;cies de flora&ccedil;&atilde;o c&iacute;clica, greg&aacute;ria e simult&acirc;nea (Filgueiras, 1988; Pereira, 2001; Guilherme e Ressel, 2001; Meredith, 2001; Londo&ntilde;o, 2002; Nunes, 2005; Ramanayake, 2006; Ortiz e Picornell, 2008). Essa caracter&iacute;stica pode ser problem&aacute;tica, causando impacto negativo ao meio ambiente, considerando a matriz da vegeta&ccedil;&atilde;o do local, Floresta Ombr&oacute;fila Densa de Encosta, um ambiente com est&aacute;dio avan&ccedil;ado de regenera&ccedil;&atilde;o e a f&aacute;cil adapta&ccedil;&atilde;o das gram&iacute;neas (Pereira, 2006; Sthapit &amp; Tennyson, 2007).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Ainda faltam estudos para se determinar &agrave; verdadeira influ&ecirc;ncia dos bambus de pequeno e m&eacute;dio porte na estrutura das florestas tropicais (Guilherme, 2000). Por&eacute;m, algumas alternativas podem minimizar esse impacto, como a pr&oacute;pria estrutura da esp&eacute;cie <i>B. multiplex</i>. Por ser uma esp&eacute;cie de porte baixo a m&eacute;dio (12 m), com o passar dos anos, a pr&oacute;pria vegeta&ccedil;&atilde;o nativa que regenerar e crescer no local limitar&aacute; o desenvolvimento dessa esp&eacute;cie de bambu por competi&ccedil;&atilde;o por luz.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">A execu&ccedil;&atilde;o dessa fase do projeto est&aacute; a cargo da empresa gestora do local e motivadora do estudo (EMAE, 2007), que deve providenciar o manejo necess&aacute;rio para o controle do bambu.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O embasamento da bioengenharia para concep&ccedil;&atilde;o do m&eacute;todo de conten&ccedil;&atilde;o de processos erosivos, aqui apresentados, pode ser considerado pe&ccedil;a importante no &acirc;mbito geral da implanta&ccedil;&atilde;o, execu&ccedil;&atilde;o e funcionalidade do projeto, a exemplo de outros experimentos realizados fora do Brasil, onde as t&eacute;cnicas s&atilde;o aplicadas h&aacute; mais tempo (Durlo &amp; Sutili, 2005; Sutili, 2007).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A integra&ccedil;&atilde;o de elementos vivos, elementos inertes e sint&eacute;ticos, pode diminuir custos e fomentar os processos ecol&oacute;gicos dentro de um projeto de recupera&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas degradadas (Durlo &amp; Sutili, 2005; Antonis e Molinari, 2007; Sutili, 2007; Barbosa, 2009). O experimento conseguiu conciliar esses conceitos, mostrando&#45;se economicamente vi&aacute;vel, e, tamb&eacute;m, menos impactante quando comparado a outras t&eacute;cnicas de constru&ccedil;&atilde;o civil.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A natureza dos processos erosivos pode ser a mais variada, dentre elas, se destaca a perda da cobertura vegetal (Almeida Filho <i>et al</i>., 2004), que aumenta a fragilidade ambiental do terreno &agrave; medida que as &aacute;reas de florestas v&atilde;o perdendo sua cobertura original (Ross, 1994; 1996; Tominaga, 2000). No caso da cicatriz onde foi realizado o estudo, a fragilidade ambiental foi aumentada consideravelmente se comparada &agrave; classifica&ccedil;&atilde;o de fragilidade proposta por Ross (1994; 1996). O relevo dessa vertente foi classificado como muito acentuado (IPT, 1995; 2004) e a falta da cobertura da vegeta&ccedil;&atilde;o, arrastada pela &aacute;gua ap&oacute;s o acidente, condi&ccedil;&otilde;es que poderiam desencadear v&aacute;rios processos erosivos (Ross, 1994; 1996; Tominaga, 2000; Fernandes <i>et al.,</i> 2001; Coelho Netto, 2006). Entretanto, tais processos n&atilde;o foram observados no local durante os 18 meses de monitoramento do experimento.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">As interven&ccedil;&otilde;es na cicatriz resultante do acidente na encosta em estudo, caracterizadas pela instala&ccedil;&atilde;o de quatro barreiras de bambu, monitoradas por 18 meses, promoveram a estabiliza&ccedil;&atilde;o de processos erosivos ao longo da cicatriz. Em termos gerais, a avalia&ccedil;&atilde;o emp&iacute;rica dos par&acirc;metros ambientais na cicatriz indica que as a&ccedil;&otilde;es de interven&ccedil;&atilde;o foram altamente eficientes, de acordo com a aplica&ccedil;&atilde;o de notas durante as avalia&ccedil;&otilde;es de campo.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A conten&ccedil;&atilde;o de materiais org&acirc;nicos e solo foram satisfat&oacute;rios nas barreiras. As quatro barreiras instaladas tiveram desempenho similar nas a&ccedil;&otilde;es de interven&ccedil;&atilde;o, com valores equivalendo &agrave; alta e/ou muito alta efici&ecirc;ncia. Nas barreiras, 87% das mudas de <i>B. multiplex</i> plantadas tiveram pegamento e desenvolvimento satisfat&oacute;rios. Exceto a Barreira III, com apenas 57% das mudas pegas, o que pode ser confirmados pelas notas atribu&iacute;das durante as avalia&ccedil;&otilde;es mensais (<a href="#t3">tabela 3</a>).</font></p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="2"><a name="t3"></a></font></p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="2"><img src="/img/revistas/polib/n33/a14t3.jpg"></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O sistema de escoamento da &aacute;gua de chuva tamb&eacute;m funcionou satisfatoriamente, assim como a conten&ccedil;&atilde;o de materiais.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Em alguns pontos das barreiras, o material retido apresentava espessura de 48 cm. Nas barreiras I, II e IV foi poss&iacute;vel medir a profundidade e o comprimento do sedimento nelas contido. Cabe salientar que os valores apresentados s&atilde;o bem espec&iacute;ficos, uma vez que dependem de algumas vari&aacute;veis como inclina&ccedil;&atilde;o do terreno, tipo de solo, cobertura vegetal, densidade e velocidade da &aacute;gua. Essas vari&aacute;veis determinam como e quais materiais deslizam at&eacute; as barreiras. Na barreira IV, a altura do sedimento retido foi de 120 cm; nas barreiras I e II, 24 e 18 cm, respectivamente (<a href="#t4">tabela 4</a>).</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><font face="verdana" size="2"><a name="t4"></a></font></p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="2"><img src="/img/revistas/polib/n33/a14t4.jpg"></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Ao longo de toda a cicatriz, ocorreu regenera&ccedil;&atilde;o com esp&eacute;cies nativas, at&eacute; mesmo dentro das estruturas de conten&ccedil;&atilde;o. A proximidade da mata nativa certamente favoreceu a coloniza&ccedil;&atilde;o de esp&eacute;cies no local, da&iacute; a regenera&ccedil;&atilde;o da vegeta&ccedil;&atilde;o ter ocorrido dentro do esperado.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Na &aacute;rea entre a quarta barreira e a conten&ccedil;&atilde;o da ravina pequena observou&#45;se expressiva popula&ccedil;&atilde;o de <i>Croton urucurana</i> (sangrad'&aacute;gua). Alguns exemplares estavam com aproximadamente 3,0 m de altura e 16 cm de DAP (Di&acirc;metro na Altura do Peito).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A incid&ecirc;ncia de <i>Crocosmia crocosmiflora</i> (W.A. Nicholson) N.E.Br., conhecida popularmente como palma ou trit&ocirc;nia, foi observada por toda a extens&atilde;o da cicatriz.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Segundo Lorenzi e Souza (1999), a trit&ocirc;nia &eacute; uma esp&eacute;cie herb&aacute;cea, bulb&iacute;fera e desenvolve bem quando cultivada em pleno sol ou a meia&#45;sombra. No Brasil &eacute; considerada subespont&acirc;nea comumente encontrada nas regi&otilde;es de altitude. Seu aparecimento pr&oacute;ximo &agrave; Usina de Izabel acorreu na d&eacute;cada de 1970, quando funcion&aacute;rios da empresa Light iniciaram o plantio desta esp&eacute;cie ao longo da c&acirc;mara de compensa&ccedil;&atilde;o e ao longo da tubula&ccedil;&atilde;o que eleva a &aacute;gua da c&acirc;mara de compensa&ccedil;&atilde;o at&eacute; a casa das m&aacute;quinas. O plantio foi efetuado como medida preventiva, procurando evitar processos erosivos.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A seguir ser&atilde;o apresentadas nas <a href="/img/revistas/polib/n33/a14f5.jpg" target="_blank">figuras 5A</a>, <a href="/img/revistas/polib/n33/a14f5.jpg" target="_blank">B</a> e <a href="/img/revistas/polib/n33/a14f5.jpg" target="_blank">C</a>, <a href="/img/revistas/polib/n33/a14f6.jpg" target="_blank">6A</a>, <a href="/img/revistas/polib/n33/a14f6.jpg" target="_blank">B</a> e <a href="/img/revistas/polib/n33/a14f6.jpg" target="_blank">C</a>, <a href="/img/revistas/polib/n33/a14f7.jpg" target="_blank">7A</a>, <a href="/img/revistas/polib/n33/a14f7.jpg" target="_blank">B</a> e <a href="/img/revistas/polib/n33/a14f7.jpg" target="_blank">C</a> e <a href="/img/revistas/polib/n33/a14f8.jpg" target="_blank">8A</a>, <a href="/img/revistas/polib/n33/a14f8.jpg" target="_blank">B</a> e <a href="/img/revistas/polib/n33/a14f8.jpg" target="_blank">C</a>, imagens das quatro barreiras instaladas na &aacute;rea degradada, onde pode ser visualizado o processo de recupera&ccedil;&atilde;o e o inicio da sucess&atilde;o ecol&oacute;gica com esp&eacute;cies nativas da regi&atilde;o.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>CONCLUS&Atilde;O</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">1. Dentro da analise proposta, as interven&ccedil;&otilde;es feitas com barreiras de bambu de rizomas tipo paquimorfos, se mostraram eficientes para promover a estabiliza&ccedil;&atilde;o dos efeitos de degrada&ccedil;&atilde;o do solo, causados pelo processo erosivo que se formou ap&oacute;s o acidente ambiental, o que favoreceu a regenera&ccedil;&atilde;o das esp&eacute;cies vegetais nativas da regi&atilde;o estudada.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">2. O escoamento das &aacute;guas superficiais foi disciplinado de modo que a escolha do bambu, <i>Bambusa multiplex</i> (Lour.), e seu uso em processos erosivos se mostrou uma m&eacute;todo vi&aacute;vel de barreira natural, mantendo&#45;se confinado junto &agrave; &aacute;rea da barreira, sem que ocorresse invas&atilde;o de bambu ao longo da cicatriz.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">3. As barreiras se mostram eficientes tamb&eacute;m para a reten&ccedil;&atilde;o de prop&aacute;gulos, proporcionando o desenvolvimento de mudas das esp&eacute;cies nativas entre e dentro das estruturas de conten&ccedil;&atilde;o dos processos erosivos.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">4. Considerando o desempenho observado pelo bambu durante o per&iacute;odo de 18 meses, como elemento vivo contribuindo para estabiliza&ccedil;&atilde;o de processos erosivos e recupera&ccedil;&atilde;o de uma &aacute;rea degradada, pode&#45;se inferir que ele se mostra aplic&aacute;vel como uma alternativa &agrave; ser utilizada na bioengenharia.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>AGRADECIMENTOS</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Agrade&ccedil;o primeiramente a Empresa Metropolitana de &Aacute;guas e Energia &#150; EMAE, por ter acreditado nesta pesquisa e por todo apoio financeiro, t&eacute;cnico e log&iacute;stico para realiza&ccedil;&atilde;o deste trabalho. A Universidade de Taubat&eacute;, Departamento de Ci&ecirc;ncias Agr&aacute;rias onde pude defender esse trabalho no curso de mestrado. A Revista Polibot&aacute;nica pela bolsa para publica&ccedil;&atilde;o do trabalho.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>LITERATURA CITADA</b></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Acharya, M.S. y Florineth, F., 2006. "Vegetated bamboo crib wall &#150; A suitable alternative to stabilize road side in Nepal". <i>Geoph. Res. Abst., Gemany,</i> <b>8</b>: 08239 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077713&pid=S1405-2768201200010001400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Almeida Filho, G.S., Santoro, J. y Gomes, L.A., 2004. "Estudo da din&acirc;mica evolutiva da Bo&ccedil;oroca S&atilde;o Dimas no Munic&iacute;pio de S&atilde;o Pedro, SP". In: <i>Simp&oacute;sio Brasileiro de Desastres Naturais,</i> Florian&oacute;polis: GEDN/UFSC. 1. 73&#45;86 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077715&pid=S1405-2768201200010001400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Almeida, J.G., 2004. "Projetando com bambus: considera&ccedil;&atilde;o ao paradigm&aacute;tico e ao t&iacute;pico". Rev. Br. <i>Florestal, Bras&iacute;lia,</i> <b>23</b>(80): 37&#45;45 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077717&pid=S1405-2768201200010001400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">&#45;&#45;&#45;&#45;&#45;&#45;&#45;&#45;&#45;&#45;, 2004. "Caracteriza&ccedil;&atilde;o geom&eacute;trica de bambus para constru&ccedil;&atilde;o e manufatura de objetos: an&aacute;lise comparativa da <i>Guadua weberbaueri e do Phyllostachys bambusoides". Ver. Br. Florestal, Bras&iacute;lia</i>, <b>23</b>(80): 51&#45;65 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077719&pid=S1405-2768201200010001400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Antonis, L. y Molinari, V.M., 2007. <i>Ingegneria naturalistica: nozioni e tecniche di Base. Manuale.</i> Torino, It&aacute;lia: Editora CSEA&#45;Societ&agrave; Consortile per Azioni. 108 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077721&pid=S1405-2768201200010001400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Bamboo Garden, 2008. "Plante for future" Portal Bamboo Garden, <a href="http://www.bamboogarden.com/Bambusa%20multiplex%20'Alphonse%20Karr'.html" target="_blank">http://www.bamboogarden.com/Bambusa%20multiplex%20'Alphonse%20Karr'.html</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077723&pid=S1405-2768201200010001400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Bambu Brasileiro, 2007. "InfoBambu: plantio e morfologia". Portal Bambu Brasileiros, <a href="http://www.bambubrasileiro.com/info/plantio/" target="_blank">http://www.bambubrasileiro.com/info/plantio/</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077725&pid=S1405-2768201200010001400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Barbosa, A.C., 2009. "Conten&ccedil;&atilde;o de processos erosivos resultantes de acidente ambiental na Serra da Mantiqueira, SP". Disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado. Taubat&eacute;, Universidade de Taubat&eacute;. 112 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077727&pid=S1405-2768201200010001400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Coelho Netto, A.L. <i>et al</i>., 2006. "Reabilita&ccedil;&atilde;o funcional de clareiras geradas por deslizamentos em encostas &iacute;ngremes sob a Floresta Atl&acirc;ntica: uma abordagem geohidroecol&oacute;gica". In: <i>Congresso Nacional de Bot&acirc;nica</i>, 57, Gramado. Sociedade Bot&acirc;nica do Brasil. 57: 409&#45;413 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077729&pid=S1405-2768201200010001400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Cristo, S.S.V., 2002. "An&aacute;lise de susceptibilidade a riscos naturais relacionados &agrave;s enchentes e deslizamentos do setor leste da bacia hidrogr&aacute;fica do Rio Itacorubi, Florian&oacute;polis &#150; SC". Disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado. Santa Catarina, Universidade Federal de Santa Catarina. 165 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077731&pid=S1405-2768201200010001400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Cusack, V., 1999. <i>Bamboo world&#45;The growing and use of clumping bamboos.</i> Austr&aacute;lia: Kangoroo Press. 46 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077733&pid=S1405-2768201200010001400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Delgado, I.C.M.S., 2007. "Zonas de converg&ecirc;ncia do Atl&acirc;ntico Sul (ZCAS) e os casos de escorregamento em Campos do Jord&atilde;o: estudo de caso do ver&atilde;o de 2000". Disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado. Taubat&eacute;. Universidade de Taubat&eacute;, 44 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077735&pid=S1405-2768201200010001400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Departamento Estadual de Prote&ccedil;&atilde;o dos Recursos Naturais &#150; DEPRN. 2008. "Laudo de vistoria &#150; ETTA n.018/08". Averiguada &#150; EMAE, Usina Izabel. Refer&ecirc;ncia procedimento probat&oacute;rio n. 39/04 de 01 de abr. 8 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077737&pid=S1405-2768201200010001400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Drake, J., Jayanetti y D.L., Follet, P.R., 2002. "Control of beach erosion using bamboo". In: <i>International Bamboo Congress, International Bamboo Workshop</i>. 6., S&atilde;o Jos&eacute;, Costa Rica. S&atilde;o Jos&eacute;, Costa Rica.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077739&pid=S1405-2768201200010001400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Durlo, M.A. y Sutili, F.J., 2005. <i>Bioengenharia: manejo biot&eacute;cnico de cursos de &aacute;gua</i>. Porto Alegre: EST Edi&ccedil;&otilde;es. 189 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077741&pid=S1405-2768201200010001400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Empresa Metropolitana de &Aacute;guas e Energia&#45;EMAE. 2007. "Recupera&ccedil;&atilde;o ambiental da Usina de Izabel: Refer&ecirc;ncia: Processo DEPRN n&deg;. 88.149/04 &#150; TCRA n. 082/05". S&atilde;o Paulo: Departamento de Gest&atilde;o Ambiente, Relat&oacute;rio. 32 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077743&pid=S1405-2768201200010001400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Fernandes, N.F., Guimar&atilde;es, R.F., Gomes, R.A.T., Vieira, B.C., Montgomery, D.R., Greemberg, H., 2001. "Condicionantes geomorfol&oacute;gicos dos deslizamentos nas encostas: avalia&ccedil;&atilde;o metodol&oacute;gica e aplica&ccedil;&atilde;o de modelo de previs&atilde;o de &aacute;reas". <i>Rev. Bras. de Geomorf.</i> S&atilde;o Paulo, <b>1</b>(2): 51 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077745&pid=S1405-2768201200010001400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Ferri, M.G., Menezes, N.L. y Monteiro, W.R., 1981.<i>Gloss&aacute;rio ilustrado de bot&acirc;nica</i>. S&atilde;o Paulo: Nobel/Departamento de Bot&acirc;nica da Universidade de S&atilde;o Paulo.160 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077747&pid=S1405-2768201200010001400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Filgueiras, T.S.A., 1988. "A fiora&ccedil;&atilde;o de bambus e seu impacto ecol&oacute;gico". <i>Bol. Bot. Herb. Friburg</i>. Eug&ecirc;niana, Nova Friburgo. 15: 8 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077749&pid=S1405-2768201200010001400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Filgueiras, T.S. y Santos&#45;Gon&ccedil;alves, A. P., 2006. "Bambus nativos do Brasil: oportunidades e desafios para seu conhecimento". In: <i>Semin&aacute;rio Brasileiro do Bambu</i>, 2006, Bras&iacute;lia, DF. Bras&iacute;lia, DF: UNB. 33&#45;42. pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077751&pid=S1405-2768201200010001400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Freitas, F. De O., Zarur, S.B.C., Silva, D.B. Da y Fonseca, J.N.L., 2003. "O bambu do Uru&aacute;. Comunicado T&eacute;cnico", EMBRAPA. Bras&iacute;lia, DF. 97: 9 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077753&pid=S1405-2768201200010001400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Gon&ccedil;alves, J.L. M., Nogueira Junior, L. R. y Ducatti, F., 2003. "Efeito da mata nativa ou reflorestamento sobre o solo". In: Kageyama, Paulo <i>et al</i>. (Orgs.). <i>Restaura&ccedil;&atilde;o ecol&oacute;gica de sistemas naturais.</i> Botucatu: FEPAF. 340 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077755&pid=S1405-2768201200010001400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Guilherme, F.A.G., 2000. "Efeitos da cobertura de dossel na densidade e estatura de gram&iacute;neas e da regenera&ccedil;&atilde;o natural de plantas lenhosas". <i>Rev. Cerne, Lavras,</i> <b>1</b>(6): 60&#45;66.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077757&pid=S1405-2768201200010001400023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Guilherme, F. A. y Ressel, K., 2001. "Biologia floral de reprodu&ccedil;&atilde;o de Meostachys roedeliana". <i>Rev. Bras. de Bot&acirc;nica. S&atilde;o Paulo,</i> (2) <b>24</b>: 2005&#45;2011 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077759&pid=S1405-2768201200010001400024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Higaki, D., Karki, K.K. y Gautam, C.S., 2005. "Soil erosion control measure on degraded sloing lands in Midlands of Nepal". <i>Aquatic Ecosystem Health &amp; Management</i>. Ontario, Canad&aacute;. (3) <b>8</b>: 243&#45;249 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077761&pid=S1405-2768201200010001400025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Instituto de Pesquisas Tecnol&oacute;gicas do Estado de S&atilde;o Paulo &#150; IPT. 1995. "Inspe&ccedil;&otilde;es visuais no maci&ccedil;o de terra da Barragem Izabel, 2a Fase". S&atilde;o Paulo: IPT, (Relat&oacute;rio T&eacute;cnico, 33 475/95).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077763&pid=S1405-2768201200010001400026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Instituto de Pesquisas Tecnol&oacute;gicas do Estado de S&atilde;o Paulo &#150; IPT. 2004. "An&aacute;lise dos poss&iacute;veis mecanismos de ruptura do talude situado pr&oacute;ximo ao tanque de compensa&ccedil;&atilde;o da UHE de Izabel". S&atilde;o Paulo: IPT (Relat&oacute;rio Preliminar). 15 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077765&pid=S1405-2768201200010001400027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Londo&ntilde;o, X.P., 2002. "Curso de c&aacute;tedra maestr&iacute;a en construcci&oacute;n: M&oacute;dulo Guadua". Santaf&eacute; de Bogot&aacute;: Universidad Nacional de Col&ocirc;mbia. 60 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077767&pid=S1405-2768201200010001400028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Lorenzi, H. y Moreira Souza, H.M., 1999. <i>Plantas ornamentais no Brasil: arbustivas, herb&aacute;ceas e trepadeiras</i>. 2. ed. Nova Odessa: Plantarum. 1918 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077769&pid=S1405-2768201200010001400029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Meredith, T.J., 2001. <i>Bamboo for gardens</i>. Portland, Cambridge: Timber Press. 247&#45;251 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077771&pid=S1405-2768201200010001400030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Nunes, A.R.S., 2005. "Construindo com a natureza, bambu: uma alternativa para o eco desenvolvimento". Disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado. S&atilde;o Crist&oacute;v&atilde;o, Universidade Federal do Sergipe. 122 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077773&pid=S1405-2768201200010001400031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Oliveira, J.B., Camargo, M.N., Rossi, M. y Calderano Filho, B., 1999. "Mapa pedol&oacute;gico do Estado de S&atilde;o Paulo". <i>Bol. Cient&iacute;fico, Instituto Agron&ocirc;mico de Capinas</i> (IAC). Campinas, <b>45</b>: 20 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077775&pid=S1405-2768201200010001400032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Oliveira, R.P., Longhi&#45;Wagner, H.M. y Jardim, J.G., 2006. "Diversidade e conserva&ccedil;&atilde;o dos bambus herb&aacute;ceos (Poaceae: Bambusoideae: Olyrae) da Mata Atl&acirc;ntica, Brasil". In: <i>Semin&aacute;rio Brasileiro Do Bambu.</i> Bras&iacute;lia, DF. Bras&iacute;lia: UNB. 62&#45;64 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077777&pid=S1405-2768201200010001400033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Ortiz, D.G. y Picornell, J.A.R., 1988. "Claves para las bambus&aacute;ceas cultivadas como ornamentales y comercializadas en la Comunidad Valenciana". <i>Rev. Baout.. Publ. Fund. Oroib&eacute;rica.</i> Valencia, Espa&ntilde;a. <b>3</b>(4): 39&#45;46 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077779&pid=S1405-2768201200010001400034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Pereira, A.R., 2006. <i>Como selecionar plantas para &aacute;reas degradadas e controle de eros&atilde;o.</i> Belo Horizonte: FAPI. 151 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077781&pid=S1405-2768201200010001400035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Pereira, M.A., 2001. <i>Bambu: esp&eacute;cies, caracter&iacute;sticas e aplica&ccedil;&atilde;o.</i> Bauru: UNESP. 58 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077783&pid=S1405-2768201200010001400036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Ramanayake, S.M.S.D., 2008. "Flowering in bamboo: an enigma" Ceylon Science Jour. / <i>Biol Science, Sri Lanka.</i> (2)<b>35</b>: 95&#45;105 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077785&pid=S1405-2768201200010001400037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Reis, A. y Kageyama, P.Y., 2003. "Restaura&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas degradadas utilizando intera&ccedil;&otilde;es interespec&iacute;ficas". In: Kageyama, Paulo <i>et al.</i> (Orgs.) <i>Restaura&ccedil;&atilde;o ecol&oacute;gica de sistemas naturais.</i> Botucatu: FEPAF. 340 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077787&pid=S1405-2768201200010001400038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Ross, J.L.S., 1994. "An&aacute;lise emp&iacute;rica da fragilidade dos ambientes naturais e antropizados". <i>Rev. Depto. de Geog.</i> USP, S&atilde;o Paulo. <b>8</b>: 63&#45;75 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077789&pid=S1405-2768201200010001400039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Ross, J.L.S., 1996. "Geomorfologia aplicada aos EIAs/RIMAs". In: Guerra, A. J. T.; Cunha, S. B. de (Orgs). <i>Geomorfologia e meio ambiente.</i> Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. 291&#45;336 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077791&pid=S1405-2768201200010001400040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Santos&#45;Gon&ccedil;alves, A.P., Okano, R.M.C. y Vieira, M.F., 2006. "Bambu (Bambusoideae: Poaceae) do Parque Estadual do Rio Doce, Minas Gerais: flor&iacute;stica e morfologia". In: <i>Sem. Brasileiro do Bambu.</i> Bras&iacute;lia. UNB. 43&#45;48 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077793&pid=S1405-2768201200010001400041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Silva, A.G. y Diniz, H.N., 2004. "Deslizamentos e obras de conten&ccedil;&atilde;o de encostas em Campos do Jord&atilde;o&#45;SP". <i>T&eacute;chne&#45;Tecn. da Constr. S&atilde;o Paulo,</i> <b>1</b>(83): 56&#45;60 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077795&pid=S1405-2768201200010001400042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Stapleton, C. M. A., 1994. "The bamboos of Nepal and Bhutan, Part 1: Bambusa, <i>Dendrocalamus, Melocanna, Cephalostachyum, Teinostachyum, and Pseudostachyum</i> (Gramieneae: Poaceae, Bambusoideae)". Edinburg Jour. of Bot., Cambridge, England, <b>51</b>: 1&#45;32 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077797&pid=S1405-2768201200010001400043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Sthapit, K.M. y Tennyson, L.C., 1991. "El control la erosion en Nepal mediante la bioingenier&iacute;a". Unasylva, Roma Italy. Ordenaci&oacute;n de cuencas hidrogr&aacute;ficas. FAO. (164) 1&#45;8 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077799&pid=S1405-2768201200010001400044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Stokes, A., Lucas, A. y Jouneau, L., 2007. "Plant biomechanical strategies in response to frequent disturbance: uprooting of <i>Phyllostachys nidularia</i> (Poaceae) growing on landslide&#45;prone slopes in Sichuan", China. <em>Amer. Jour. of Bot.</em> St. Louis, USA. 7 (94): 1129&#45;1136 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077801&pid=S1405-2768201200010001400045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Sutili, F.J., 2004. "Manejo biot&eacute;cnico do Arroio Guarda&#45;mor: principais processos e pr&aacute;ticas". Disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado. Santa Maria, Universidade Federal de Santa Maria. 114 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077803&pid=S1405-2768201200010001400046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">&#45;&#45;&#45;&#45;&#45;&#45;&#45;&#45;&#45;&#45;, 2007. "Bioengenharia de solos no &acirc;mbito fluvial do sul do Brasil: esp&eacute;cies aptas e suas propriedades vegetativo&#45; mec&acirc;nica e emprego na pr&aacute;tica". Tese de doutorado. Viena, &Aacute;ustria &#45; Universidade Rural de Viena. 94 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077805&pid=S1405-2768201200010001400047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Tominaga, L.K., 2000. "An&aacute;lise morfodin&acirc;mica das vertentes da Serra do Juqueriquer&ecirc; em S&atilde;o Sebasti&atilde;o &#150; SP". Disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado. S&atilde;o Paulo, Universidade de S&atilde;o Paulo. 162 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077807&pid=S1405-2768201200010001400048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Vianna, P.C.G. <i>et al</i>., 2008. Estabiliza&ccedil;&atilde;o de Vo&ccedil;orocas &#150; Subproduto ambiental do diagn&oacute;stico dos recursos h&iacute;dricos: o caso do assentamento Dona Antonia, Conde &#150; PB. Para&iacute;ba. Universidade Federal da Para&iacute;ba. 30 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=6077809&pid=S1405-2768201200010001400049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      ]]></body><back>
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