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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Aspecto econômico do uso da escória de siderurgia na cana-de-açúcar durante cinco ciclos de produção]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The present work aimed to analyse some economic aspects of different corrective materials to the slag of siderurgy and the limestone, objecting the best benefit/cost relation for establishing the sugar cane culture. The work was accomplished in the city of Ituverava (São Paulo state, Brazil) in a Red-Yellow Latosol (V = 26%). It was used the experimental design in randomized blocks, in a factorial plan 2 × 4, with four repetitions. The factors consisted of two corrective materials (slag of siderurgy and high-calcium limestone) and four doses: 0; 1.23, 2.52 and 3.8 Mg ha-1 equivalent to CaCO3. The production of items and the economic aspects were evaluated by five cycles of cultivation (1998 to 2002), the production of stems and the economic aspects (net value, net revenue and benefit/cost relation). In the first two sugar cane cycles, the corrective materials increased the economic return, obtaining a higher benefit/cost relation, in the dose of 1.23 Mg ha-1 equivalent in CaCO3. However, in the other sugar cane rattoons the limestone and slag of siderurgy dose that provided the best benefit/cost relation was the one of 2.52 and 3.8 Mg ha-1, respectively. The use of slag of siderurgy provided higher economic return in the cultivation of the sugar cane rattoons, and it even amplified one sugar cane rattoon cycle with a positive benefit/cost relation, when compared to the limestone.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="4">Divisi&oacute;n III</font></p> 	    <p align="justify">&nbsp;</p> 	    <p align="center"><font size="4" face="verdana"><b>Aspecto econ&ocirc;mico do uso da esc&oacute;ria de siderurgia na cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car durante cinco ciclos de produ&ccedil;&atilde;o</b></font></p> 	    <p>&nbsp;</p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="3"><b>Economic aspect of the use of the slag of siderurgy in the sugar cane during five cycles of production</b></font></p>  	    <p>&nbsp;</p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="2"><b>Renato de Mello Prado<sup>1*</sup> e Francisco Maximino Fernandes<sup>2</sup></b></font></p>  	    <p>&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><i><sup>1</sup> Faculdade de Ci&ecirc;ncias Agr&aacute;rias e Veterin&aacute;rias, UNESP, Departamento de Solos e Adubos, Via de Acesso Paulo Donato Castallane, s/n, CEP 14884&#45;900, Jaboticabal, SP. *Autor respons&aacute;vel:</i> (<a href="mailto:rmprado@fcav.unesp.br">rmprado@fcav.unesp.br</a>).</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2"><i><sup>2</sup> Faculdade de Engenharia, UNESP, Departamento de Fitossanidade, Engenharia Rural e Solos, Rua Mon&ccedil;&atilde;o, 830, Caixa Postal 31, CEP 15385&#45;000, Ilha Solteira, SP.</i></font></p> 	    <p align="justify">&nbsp;</p> 	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Recibido: abril de 2007.    <br>     Aceptado: marzo de 2009.</font></p> 	    <p>&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O presente trabalho objetivou analisar alguns aspectos econ&ocirc;micos de diferentes materiais corretivos a esc&oacute;ria de siderurgia e o calc&aacute;rio, visando &agrave; melhor rela&ccedil;&atilde;o benef&iacute;cio/custo para a implanta&ccedil;&atilde;o da cultura da cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car. O trabalho foi realizado no munic&iacute;pio de Ituverava (SP, Brasil), em um Latossolo Vermelho Amarelo (V = 26%). Utilizou&#45;se o delineamento experimental em blocos casualizados, em esquema fatorial 2 &times; 4, com quatro repeti&ccedil;&otilde;es. Os fatores constitu&iacute;ram&#45;se de dois materiais corretivos (esc&oacute;ria de siderurgia e calc&aacute;rio calc&iacute;tico) e quatro doses: 0; 1,23, 2,52 e 3,80 Mg ha<sup>&#45;1</sup> equivalente a CaCO<sub>3</sub>. Avaliou&#45;se ao longo de cinco ciclos de cultivo (1998 a 2002), a produ&ccedil;&atilde;o de colmos e os aspectos econ&ocirc;micos (valor l&iacute;quido, receita l&iacute;quida e rela&ccedil;&atilde;o benef&iacute;cio/custo). Nos dois primeiros ciclos da cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car, os materiais corretivos incrementaram o retorno econ&ocirc;mico, obtendose maior rela&ccedil;&atilde;o beneficio/custo, na dose de 1,23 Mg ha<sup>&#45;1</sup> equivalente em CaCO<sub>3</sub>. Contudo, nas demais soqueiras, as doses de calc&aacute;rio e de esc&oacute;ria de siderurgia que proporcionou a melhor rela&ccedil;&atilde;o benef&iacute;cio/custo, foram de 2,52 e 3,8 Mg ha<sup>&#45;1</sup>, respectivamente. O uso da esc&oacute;ria de siderurgia proporcionou maior retorno econ&ocirc;mico no cultivo das soqueiras, inclusive ampliando um ciclo da soqueira, com rela&ccedil;&atilde;o benef&iacute;cio/custo positivo, comparado ao calc&aacute;rio.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Palavras&#45;chave:</b> <i>Saccharum</i> spp., produ&ccedil;&atilde;o de colmos, benef&iacute;cio/custo, rentabilidade.</font></p>  	    <p>&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>SUMMARY</b></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">The present work aimed to analyse some economic aspects of different corrective materials to the slag of siderurgy and the limestone, objecting the best benefit/cost relation for establishing the sugar cane culture. The work was accomplished in the city of Ituverava (S&atilde;o Paulo state, Brazil) in a Red&#45;Yellow Latosol (V = 26%). It was used the experimental design in randomized blocks, in a factorial plan 2 &times; 4, with four repetitions. The factors consisted of two corrective materials (slag of siderurgy and high&#45;calcium limestone) and four doses: 0; 1.23, 2.52 and 3.8 Mg ha<sup>&#45;1</sup> equivalent to CaCO<sub>3</sub>. The production of items and the economic aspects were evaluated by five cycles of cultivation (1998 to 2002), the production of stems and the economic aspects (net value, net revenue and benefit/cost relation). In the first two sugar cane cycles, the corrective materials increased the economic return, obtaining a higher benefit/cost relation, in the dose of 1.23 Mg ha<sup>&#45;1</sup> equivalent in CaCO<sub>3</sub>. However, in the other sugar cane rattoons the limestone and slag of siderurgy dose that provided the best benefit/cost relation was the one of 2.52 and 3.8 Mg ha<sup>&#45;1</sup>, respectively. The use of slag of siderurgy provided higher economic return in the cultivation of the sugar cane rattoons, and it even amplified one sugar cane rattoon cycle with a positive benefit/cost relation, when compared to the limestone.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Keywords:</b> <i>Saccharum</i> spp., prodution of culms, cost/benefit, profitability.</font></p>  	    <p>&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">No Brasil, o material mais utilizado como corretivo de acidez do solo &eacute; o calc&aacute;rio. Todavia, a utiliza&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duos sider&uacute;rgicos para a mesma finalidade tem&#45;se mostrado como uma alternativa vi&aacute;vel, destacando&#45;se a esc&oacute;ria de siderurgia (Amaral et al., 1994), que apresenta como componentes neutralizantes: os silicatos de c&aacute;lcio e magn&eacute;sio. S&atilde;o conhecidos, os efeitos positivos dos materiais corretivos no solo, como a esc&oacute;ria de siderurgia, tendo basicamente a neutraliza&ccedil;&atilde;o de Al/Mn, aumentando a disponibilidade de Ca, Mg e Si no solo e com reflexos na produtividade das culturas. </font></p> 	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Apesar da reconhecida import&acirc;ncia agron&ocirc;mica da esc&oacute;ria de siderurgia na produ&ccedil;&atilde;o e na longevidade do canavial (Anderson, 1991; Raid et al., 1992), existem poucos estudos econ&ocirc;micos comparativos envolvendo esta quest&atilde;o, relatados na literatura. A dimens&atilde;o do retorno econ&ocirc;mico da explora&ccedil;&atilde;o comercial da cultura da cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car est&aacute; sustentada basicamente em tr&ecirc;s pontos: rendimento f&iacute;sico, custo de produ&ccedil;&atilde;o e pre&ccedil;o do produto. Portanto, estudos econ&ocirc;micos da calagem, no tocante &agrave;s fontes de material corretivo, t&ecirc;m efeito direto na participa&ccedil;&atilde;o expressiva nos dois primeiros fatores, em fun&ccedil;&atilde;o da otimiza&ccedil;&atilde;o do seu uso, ou seja, utiliza&ccedil;&atilde;o da menor quantidade poss&iacute;vel de material corretivo e que resulte em aumento da produ&ccedil;&atilde;o da cultura. Quanto ao terceiro fator, pre&ccedil;o do produto, apesar da import&acirc;ncia deste na composi&ccedil;&atilde;o da rentabilidade da cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car, &eacute; pouco dependente das a&ccedil;&otilde;es agron&ocirc;micas feitas pelo t&eacute;cnico/agricultor. Portanto, a rentabilidade da cultura da cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car apresenta maior depend&ecirc;ncia do custo de produ&ccedil;&atilde;o e do rendimento f&iacute;sico do que propriamente do pre&ccedil;o do produto. Sendo o custo de produ&ccedil;&atilde;o, que envolve os custos diretos, como corretivos, fertilizantes, defensivos, combust&iacute;veis, entre outros, o fator sobre o qual o agricultor tem controle mais efetivo (Vitti &amp; Favarin, 1997).</font></p> 	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A alta rela&ccedil;&atilde;o retorno/investimento (ou benef&iacute;cio/custo), e o aumento da produtividade, decorrentes de pr&aacute;ticas de calagem/aduba&ccedil;&atilde;o adequadas, t&ecirc;m, tamb&eacute;m, profundas implica&ccedil;&otilde;es ambientais, pois tem&#45;se a redu&ccedil;&atilde;o da necessidade de aberturas de novas fronteiras agr&iacute;colas para maior oferta dos produtos no mercado (Lopes, 1994).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Assim, o presente trabalho objetivou analisar alguns aspectos econ&ocirc;micos de materiais corretivos, como a esc&oacute;ria de siderurgia e o calc&aacute;rio, visando &agrave; melhor rela&ccedil;&atilde;o benef&iacute;cio/custo para a implanta&ccedil;&atilde;o da cultura da cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car.</font></p>  	    <p>&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>MATERIAL E M&Eacute;TODOS</b></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">O experimento foi realizado na Fazenda Nossa Senhora Aparecida, munic&iacute;pio de Ituverava (S&atilde;o Paulo, Brasil), cujas coordenadas geogr&aacute;ficas aproximadas s&atilde;o 20&ordm; 20' S e 47&ordm; 47' O, com altitude aproximada de 631 m, o clima &eacute; mesot&eacute;rmico com ver&otilde;es quentes e &uacute;midos (Cwa), pelo sistema K&ouml;eppen. O experimento foi instalado em um LATOSSOLO VERMELHOAMARELO distr&oacute;fico (Embrapa, 1999) (Satura&ccedil;&atilde;o por bases &#45; V = 26 %).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados, em esquema fatorial 2 x 4, com quatro repeti&ccedil;&otilde;es, totalizando 32 unidades experimentais. Utilizou&#45;se de duas fontes de material corretivo, a esc&oacute;ria silicatada de siderurgia e o calc&aacute;rio comum, nas seguintes doses: corre&ccedil;&atilde;o do V(%) para 50 (equivalente a 1,23 Mg ha<sup>&#45;1</sup> de CaCO<sub>3</sub>); corre&ccedil;&atilde;o do V(%) para 75 (equivalente a 2,52 Mg ha<sup>&#45;1</sup> de CaCO<sub>3</sub>); corre&ccedil;&atilde;o do V(%) para 100 (equivalente a 3,80 Mg ha<sup>&#45;1</sup> de CaCO<sub>3</sub>) e uma testemunha, sem corre&ccedil;&atilde;o. Utilizou&#45;se de calc&aacute;rio calc&iacute;tico (Poder Real de Neutraliza&ccedil;&atilde;o Total &#150; PRNT = 64%) e esc&oacute;ria de siderurgia de aciaria, proveniente da sider&uacute;rgica Dedini, do Munic&iacute;pio de Piracicaba&#45;SP (PRNT = 41%), incorporados na profundidade de 0&#45;20 cm. Os materiais corretivos foram aplicados uma &uacute;nica vez, em pr&eacute;&#45;plantio.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">No dia 3 de janeiro de 1998, foi realizado o plantio da cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car (Saccharum spp), cultivar SP 80&#45;1842, aplicando&#45;se 1.300 kg ha<sup>&#45;1</sup> da f&oacute;rmula 04&#45;14&#45;08, e 196 kg ha<sup>&#45;1</sup> de sulfato de magn&eacute;sio, tendo a parcela 58,5 m2 de &aacute;rea total. A aduba&ccedil;&atilde;o de cobertura da cana&#45;planta e das soqueiras, feita anualmente, seguiu as indica&ccedil;&otilde;es de Recomenda&ccedil;&atilde;o do Estado de S&atilde;o Paulo (Spironello et al., 1997).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A colheita dos colmos da cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car foi realizada considerando a parcela &uacute;til, anualmente (m&ecirc;s de janeiro), nos anos de 1998/99; 1999/00; 2000/01; 2001/02 e 2002/03, pelo m&eacute;todo de colheita da cana crua.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Considerou&#45;se o pre&ccedil;o de R$42,50 para a tonelada de cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car, referente a dezembro/2006, e o custo do calc&aacute;rio (R$28,00) (IEA, 2007) e da aplica&ccedil;&atilde;o (R$30,00) (Agrianual, 2007), totalizando R$58,00,valor igual ao da esc&oacute;ria de siderurgia, considerado da Acesita, Tim&oacute;teo&#45;MG&#45;Brasil. O custo operacional de produ&ccedil;&atilde;o da cultura da cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car (opera&ccedil;&otilde;es, insumos e administra&ccedil;&atilde;o, exceto o custo do calc&aacute;rio e dos encargos financeiros) situou&#45;se para o primeiro, segundo, terceiro, quarto e quinto anos, em R$ 3.667,50; 2.271,00; 2.047,00; 1.952,50 e 1.847,00 por hectare, referente a 2006 (Agrianual, 2007). Tomando o valor de R$42,51 por tonelada de cana, comentado anteriormente, isto representou 86,3; 53,4; 48,2; 45,9 e 43,4 Mg ha<sup>&#45;1</sup>. Esta produ&ccedil;&atilde;o &eacute; conhecida como ponto de equil&iacute;brio, ou seja, a produ&ccedil;&atilde;o m&iacute;nima suficiente para cobrir apenas os custos operacionais. Portanto, para a obten&ccedil;&atilde;o dos incrementos l&iacute;quidos de produ&ccedil;&atilde;o da cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car, fez&#45;se a diferen&ccedil;a entre a produ&ccedil;&atilde;o total e o custo operacional, exceto o custo do material corretivo. A partir desses dados, calcularam&#45;se o valor l&iacute;quido de produ&ccedil;&atilde;o (incremento l&iacute;quido x pre&ccedil;o da cana&#45;d&#45;ea&ccedil;&uacute;car), a receita l&iacute;quida (valor l&iacute;quido da produ&ccedil;&atilde;o &#45; custo do material corretivo) e a rela&ccedil;&atilde;o benef&iacute;cio/custo (valor l&iacute;quido da produ&ccedil;&atilde;o/custo do material corretivo).</font></p>  	    <p>&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>RESULTADOS E DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Observou&#45;se que a produ&ccedil;&atilde;o de colmos de cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car foi afetada significativamente pelas doses dos corretivos, em todos os ciclos de cultivo, e para as fontes, e para a intera&ccedil;&atilde;o fonte x doses, houve efeito significativo apenas para os tr&ecirc;s &uacute;ltimos ciclos de produ&ccedil;&atilde;o (<a href="../img/revistas/tl/v28n3/a10t1.jpg" target="_blank">Tabela 1</a>).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Observa&#45;se, para os dois primeiros ciclos da cultura da cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car, que a aus&ecirc;ncia da intera&ccedil;&atilde;o indica que o efeito das doses foi semelhante na produ&ccedil;&atilde;o, independentemente do material corretivo utilizado. Assim, considerando as m&eacute;dias dos dois materiais corretivos, notou&#45;se que as doses promoveram incremento quadr&aacute;tico na produ&ccedil;&atilde;o da cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car, tanto no primeiro ciclo da cultura, como no segundo. A resposta favor&aacute;vel da cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o de corretivos, como o calc&aacute;rio, &eacute; indicada na literatura (Martins, 2000).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Observou&#45;se, pela intera&ccedil;&atilde;o durante o 3&ordm; at&eacute; o 5&ordm; ciclo da cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car, que os efeitos dos materiais corretivos diferiram com as doses (<a href="../img/revistas/tl/v28n3/a10t1.jpg" target="_blank">Tabela 1</a>). Isto ocorreu pelo fato de que o aumento na produ&ccedil;&atilde;o de colmos foi linear para o uso da esc&oacute;ria de siderurgia e quadr&aacute;tica quando se utilizou o calc&aacute;rio calc&iacute;tico, do primeiro ao terceiro ciclo de produ&ccedil;&atilde;o (<a href="../img/revistas/tl/v28n3/a10t1.jpg" target="_blank">Tabela 1</a>). A maior produ&ccedil;&atilde;o de colmos, em fun&ccedil;&atilde;o da aplica&ccedil;&atilde;o da esc&oacute;ria de siderurgia, provavelmente ocorreu, tendo em vista os efeitos da esc&oacute;ria na disponibilidade de outros elementos no solo, como o Si, que faz parte da constitui&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica deste res&iacute;duo, fato este relatado por outros autores (Anderson, 1991; Raid et al., 1992). Essa hip&oacute;tese pode ser refor&ccedil;ada pelo fato de que os dois materiais corretivos agiram de forma semelhantes na rea&ccedil;&atilde;o do solo, apresentado por Prado et al. (2003); entretanto, esses fatos n&atilde;o ser&atilde;o discutidos e, sim, os aspectos econ&ocirc;micos.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">Desse modo, com os dados da produ&ccedil;&atilde;o de colmos, subtra&iacute;do o custo operacional (exceto o custo dos corretivos), obteve&#45;se o incremento l&iacute;quido (dado n&atilde;o apresentado), que seria a produ&ccedil;&atilde;o de colmos suficiente para cobrir os custos b&aacute;sicos de produ&ccedil;&atilde;o da cultura. A partir do incremento l&iacute;quido, obteveram&#45;se algumas vari&aacute;veis econ&ocirc;micas (valor l&iacute;quido, a receita l&iacute;quida e a rela&ccedil;&atilde;o benef&iacute;cio/custo) ao longo do cultivo da cultura, que ser&atilde;o discutidas.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Como para o primeiro e o segundo ciclos a produ&ccedil;&atilde;o de colmos foi semelhante para as duas fontes de corretivos (<a href="../img/revistas/tl/v28n3/a10t1.jpg" target="_blank">Tabela 1</a>), os aspectos econ&ocirc;micos ser&atilde;o apresentados considerando a m&eacute;dia dos dois corretivos e dos dois ciclos de produ&ccedil;&atilde;o da cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car. Desse modo, independentemente do material corretivo, houve incremento l&iacute;quido da produ&ccedil;&atilde;o de 3,6; 17,9; 15,7 e 13,4 Mg ha<sup>&#45;1</sup> de colmos (m&eacute;dia do 1&ordm; e 2&ordm; ciclos), com as doses de 0; 1,23; 2,52 e 3,8 Mg ha<sup>&#45;1</sup>, respectivamente (dados n&atilde;o apresentados). Portanto, o uso dos materiais corretivos permitiu uma produ&ccedil;&atilde;o acima do ponto de equival&ecirc;ncia. Nestas circunst&acirc;ncias, o pre&ccedil;o do produto cobre o custo operacional m&eacute;dio, indicando que a atividade comercial de produ&ccedil;&atilde;o da cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car tem condi&ccedil;&otilde;es econ&ocirc;micas de continuar produzindo, por&eacute;m a rentabilidade dependente do volume da produ&ccedil;&atilde;o excedente.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Observa&#45;se que para os dois primeiros ciclos da cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car, que as doses dos corretivos incrementaram o valor l&iacute;quido da produ&ccedil;&atilde;o e a receita l&iacute;quida (<a href="../img/revistas/tl/v28n3/a10f1.jpg" target="_blank">Figura 1a</a>), e isto refletiu na melhoria da rela&ccedil;&atilde;o beneficio/custo (<a href="../img/revistas/tl/v28n3/a10f1.jpg" target="_blank">Figura 1b</a>), destacando&#45;se a dose (em equivalente a CaCO<sub>3</sub>) de 1,23 Mg ha<sup>&#45;1</sup>. Portanto, o uso do material corretivo para elevar o V% a 50 proporcionou o maior retorno econ&ocirc;mico da calagem (rela&ccedil;&atilde;o benef&iacute;cio/custo = 10,1), considerando os dois primeiros ciclos da cultura.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Como para os demais ciclos da soqueira (3&ordm; ao 5&ordm; ciclo) houve diferen&ccedil;a entre as fontes na produ&ccedil;&atilde;o (<a href="../img/revistas/tl/v28n3/a10t1.jpg" target="_blank">Tabela 1</a>), ser&atilde;o analisados os resultados separadamente. Para o calc&aacute;rio, os resultados mostram que as doses do corretivo incrementaram o valor l&iacute;quido da produ&ccedil;&atilde;o (<a href="#f2">Figura 2</a>), a receita l&iacute;quida (<a href="#f3">Figura 3</a>) e, conseq&uuml;entemente, a rela&ccedil;&atilde;o benef&iacute;cio/custo (<a href="#f4">Figura 4</a>).</font></p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="2"><a name="f2"></a></font></p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="2"><img src="../img/revistas/tl/v28n3/a10f2.jpg"></font></p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="2"><a name="f3"></a></font></p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="2"><img src="../img/revistas/tl/v28n3/a10f3.jpg"></font></p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="2"><a name="f4"></a></font></p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="2"><img src="../img/revistas/tl/v28n3/a10f4.jpg"></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">Observa&#45;se que, da testemunha para a melhor dose de calc&aacute;rio (2,52 Mg ha<sup>&#45;1</sup> em equivalente a CaCO<sub>3</sub>), o valor l&iacute;quido da produ&ccedil;&atilde;o e a receita l&iacute;quida variaram de R$&#45;147,60 para R$592,90 e de R$&#45;205,60 para R$537,10, respectivamente. No entanto, para a maior dose do calc&aacute;rio, houve decr&eacute;scimo tanto para o valor l&iacute;quido da produ&ccedil;&atilde;o como para a receita l&iacute;quida (<a href="#f2">Figuras 2</a> e <a href="#f3">3</a>). Desse modo, a dose que proporcionou maior valor l&iacute;quido da produ&ccedil;&atilde;o e da receita, tamb&eacute;m refletiu em maior rela&ccedil;&atilde;o benef&iacute;cio/custo (10,2) (<a href="#f4">Figura 4</a>). Assim, esses resultados concordam com Rosseto et al. (2005), que indicaram que a calagem na cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car, normalmente, apresenta alta rela&ccedil;&atilde;o custo/benef&iacute;cio, j&aacute; que &eacute; um corretivo relativamente de baixo custo, diante dos demais insumos utilizados no setor sucroalcooleiro. E soma&#45;se a isto o fato do pre&ccedil;o relativamente alto da cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car no mercado. Entretanto, essa rela&ccedil;&atilde;o benef&iacute;cio/custo obtido para cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car superou a indica&ccedil;&atilde;o geral de Becker et al. (1990), que encontraram um valor de 3,2. Nota&#45;se, tamb&eacute;m, que houve incremento da dose que proporcionou melhor retorno econ&ocirc;mico da calagem, comparado ao 1&ordm; e 2&ordm; ciclos (1,23 Mg ha<sup>&#45;1</sup>) (<a href="../img/revistas/tl/v28n3/a10f1.jpg" target="_blank">Figura 1b</a>) e dos &uacute;ltimos ciclos (3&ordm;, 4&ordm; e 5&ordm;) (2,52 Mg ha<sup>&#45;1</sup>) (<a href="#f4">Figura 4</a>).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Observou&#45;se que, independentemente da dose do material corretivo utilizado, houve decr&eacute;scimo no valor l&iacute;quido, na receita l&iacute;quida e na rela&ccedil;&atilde;o benef&iacute;cio/custo com os ciclos de cultivo (<a href="#f2">Figuras 2</a>, <a href="#f3">3</a> e <a href="#f4">4</a>). Acrescenta&#45;se que, no &uacute;ltimo ciclo, o cultivo da cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car resultou em preju&iacute;zo. Este fato tamb&eacute;m foi relatado por Marques et al. (2006), observando que normalmente o retorno econ&ocirc;mico/lucro da cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car &eacute; mais elevado nos anos iniciais de cultivo e, com o avan&ccedil;o do ciclo, tendem ao valor zero, per&iacute;odo que corresponde ao tempo de explora&ccedil;&atilde;o m&eacute;dio de um canavial. &Eacute; pertinente salientar que o decr&eacute;scimo da rentabilidade ao longo dos ciclos da cultura ocorreu pela queda da produ&ccedil;&atilde;o de colmos das soqueiras com os cortes, fato amplamente relatado na literatura (Anderson et al., 1991), onde a intensidade depende dos tratos culturais, da compacta&ccedil;&atilde;o do solo, do tipo de solo, das condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas e das cultivares utilizadas, entre outros (Matsuoka et al., 1995). Assim, nota&#45;se que o uso do calc&aacute;rio proporcionou retorno econ&ocirc;mico favor&aacute;vel na cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car, at&eacute; o quarto ciclo, e ap&oacute;s isso seria indicada sua reforma. Canellas et al. (2003) relataram que a reforma do canavial ocorre geralmente ap&oacute;s o quarto corte, quando a soqueira atinge produ&ccedil;&atilde;o baixa (&lt; 70 Mg ha<sup>&#45;1</sup>).</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Para a esc&oacute;ria de siderurgia, observou&#45;se que as doses do corretivo incrementaram o valor l&iacute;quido da produ&ccedil;&atilde;o (<a href="#f5">Figura 5</a>), a receita l&iacute;quida (<a href="#f6">Figura 6</a>), e conseq&uuml;entemente, a rela&ccedil;&atilde;o benef&iacute;cio/custo (<a href="#f7">Figura 7</a>). Notou&#45;se que, da testemunha para a maior dose de esc&oacute;ria (3,80 Mg ha<sup>&#45;1</sup> em equivalente a CaCO<sub>3</sub>), o valor l&iacute;quido da produ&ccedil;&atilde;o e a receita l&iacute;quida variaram de R$&#45;146,60 para R$926,50 e de R$&#45;205,60 para R$858,90, respectivamente (<a href="#f5">Figuras 5</a> e <a href="#f6">6</a>). E isto, refletiu na rela&ccedil;&atilde;o benef&iacute;cio/custo, que atingiu, na maior dose de esc&oacute;ria, valor de R$16,00 (<a href="#f7">Figura 7</a>). Observa&#45;se que a dose da esc&oacute;ria que promoveu maior retorno econ&ocirc;mico, objetivou elevar a V igual a 100%, sendo maior que o indicado pelo &oacute;rg&atilde;o de recomenda&ccedil;&atilde;o de calagem oficial da regi&atilde;o (Spironello et al., 1997) (V = 60%); Portanto, esses resultados sugerem que as doses de esc&oacute;ria podem ser aumentadas sem que ocorra perda na efici&ecirc;ncia econ&ocirc;mica da atividade.</font></p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="2"><a name="f5"></a></font></p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="2"><img src="../img/revistas/tl/v28n3/a10f5.jpg"></font></p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="2"><a name="f6"></a></font></p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="2"><img src="../img/revistas/tl/v28n3/a10f6.jpg"></font></p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="2"><a name="f7"></a></font></p>  	    <p align="center"><font face="verdana" size="2"><img src="../img/revistas/tl/v28n3/a10f7.jpg"></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Portanto, observa&#45;se que o uso da esc&oacute;ria de siderurgia elevou em mais de 60% a rela&ccedil;&atilde;o benef&iacute;cio/custo comparado ao calc&aacute;rio, considerando a m&eacute;dias das doses dos corretivos e a produ&ccedil;&atilde;o das soqueiras de cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car (3&ordm; ao 5&ordm; ciclo).</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">Por fim, com o cultivo das soqueiras, houve decr&eacute;scimo das vari&aacute;veis econ&ocirc;micas estudadas (valor da produ&ccedil;&atilde;o, receita l&iacute;quida e rela&ccedil;&atilde;o benef&iacute;cio/custo), independentemente da dose do material corretivo (<a href="#f5">Figuras 5</a>, <a href="#f6">6</a> e <a href="#f7">7</a>). Entretanto, observou&#45;se que, mesmo no &uacute;ltimo ciclo da soqueira de cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car (5&ordm; ciclo), houve retorno econ&ocirc;mico favor&aacute;vel. Portanto, pode&#45;se inferir que o uso da esc&oacute;ria de siderurgia poder&aacute; retardar em um corte a renova&ccedil;&atilde;o do canavial, comparado ao uso do calc&aacute;rio. A import&acirc;ncia da esc&oacute;ria de siderurgia na cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car ocorre pelo conhecido efeito residual, beneficiando agronomicamente a soqueira da cultura (Prado <i>et al</i>., 2001). Portanto, a maior longevidade da cultura torna&#45;se um fator relevante para ampliar o retorno econ&ocirc;mico da atividade canavieira, pois a reforma estar&aacute; significando o surgimento de um novo fluxo de caixa relativamente alto referente &agrave; implanta&ccedil;&atilde;o do canavial.</font></p>  	    <p>&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&#45; Nos dois primeiros ciclos da cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car, os materiais corretivos incrementaram o retorno econ&ocirc;mico, obtendo&#45;se maior rela&ccedil;&atilde;o beneficio/custo, na dose de 1,23 Mg ha<sup>&#45;1</sup> equivalente em CaCO<sub>3</sub>. Contudo, nas demais soqueiras, as doses de calc&aacute;rio e de esc&oacute;ria de siderurgia que proporcionaram a melhor rela&ccedil;&atilde;o benef&iacute;cio/custo, foram de 2,52 e 3,8 Mg ha<sup>&#45;1</sup>, respectivamente.</font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&#45; O uso da esc&oacute;ria de siderurgia proporcionou maior retorno econ&ocirc;mico no cultivo das soqueiras, inclusive ampliando um ciclo da soqueira, com rela&ccedil;&atilde;o benef&iacute;cio/custo positivo, comparado ao calc&aacute;rio.</font></p>  	    <p>&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>AGRADECIMENTOS</b></font></p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A FAPESP pelo apoio financeiro (bolsa de mestrado) concedida ao primeiro autor.</font></p>  	    <p>&nbsp;</p>  	    <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>LITERATURA CITADA</b></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Agrianual. 2007. Anu&aacute;rio estat&iacute;stico da agricultura brasileira. S&atilde;o Paulo: FNP Consultoria e Com&eacute;rcio. S&atilde;o Paulo, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=9807426&pid=S0187-5779201000030001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Amaral, A. S., B. V. Defelipo, L. M. Costa, M. P. F. Fontes. 1994. Libera&ccedil;&atilde;o de Zn, Fe, Mn e Cd de quatro corretivos da acidez e absor&ccedil;&atilde;o por alface em dois solos. Pesquisa Agropecu&aacute;ria Brasileira 29: 1351&#45;1358.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=9807428&pid=S0187-5779201000030001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Anderson, D. L. 1991. Soil and leaf nutrient interactions following application of calcium silicate slag to sugarcane. Fert. Res. 30: 9&#45;18.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=9807430&pid=S0187-5779201000030001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Anderson, D. L., G. H. Snyder, F. G. Martin. 1991. Multi&#45;year response of sugarcane to calcium silicate slag on Everglades Histosols. Agron. J. 83: 870&#45;874.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=9807432&pid=S0187-5779201000030001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Becker, F. C., E. Flores, R. Russowski, 1990. Proposta de um Plano Nacional de Calagem &#150; PLANACAL. ANDA. S&atilde;o Paulo, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=9807434&pid=S0187-5779201000030001000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Canellas, L. P., A. C. X. Velloso, C. R. Marciano, F. G. P. Ramalho, V. M. Rumjanek, C. E. Rezende, G. A. Santos. 2003. Propriedades qu&iacute;micas de um Cambissolo cultivado com cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car, com preserva&ccedil;&atilde;o do palhi&ccedil;o e adi&ccedil;&atilde;o de vinha&ccedil;a por longo tempo. Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncia do Solo 27: 935&#45;944.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=9807436&pid=S0187-5779201000030001000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu&aacute;ria) &#45; Centro Nacional de Pesquisa de Solos. 1999. Sistema brasileiro de classifica&ccedil;&atilde;o de solos. Embrapa&#45;SPI. Bras&iacute;lia, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=9807438&pid=S0187-5779201000030001000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">IEA (Instituto de Economia Agr&iacute;cola. Estat&iacute;sticas). 2007. Informa&ccedil;&otilde;es econ&ocirc;micas 37&#45;3: 63&#45;112.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=9807440&pid=S0187-5779201000030001000008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Lopes, A. S. 1994. Uso de tecnologia moderna na preserva&ccedil;&atilde;o do meio ambiente. pp. 247&#45;279. In: Simp&oacute;sio nacional do setor de fertilizantes 1., S&atilde;o Paulo. Anais. ANDA; IBRAF&Oacute;S. S&atilde;o Paulo, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=9807442&pid=S0187-5779201000030001000009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Marques, T. A., G. E. Serra, P. A. A. Marques. 2006. Desenvolvimento de um programa computacional para implanta&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica de lavouras canavieiras. Revista Brasileira de Engenharia Agr&iacute;cola e Ambiental 10: 289&#45;293.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=9807444&pid=S0187-5779201000030001000010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Martins, M. 2000. Efeito do calc&aacute;rio e do gesso, em algumas caracter&iacute;sticas qu&iacute;micas do solo (Lea, &Aacute;lico) e na cultura da cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car, em regi&atilde;o de cerrado. Jaboticabal. 117f. Faculdade de Ci&ecirc;ncias Agr&aacute;rias e Veterin&aacute;rias, Universidade Estadual Paulista.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=9807446&pid=S0187-5779201000030001000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Matsuoka, S., H. Arizono, A. I. Bassinello, A. C. A. Gheller, H. P. Hoffmann, Y. Matsuda. 1995. Variedades superprecoces de cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car. &Aacute;lcool &amp; A&ccedil;&uacute;car 15: 22&#45;29.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=9807448&pid=S0187-5779201000030001000012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Prado, R. M., F. M. Fernandes, W. Natale. 2001. Uso agr&iacute;cola da esc&oacute;ria de siderurgia no Brasil: estudos na cultura da cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car. Jaboticabal: FUNEP/Unesp, v.1.p.67.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=9807450&pid=S0187-5779201000030001000013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Prado, R. M., F. M. Fernandes, W. Natale. 2003. Efeito residual da esc&oacute;ria de siderurgia como corretivo de acidez do solo na soqueira de cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car. Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncia do Solo 27: 287&#45;296.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=9807452&pid=S0187-5779201000030001000014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Raid, R. N., D. L. Anderson, M. F. Ulloa. 1992. Influence of cultivar and amendment of soil with calcium silicate slag on foliar disease development and yield of sugar cane. Crop Prot. 11: 84&#45;88.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=9807454&pid=S0187-5779201000030001000015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Rosseto, R., A. Spironello, H. Cantarella, J. A. Quaggio, R. R. Jardim. 2005. Aduba&ccedil;&atilde;o e calagem em cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car. O Agron&ocirc;mico 57: 22&#45;23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=9807456&pid=S0187-5779201000030001000016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Spironello, A., B. Van Raij, C. P. Penatti, H. Cantarella, J. L.Morelli, J. Orlando Filho, M. G. A. Landell. 1997. Outras culturas industriais. pp. 237&#45;239. In: B. Van Raij, H. Cantarella, J. A. Quaggio, A. M. C. Furlani. Recomenda&ccedil;&otilde;es de aduba&ccedil;&atilde;o e calagem para o estado de S&atilde;o Paulo. Boletim t&eacute;cnico 100. IAC. S&atilde;o Paulo, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=9807458&pid=S0187-5779201000030001000017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2">Vitti, G. C., J. L. Favarin. 1997. Nutri&ccedil;&atilde;o e manejo qu&iacute;mico do solo para a cultura do milho. pp. 104&#45;120. In: A. L. Fancelli, D. Dourado&#45;Neto (eds.) Tecnologia da produ&ccedil;&atilde;o de milho. Piracicaba Publique. Piracicaba, SP, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=9807460&pid=S0187-5779201000030001000018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      ]]></body><back>
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