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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O uso de minhocas como bioindicadores de contaminaçao de solos]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="es"><p><![CDATA[El nicho ecológico de las lombrices de tierra las caracteriza como organismos del suelo muy importantes que se pueden utilizar como bioindicadores ambientales. Las características de las lombrices de tierra, principalmente de Eisenia fetida (Savigny, 1826) y E. andrei Bouché, 1972 las califica para realizar las pruebas de toxicidad requeridas para el registro de plaguicidas en muchos países. Además de la facilidad de cría de E. fetida y E. andrei, las condiciones de estas pruebas son aceptadas internacionalmente, permitiendo la estandarización de los estudios y comparaciones en el ámbito internacional. Los resultados de estas pruebas dan información sobre la relativa toxicidad de una sustancia para especies endémicas, permitiendo evaluaciones preliminares de los intervalos de dosis de la sustancia en cuestión, estimaciones de los NOEC (concentraciones de efecto no observado) en caso de una exposición continua, y permiten establecer las condiciones de las pruebas para evaluar los efectos subletales y subcrónicos. En este artículo se presentan y discuten algunos resultados de varios estudios ecotoxicológicos en los que lombrices de tierra fueron utilizadas como bioindicadores de contaminación ambiental. Los investigadores mostraron que la bioacumulación de plaguicidas, metales, derivados de aceites, antibióticos y otras drogas de uso veterinario varían de acuerdo a la especie de lombriz de tierra, compuesto, concentración, tiempo de exposición y las características del suelo. Otras respuestas de las lombrices de tierra a los contaminantes fueron observadas, incluyendo variaciones en el peso y formación de los capullos, anormalidades y efectos fisiológicos, así como reacciones en el comportamiento como enroscamiento, cambios en la capacidad de formación de galerías, agitación y alejamiento del contaminante. La información que se puede obtener en los estudios con lombrices de tierra como bioindicadores es muy amplia, pero se deben de considerar las especies, las categorías ecológicas, las condiciones ambientales y las analogías con otros organismos, los usos de los plaguicidas y otras mezclas de contaminantes.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Agrotóxicos]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="justify"><font face="verdana" size="4">Art&iacute;culos originales </font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="4">&nbsp;</font></p>     <p align="center"><font face="verdana" size="4"><b>O uso de minhocas como bioindicadores de contamina&ccedil;ao de solos</b></font></p>     <p align="center"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>     <p align="center"><font face="verdana" size="3"><b>El uso de las lombrices de tierra como bioindicadoras de la contaminaci&oacute;n de los suelos</b></font></p>     <p align="center"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>     <p align="center"><font face="verdana" size="2"><b>Mara Mercedes de ANDR&Eacute;A</b></font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><i>Instituto Biol&oacute;gico, CPDPA, Laborat&oacute;rio de Ecologia de Agroqu&iacute;micos. Av. Conselheiro Rodrigues Alves 1252, S&atilde;o Paulo&#150;SP, 04014&#150;002, Brasil. E&#150;mail: </i><a href="mailto:andrea@biologico.sp.gov.br">andrea@biologico.sp.gov.br</a>.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">Recibido: 16/05/2008.    <br> Aceptado: 08/01/2010.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O nicho ecol&oacute;gico das minhocas as caracteriza como organismos muito importantes no solo e como bioindicadores ambientais. Suas caracter&iacute;sticas, especialmente das esp&eacute;cies <i>Eisenia f&eacute;tida </i>(Savigny, 1826) e <i>E. andrei </i>Bouch&eacute;, 1972, as qualificaram para testes de toxicidade para fins de registro de agrot&oacute;xicos, junto aos &oacute;rg&atilde;os regulamentadores de diversos pa&iacute;ses. Al&eacute;m da relativa facilidade de cria&ccedil;&atilde;o de <i>E. fetida </i>e <i>E. andrei, </i>as condi&ccedil;&otilde;es desses testes s&atilde;o internacionalmente aceitas e permitem padroniza&ccedil;&atilde;o de estudos e compara&ccedil;&otilde;es internacionais; informam sobre toxicidade relativa &agrave;s esp&eacute;cies end&ecirc;micas; permitem avalia&ccedil;&otilde;es preliminares em rela&ccedil;&atilde;o a intervalos de doses do poluente para os testes; fornecem estimativas sobre o CENO (concentra&ccedil;&atilde;o sem efeito observ&aacute;vel) para exposi&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua, e ajudam no estabelecimento de condi&ccedil;&otilde;es para testes de efeitos subletais e sub&#150;cr&ocirc;nicos. Este artigo apresenta resultados e questionamentos de v&aacute;rios estudos ecotoxicol&oacute;gicos com minhocas como bioindicadores de contamina&ccedil;&atilde;o ambiental. As pesquisas mostraram que a bioacumula&ccedil;&atilde;o de agrot&oacute;xicos, metais, derivados do petr&oacute;leo, antibi&oacute;ticos e compostos de uso veterin&aacute;rio em minhocas varia conforme a esp&eacute;cie, o composto, concentra&ccedil;&atilde;o, tempo de contato e caracter&iacute;sticas do solo. Outras respostas das minhocas em rea&ccedil;&atilde;o a poluentes foram observadas, tais como: varia&ccedil;&otilde;es na produ&ccedil;&atilde;o e peso de casulos; efeitos fisiol&oacute;gicos e deforma&ccedil;&otilde;es, e rea&ccedil;&otilde;es comportamentais de espiralamento, mudan&ccedil;as na capacidade de escava&ccedil;&atilde;o, agita&ccedil;&atilde;o e rejei&ccedil;&atilde;o ao solo contaminado. Verifica&#150;se que o potencial de informa&ccedil;&otilde;es bioindicadoras de polui&ccedil;&atilde;o provenientes de estudos com minhocas &eacute; bastante grande, mas as an&aacute;lises devem levar em conta as esp&eacute;cies, categorias ecol&oacute;gicas, as condi&ccedil;&otilde;es ambientais e as analogias com outros organismos, usos, abusos e misturas de agrot&oacute;xicos e outros poluentes. </font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Palavras chave: </b>Agrot&oacute;xicos, metais pesados, outros poluentes, bioindicadores, ecotoxicologia.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>RESUMEN</b></font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">El nicho ecol&oacute;gico de las lombrices de tierra las caracteriza como organismos del suelo muy importantes que se pueden utilizar como bioindicadores ambientales. Las caracter&iacute;sticas de las lombrices de tierra, principalmente de <i>Eisenia fetida </i>(Savigny, 1826) y <i>E. andrei </i>Bouch&eacute;, 1972 las califica para realizar las pruebas de toxicidad requeridas para el registro de plaguicidas en muchos pa&iacute;ses. Adem&aacute;s de la facilidad de cr&iacute;a de <i>E. fetida </i>y <i>E. andrei, </i>las condiciones de estas pruebas son aceptadas internacionalmente, permitiendo la estandarizaci&oacute;n de los estudios y comparaciones en el &aacute;mbito internacional. Los resultados de estas pruebas dan informaci&oacute;n sobre la relativa toxicidad de una sustancia para especies end&eacute;micas, permitiendo evaluaciones preliminares de los intervalos de dosis de la sustancia en cuesti&oacute;n, estimaciones de los NOEC (concentraciones de efecto no observado) en caso de una exposici&oacute;n continua, y permiten establecer las condiciones de las pruebas para evaluar los efectos subletales y subcr&oacute;nicos. En este art&iacute;culo se presentan y discuten algunos resultados de varios estudios ecotoxicol&oacute;gicos en los que lombrices de tierra fueron utilizadas como bioindicadores de contaminaci&oacute;n ambiental. Los investigadores mostraron que la bioacumulaci&oacute;n de plaguicidas, metales, derivados de aceites, antibi&oacute;ticos y otras drogas de uso veterinario var&iacute;an de acuerdo a la especie de lombriz de tierra, compuesto, concentraci&oacute;n, tiempo de exposici&oacute;n y las caracter&iacute;sticas del suelo. Otras respuestas de las lombrices de tierra a los contaminantes fueron observadas, incluyendo variaciones en el peso y formaci&oacute;n de los capullos, anormalidades y efectos fisiol&oacute;gicos, as&iacute; como reacciones en el comportamiento como enroscamiento, cambios en la capacidad de formaci&oacute;n de galer&iacute;as, agitaci&oacute;n y alejamiento del contaminante. La informaci&oacute;n que se puede obtener en los estudios con lombrices de tierra como bioindicadores es muy amplia, pero se deben de considerar las especies, las categor&iacute;as ecol&oacute;gicas, las condiciones ambientales y las analog&iacute;as con otros organismos, los usos de los plaguicidas y otras mezclas de contaminantes.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Palabras clave: </b>Plaguicidas, metales pesados, otros contaminantes, ecotoxicologia.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O: FUNDAMENTA&Ccedil;&Atilde;O CIENT&Iacute;FICA</b></font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A atividade antr&oacute;pica introduz diversos compostos xenobi&oacute;ticos no ambiente, sejam eles agrot&oacute;xicos e fertilizantes de uso agr&iacute;cola, ou metais, derivados de petr&oacute;leo, e outros subprodutos e res&iacute;duos provenientes de atividade industrial. Grande parte desses compostos atinge o ambiente por aplica&ccedil;&atilde;o ou descarga direta, ou de forma indireta, por volatiliza&ccedil;&atilde;o, percola&ccedil;&atilde;o e dispers&atilde;o, expondo e comprometendo a sa&uacute;de dos organismos ali presentes assim como do pr&oacute;prio ambiente.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O conhecimento do grau e das formas de polui&ccedil;&atilde;o por meio de monitoramento ambiental &eacute; fundamental, tendo em vista o potencial de persist&ecirc;ncia, ou o de transforma&ccedil;&atilde;o em outros compostos e de complexa&ccedil;&atilde;o dos xenobi&oacute;ticos com mol&eacute;culas naturais. Entretanto, o monitoramento &eacute; feito por meio de an&aacute;lises dispendiosas que dependem de conhecimento espec&iacute;fico de m&eacute;todos, de aparelhos e materiais caros e de pessoal especializado para condu&ccedil;&atilde;o dessas an&aacute;lises. O monitoramento tamb&eacute;m depende da const&acirc;ncia na coleta e na an&aacute;lise de grandes quantidades das matrizes ambientais, pois o grau de contamina&ccedil;&atilde;o pode ser pequeno, mas com potencial significativo de perturba&ccedil;&atilde;o tanto do ambiente, quanto de intera&ccedil;&atilde;o com os organismos ali presentes, com conseq&uuml;&ecirc;ncias ecol&oacute;gicas em todas as teias alimentares envolvidas com aquele ambiente.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Dada a import&acirc;ncia do solo como fonte de &aacute;gua e nutrientes para plantas e outros organismos, como agente tamponador de mudan&ccedil;as de temperatura e do fluxo de &aacute;gua entre a atmosfera e as &aacute;guas subterr&acirc;neas, atuando como reservat&oacute;rio de nutrientes e como habitat para organismos decompositores na ciclagem e disponibiliza&ccedil;&atilde;o de nutrientes, a polui&ccedil;&atilde;o do ecossistema ed&aacute;fico pode ter conseq&uuml;&ecirc;ncias importantes para todas as formas de vida e na qualidade de alimentos, da &aacute;gua e da atmosfera (Wild 1993).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Neste ecossistema o componente vivo, isto &eacute;, a teia alimentar &eacute; complexa e pode ser afetada pela atividade antr&oacute;pica (Ingham 2006). Dentre os organismos de solo, as minhocas compreendem de 40% a 90% da biomassa de macrofauna da maioria dos ecossistemas tropicais (Fragoso <i>et al. </i>1999). Sua import&acirc;ncia &eacute; imensa visto que t&ecirc;m papel destacado na forma&ccedil;&atilde;o do solo (Righi 1997); na decomposi&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duos de plantas e ciclagem de nutrientes da mat&eacute;ria org&acirc;nica; na forma&ccedil;&atilde;o do h&uacute;mus e de agregados de solo, onde a atividade biol&oacute;gica &eacute; mais intensa; no melhoramento da estrutura, fertilidade, porosidade e capacidade de infiltra&ccedil;&atilde;o, drenagem e reten&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua, ar e tamb&eacute;m no transporte de microrganismos e nutrientes do solo por meio dos canais formados por sua escava&ccedil;&atilde;o e seus deslocamentos no solo (Ingham 2006). Nos processos de digest&atilde;o das minhocas o solo &eacute; misturado com muco, que ajuda na agrega&ccedil;&atilde;o de part&iacute;culas, e a deposi&ccedil;&atilde;o de bolotas fecais, que cont&eacute;m grandes concentra&ccedil;&otilde;es de nutrientes, ajuda na forma&ccedil;&atilde;o do h&uacute;mus e na fertilidade do solo (Shipitalo &amp; Bayon 2004). Tamb&eacute;m atuam no controle de pat&oacute;genos que podem ser inibidos por produtos de seu metabolismo ou servir de alimentos, e ainda, na degrada&ccedil;&atilde;o de poluentes (Ingham 2006). Conforme resumiram Shuster <i>et al. </i>(2002), as minhocas s&atilde;o &iacute;mpares por sua habilidade em integrar os processos f&iacute;sicos, qu&iacute;micos e biol&oacute;gicos do ecossistema ed&aacute;fico.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Por meio de seus deslocamentos e de ingest&atilde;o de solo ou serapilheira contaminados, as minhocas entram em contato com poluentes que atingem ou s&atilde;o aplicados no solo e nele podem permanecer adsorvidos nas part&iacute;culas minerais, na mat&eacute;ria org&acirc;nica e na solu&ccedil;&atilde;o do solo (Spadotto <i>et al. </i>2004). Elas podem ainda se expor e absorver os contaminantes da solu&ccedil;&atilde;o do solo por meio de contato direto e passagem pela cut&iacute;cula (Vijver <i>et al. </i>2003; Castellanos &amp; Hernandez 2007). A partir desse contato, as minhocas podem se intoxicar, morrer, ou sobreviver, incorporar e at&eacute; bioacumular esses poluentes em seus tecidos (Curry 2004).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A determina&ccedil;&atilde;o das concentra&ccedil;&otilde;es de poluentes em organismos como bioindi&#150;cadores&#150;sentinelas &eacute; &uacute;til porque fornece informa&ccedil;&otilde;es sobre a biodisponibilidade dos poluentes e o padr&atilde;o de contamina&ccedil;&atilde;o (Beeby 2001, Nicholson &amp; Lam 2005). O potencial bioindicativo de organismos dos n&iacute;veis tr&oacute;ficos mais baixos tem sido crescentemente estudado para avalia&ccedil;&otilde;es dos poss&iacute;veis perigos ambientais associados com a transfer&ecirc;ncia e biomagnifica&ccedil;&atilde;o dos poluentes ao longo das diferentes teias alimentares (Vasseur &amp; Cossu&#150;Leguille 2006). Portanto, o nicho ecol&oacute;gico e a importante posi&ccedil;&atilde;o tr&oacute;fica das minhocas, que se situam nos n&iacute;veis mais baixos das teias alimentares terrestres, servindo de alimento para v&aacute;rios animais e como rota de transfer&ecirc;ncia e biomagnifica&ccedil;&atilde;o de contaminantes ao longo dessas teias, al&eacute;m do conhecimento j&aacute; acumulado sobre seus h&aacute;bitos alimentares e habitats, fazem das minhocas excelentes bioindicadores de ecotoxicidade de subst&acirc;ncias qu&iacute;micas no solo, pois elas indicam a bioacumula&ccedil;&atilde;o potencial ao longo dessas teias (Paoletti 1999, Nahmani <i>et al. </i>2007, Castellanos &amp; Hernandez 2007).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>TESTES DE TOXICIDADE</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">Conforme Linfhurst <i>et al. </i>(1995), os testes de toxicidade fornecem medidas diretas da biodisponibilidade dos poluentes ou agentes t&oacute;xicos e podem ajudar a estabelecer as liga&ccedil;&otilde;es entre a contamina&ccedil;&atilde;o local e os efeitos ecol&oacute;gicos adversos. Avaliam exposi&ccedil;&otilde;es agudas, sub&#150;cr&ocirc;nicas e cr&ocirc;nicas e medem os efeitos biol&oacute;gicos resultantes dessas exposi&ccedil;&otilde;es, tais como, mortalidade, desempenho reprodutivo, crescimento e mudan&ccedil;as comportamentais. Por sua grande import&acirc;ncia no solo, sua ampla distribui&ccedil;&atilde;o e por todas as raz&otilde;es previamente citadas, as minhocas, principalmente as esp&eacute;cies <i>Eisenia fetida </i>(Savigny, 1826) e <i>E. andrei </i>Bouch&eacute;, 1972, foram escolhidas para diversos testes de toxicidade para fins de registro de agrot&oacute;xicos junto aos &oacute;rg&atilde;os regulamentadores de diversos pa&iacute;ses, inclusive do Brasil.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Assim, os testes da OECD (Organiza&ccedil;&atilde;o Europ&eacute;ia de Coopera&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento Econ&ocirc;mico), da EPA (Ag&ecirc;ncia Americana de Prote&ccedil;&atilde;o do Ambiente) e da ISO (Organiza&ccedil;&atilde;o Internacional para Padroniza&ccedil;&atilde;o) entre outros, adotaram a esp&eacute;cie <i>E. fetida </i>para os testes de toxicidade aguda desde, respectivamente 1984, 1991 e 1993, e posteriormente para os testes de reprodu&ccedil;&atilde;o e rejei&ccedil;&atilde;o ou evitamento de agrot&oacute;xicos. No Brasil, o IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Desenvolvimento dos Recursos Naturais Renov&aacute;veis) solicita apenas o teste de toxicidade aguda (ABNT, 2007) e aceita resultados obtidos por meio das metodologias dos testes das organiza&ccedil;&otilde;es internacionais.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Entretanto, com o decorrer do tempo desde a proposi&ccedil;&atilde;o e ado&ccedil;&atilde;o desses testes, muitas cr&iacute;ticas foram elaboradas a partir de resultados de v&aacute;rios estudos. O teste de toxicidade aguda, por exemplo, &eacute; criticado principalmente porque se baseia em dados de mortalidade ap&oacute;s apenas 14 dias de contato de apenas uma esp&eacute;cie de minhoca (geralmente <i>E. fetida) </i>com um substrato totalmente artificial (mistura de propor&ccedil;&otilde;es fixas de turfa de esfagno, caulim e areia industrial, com pH ajustado em 6 por adi&ccedil;&atilde;o de carbonato de c&aacute;lcio) tratado com o poluente. Al&eacute;m da turfa de esfagno ser pouco freq&uuml;ente no Brasil, a composi&ccedil;&atilde;o desse substrato e o pH n&atilde;o representam, por exemplo, as condi&ccedil;&otilde;es naturais de solos brasileiros. Tamb&eacute;m esta esp&eacute;cie de minhoca n&atilde;o ocorre naturalmente na Am&eacute;rica Latina. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; composi&ccedil;&atilde;o do substrato, Garcia <i>et al. </i>(2004) j&aacute; apresentaram novas op&ccedil;&otilde;es de solo artificial tropical.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os resultados obtidos por este teste s&oacute; informam sobre doses que causam mortalidade, que s&atilde;o &uacute;teis para as propostas de registro de mol&eacute;culas agrot&oacute;xicas, mas nada informam sobre efeito de doses pequenas e exposi&ccedil;&otilde;es por tempo mais longo. Tamb&eacute;m n&atilde;o resultam em defini&ccedil;&atilde;o de n&iacute;veis t&oacute;xicos para o ambiente, nem em dados para previs&atilde;o do efeito da subst&acirc;ncia t&oacute;xica nas situa&ccedil;&otilde;es de campo e n&atilde;o indicam se pode ocorrer indu&ccedil;&atilde;o de resist&ecirc;ncia das minhocas a partir de exposi&ccedil;&otilde;es de longo prazo (Linfhurst <i>et al. </i>1995, Reinecke &amp; Reinecke 2004). Lowe &amp; Butt (2007) afirmam que somente os testes que medem efeitos subletais fornecem dados mais sens&iacute;veis e ecologicamente relevantes.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A escolha da <i>E. fetida </i>como &uacute;nica esp&eacute;cie tamb&eacute;m tem sido criticada pelo seu habitat, por ser comprovadamente menos sens&iacute;vel que outras esp&eacute;cies e n&atilde;o ser representativa de ambientes rurais (Paoletti 1999, Eijsachers 1998, 2004, Ribera <i>et al. </i>2001, Reinecke &amp; Reinecke 2004). As cr&iacute;ticas se baseiam principalmente no fato das esp&eacute;cies <i>Eisenia fetida </i>e <i>E. andrei </i>serem tipicamente epig&ecirc;icas que vivem na serapilheira e em esterco, com pouca atua&ccedil;&atilde;o direta na estrutura e caracter&iacute;sticas de solos minerais (Shipitalo &amp; Bayon 2004, Castellanos &amp; Hernandez 2007). Al&eacute;m disso, os resultados obtidos com <i>E. fetida </i>n&atilde;o permitem extrapola&ccedil;&atilde;o direta para outras esp&eacute;cies e ela n&atilde;o pode servir como &uacute;nica esp&eacute;cie representativa do ambiente ed&aacute;fico (Lowe &amp; Butt 2007).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Por outro lado, estes testes fornecem outras vantagens, tais como: a relativa facilidade de cria&ccedil;&atilde;o das <i>Eisenias; </i>as condi&ccedil;&otilde;es desses testes s&atilde;o internacionalmente aceitas; permitem padroniza&ccedil;&atilde;o de estudos e compara&ccedil;&otilde;es internacionais; fornecem estimativas sobre toxicidade relativa &agrave;s esp&eacute;cies end&ecirc;micas; permitem avalia&ccedil;&otilde;es preliminares em rela&ccedil;&atilde;o a intervalos de doses do poluente sob estudo, e fornecem estimativas iniciais sobre o CENO (concentra&ccedil;&atilde;o sem efeito observ&aacute;vel) para exposi&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua. Assim, conforme ressaltam Reinecke &amp; Reinecke (2004), embora estejam surgindo novas tend&ecirc;ncias nos testes de ecotoxicologia, os testes de toxicidade com minhocas ainda s&atilde;o recomendados e solicitados.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>ESTUDOS ECOTOXICOL&Oacute;GICOS DE MINHOCAS COMO </b><b>BIOINDICADORES DE CONTAMINA&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Independentemente dos testes de toxicidade, a grande maioria dos autores concorda que as minhocas <i>E. fetida </i>e <i>E. andrei, </i>assim como outras minhocas, fazem bem o papel de bioindicadores sens&iacute;veis e oferecem in&uacute;meras possibilidades de estudos de contamina&ccedil;&atilde;o ambiental tanto por agrot&oacute;xicos, como por metais, derivados do petr&oacute;leo, antibi&oacute;ticos, produtos veterin&aacute;rios, e outros poluentes (Sisinno <i>et al. </i>2005, Loureiro <i>et al. </i>2005, entre outros).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Eijsachers (2004) e Lowe &amp; Butt (2007) destacam a import&acirc;ncia da avalia&ccedil;&atilde;o da toxicidade de poluentes em minhocas de diferentes ec&oacute;tipos para uma avalia&ccedil;&atilde;o das possibilidades ecotoxicol&oacute;gicas, visto que cada ec&oacute;tipo tem diferentes efeitos no solo. Resultados de estudos com esp&eacute;cies endog&ecirc;icas se relacionam melhor com as poss&iacute;veis altera&ccedil;&otilde;es no ambiente ed&aacute;fico.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">Al&eacute;m disso, v&aacute;rios trabalhos relatam resultados sobre a influ&ecirc;ncia das caracter&iacute;sticas dos solos sobre a absor&ccedil;&atilde;o e a toxicidade de agrot&oacute;xicos e metais para minhocas, pois se sabe que as caracter&iacute;sticas f&iacute;sico&#150;qu&iacute;micas dos solos influenciam diretamente o comportamento de diferentes poluentes e t&ecirc;m grande influ&ecirc;ncia na biodisponibilidade de poluentes para os organismos ed&aacute;ficos (van Gestel 1992, Spadotto <i>et al. </i>2004). Ellis <i>et al. </i>(2007), por exemplo, verificaram que quanto maior a adsor&ccedil;&atilde;o do composto ao substrato, menor &eacute; a mortalidade das minhocas. Por outro lado, as minhocas tamb&eacute;m influenciam os processos de dissipa&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rios poluentes no solo (Farenhorst <i>et al. </i>2000, Singer <i>et al. </i>2001, entre outros). Por isso e conforme as recomenda&ccedil;&otilde;es internacionais (van Gestel &amp; Weeks 2004), considera&#150;se que a biodisponibilidade &eacute; um aspecto fundamental no controle da assimila&ccedil;&atilde;o n&atilde;o s&oacute; de compostos nutrientes, mas tamb&eacute;m de contaminantes por minhocas em estudos eco&#150;toxicol&oacute;gicos, e deve ser sempre medida por meio de determina&ccedil;&otilde;es da concentra&ccedil;&atilde;o do poluente no solo e nas minhocas, tanto no in&iacute;cio, como no final dos testes.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">As pesquisas t&ecirc;m demonstrado h&aacute; tempos que tratamentos de solos com doses subletais dos poluentes e os estudos de longo prazo com minhocas fornecem respostas de bioindica&ccedil;&atilde;o de diferentes compostos. Esses estudos avaliam principalmente a bioacumula&ccedil;&atilde;o dos poluentes nas minhocas a partir de condi&ccedil;&otilde;es controladas (substrato, per&iacute;odo de tempo, esp&eacute;cies, etc.) e podem indicar o perigo de contamina&ccedil;&atilde;o e biomagnifica&ccedil;&atilde;o nas diferentes teias alimentares (Reinecke &amp; Reinecke 2004).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">As minhocas t&ecirc;m sido estudadas como bioindicadores de agrot&oacute;xicos h&aacute; tempos e muitas respostas relevantes para o meio ambiente foram alcan&ccedil;adas a partir desses estudos (Paoletti 1999). Por exemplo, j&aacute; em 1992 Springett &amp; Gray (1992) mostraram que repetidas aplica&ccedil;&otilde;es de diferentes agrot&oacute;xicos, mesmo em baixos n&iacute;veis, exerceram efeito sobre as taxas de crescimento da minhoca <i>Aporrectodea caliginosa. </i>Brunninger <i>et al. </i>(1994, 1995) e Viswanathan (1997) verificaram que tratamento de solo artificial com doses subletais do herbicida terbutilazina e do inseticida carbofu&#150;ran produziram diferentes efeitos fisiol&oacute;gicos e reprodutivos nas minhocas <i>E. andrei. </i>O herbicida estimulou, mas o inseticida inibiu o crescimento e a produ&ccedil;&atilde;o de casulos. A respira&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rias esp&eacute;cies de minhocas foi estimulada por baixas concentra&ccedil;&otilde;es de carbofuran, mas inibida por altas doses ap&oacute;s tr&ecirc;s ou quatro semanas de exposi&ccedil;&atilde;o, dependendo da esp&eacute;cie. J&aacute; altas concentra&ccedil;&otilde;es de terbutilazina estimularam a respira&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Dalby <i>et al. </i>(1995) mostraram a mudan&ccedil;a no peso de <i>Aporrectodea trapezoides, A. rosea, A. caliginosa </i>e <i>A. longa </i>por influ&ecirc;ncia do inseticida dimetoato e dos herbicidas glifosato e 2,4&#150;DB. Por outro lado, Farenhorst <i>et al. </i>(2003) verificaram que o herbicida atrazina n&atilde;o afetou o peso de minhocas <i>Lumbricus terrestris. </i>Outros trabalhos verificaram que o fator de bioacumula&ccedil;&atilde;o do inseticida lindano foi praticamente o mesmo independentemente do tempo de contato das minhocas com o solo tratado (Viswanathan <i>et al. </i>1988); mas, do glifosato, foi maior quanto maior o tempo de contato (Papini &amp; Andr&eacute;a 2002).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">A influ&ecirc;ncia da solubilidade em &aacute;gua sobre a toxicidade de dois diferentes pesticidas, assim como suas influ&ecirc;ncias em enzimas e na deformidade de espermato&#150;z&oacute;ides de <i>E. fetida </i>foram demonstradas por Luo <i>et al. </i>(1999). Hodge <i>et al. </i>(2000) verificaram que n&atilde;o ocorre rejei&ccedil;&atilde;o de <i>A. caliginosa </i>a solo tratado com os inseticidas clorpirif&oacute;s e diazinon e que mesmo taxas de aplica&ccedil;&otilde;es sete vezes maiores do que as recomendadas para clorpirif&oacute;s n&atilde;o produziram efeito na densidade de minhocas juvenis. Farenhorst <i>et al. </i>(2000) mostraram que minhocas <i>L. terrestris </i>adicionadas a solos agr&iacute;colas ap&oacute;s o tratamento com atrazina diminu&iacute;ram significantemente a meia&#150;vida do herbicida e que sua atividade de alimenta&ccedil;&atilde;o influenciou os processos de dissipa&ccedil;&atilde;o do herbicida nos solos.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Os herbicidas simazina (Papini &amp; Andr&eacute;a 2001) e glifosato (Papini &amp; Andr&eacute;a 2002) tiveram a mesma magnitude de bioacumula&ccedil;&atilde;o independentemente da quantidade presente. Mas, o herbicida paraquat (Papini <i>et al. </i>2006) foi crescentemente bioacumulado por <i>E. fetida </i>de acordo com o aumento da concentra&ccedil;&atilde;o no solo. Simazina e paraquat foram mais bioacumulados a partir de substrato com menos mat&eacute;ria org&acirc;nica e mais argila (Andr&eacute;a &amp; Papini 2005, Papini <i>et al. </i>2006). Em condi&ccedil;&otilde;es de solo agr&iacute;cola brasileiro, Andr&eacute;a <i>et al. </i>(2004) demonstraram que minhocas <i>E. fetida </i>bioacumularam, mas n&atilde;o alteraram a dissipa&ccedil;&atilde;o do herbicida glifosato. Valores de bioacumula&ccedil;&atilde;o do inseticida e verm&iacute;fugo avermectin se estabilizaram entre 9 e 18 dias de exposi&ccedil;&atilde;o e foram maiores quanto maior a dose de tratamento do solo; mas, pelo menos 80% da quantidade bioacumulada foram liberados em apenas um dia (Sun <i>et al. </i>2005). Xiao <i>et al. </i>(2006) verificaram, entre outras coisas, que crescimento, n&uacute;mero de minhocas juvenis por casulo e a atividade da celulase de minhocas <i>E. fetida </i>podem servir de par&acirc;metros sens&iacute;veis de toxicidade do herbicida acetoclor.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">As minhocas tamb&eacute;m respondem ao contato com outros poluentes. A biomassa e o n&uacute;mero de novos esp&eacute;cimes de <i>E. fetida </i>aumentaram durante 18 semanas em substrato composto de lama de esgoto de esta&ccedil;&atilde;o de tratamento de &aacute;gua de f&aacute;brica de papel (Benitez <i>et al. </i>1999a). Mas, elas perderam a capacidade de reprodu&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s nove semanas de contato com essa lama de esgoto (Benitez <i>et al. </i>1999b). Lock &amp; Janssen (2002) verificaram que a sensibilidade de <i>E. fetida </i>e <i>Eisenia veneta </i>s&atilde;o semelhantes para toxicidade cr&ocirc;nica ao n&iacute;quel. Langdon <i>et al. </i>(1999) sugerem que minhocas <i>Lumbricus rubellus </i>podem desenvolver resist&ecirc;ncia ao ars&ecirc;nico, e que isto &eacute; not&aacute;vel at&eacute; por rea&ccedil;&otilde;es comportamentais como: enrolamento, rejei&ccedil;&atilde;o, fuga para a superf&iacute;cie ou suspens&atilde;o de alimenta&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Estudos de Eijsackers <i>et al. </i>(2001) conclu&iacute;ram que a biodegrada&ccedil;&atilde;o de HPA (hi&#150;drocarbonetos polic&iacute;clicos arom&aacute;ticos) &eacute; aumentada pela coloniza&ccedil;&atilde;o e atividade das minhocas em solo que recebeu despejo de sedimentos contaminados. Singer <i>et al. </i>(2001) demonstraram que minhocas <i>Amynthas gracilis </i>contribu&iacute;ram para biorreme&#150;dia&ccedil;&atilde;o de solos contaminados com PCB (bifenilas poli cloradas). O metil tercbutil &eacute;ter (MTBE; um poluente do petr&oacute;leo) foi mais t&oacute;xico &agrave; <i>Perionyx excavatus </i>do que &agrave; <i>E. andrei, </i>mas produziu v&aacute;rias deforma&ccedil;&otilde;es nesta &uacute;ltima (An 2005). Alguns metais insol&uacute;veis como Cd, Pb e Zn (Becquer <i>et al. </i>2005) e o verm&iacute;fugo avermectin (Sun <i>et al. </i>2005) tamb&eacute;m foram crescentemente bioacumulados por diferentes esp&eacute;cies de minhocas de acordo com o aumento da concentra&ccedil;&atilde;o no solo. Gao <i>et al. </i>(2007a,b) verificaram que dois produtos de uso veterin&aacute;rio, um anti&#150;helm&iacute;ntico e um antibi&oacute;tico, produziram diferentes respostas enzim&aacute;ticas e morfol&oacute;gicas nas minhocas, que representariam avisos precoces para contamina&ccedil;&atilde;o do solo. A toxicidade do cobre diminuiu ap&oacute;s adi&ccedil;&atilde;o de EDTA no meio (Arnold <i>et al. </i>2007), mas a absor&ccedil;&atilde;o de chumbo e a mortalidade das minhocas foram maiores ap&oacute;s aplica&ccedil;&atilde;o do EDTA (Jones <i>et al. </i>2007). A reprodu&ccedil;&atilde;o de minhocas foi mais sens&iacute;vel &agrave; exposi&ccedil;&atilde;o a substratos com merc&uacute;rio do que a sobreviv&ecirc;ncia (Gudbrandsen <i>et al. </i>2007). A minhoca an&eacute;cica <i>L. terrestris </i>acumulou mais Mn do que a endog&ecirc;ica <i>A. caliginosa. </i>Por outro lado, Arnaud <i>et al. </i>(2000) alertam sobre mudan&ccedil;as bioqu&iacute;micas em minhocas induzidas por diferentes substratos, independentemente da contamina&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Mais recentemente, v&aacute;rios trabalhos apontam a necessidade ou a possibilidade do uso de biomarcadores de minhoca nos estudos ecotoxicol&oacute;gicos. Biomarcadores s&atilde;o definidos como mudan&ccedil;as biol&oacute;gicas mensur&aacute;veis, desde os n&iacute;veis bioqu&iacute;micos e moleculares at&eacute; os comportamentais, em resposta a contaminantes (Castellanos &amp; Hernandez 2007). Os biomarcadores informam sobre as mudan&ccedil;as que ocorrem nos n&iacute;veis mais baixos de organiza&ccedil;&atilde;o biol&oacute;gica e podem fornecer previs&otilde;es sobre as conseq&uuml;&ecirc;ncias ecol&oacute;gicas desde o in&iacute;cio da polui&ccedil;&atilde;o e por concentra&ccedil;&otilde;es subletais (Asensio <i>et al. </i>2007). Desta forma, verifica&#150;se que muitos dos trabalhos j&aacute; citados, que relatam resultados sobre efeitos fisiol&oacute;gicos, deforma&ccedil;&otilde;es e rea&ccedil;&otilde;es comporta&#150;mentais j&aacute; estudavam biomarcadores. Muitos outros ainda podem ser citados, como por exemplo, por terem estudado enzimas das minhocas como biomarcadores para elucidar os mecanismos de a&ccedil;&atilde;o do poluente (Ribera <i>et al. </i>2001).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">O estudo de Zang <i>et al. </i>(2000) indica o ensaio cometa de c&eacute;lulas como m&eacute;todo sens&iacute;vel para triagem de danos de subst&acirc;ncias qu&iacute;micas sobre o DNA das minhocas. Xiao <i>et al. </i>(2006) apontam o crescimento, o n&uacute;mero de minhocas juvenis por casulo e a atividade da enzima celulase como par&acirc;metros para avalia&ccedil;&atilde;o de acetocloro em minhocas <i>E. fetida. </i>Resumindo, conforme afirmam Castellanos &amp; Hernandez (2007) em recente revis&atilde;o sobre esse assunto em contamina&ccedil;&atilde;o por agrot&oacute;xicos, a inclus&atilde;o de abordagens com biomarcadores nos testes ecotoxicol&oacute;gicos aumentaria o significado dos resultados em termos de biodisponibilidade, efeitos subletais e previs&atilde;o sobre os efeitos indiretos de agrot&oacute;xicos e os efeitos em outras popula&ccedil;&otilde;es a longo&#150;prazo.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="verdana" size="2">Heimbach (1997), Reinecke &amp; Reinecke (2004) e Lowe &amp; Butt (2007) apontaram v&aacute;rias recomenda&ccedil;&otilde;es e novas abordagens para os estudos ecotoxicol&oacute;gicos com minhocas, envolvendo testes de campo, solos agr&iacute;colas e o uso de biomarcadores. Ainda h&aacute; estudos que utilizam minhocas em microcosmos (Forster <i>et al. </i>1996) e mesocosmos (Svendsen &amp; Weeks 1997, R&otilde;mbke <i>et al. </i>2004) que s&atilde;o sistemas que utilizam pequenas amostras de um ecossistema, conservando e controlando muitas de suas caracter&iacute;sticas f&iacute;sico&#150;qu&iacute;micas e a biota, para simular os processos e as intera&ccedil;&otilde;es dos diferentes componentes. Microcosmos e mesocosmos s&atilde;o &uacute;teis como intermedi&aacute;rios entre experimentos com bioensaios e no ecossistema (Linfhurst <i>et al. </i>1995).</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">As pesquisas com minhocas como bioindicadores de contamina&ccedil;&atilde;o t&ecirc;m se aprofundado, mas respostas mais abrangentes podem ser obtidas. Conforme Eijsachers (1998) e Reinecke &amp; Reinecke (2007) afirmam, o risco ecol&oacute;gico requer uma abordagem in&#150;terdisciplinar e a incorpora&ccedil;&atilde;o de biomarcadores sens&iacute;veis das minhocas em estudos de ecotoxicidade pode resultar em respostas promissoras para previs&atilde;o de riscos t&oacute;xicos em n&iacute;veis tr&oacute;ficos mais elevados. Para isso, v&aacute;rios cuidados devem ser tomados com o planejamento dos estudos e com a interpreta&ccedil;&atilde;o dos resultados, de tal forma que se saiba se o efeito foi, de fato, do poluente, ou apenas do intervalo de tempo, da concentra&ccedil;&atilde;o usada, do modo de aplica&ccedil;&atilde;o, das caracter&iacute;sticas do solo ou do substrato utilizado. Por isso deve&#150;se estudar mais de um par&acirc;metro para que a resposta n&atilde;o deixe em d&uacute;vida que o efeito foi produzido pelo poluente. Deve&#150;se ainda verificar se o efeito &eacute; de curto ou longo prazo, pois isto tem conseq&uuml;&ecirc;ncias na avalia&ccedil;&atilde;o de poss&iacute;vel biomagnifica&ccedil;&atilde;o ao longo das teias alimentares. O planejamento do estudo deve ainda considerar as respostas &agrave;s vari&aacute;veis puramente ambientais e sazonais.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">Finalmente, Eijsackers (2004) e Van Gestel &amp; Weeks (2004) apresentaram an&aacute;lises cr&iacute;ticas e ainda atuais, abrangendo o seguinte questionamento: os biomarcadores de minhoca seriam aplic&aacute;veis a outros organismos? Os compostos t&ecirc;m efeitos similares nas diferentes esp&eacute;cies ou em diferentes idades das minhocas? A mistura de compostos produz efeitos diferentes dos produzidos por compostos isolados? Ocorrem intera&ccedil;&otilde;es sinerg&iacute;sticas ou antagon&iacute;sticas entre os diferentes poluentes possivelmente presentes no ambiente? Sempre que poss&iacute;vel esses estudos devem levar em conta esses fatores, assim como se devem utilizar condi&ccedil;&otilde;es que se aproximem de situa&ccedil;&otilde;es de atividades agr&iacute;colas no planejamento de estudos e nas an&aacute;lises, de tal forma que os resultados obtidos possam progredir e fornecer previs&otilde;es de efeitos ecotoxicol&oacute;gicos.</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>     <p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>LITERATURA CITADA</b></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>An, Y. J. </b>2005. Assessing soil ecotoxicity of methyl tert&#150;butyl ether using earthworm bioassay; closed soil microcosm test for volatile organic compounds. <i>Environmental Pollution. </i>134: 181&#150;186.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375862&pid=S0065-1737201000050000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Andr&eacute;a, M. M., S. Papini, T. B. Peres, S. Bazarin, V. L. T. Savoy &amp; M. B. Matallo. </b>2004. Glyphosate: Influ&ecirc;ncia na bioatividade do solo e a&ccedil;&atilde;o de minhocas sobre sua dissipa&ccedil;&atilde;o em terra agr&iacute;cola. <i>Planta Daninha. </i>22: 95&#150;100.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375864&pid=S0065-1737201000050000700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Andr&eacute;a, M. M. &amp; S. Papini. </b>2005. Influence of soil properties on bioaccumulation of <sup>14</sup>C&#150;simazine in earthworms <i>Eisenia fetida. Journal of Environmental Science and Health, Part B. </i>40: 55&#150;58.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375866&pid=S0065-1737201000050000700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Arnaud. C., M. Saint&#150;Denis, J. F. Narbonne, P. Soler &amp; D. Ribera. </b>2000. Influences of different standardised test methods on biochemical responses in the earthworm <i>Eisenia fetida andrei. Soil </i><i>Biology and Biochemistry. </i>32: 67&#150;73.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375868&pid=S0065-1737201000050000700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Arnold, R. E., M. E. Hodson &amp; S. Comber. </b>2007. Does speciation impact on Cu uptake by, and toxicity to, the earthworm <i>Eisenia fetida? European Journal of Soil Biology. </i>43: S230&#150;S232.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375870&pid=S0065-1737201000050000700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Asensio, V., P. Kille, A. J. Morgan, M. Soto &amp; I. Marigomez. </b>2007. Metallothionein expression and Neutral Red uptake as biomarkers of metal exposure and effect in <i>Eisenia fetida </i>and <i>Lumbricus </i><i>terrestris </i>exposed to Cd. <i>European Journal of Soil Biology. </i>43: S233&#150;S238.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375872&pid=S0065-1737201000050000700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>ABNT (Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Normas T&eacute;cnicas). </b>2007. NBR15537 &#150; <i>Ecotoxicologia terrestre &#150;Ecotoxicidade aguda &#150; M&eacute;todo de ensaio com minhocas. </i>19/11/2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375874&pid=S0065-1737201000050000700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Becquer, T., J. Dai, C. Quantin &amp; P. Lavelle. </b>2005. Sources of bioavailable trace metals for earthworms from a Zn&#150;, Pb&#150; and Cd&#150;contaminated soil. <i>Soil Biology and Biochemistry </i>37: 1564&#150;1568.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375876&pid=S0065-1737201000050000700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Beeby, A. </b>2001. What do sentinels stand for? <i>Environmental Pollution. </i>112: 285&#150;298.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375878&pid=S0065-1737201000050000700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Benitez, E., R. Nogales, C. Elvira, G. Masciandaro &amp; B. Ceccanti. </b>1999a. Enzyme and earthworm activities during vermicomposting of carbaryl&#150;treated sewage sludge. <i>Journal of Environmental Quality. </i>28: 1099&#150;1104.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375880&pid=S0065-1737201000050000700010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Benitez, E., R. Nogales, C. Elvira, G. Masciandaro &amp; B. Ceccanti. </b>1999b. Enzyme activities as indicators of the stabilization of sewage sludges composting with <i>Eisenia fetida. Bioresource Technology. </i>67: 287&#150;303.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375882&pid=S0065-1737201000050000700011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Brunninger, B., R. Viswanathan &amp; F. Beese. </b>1994. Terbuthylazine and carbofuran effects on growth and reproduction within three generations of <i>Eisenia andrei </i>(Oligochaeta). <i>Biology and Fertility of </i><i>Soils. </i>18: 83&#150;88.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375884&pid=S0065-1737201000050000700012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Brunninger, B., R. Viswanathan &amp; F. Beese. </b>1995. CO<sub>2</sub> production in three earthworm species exposed to terbuthylazine and carbofuran in food. <i>Ecotoxicology and Environmental Safety. </i>32:68&#150;72.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375886&pid=S0065-1737201000050000700013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Castellanos, L. R. &amp; J. C. A. Hernandez. </b>2007. Earthworm biomarkers of pesticide contamination: Current status and perspectives. <i>Journal of Pesticide Science. </i>32: 360&#150;371.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375888&pid=S0065-1737201000050000700014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Curry, J. P. </b>2004. Factors affecting the abundance of earthworms in soils. Pp. 91&#150;113. In: C. A. Edwards (Ed.). <i>Earthworm ecology. </i>2<sup>nd</sup> Ed. CRC Press, Boca Raton.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375890&pid=S0065-1737201000050000700015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Dalby, P. R., G. H. Baker &amp; S. E. Smith. </b>1995. Glyphosate, 2,4&#150;DB and dimethoate: effects on earthworm survival and growth. <i>Soil Biology and Biochemistry. </i>27: 1661&#150;1662.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375892&pid=S0065-1737201000050000700016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Eijsachers, H. </b>1998. Earthworms in environmental research: still a promising tool. Pp. 295&#150;323. <i>In: </i>C. A. Edwards (Ed.). <i>Earthworm ecology. </i>CRC Press, Boca Raton.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375894&pid=S0065-1737201000050000700017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Eijsachers, H. </b>2004. Earthworms in environmental research. Pp. 321&#150;342. In: C.A. Edwards (Ed.). <i>Earthworm ecology. </i>2<sup>nd</sup> Ed. CRC Press, Boca Raton.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375896&pid=S0065-1737201000050000700018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Eijsackers, H., C. A. M. Van Gestel, S. De Jonge &amp; D. Slijkerman. </b>2001. Polycyclic aromatic hydrocarbon&#150;polluted dredged peat sediments and earthworms: a mutual interference. <i>Ecotoxicology. </i>10: 35&#150;50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375898&pid=S0065-1737201000050000700019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Ellis, S. R., M. E. Hodson &amp; P. Wege. </b>2007. The influence of different artificial soil types on the acute toxicity of carbendazim to the earthworm <i>Eisenia fetida </i>in laboratory toxicity tests. <i>European Journal of Soil Biology. </i>43: S239&#150;S245.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375900&pid=S0065-1737201000050000700020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>EPA (United States Environmental Protection Agency). </b>1996. <i>Ecological Effects Test Guidelines OPPTS 850.6200. </i>Earthworm Subchronic Toxicity Test. EPA, Wahsington D.C.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375902&pid=S0065-1737201000050000700021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Farenhorst, A., E. Topp, B. T. Bowman &amp; A. D. Tomlin. </b>2000. Earthworms and the dissipation and distribution of atrazine in the soil profile. <i>Soil Biology and Biochemistry. </i>32: 23&#150;33.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375904&pid=S0065-1737201000050000700022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Farenhorst, A., E. Topp &amp; B. T. Bowman. </b>2003. Impact of herbicide application rates and crop residue yype on earthworm weights. <i>Bulletin of Environmental Contamination and Toxicology. </i>70: 477&#150;484.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375906&pid=S0065-1737201000050000700023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Forster, B., M. Eder, E. Morgan &amp; T. Knacker. </b>1996. A microcosm study of the effects of chemical stress, earthworms and microorganisms and their interactions upon litter decomposition. <i>European Journal Soil Biology. </i>32: 25&#150;33.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375908&pid=S0065-1737201000050000700024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Fragoso, C., P. Lavelle, E. Blanchart, B. K. Senapati, J. J. Jim&eacute;nez, M. A. Mart&iacute;nez, T. Deca&euml;ns &amp; J. Tondoh. </b>1999b. Earthworm communities of tropical agroecosystems: origin, structure and influence of management practices. Pp. 27&#150;55. <i>In: </i>P. Lavelle, L. Brussaard and P.F. Hendrix (Eds). <i>Earthworm management in tropical agroecosystems. </i>CABI, Wallingford.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375910&pid=S0065-1737201000050000700025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Gao, Y., Z. Sun, Z. Liu, X. Sun, Y. Li, Y. Bao &amp; G. Wang. </b>2007a. Effect of albendazole anthelmintics on the enzyme activities of different tissue regions in <i>Eisenia fetida. European Journal of Soil Biology. </i>43:S246&#150;S251.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375912&pid=S0065-1737201000050000700026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Gao, Y., Z. Sun, Z. Liu, X. Sun, Y. Li &amp; Y. Bao. </b>2007b. Toxic effect of olaquindox antibiotic on <i>Eisenia fetida. European Journal of Soil Biology. </i>43: S252&#150;S255.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375914&pid=S0065-1737201000050000700027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Garcia, M. V. B., J. R&uuml;mke &amp; C. Martius. </b>2004. Proposal for an artificial soil substrate for toxicity tests in tropical regions. <i>In: </i>25th Annual Meeting of Society of Environmental Toxicology and Chemistry (SETAC), Portland.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375916&pid=S0065-1737201000050000700028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Gudbrandsen, M., L. E. Sverdrup, S. Aamodt &amp; J. Stenersen. </b>2007. Short&#150;term pre&#150;exposure increases earthworm tolerance to mercury. <i>European Journal of Soil Biology. </i>43: S261&#150;S267.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375918&pid=S0065-1737201000050000700029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Heimbach, F. </b>1997. Field tests on the side effects of pesticides on earthworms: influence of plot size and cultivation practices. <i>Soil Biology and Biochemistry. </i>29: 671&#150;676.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375920&pid=S0065-1737201000050000700030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Hodge, S., K M. Webster, L. Booth, V. Hepplethwaite &amp; K O'Halloran. </b>2000. Non&#150;avoidance of organophosphate insecticides by the earthworm <i>Aporrectodea caliginosa </i>(Lumbricidae). <i>Soil Biology and Biochemistry. </i>32: 425&#150;428.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375922&pid=S0065-1737201000050000700031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Ingham, E. R. </b>2006. <i>The soil biology primer. </i>Dispon&iacute;vel em: &lt;<a href="http://soils.usda.gov/sqi/concepts/soil_biology/fw&soilhealth.html" target="_blank">http://soils.usda.gov/sqi/concepts/soil_biology/fw&amp;soilhealth.html</a>&gt; Acesso em: 4 Setembro 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375924&pid=S0065-1737201000050000700032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>ISO (International Organization for Standardization). </b>1993. ISO 11268&#150;1 <i>Soil quality &#150; Effects of polutants on earthworms (Eisenia fetida) </i>&#150; Part 1: Determination of acute toxicity using artificial soil substrate. 13p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375926&pid=S0065-1737201000050000700033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Jones, L., M. O'Reilly &amp; A. J. Morgan. </b>2007. Responses of a non&#150;target organism to metalliferous field soils amended by a phytoremediation&#150;promoting chelator (EDTA): The earthworm, <i>Eisenia fetida. European Journal of Soil Biology. </i>43: S289&#150;S296.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375928&pid=S0065-1737201000050000700034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Langdon, C. J., T. G. Piearce, S. Black &amp; K. T. Semple. </b>1999. Resistance to arsenic&#150;toxicity in a population of the earthworm <i>Lumbricus rubellus. Soil Biology and Biochemistry. </i>31: 1963&#150;1967.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375930&pid=S0065-1737201000050000700035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Linfhurst, R. A., P. Bourdeau &amp; R. C. Tardiff. </b>1995. Methods to assess the effects of chemicals on ecosystems In: <i>SCOPE 53. Methods to study chemical effects. </i>Scientific Committee on Problems of the Environment Report #53. M.S. Swaminathan Research Foundation, Chennai, India. Dispon&iacute;vel em: &lt;<a href="http://www.scopenvironment.org/" target="_blank">http://www.icsu&#150;scope.org/downloadpubs/scope53/chapter03.html</a>&gt; Acesso em: 4 Outubro 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375932&pid=S0065-1737201000050000700036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Lock, K. &amp; C. R. Janssen. </b>2002. Ecotoxicity of nickel to <i>Eisenia foetida, Enchytraeus albidus </i>and <i>Folsomia candida. Chemosphere. </i>46: 197&#150;200.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375934&pid=S0065-1737201000050000700037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Loureiro, S., A. M. V. M. Soares &amp; A. J. A. Nogueira. </b>2005. Terrestrial avoidance behaviour tests as screening tool to assess soil contamination. <i>Environmental Pollution. </i>138: 121&#150;131.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375936&pid=S0065-1737201000050000700038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Lowe, C. N. &amp; K R. Butt. </b>2007. Earthworm culture, maintenance and species selection in chronic ecotoxicological studies: A critical review. <i>European Journal of Soil Biology. </i>43: S281&#150;S288.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375938&pid=S0065-1737201000050000700039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Luo, Y. L., Y. Zang, Y. Zhong &amp; Z. Kong. </b>1999. Toxicological study of two novel pesticides on earthworm <i>Eiseniafoetida. Chemosphere. </i>39: 2347&#150;2356.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375940&pid=S0065-1737201000050000700040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Nahmani, J., M. E. Hodson &amp; S. Black. </b>2007. A review of studies performed to assess metal uptake by earthworms. <i>Environmental Pollution. </i>145: 402&#150;424.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375942&pid=S0065-1737201000050000700041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Nicholson, S. &amp; P. K. S. Lam. </b>2005. Pollution monitoring in Southeast Asia using biomarkers in the mytilid mussel <i>Perna viridis </i>(Mytilidae: Bivalvia). <i>Environment International. </i>31: 212&#150;132.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375944&pid=S0065-1737201000050000700042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>OECD (Organisation for Economic Co&#150;operation and Development). </b>1984. <i>OECD Guideline for </i><i>Testing of Chemicals. </i>Earthworm, Acute Toxicity Tests. 9p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375946&pid=S0065-1737201000050000700043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Paoletti, M. G. </b>1999. The role of earthworms for assessment of sustainability and as bioindicators. <i>Agriculture, Ecosystems and Environment. </i>74: 137&#150;155.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375948&pid=S0065-1737201000050000700044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Papini, S. &amp; M. M. Andr&eacute;a. </b>2001. Bioacumula&ccedil;&atilde;o de herbicidas em minhocas. In: <i>IV Jornada Cient&iacute;fica da AUGM sobre Meio Ambiente. </i>Campinas, SP. p.124.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375950&pid=S0065-1737201000050000700045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Papini, S. &amp; M. M. Andr&eacute;a. </b>2001. Dissipa&ccedil;&atilde;o de simazina em solo por a&ccedil;&atilde;o de minhocas <i>(Eisenia fetida). Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncia do Solo. </i>25: 593&#150;599.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375952&pid=S0065-1737201000050000700046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Papini, S. &amp; M. M. Andr&eacute;a. </b>2002. Dissipa&ccedil;&atilde;o do glifosato em solo e bioacumula&ccedil;&atilde;o em minhocas. <i>In: Resumos da Fertbio 2002. </i>SBCS, Rio de Janeiro. CD&#150;Rom.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375954&pid=S0065-1737201000050000700047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Papini, S., T. Langenbach, L. C. Luchini &amp; M. M. Andr&eacute;a. </b>2006. Influence of substrate on bioaccumulation of <sup>14</sup>C&#150;paraquat in compost worms <i>Eisenia fetida. Journal of Environmental Science and Health, PartB. </i>41: 523&#150;530.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375956&pid=S0065-1737201000050000700048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Reinecke, A. J. &amp; S. A. Reinecke. </b>2004. Earthworms as test organisms in ecotoxicological assessment of toxicant impacts on ecosystems. Pp. 299&#150;320. In: C.A. Edwards (Ed.). <i>Earthworm ecology. </i>2<sup>nd</sup></font><font face="verdana" size="2">Ed. CRC Press, Boca Raton.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375958&pid=S0065-1737201000050000700049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Ribera, D., J. F. Narbonne, C. Arnaud &amp; M. Saint&#150;Denis. </b>2001. Biochemical responses of the earthworm <i>Eisenia fetida andrei </i>exposed to contaminated artificial soil, effects of carbaryl. <i>Soil Biology and Biochemistry. </i>33: 1123&#150;1130.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375960&pid=S0065-1737201000050000700050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Righi, G. </b>1997. Minhocas da Am&eacute;rica Latina: diversidade, fun&ccedil;&atilde;o e valor. In: <i>XXVI Congresso Brasileiro de Ci&ecirc;ncia do Solo. </i>SBCS, Rio de Janeiro. CD&#150;ROM. 28 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375962&pid=S0065-1737201000050000700051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>R&ouml;mke, J., C. A. M. van Gestel, S. E. Jones, J. E. Koolhaas, J. M. L. Rodrigues &amp; T. Moser. </b>2004. Ring&#150;testing and field&#150;validation of a terrestrial model ecosystem (TME) &#150; An instrument for testing potentially harmful substances: effects of carbendazim on earthworms. <i>Ecotoxicology </i>13: 105&#150;118.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375964&pid=S0065-1737201000050000700052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Shipitalo, M. J. &amp; R.&#150;C. Bayon. </b>2004. Quantifying the effects of earthworms on soil aggregation and porosity. Pp. 183&#150;200. In: C.A. Edwards (Ed.). <i>Earthworm ecology. </i>2<sup>nd</sup> Ed. CRC Press, Boca Raton.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375966&pid=S0065-1737201000050000700053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Shuster, W. D., S. Subler &amp; E. L. McCoy. </b>2002. The influence of earthworm community structure on the distribution and movement of solutes in a chisel&#150;tilled soil. <i>Applied Soil Ecology. </i>21: 159&#150;167.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375968&pid=S0065-1737201000050000700054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Singer, A. C., W. Jury, E. Luepromchai, C.&#150;C. Yahng &amp; D. E. Crowley. </b>2001. Contribution of earthworms to PCB bioremediation. <i>Soil Biology and Biochemistry. </i>33: 765&#150;776.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375970&pid=S0065-1737201000050000700055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Sisinno, C., M. Bulus, A. C. I. Rizzo &amp; J. Moreira. </b>2005. Avoidance test using earthworms as a complement for metal contaminated site evaluation: preliminary results. <i>In: XIII International Conference on Heavy Metals in the Environment &#150; ICHMET. </i>Comunica&ccedil;&atilde;o T&eacute;cnica CT2005&#150;038&#150;00. Rio de Janeiro, RJ.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375972&pid=S0065-1737201000050000700056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Spadotto, C. A., M. A. F. Gomes, L. C. Luchini &amp; M. M. Andr&eacute;a. </b>2004. <i>Monitoramento do risco ambiental de agrot&oacute;xicos: princ&iacute;pios e recomenda&ccedil;&otilde;es. </i>Embrapa Meio Ambiente, Documentos No. 42. Embrapa Meio Ambiente, Jaguari&uacute;na.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375974&pid=S0065-1737201000050000700057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Springett, J. A. &amp; R. A. J. Gray. </b>1992. Effect of repeated low doses of biocides on the earthworm <i>Aporrectodea caliginosa </i>in laboratory culture. <i>Soil Biology and Biochemistry. </i>24: 1739&#150;1744.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375976&pid=S0065-1737201000050000700058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Sun, Y., X. Diao, Q. Zhang &amp; J. Shen. </b>2005. Bioaccumulation and elimination of avermectin B1a in the earthworms <i>(Eisenia fetida). Chemosphere. </i>60: 699&#150;704.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375978&pid=S0065-1737201000050000700059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Svendsen. C. &amp; J. M. Weeks. </b>1997. A simple low&#150;cost field mesocosm for ecotoxicological studies on earthworms. <i>Comparative Biochemistry and Physiology. </i>117C: 31&#150;40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375980&pid=S0065-1737201000050000700060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>van Gestel, C. A. M. </b>1992. The influence of soil characteristics on the toxicity of chemicals for earthworms: a review. Pp. 44&#150;54. <i>In: </i>P. W. Greig&#150;Smith, H. Becker, P. J. Edwards and F. Heimbach (Eds.). <i>Ecotoxicology of earthworms. </i>Intercept Press, Andover.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375982&pid=S0065-1737201000050000700061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>van Gestel, C. A. M. &amp; J. M. Weeks. </b>2004. Recommendations of the 3<sup>rd</sup> International Workshop on Earthworm Ecotoxicology, Aarhus, Denmark, August 2001. <i>Ecotoxicology and Environmental Safety. </i>57: 100&#150;105.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375984&pid=S0065-1737201000050000700062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Vasseur, P. &amp; C. Cossu&#150;Leguille. </b>2006. Linking molecular interactions to consequent effects of persistent organic pollutants (POPs) upon populations. <i>Chemosphere. </i>62: 1033&#150;1042</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375986&pid=S0065-1737201000050000700063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Vijver, M. G., J. P. M. Vink, C. J. H. Miermans &amp; C. A. M. van Gestel. </b>2003. Oral sealing using glue: a new method to distinguish between intestinal and dermal uptake of metals in earthworms. <i>Soil Biology and Biochemistry. </i>35: 125&#150;132.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375987&pid=S0065-1737201000050000700064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Viswanathan, R. </b>1997. Physiological basis in the assessment of ecotoxicity of pesticides to soil organisms. <i>Chemosphere. </i>35:323&#150;334.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375989&pid=S0065-1737201000050000700065&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Viswanathan, R., S. Ray, I. Scheunert &amp; F. Korte. </b>1988. Investigations on accumulation and biotransformation by earthworms of lindane occurring as soil contaminant. Pp.759&#150;765. <i>In: </i>R. Abbou (Ed.). <i>Hazardous waste: detection, control, treatment. </i>Elsevier Science Publishers, Amsterdam.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375991&pid=S0065-1737201000050000700066&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p align="justify"><font face="verdana" size="2"><b>Wild, A. </b>1993. <i>Soils and the environment: an introduction. </i>Cambridge University Press. Cambridge.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375993&pid=S0065-1737201000050000700067&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
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