Scielo RSS <![CDATA[Medicina crítica (Colegio Mexicano de Medicina Crítica)]]> http://www.scielo.org.mx/rss.php?pid=2448-890920170002&lang=pt vol. 31 num. 2 lang. pt <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.org.mx/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.org.mx <![CDATA[Educação médica continuada, uma responsabilidade de todos]]> http://www.scielo.org.mx/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2448-89092017000200054&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt <![CDATA[Risco de desenvolvimento de <em>Candida</em> não-<em>albicans</em> em pacientes nos cuidados intensivos com uso prévio de fluconazol]]> http://www.scielo.org.mx/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2448-89092017000200055&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Resumen: Introducción: La candidemia es una entidad clínica que se ha incrementado en pacientes en terapia intensiva, el inmuncompromiso y la invasión múltiple en estos pacientes los hace sujetos lábiles a la diseminación por hongos y por ende al incremento de mortalidad. El uso de puntajes para estimar el riesgo de desarrollar candidemia ha permitido iniciar de forma profiláctica antifúngicos, en su mayoría de tipo azoles; sin embargo, el crecimiento de Candida no albicans se ha incrementado, lo que genera incertidumbre acerca del beneficio que pueden tener estas medidas iniciadas en forma temprana en la mortalidad. Objetivos: Determinar si los pacientes que ingresan a la unidad de terapia intensiva que han recibido de forma profiláctica algún antifúngico del tipo azol tienen mayor incidencia en el desarrollo de especias de Candida no albicans. Métodos: Estudio retrospectivo, longitudinal y analítico. Pacientes mayores de 18 años que ingresan a la unidad de terapia intensiva con diagnóstico de sepsis. Se determinó qué pacientes han recibido de forma profiláctica azoles y de éstos quienes han desarrollado especies de Candida albicans y no albicans. Análisis estadístico: Se realizó análisis estadístico mediante T de Student para comparación de grupo y χ2 para variables categóricas. Los resultados se expresan en promedio, ±, desviación estándar y porcentajes. Se considera estadísticamente significativo si p ≤ 0.05, análisis con uso de sistema de estadística SPSS Statistics 21. Resultados: Veinticinco pacientes en periodo de dos años, edad 72 ± 13 años (45-92), 15 hombres (60%), sepsis abdominal 56% (n = 14), APACHE II 14 ± 5 (5-29) y SOFA 6 ± 3. Cultivos sin crecimiento en 16 pacientes (64%), Candida albicans 4 (16%) y no albicans en 5 (20%). Conclusiones: La incidencia de Candida no albicans en pacientes que reciben profilaxis con fluconazol es baja, sin incremento en mortalidad, por lo que consideramos que el uso de fluconazol como manejo profiláctico sigue siendo una medida adecuada en este grupo.<hr/>Abstract: Introduction: Candidemia is a clinical entity increasing in patients in intensive care unit, the inmuncompromised and multiple invasion makes them subject of fungal dissemination and increase in mortality. Use of scores to estimate the risk of developing candidemia has allowed start prophylactic antifungal azoles; however, the development of Candida albicans has not increased, generating uncertainty about the benefit that can have these measures initiated in early mortality. Objectives: To determine whether patients who received prophylactic any antifungal azole has impact on the development of Candida non-albicans in patients admitted to the intensive care unit. Methods: A retrospective, longitudinal, analytical study. Patients over 18 years enter the intensive care unit with sepsis. Determined that patients received prophylactic azoles and those who have developed Candida albicans and non-albicans. Statistical analysis: Statistical analysis was performed using Student T for comparison group and χ 2 for categorical variables. The results are expressed in average, ±, standard deviation and percentage. It is considered statistically significant if p ≤ 0.05, analysis using statistical system SPSS Statistics 21. Results: 25 patients, 2-year period, age 72 ± 13 years (45-92), 15 men (60%), abdominal sepsis 56% (n = 14), APACHE II 14 ± 5 (5-29) and SOFA 6 ± 3. Culture without growth in 16 patients (64%), Candida albicans 4 (16%) and non albicans in 5 (20%). Conclusions: The incidence of Candida albicans in patients not receiving prophylaxis with fluconazole is low, with no increase in mortality, and we believe that the use of fluconazole as prophylactic management remains an appropriate measure in this group.<hr/>Resumo: Introdução: candidemia é uma entidade clínica que tem aumentado em pacientes em cuidados intensivos, o inmuncompromiso e invasão múltipla nestes pacientes torna assunto disseminação do fungo lábil e portanto, a um aumento da mortalidade. Usando pontuação para estimar o risco de desenvolver candidemia permitiu iniciar antifúngicos profiláticos, em tipo principalmente azóis; no entanto, o crescimento de Candida albicans nenhuma aumentou, criando incerteza sobre o benefício pode ter essas medidas iniciadas na mortalidade precoce. Objetivos: Para determinar se os doentes que entra na unidade terapia que eles receberam intenso profilaticamente qualquer azole tipo antifúngico eles têm uma maior incidência no desenvolvimento de não-albicans especiarias Candida. Um estudo retrospectivo, longitudinal e analítica. pacientes idosos 18 entrar na unidade de cuidados intensivos com diagnóstico de sepse. Determinou-se que os pacientes receberam azóis e profiláticos daqueles que desenvolveram espécies de Candida albicans e não-albicans. Análise estatística: A análise estatística foi realizada utilizando t de Student para comparação de grupo e χ2 para variáveis ​​categóricas. Os resultados são. Eles expressos em média ± desvio padrão e a percentagem média. Considera-se estatisticamente se p ≤ 0,05 significativa, a análise estatística utilizando o sistema SPSS Statistics 21. Resultados: Vinte e cinco pacientes em dois anos, idade 72 ± 13 anos (45-92), 15 homens (60%), sepse abdominal 56% (n = 14), APACHE II 14 ± 5 (5-29) e SOFA 6 ± 3. Cultivos sem crescimento em 16 pacientes (64%), Cândida albicans 4 (16%) e não albicans em 5 (20%). Conclusões: A incidência de Candida albicans em pacientes que não receberam profilaxia com fluconazol é baixa, sem aumento da mortalidade, por isso consideramos que o uso de fluconazol como a gestão profilática continua a ser um medida adequada neste grupo. <![CDATA[Síndrome de encefalopatia reversível na eclâmpsia no Hospital Regional de Alta Especialidade de Mulheres em Tabasco, México]]> http://www.scielo.org.mx/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2448-89092017000200060&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Resumen: El síndrome de encefalopatía posterior reversible (PRES) se caracteriza por manifestaciones neurológicas asociadas a edema cerebral posterior hemisférico transitorio y se relaciona con el síndrome de preeclampsia-eclampsia. Objetivo: Identificar la incidencia del síndrome PRES en pacientes con eclampsia ingresadas a la Unidad de Cuidados Intensivos de Adultos (UCIA) del Hospital Regional de Alta Especialidad de la Mujer (HRAEM) y comparar los factores de riesgo asociados. Material y métodos: Observacional, retrospectivo, analítico, transversal y de cohorte de pacientes ingresadas con diagnóstico de eclampsia a la UCIA del HRAEM en el periodo de enero de 2010 a diciembre de 2015. Resultados: La incidencia obtenida fue de 57%. Las variables maternas significativas: edad (p = 0.034), número de crisis convulsivas (p = 0.001), edad media de 20.4 ± 6.5 años. La cefalea se observó en 91.5%. En 85% se detectó eclampsia anteparto. La vía de interrupción fue 77% por vía abdominal. La topografía de la lesión se manifestó como multifocal y bilateral en el lóbulo parietal y occipital. Conclusiones: La incidencia fue de 57%. Se estableció un perfil de alto riesgo de PRES en pacientes con eclampsia anteparto, primigestas, menores de 21 años, con presión arterial media mayor de 120 mmHg y con más de dos crisis convulsivas.<hr/>Abstract: The syndrome of reversible posterior encephalopathy (PRES) presents neurological manifestations associated to transient hemispheric posterior cerebral edema, is related to the syndrome of preeclampsia-eclampsia. Objective: To identify the incidence of PRES in patients with Eclampsia admitted to the ICU of the High Specialty Women’s Hospital and to compare the associated risk factors. Material and methods: Observational, retrospective, analytical, cross-sectional and cohort study of patients admitted to the ICU with the diagnosis of Eclampsia of the Regional High Specialty Hospital from January 2010 to December 2015. Results: The incidence was 57%. Significant maternal variables: age (p = 0.034) and number of seizures (p = 0.001), with a mean age of 20.4 ± 6.5 years. The headache was present in 91.5%. Eighty-five percent had antepartum eclampsia. The route of interruption was 77% by the abdominal route. The topography of the lesion was multifocal and bilateral, in the parietal and occipital lobe. Conclusions: The incidence was 57%. A high-risk profile for PRES in patients with antepartum eclampsia, primigravidae, younger than 21 years, with a mean arterial pressure greater than 120 mmHg, and who have presented more than two seizures were established.<hr/>Resumo: A síndrome de encefalopatia posterior reversível (PRES), na eclâmpsia, apresenta manifestações neurológicas associadas ao edema cerebral transitório. Objetivo: Identificar a incidência da PRES em pacientes com eclâmpsia internadas na UTI e comparar os fatores de risco associados. Material e Métodos: Foram 311 pacientes internadas na UTI em um período de 5 anos com diagnóstico de eclâmpsia, divididos en 2 grupo: PRES (n = 176) e sem PRES (n = 135). Estudo observacional, retrospectivo, analítico, transversal e coorte. Resultados: A incidência encontrada foi de 57%. No grupo da PRES a idade foi de 20 ± 6,5 vs 21 ± 5.7 anos, no grupo sem PRES (p = 0.034). Número de crises convulsivas 2 ± 2 vs 1.8 ± 1.8 eventos (p = 0.001), proteinúria 1355 ± 175 vs 930 ± 92 miligramos em 24 horas (p = 0.000) e PAM 120 ± 20 vs 115 ± 15 mmHg (p = 0.011), respectivamente. Mortalidade perinatal foi de 8.6% vs 3.5% (p = 0.05). 85% apresentou eclâmpsia antepartum. A interrupção da gestação foi de 77% pela via abdominal. A topografia da lesão cerebral foi multifocal e bilateral. O odds ratio para associarse a PRES foram: proteinúria, eclâmpsia antepartum, cesárea, PAM &gt; 110mmHg com OR 3, 2.9, 2.5 e 2.3 respectivamente (p ≤ 0.05). Conclusões: A incidência da PRES foi de 57%. Se estabeleceu um perfil de alto risco para PRES em pacientes com eclâmpsia antepartum, menores de 21 anos, PAM 120 mmHg e a presença de duas crisis convulsivas. A mortalidade perinatal se associou a PRES. <![CDATA[Hiato de íons fortes e sua cinética de aclaramento como marcador da mortalidade em pacientes com choque séptico]]> http://www.scielo.org.mx/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2448-89092017000200065&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Resumen: Introducción: Existe evidencia clínica de que la brecha de iones fuertes obtenida por el método de Stewart de equilibrio ácido-base es mejor predictora de mortalidad que los parámetros tradicionales en algunos pacientes críticamente enfermos. Objetivo: Evaluar la cinética de depuración de la brecha de iones fuertes en individuos con choque séptico durante las primeras 48 horas de estancia en la unidad de cuidados intensivos. Material y métodos: Se trata de un estudio retrospectivo observacional, con datos obtenidos del expediente clínico, realizado en una unidad de cuidados intensivos adultos en un hospital privado de la ciudad de Monterrey, Nuevo León. Se evaluaron variables demográficas, así como datos obtenidos de gasometrías y química sanguínea al ingreso, a las 24 y 48 horas posteriores, para calcular parámetros tradicionales del equilibrio ácido-base y los obtenidos por el método de Stewart. Se calculó también la cinética de eliminación de dichos parámetros para evaluar sus cambios a través del tiempo y su relación con la mortalidad. Resultados: Se estudiaron 91 personas con choque séptico entre junio de 2014 y junio de 2016, con una mortalidad de 28.6%. La depuración de lactato, brecha aniónica corregida y brecha de iones fuertes a 48 horas no fueron capaces de predecir mortalidad, aunque sí los niveles individuales de dichos parámetros a las 48 horas. El mejor predictor de mortalidad fue AGCOR a 48, con un área bajo la curva ROC de 0.71805, contrario a la brecha de iones fuertes (SIG por sus siglas en inglés) a 48 horas, con un área bajo la curva ROC de 0.67367. Conclusiones: Los cambios a través de las primeras 48 horas de la brecha de iones fuertes son asociados a mortalidad, pero no aportan mayor beneficio que los parámetros tradicionales en sujetos con choque séptico.<hr/>Abstract: Introduction: There is clinical evidence that the strong ion gap obtained by Stewart’s acid-base approach is a better predictor of mortality than those obtained by the traditional approach in some critically ill patients. Objective: To evaluate the strong ion gap clearance kinetics in patients with septic shock during the first 48 hours in the intensive care unit. Material and methods: A retrospective, observational study obtained from a patient database in a private intensive care unit in Monterrey, Nuevo León. Patient’s demographics were analyzed, along with data collected from their laboratory work at admission and at 24 and 48 hours to calculate traditional acid-base parameters and parameters obtained by the Stewart’s method. Clearance at 48 hours was also calculated to track their changes over time and to evaluate their relation to patient mortality. Results: Data from 91 patients with septic shock admitted between June 2014 and June 2016 were studied, with a 28.6% mortality rate. Lactate clearance, corrected anion gap clearance and strong ion gap clearance at 48 hours were not related to patient mortality, although their individual values at 48 hours were able to predict mortality. The best predictor of mortality was AGCOR at 48, with an area under the ROC curve of 0.71805, compared with an area under the ROC curve of 0.67367 for SIG at 48 hours. Conclusions: Strong ion gap changes over the first 48 hours were associated with mortality; however, they do not offer any advantage over traditional acid-base parameters in patients with septic shock.<hr/>Resumo: Introdução: Existe evidência clínica que o hiato de íons fortes, obtido pelo método de Stewart de ácido-base, é melhor preditor de mortalidade que os parâmetros tradicionais em alguns pacientes graves. Objetivo: Avaliar a cinética de depuração do hiato de íons fortes em pacientes com choque séptico durante as primeiras 48 horas de estadia na unidade de terapia intensiva. Material e métodos: Um estudo retrospectivo, observacional com dados obtidos a partir do prontuário médico. Realizado na UTI de um hospital particular na cidade de Monterrey, em Nuevo León. Foram avaliadas as variáveis ​​demográficas e os dados obtidos a partir da gasometria e química sanguínea na admissão, 24 horas e 48 horas posteriores para calcular os parâmetros tradicionais do equilíbrio ácido-base e os obtidos pelo método de Stewart. Calculou-se também as cinéticas de eliminação destes parâmetros e assim avaliar as alterações ao longo do tempo e a sua relação com a mortalidade. Resultados: Foram estudados 91 pacientes com choque séptico entre junho de 2014 e junho de 2016, com uma taxa de mortalidade de 28.6%. A depuração de lactato, hiato aniônico corrigido e hiato de íons fortes às 48 horas não foram capazes de prever a mortalidade, se bem que previram os níveis individuais de estes parâmetros às 48 horas. O melhor preditor de mortalidade foi AGCOR às 48 com uma área sob a curva ROC de 0.71805, contrário ao SIG às 48 horas com uma área sob a curva ROC de 0.67367. Conclusões: As alterações através das primeiras 48 horas do hiato de íons fortes está associada com a mortalidade, mas não fornecem maior benefício que os parâmetros tradicionais em pacientes com choque séptico. <![CDATA[A relação entre o consumo crônico de betabloqueadores e mortalidade em sepse e choque séptico]]> http://www.scielo.org.mx/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2448-89092017000200074&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Resumen: Se ha considerado que los betabloqueadores pueden reducir la sobreestimulación adrenérgica en pacientes sépticos. Se diseñó este estudio retrospectivo de casos y controles para identificar la relación del consumo crónico de betabloqueadores en pacientes que desarrollaron sepsis y choque séptico tratados en UTI y la mortalidad a 30 días. Se incluyeron 104 pacientes dividiéndose en dos grupos: betabloqueadores (n = 16) y control (n = 88). Los pacientes del grupo de estudio no presentaron diferencia de mortalidad en relación con el control (p = 0.99); sin embargo, el SOFA cardiovascular fue mayor (p = 0.05), requirieron mayor dosis de vasopresores (p = 0.18) y mayor tiempo de estancia en UTI (p = 0.11). El consumo crónico de betabloqueadores no fue factor de protección para mortalidad en pacientes sépticos.<hr/>Abstract: It has been considered that beta-blockers are used to reduce adrenergic overstimulation in septic patients. Therefore, we designed a case-control study to identify if chronic use of beta-blockers is related to less 30-day mortality among septic patients. We review medical records of ICU admission. In total, we included 104 patients divided into two groups: beta-blockers (n = 16) and control (n = 88). Patients in the study group showed no difference in mortality relative to control (p = 0.99), however the cardiovascular SOFA was higher (p = 0.05), required higher dose of vasopressors (p = 0.18) and longer stay in UTI (p = 0.11). The chronic use of beta-blockers was not protective factor for mortality in septic patients.<hr/>Resumo: Considerou-se que os betabloqueadores podem reduzir a superestimulação adrenérgica em pacientes sépticos. Assim, desenhou-se um estudo retrospectivo de caso e controle para identificar a relação de consumo crônico de betabloqueadores em pacientes que desenvolveram septicemia e choque séptico tratados na UTI e mortalidade aos 30 dias. Foram incluídos 104 pacientes divididos em dois grupos: betabloqueadores (n = 16) e de controle (n = 88). Os pacientes no grupo do estudo não demonstraram diferença na mortalidade em relação ao grupo de controle (p = 0.99), no entanto o SOFA cardiovascular foi maior (p = 0.05), necessitaram uma dose mais elevada de vasopressores (p = 0.18) e maior tempo de UTI (p = 0.11). O consumo crónico de betabloqueadores não foi o fator de proteção para a mortalidade em pacientes sépticos. <![CDATA[A variabilidade glicêmica em pacientes em estado crítico: o tratamento deve ser personalizado]]> http://www.scielo.org.mx/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2448-89092017000200078&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Resumen: Introducción: Los tres dominios del control glucémico (hipoglucemia, hiperglucemia y variabilidad glucémica) componen un marco conceptual para la disminución de los riesgos asociados a él durante la enfermedad crítica. Aun así, el componente premórbido no suele ser tomado en cuenta en dichos dominios. Se ha demostrado que las metas de glucosa en sangre más liberales pueden beneficiar a aquellos pacientes con hiperglucemia crónica, contrariamente a lo que se ha demostrado en individuos con buen manejo glucémico premórbido. Material y métodos: Mediante el uso de las cifras de hemoglobina glucosilada (HbA1c) y la glucosa predicha de 90 días previos se desarrolló una fórmula de «variabilidad glucémica relativa» (VGR) en sujetos adultos críticamente enfermos. Luego, mediante los valores de glucosa capilar, se obtuvieron los eventos de hipoglucemia, la media de glucemia capilar, VGR y coeficiente de variación (CV) glucémica durante los primeros siete días de estancia. Se dividió a la población en HbA1c &lt; 7% y ≥ 7%, así como en vivos y muertos, y se compararon las variables capturadas y calculadas entre estos. Resultados: Mediante el protocolo de control glucémico, las personas con HbA1c ≥ 7% mantuvieron una VGR negativa; es decir, cifras menores a lo habituado. En el grupo &lt; 7%, permanecieron positivas; es decir, mayores a lo habitual. El primer grupo mostró una estancia hospitalaria mayor, nueve versus siete días (p &lt; 0.05); aquellos pacientes con HbA1c &lt; 7% fallecidos mostraron un CV mayor (p &lt; 0.05) 27.49 (11.02-37.07) versus 12.49 (8.2-8.75). Dicha asociación no se encontró en el grupo ≥ 7%. Conclusión: La VGR negativa en relación con el control premórbido muestra efectos negativos en la evolución de los individuos con mal manejo glucémico previo. A su vez, un CV de mayor magnitud mostró su efecto negativo en la mortalidad de aquellos sujetos con buena regulación anterior. Se reitera que en relación con el control glucémico, efectivamente «una talla no se ajusta a todos».<hr/>Abstract: Introduction: The three domains of glycemic control (hypoglycemia, hyperglycemia and glycemic variability) comprise a conceptual framework for reducing the risk associated with it during critical illness. However, the premorbid component is usually not taken into account. It has been shown that those patients with chronic hyperglycemia could benefit from more liberal glycemic goals, contrary to what has been shown in patients with good premorbid glycemic control. Material and methods: By using the glycosylated hemoglobin (HbA1c) and predicted glucose of the previous 90 days, a formula of «relative glycemic variability» (RGV) in critically ill adult patients was developed. Then, using the capillary glucose values, events of hypoglycemia were obtained, as well as mean capillary glucose, RGV and coefficient of variation (CV) during the first seven days of stay. The population was divided into HbA1c &lt; 7% and ≥ 7%, as well as in alive and deceased; the variables between them captured and calculated were compared. Results: Using the glycemic control protocol, HbA1c ≥ 7% patients maintained a negative RGV, that is, lower values than usual; the group &lt; 7% kept a positive RV, higher than usual. The first group showed a prolonged hospital stay, nine versus seven days (p &lt; 0.05), and those deceased and with HbA1c &lt; 7% showed a higher CV (p &lt; 0.05), 27.49 (11.02-37.07) versus 12.49 (8.2-8.75); such association was not observed in the group of patients ≥ 7%. Conclusion: Negative RGV in relation to premorbid control shows negative effects on the evolution of patients with poor previous glycemic control; at the same time, a greater CV showed its negative effect in patients with good previous control. It is reasserted that, in relation to glycemic control, «one size does not fit all».<hr/>Resumo: Introdução: Os três domínios do controle glicêmico (hipoglicemia, hiperglicemia e variabilidade glicêmica) compreendem uma estrutura conceitual para reduzir os riscos associados com tais controles durante a doença crítica. No entanto, o componente pré-mórbido geralmente não acostuma ser tomado em conta neste âmbito. Demonstrou-se que em pacientes com hiperglicemia crônica as metas da glicemia no sangue mais flexíveis podem beneficiar essa população, ao contrário do que tem sido demonstrado em pacientes com um adequado controle glicêmico pré-mórbido. Material e metodos: Utilizando as cifras da hemoglobina glicosilada (HbA1c) e a glicemia prevista de 90 dias prévios, desenvolveu-se uma fórmula da «Variabilidade Glicêmica Relativa» (VGR) nos pacientes adultos em estado crítico. Posteriormente, por meio de valores da glicemia capilar foram obtidos os episódios de hipoglicemia, glicemia capilar média, VGR e coeficiente de variabilidade glicêmica (CV) durante os primeiros 7 dias de estadia hospitalar. A população foi dividida em HbA1c &lt; 7% e ≥7%, assim como nos vivos e mortos, comparando as variáveis ​​capturadas e calculadas entre elas. Resultados: Utilizando o protocolo de controle glicêmico, os pacientes HbA1c ≥7 mantiveram uma VGR negativa, isto é, cifras menores que a habitual e no grupo &lt; 7% positivas que é maior do que o habitual. O primeiro grupo mostrou uma estadia hospitalar maior a 9 vs 7 dias (p &lt; 0.05) e os pacientes com HbA1c &lt; 7% falecidos mostraram um CV maior (p &lt; 0.05) 27.49 (11.02-37.07) vs 12.49 (8.2-8.75), tal associação não foi encontrada no grupo ≥7%. Conclusão: A VGR negativa em relação ao controle pré-mórbido mostra efeitos negativos na evolução dos pacientes com um inadecuado controle glicêmico, um CV de maior magnitude mostrou o seu efeito negativo na mortalidade em pacientes com um adequado controle prévio. Reitera-se que, em relação ao controle glicêmico, efetivamente «uma medida não serve para todos». <![CDATA[Ecocardiografia funcional na unidade de terapia intensiva como monitor hemodinâmico]]> http://www.scielo.org.mx/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2448-89092017000200084&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Resumen: La ecocardiografía es una herramienta que desde hace años se ha introducido en las unidades de reanimación. La ausencia de una formación reglada, la larga curva de aprendizaje y el hecho de que la mayoría de protocolos orientados al estudio de la inestabilidad hemodinámica se basan en un concepto estructural, complican su aplicación rutinaria en un contexto tan complejo. Este artículo pretende dar una visión funcional de la ecocardiografía de manera que, integrándola junto con la clínica y otros sistemas de monitorización, se convierta en una herramienta de monitorización hemodinámica a pie de cama. Mediante el uso de un número limitado de planos explicaremos la valoración de diversas herramientas que nos permiten estimar las variables determinantes de la perfusión (precarga estática y dinámica, función biventricular), que a su vez integradas mediante un mapa mental nos asistirán en la toma de decisiones clínicas.<hr/>Abstract: Echocardiography has gained wide acceptance between intensive care physicians during the last fifteen years. The lack of accredited formation, long learning curve and structural orientation of the limited algorithms to study hemodynamic instability hampers its daily use in the intensive care unit. This article aims to explain a functional approach to echocardiography in which it serves as a hemodynamic monitoring tool, useful at the bed site in conjunction with clinical assessment and other monitoring devices. Through a limited number of planes and measurements we will explain how to asses perfusion determinants (static and dynamic preload, biventricular function) and integrate them with a mind map to help everyday decision making in the complex environment of the critical care unit.<hr/>Resumo: O ecocardiograma é uma ferramenta que foi introduzida há anos nas unidades de terapia intensiva. A ausência de treinamento formal, a curva de aprendizagem prolongada e o fato de que a maioria dos protocolos orientados ao estudo da instabilidade hemodinâmica são baseados em um conceito estrutural complicam sua aplicação de rotina em um contexto tão complexo. Este artigo tem como objetivo dar uma visão funcional da ecocardiografia de modo que, integrando-a com a clínica e outros sistemas de monitoramento, transforme-se em uma ferramenta de monitoramento hemodinâmico na cabeceira do paciente. Usando um número limitado de imagens e medições explicaremos a valorização de várias ferramentas que nos permitem estimar as variáveis determinantes de perfusão (pré-carga estática e dinâmica, função biventricular), que por sua vez integrados por um mapa mental nos ajudará a tomar decisões clínicas. <![CDATA[Ressucitação cardiopulmonar: tratamento das H e T]]> http://www.scielo.org.mx/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2448-89092017000200093&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Resumen: Existen distintas opciones de programas de entrenamiento en las que se enseñan a los profesionales de la salud las destrezas necesarias para llevar a cabo reanimación cardiopulmonar avanzada; uno de los más conocidos es el curso ACLS, impartido por la Asociación Americana del Corazón. Uno de los temas abordados en este programa es el manejo de las causas que pueden desencadenar un paro cardiorrespiratorio (particularmente en ritmos no desfibrilables) y la importancia de iniciar un manejo simultáneo durante las maniobras de reanimación cardiopulmonar. El objetivo del presente artículo es hacer una revisión minuciosa acerca de cuándo sospechar, cómo diagnosticar y cómo tratar cada una de las causas de asistolia y actividad eléctrica sin pulso (AESP). Se abordará el análisis que se debe realizar antes, durante y después de un paro cardiorrespiratorio. Además, se hará mención de la utilidad de la ultrasonografía o ecocardiografía de emergencia en el entorno de esta emergencia.<hr/>Abstract: There are different training programs that teach health professionals the skills needed to perform advanced cardiopulmonary resuscitation; one of the best known is the ACLS course, taught by the American Heart Association. One of the topics in this course is the handling of the causes that can trigger a cardiac arrest (particularly in non-shockable rhythms), and the importance of initiating simultaneous management during cardiopulmonary resuscitation. The aim of this article is to review thoroughly when to suspect, how to diagnose and how to treat each of the causes of asystole and pulseless electrical activity. We will tackle the analysis that has to be performed before, during and after cardiac arrest. In addition, we will review the usefulness of emergency ultrasound or echocardiography in this emergency scenario.<hr/>Resumo: Existem diversas opções de programas de treinamento que ensinam os profissionais da saúde as habilidades necessárias para executar a ressuscitação cardiopulmonar avançada, entre eles um dos mais conhecidos é o curso ACLS ensinado pela American Heart Association. Um dos temas abordados neste programa é o tratamento das causas que podem provocar uma parada cardíaca (particularmente em ritmos não chocáveis) e a importância de iniciar um tratamento simultâneo durante a ressuscitação cardiopulmonar. O objetivo deste artigo é fazer uma revisão completa sobre quando suspeitar, como diagnosticar e como tratar cada uma das causas de assistolia e atividade elétrica sem pulso. Se abordará a análise que deve ser feita dos acontecimentos antes, durante e depois da parada cardíaca. Além disso, será feita menção sobre a utilidade da ultra-sonografia ou ecocardiografia neste ambiente de emergência. <![CDATA[Parada cardíaca súbita atribuída a cardiomiopatia hipertrófica pelo uso de esteróides anabolizantes. Informe de um caso]]> http://www.scielo.org.mx/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2448-89092017000200101&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Resumen: La miocardiopatía hipertrófica se caracteriza por hipertrofia asimétrica y no dilatada del ventrículo izquierdo, la muerte súbita es probablemente consecuencia de alteraciones eléctricas impredecibles del miocardio que producen arritmias letales. Las miocardiopatías se definen por la existencia de anomalías estructurales y funcionales del ventrículo izquierdo que no pueden explicarse por enfermedad coronaria o por condiciones de carga anómalas, lo que causa un aumento del grosor de la pared del ventrículo izquierdo. En este grupo de enfermedades existen causas genéticas y no genéticas, dentro de éstas se describen las asociadas al uso de fármacos incluidos los esteroides anabólicos androgénicos. Los esteroides anabólicos androgénicos se utilizan para promover el incremento de masa muscular para mejorar el desempeño de los atletas, esto ha llevado al uso y abuso de estos productos en atletas profesionales y recreacionales. El uso crónico en dosis suprafisiológicas en esta población se asocia a diversas manifestaciones cardiovasculares como miocardiopatía hipertrófica, esta asociación entre el uso de esteroides anabólicos androgénicos y la hipertrofia cardiaca quedó demostrada en un estudio por hallazgos patológicos en usuarios de esteroides anabólicos androgénicos fallecidos.1 El objetivo de esta comunicación es reportar un caso clínico inusual en nuestro ámbito hospitalario de un paciente con uso crónico de esteroides anabólicos androgénicos y miocardiopatía hipertrófica.<hr/>Abstract: Hypertrophic cardiomyopathy is characterized by asymmetric and non-dilated left ventricle hypertrophy, sudden death is probably a consequence of unpredictable myocardial electrical disturbances that produce lethal arrhythmias. Cardiomyopathies are defined by the existence of structural and functional abnormalities of the left ventricle that can not be explained by coronary disease or abnormal load conditions causing the increased thickness of the wall of the left ventricle, within this diseases group exists genetic and nongenetic causes, these are described associated drugs including the use of anabolic androgenic steroids. Anabolic androgenic steroids are used to promote increased muscle mass, to improve the performance of athletes, this has led to the use and abuse of these products in professional and recreational athletes, chronic use in supraphysiological dose in this population is attaches a several cardiovascular manifestations as hypertrophic cardiomyopathy, this association between the use of anabolic androgenic steroids and cardiac hypertrophy has been shown in a study by pathological findings in ASS users deceased.1 The purpose of this communication is to report an unusual case in our hospital of a patient with chronic use of anabolic androgenic steroids and hypertrophic cardiomyopathy.<hr/>Resumo: A cardiomiopatia hipertrófica é caracterizada por hipertrofia assimétrica e não-dilatada do ventrículo esquerdo, a morte súbita é provavelmente devido a alterações elétricas imprevisíveis do miocárdio que produzem arritmias letais. As cardiomiopatias são definidas pela existência de anomalias estruturais e funcionais do ventrículo esquerdo que não pode ser explicado por doenças coronárias ou condições de cargas anormais que provocam um aumento na espessura da parede ventricular esquerda, dentro deste grupo de doenças existem causas genéticas e não genéticas, dentro destas se descrevem as que estão associadas com o uso de medicamentos, incluindo os esteróides anabólico-androgênicos. Os esteróides anabólico-androgênicos são usados para promover o aumento da massa muscular para melhorar o desempenho dos atletas, o que levou ao uso e abuso desses produtos em atletas profissionais e amadores, o uso crônico em doses suprafisiológicas nesta população está associado a vários eventos cardiovasculares, tais como cardiomiopatia hipertrófica, esta associação entre o uso de esteróides anabólico-androgênicos e hipertrofia cardíaca foi demonstrado em um estudo por um descubrimento patológico em usuários de esteróides anabólico-andrôgenicos falecidos.1 O objetivo do presente informe é relatar um caso clínico incomum em nosso hospital de um paciente com o uso crônico de esteróides anabólico-androgênicos e cardiomiopatia hipertrófica.